Hesitate

20 I can't stay away


Notas iniciais
Vinte minutinhos atrasada ainda vale? haha
Sorry galera, to com um bloqueio massivo pra escrever e era pro capítulo sair melhor, não biguem comigo =x
Já viram o vídeo? =D
E... Lembrando de passar lá no animespirit porque estamos a pouco menos de um mês do nosso despejo.
Mais nada pra falar eu acho.. Espero que mesmo com minha cabeça estando um lixo vocês gostem... ;)

\"\"


Acordei e me remexi na cama, tinha dormido absurdamente mal, tendo pesadelos estranhos e confusos. Zacky estava em todos eles e eu sempre estava fugindo dele. Fiz careta e me sentei na cama bocejando.

Joguei as pernas para fora da cama e me arrastei até o banheiro, tomando um longo banho e me sentindo um pouco melhor.

Desci as escadas e encontrei Kate fazendo o café.

– Bom dia.

– Hey! Você acordou cedo hoje, que milagroso.

– Cala a boca. — Grunhi — Dormi muito mal.

– Percebo, suas olheiras estão visíveis da lua.

– Você é tão amável.

Ela riu e apertou minha bochecha — Estou brincando prima, você está linda como sempre.

– Isso não é exatamente bom.

– É sim. Agora, quer café?

– Por favor.

Ela me serviu e sentou ao meu lado no banquinho, apoiando-seno balcão. — Então prima, como foi ontem?

Senti minhas mãos suarem e bebi um gole do café — Ontem?

– É, bem, você brigou com alguém aparentemente. O que aconteceu?

– Oh, é por uma coisa velha. Esquece.

– Você era mais legal antigamente.

– Mas eu sou chata agora. — Respondi rindo e ela me deu uma cotovelada de leve.

– Escuta, seus pais estão sempre viajando... Estranho eles deixarem vocês dois em casa sem problemas.

– Eles confiam em mim.

– Em você? E no Jimmy?

– Claro que não. Ninguém confiaria uma casa ao Jimmy.

– Parem de me difamar! — Ele disse entrando na cozinha — Eu sou responsável!

– Claro que é Jim. — Eu disse abraçando-o quando ele se aproximou

Terminamos o café e fomos para a sala, ligando a TV e nos espalhando por ali para assistir o filme de animação. Nos primeiros segundos de filme eu adormeci deitada de bruços no sofá.

Acordei com a risada de Jimmy e a primeira coisa que vi foi o rosto absurdamente próximo de Johnny, instintivamente levei a mão fechada de encontro ao queixo do garoto, que só não levou um soco porque Brian o puxou no último segundo.

– Oi bela adormecida. — O moreno provocou e eu grunhi, afundando meu rosto na almofada.

– Você dormiu antes de o filme começar cara, ainda tava naquela vinheta da warner. — Jimmy comentou e eu estendi a mão, dando-lhe o dedo do meio.

– Mau educada. — Johnny disse rindo — Primeiro quase me socou, agora isso.

– A culpa não é minha se eu acordo com sua cara feia quase dentro do meu olho. — Grunhi tirando o rosto da almofada e olhando para eles.

– Eu só estava vendo se você estava viva.

– Tem vários jeitos de ver se eu estou viva! — Ralhei e ele fez careta.

– Ok, desculpa.

Sentei no sofá e olhei lá para fora. — Que horas são?

– Sete.

– Eu...

– Você dormiu dez horas seguidas. — Kate comentou rindo.

– Puta que pariu. — Grunhi caindo deitada de novo.

– Vai comer alguma coisa. — Brian disse sorrindo — Você pulou o almoço.

Concordei e saí para a cozinha, quando cheguei lá, revirei tudo, mas não encontrei nada interessante para comer.

Voltei para a sala e me sentei emburrada no sofá.

– Tudo bem mana?

– Nada pra comer.

– Vem. — Brian disse se levantando e chutando minha perna de leve.

– Aonde?

– Vou te levar para comer.

– Por que? Eu posso ir sozinha.

Ele riu — É, mas eu to com fome também. Agora anda logo.

– Vocês vão? — Perguntei olhando para os três.

– Não mesmo! Traz alguma coisa pra mim. — Jimmy disse abraçando a almofada do sofá.

– Pra mim também.

– Ficar é muito melhor Sam, o álcool está aqui! — Johnny disse erguendo uma garrafa de cerveja.

– Vocês vão todos morrer de cirrose.

– Pare de jogar praga e vem logo. — Brian disse puxando meu pulso.

– Você também vai ter cirrose, cirrose e câncer se não parar de fumar.

Ele me empurrou para fora e me levou até seu carro — Se eu morrer você vai ter uma consciência muito pesada, então pare.

Entrei no banco do passageiro e esperei até que ele desse a volta no carro.

– Eu não, nunca te dei álcool nem cigarros! — Remedei quando ele sentou ao meu lado.

Brian riu e ligou o carro, arrancando e levando uma das mãos à minha boca.

– Fica quieta agora.

Mordi sua palma de leve e ele me soltou rindo.

Ele logo estacionou o carro e me rebocou para uma mesa, pedindo sanduíches para nós.

– Por que não pedimos para entregar? — Perguntei me apoiando na mesa.

– Porque eu fiquei com medo de você morrer se o cara demorasse.

– Vou sobreviver.

Brian riu, mas depois ficou sério. — Mas eu estou falando sério, você está pálida.

– Eu ia sobreviver a vinte minutos sem comida.

– Não estou disposto a colocar essa teoria em prova.

Ri — Olha só quem está aprendendo a ser paranóico com meu irmão.

– Nem tanto Sam.

O garçom cortou nossa conversa, colocando dois sanduíches sobre a mesa e avisando que os outros logo ficariam prontos.

Comecei a comer e percebi a fome monstra que eu tinha, terminando de comer muito mais rápido do que jamais tinha feito.

Brian riu de mim e eu lhe mandei o dedo do meio, fazendo careta.

– Você já terminou o seu e ele era três vezes maior!

– Mas eu sou um cara.

– Cala a boca.

– Já percebeu que você sempre fala isso quando está sem argumento?

Rolei os olhos e ele se levantou, caminhando até o caixa.

Fiquei parada na mesa encarando-o, era óbvio que eu jamais ia tirá-lo da cabeça, ele era lindo, divertido, cuidadoso e todas as coisas do mundo comigo.

A diferença básica entre ele e o irmão era que Brian tinha um cuidado não superprotetor e estranho comigo, ele se divertia com os meus problemas, ele me zoava constantemente e Zacky simplesmente queria que eu ficasse bem, custasse o que custasse.

Brian voltou para a mesa com uma sacola e voltamos para o carro, encostei a cabeça no vidro e percebi que a decoração de natal finalmente tinha sido tirada das praças, o que era ruim porque eu achava bonitinho.

Meus pensamentos se perderam em natal e se encontraram em Zacky, queria ligar para ele, mas não sabia se era uma boa ideia, ele mesmo não tinha me ligado nem mandado mensagens, então talvez estivesse com vontade de se isolar um pouco.

O carro parou e eu desci, encarando a casa iluminada ainda perdida nas minhas memórias e pensamentos.

– Sam? — A voz dele era divertida. — Vamos entrar, vem. — Brian disse segurando meu pulso suavemente.

A reação do meu corpo foi inesperada, tanto para ele quanto para mim. Me puxei para longe do moreno e senti meu olhar ficar irritado.

Quando eu finalmente assimilei o que acontecia, abri a boca para me desculpar, mas era tarde de mais. A expressão fria já tinha tomado conta do rosto dele, que se virou e andou para a casa com passos largos.

Suspirei e andei atrás dele, entrei na casa a tempo de vê-lo jogar a sacola sobre a mesa de centro e se atirar no sofá.

Passei para a cozinha e me encostei no balcão bufando, eu só fazia merda o tempo todo.

O barulho da geladeira me fez virar e o vi pegar uma garrafa de cerveja e fechar a porta, se virando para sair.

– Brian? — Chamei, mas ele me ignorou completamente, voltando para a sala e pulando o encosto do sofá para sentar no lugar que ocupava.

Fui até a sala e me sentei de lado no sofá, ficando de frente para a lateral do corpo de Brian. Ele por sua vez, ignorava qualquer coisa que acontecia na sala, pensando apenas em absorver a maior quantidade de álcool que fosse possível.

Os outros três assistiam um filme de ação enquanto comiam e comentavam entre si sobre os acontecimentos que não me eram interessantes.

Voltei a olhar para Brian e percebi que ele tinha acabado com tudo alcoólico à sua volta, fiquei preocupada imaginando se ele passaria mal, mas o moreno estava simplesmente encarando o teto de braços cruzados e expressão fechada, sem sinais de mal estar.

Estiquei minha perna lentamente até tocar sua coxa com meu calcanhar, ele simplesmente afastou-se de mim, não esboçando nenhuma outra reação.

Suspirei e recolhi minha perna, insistir talvez o deixasse mais irritado.

– Cadê o Matt? — Perguntei dando falta do grandão.

– Em mais uma das infinitas e incontáveis DR’s com a Val. — Johnny comentou.

– Espero que tenha acabado até amanhã, vai ter um show legal no Chain reaction. — Jimmy comentou com a boca cheia.

– Chain reaction? — Kate perguntou confusa

– É, é um lugar legal, você vai amanhã com a gente, tem uns shows bem dignos. — Johnny disse alegre

– Legal. — Ela disse sorrindo.

Me ajeitei no sofá e coloquei as pernas no encosto do sofá, próximo a cabeça de Brian, não achei que ele fosse se importar, mas ele escorregou para o chão, recostando as costas no sofá.

Suspirei e estiquei a mão para tocar seu ombro. — Pode sentar aqui, desculpe. — Eu disse e ele sacudiu os ombros.

– Estou bem. — Disse no seu tom frio, empurrando minha mão que eu ainda não tinha afastado

Me espalhei no sofá, colocando as pernas no assento e deitando-me de lado para ver a TV. Minha visão periférica que tanto me castigava, prestava atenção em todos os movimentos que ele fazia, mesmo os sutís.

Meus impulsos menos espertos tentavam esticar-me e tocá-lo, mas eu sabia que se o fizesse ele só ia se afastar mais e mais. Eu sinceramente odiava quando ele agia assim, eu só queria que ele parasse de ser estúpido, mesmo concordando que eu tinha certa culpa no comportamento dele dessa vez.

Continuei a olhá-lo, até que Brian se levantou, esticando os braços e se espreguiçando, considerei se ele estava indo embora, mas como saiu sozinho e sem falar nada pela porta, concluí que não.

Levantei-me e fui até a cozinha, levando as caixinhas vazias dos sanduíches que os três abandonaram sobre a mesa para assistir o filme, fui para fora e coloquei as caixinhas na lixeira do lado de fora. Ponderei um pouco a minha ideia de dar a volta na casa e ver Brian, concluí que já tinha tido ideias piores e as tinha realizado.

Dei a volta e o avistei sentado nos degraus da varanda, caminhei até lá e percebi que ele fumava, me aproximei lentamente e quando fui falar algo, sua voz me cortou.

– Vai pra dentro. — Ele disse sem nem mesmo me olhar.

– Eu...

– Vai pra dentro! — Brian repetiu, mais alto e forte.

– Eu só quero conversar. — Murmurei.

– Pena que eu não.

Fechei a cara para ele — Para de ser idiota Brian.

– Eu sou assim. — Ele disse sorrindo com escárnio.

– Não é!

Ele jogou o cigarro no chão e o apagou com o pé. — Quem sabe disso sou eu não você.

– Desculpa tá bom?

– Pelo que? — Perguntou se levantando.

– Não se finja de idiota.

– Oh Sam, tanto faz para mim se você é estranha e tem seus surtos. Só não reclame quando eu não estiver de bom humor todas as horas do meu dia. — Ele disse e entrou na casa, batendo a porta muito mais forte do que o necessário.

Bufei e dei a volta na casa novamente, entrando pelos fundos e subindo direto para o meu quarto, fui direto tomar banho e eu precisava ouvir uma música alta, isso instantaneamente me lembrou Brian, bufei irritada olhando o retângulo sobre minha bancada, iShower maldito.

Ignorei todos os meus pensamentos e liguei a água, estava quase escaldante de tão quente, mas aquilo fazia bem para a minha raiva. Eu queria gritar, o mais alto que desse, mas como não podia fazê-lo, me contive a cantar a música.

Não sei quanto tempo fiquei ali, mas sei que a música que eu ouvia repetiu diversas vezes, comigo gritando sua letra. Saí do banho me sentindo muito melhor e mais leve, fui para o quarto e deitei, dormindo muito mais rápido do que imaginei que faria.

Abri os olhos na escuridão do meu quarto e passei as mãos pelo colchão buscando pelo celular, quando puxei-o o visor me disse que eram duas e meia da manhã.

Grunhi e me levantei, saindo do quarto e chegando ao andar de baixo, as luzes estavam apagadas e estava tudo silencioso, fui para a cozinha e me sentei na mesa esfregando o rosto. Me perguntei se ele tinha ido embora há muito tempo, mas não tinha nada que me desse pistas sobre isso, então subi novamente para o meu quarto.

Tentei dormir, mas dessa vez a imagem do Brian frio e irritante me assombrou, impedindo-me de dormir.

Em mais um dos meus impulsos idiotas, pulei da cama e troquei de roupa, pegando a chave da moto e descendo lentamente as escadas, puxei a moto pela rua e no final dela, subi e arranquei, fazendo um barulho ensurdecedor no silêncio.

Foi só quando passei para o hall do prédio que me dei conta de onde estava.

– Veio cuidar do Brian de novo? — O homem perguntou divertido e eu sorri de volta, sem ter uma resposta.

O que diabos eu estava fazendo ali?

O caminho até o nono andar nunca pareceu tão longo e demorado, parei em frente à porta de madeira e suspirei, uma parte de mim rezando para estar trancada, mas não estava. Nunca estava.

Passei para dentro do apartamento escuro e fiz o caminho conhecido até o quarto de Brian, bati na porta prendendo a respiração, mas ele não respondeu.

Empurrei a madeira e passei para dentro, fazendo careta pela luz brilhante que me cegou, ele não estava ali e aquilo me confundiu por um segundo, então ouvi o barulho da água caindo e passei para dentro do quarto, fechando a porta atrás de mim.

Não sei quanto tempo fiquei parada em frente à porta do banheiro, mas quando o barulho de água cessou, eu desejei ter sido mais tempo.

Brian abriu a porta e deu de cara comigo, ele franziu a testa, depois riu irônico.

– Quer que eu carimbe seu cartão invasora de fidelidade?

– Eu... — Comecei, mas minhas palavras morreram.

Ele rolou os olhos e me empurrou de leve para abrir caminho, eu bati contra a parede e o encarei enquanto ele andava até o guarda roupa.

– Você por acaso pretende ficar por aqui? Porque se sim eu infelizmente vou ter que vestir alguma coisa.

– Eu quero falar com você. — Murmurei e ele rolou os olhos, virando para o guarda roupa e abrindo uma gaveta, quase não tive tempo de olhar para o outro lado quando ele arrancou a toalha e jogou-a no chão.

A verdade é que não parecia nem um pouco necessário para ele se vestir, ele sempre tirava a roupa perto de mim, sem nenhum aviso.

Ouvi o barulho da cama e ponderei se era uma boa ideia olhar.

– Seja rápida. — Ele disse e eu resolvi que podia olhar.

Brian estava sentado na cama me encarando impaciente, mordi o lábio e respirei fundo, a verdade é que eu não sabia o que eu estava fazendo ali e nem tinha ideia do que falar para ele.

– Eu... Sinto muito por hoje mais cedo, eu...

– Você já disse isso lá na sua casa, se era só...

– Para de ser idiota! — Eu pedi — Sério. Foi sem querer!

– Pode ir Sam.

– Brian!

– Você não tem nada pra fazer aqui, pode ir Sam.

Bufei e andei até a cama, me ajoelhando na ponta, ele me olhou irritado esperando que eu fizesse alguma coisa. Tirei meus tênis e os joguei no chão, depois me aproximei dele, que continuava me olhando irritado.

Definitivamente eu não estava pensando, passei os braços pelos ombros dele e apoiei a testa em seu ombro, Brian continuou perfeitamente parado e não falou nada.

– Eu não gosto quando você me trata assim. — Murmurei, ele não respondeu então eu continuei — Por favor Brian...

– Você já disse isso Sam...

– E eu não vou embora até você parar de ser estúpido! — Quase gritei me soltando dele.

– Puxa um travesseiro para você então. — Ele disse cínico e eu soquei seu braço.

Não imaginei que um simples soco fosse deixar o humor dele pior, mas me enganei quanto a isso, recebendo um olhar ainda pior do moreno, que me empurrou na cama.

– Des...

– Você tem algum problema de cabeça? — Perguntou irritado, subindo em cima de mim e agarrando meus ombros com força. — Se você me bater de novo Sam...

– A culpa é sua!

– Claro que é. — Ele disse irônico.

– Para de ser estranho Brian! E daí que eu puxei meu braço? Não é pra você ficar psico...

– Isso não interessa Sam. Então eu te peço mais uma vez, VAI EMBORA!

– NÃO!

Ele saiu de cima de mim e se levantou da cama, ficando de costas para mim. Grunhi e levantei também, torcendo os lábios, toquei suas costas e ele se virou irritado. Antes de eu falar qualquer coisa, ele me empurrou contra a parede e segurou meus pulsos.

No auge do momento psicopata dele, Brian me puxou, beijando-me com força e raiva. Eu não tinha certeza do que acontecia, mas correspondi ao beijo, sentindo seus dedos abandonarem meus pulsos e agarrarem minha cintura.

Eu estava confusa, não conseguindo entender como nós tínhamos chegado até aqui, mas não era exatamente ruim ou surpreendente que Brian estivesse me apertando entre ele e a parede.

Subi as mãos pelos seus braços chegando até os cabelos negros, onde enterrei as mãos, puxando-o mais para mim.

Brian parou de me prensar contra a parede e me ergueu do chão, puxando minhas pernas e colocando-as em volta dele, depois voltou a me apoiar na parede, deslizando as mãos pelo meu corpo e entrando com elas por baixo da blusa larga.

A parte nobre de mim, aquela que sempre me mandava parar e me lembrava de Zacky, tinha desistido da parte burra de mim e não tentava me impedir mais.

Brian tirou minha blusa e jogou-a no chão, apertando minha cintura e mordendo meu pescoço, em resposta eu enterrei as unhas em seus ombros.

Ele voltou a boca para a minha enquanto distribuía as carícias um tanto quando violentas pelo meu corpo, me apertando forte de mais e provavelmente deixando marcas vermelhas na pele branca.

Estar com ele era tão absolutamente diferente, de uma forma incrivelmente boa e envolvente. Brian e toda a sua testosterona à flor da pele, me faziam sentir coisas inusitadas.

Senti suas unhas curtas me arranharem e voltei o foco para ele, mordendo seu lábio inferior e o vendo sorrir entre o beijo.

Ele desceu a boca para o meu pescoço e eu fechei os olhos, viajando naquilo tudo. Brian levou as mãos às minhas costas e soltou o fecho do sutiã, mordi os lábios enquanto ele deslizava calmamente as alças pelos meus braços.

Os dentes dele se cravaram na minha pele quando terminou de tirar o sutiã, ele me puxou com força para si, mas depois se afastou um pouco, passando as mãos pelo meu corpo até os seios, passando a acariciá-los. Arranhei seus braços e puxei sua boca para minha, abafando meus gemidos no beijo urgente.

Brian me colocou no chão e me virou de costas, beijando meus ombros e pescoço enquanto acariciava meu corpo, passei as mãos pelos seus braços e apoiei a cabeça em seu ombro, ele me apertava contra si enquanto me mordia e brincava com minha pele.

Suas mãos deslizaram pela minha barriga até a calça, abrindo-a e puxando um pouco para baixo, virei o rosto e o mordi, ouvindo sua risada baixa.

Ele me virou de novo, me empurrando para a cama enquanto me beijava. Acabei sentada no colchão enquanto ele terminava de puxar o jeans pelas minhas pernas, beijando o caminho de pele recém exposta. Depois ele voltou a boca para a minha, me empurrou na cama e se colocou sobre mim.

Arranhei seu peito e mordi o ombro, abraçando-o com as pernas e puxando sua boca para a minha.

Brian acariciou meu corpo enquanto eu descia as mãos por ele arranhando seu peito até o cós da bermuda, abrindo-a e empurrando o tecido para baixo, ele terminou de tirá-la e voltou a se posicionar sobre mim.

De novo minha mente idiota resolveu que não era nada burro da minha parte comparar os dois, mas eu cortei o pensamento, eu ou Brian que me acariciava, me fazendo gemer.

Brian terminou de nos despir, mordendo e beijando cada pedaço de pele que ele alcançava. Ele começou a impulsionar o quadril contra mim, enquanto eu arranhava suas costas e gemia.

Quando chegamos ao ápice ele deitou do meu lado, me puxando e mordendo meu ombro.

Tentei normalizar minha respiração enquanto ele me beijava e puxava, apertando meu corpo e acariciando minhas costas.

Finalmente consegui normalizar a respiração e ele me puxou, beijando-me e me puxando, mordendo minha boca de leve e se colocando sobre mim, descendo a boca para meu pescoço.


This is wrong
I should be gone
Yet here we lay
'Cause I can't stay away

I was numb
For you I come
Night and day
And I can't stay away
No I can't stay away

I wish I could
Leave and never return
Baby, I know I should

I'm conflicted
I inhale, now I'm addicted
To this place, to you babe
I can't stay away, can't stay away
You get up, you go down
And then we go one more round
It's wrong, they say
I can't stay a- I can't stay away

Isto é errado,
Eu deveria ter partido,
Ainda assim, estamos deitados aqui,
Por que não posso ficar longe de você

Eu estava entorpecida,
Por você eu vim
Noite e dia,
E eu não posso ficar longe
Não posso ficar longe

Eu gostaria de poder
Ir embora e nunca mais voltar,
Amor eu sei que deveria,

Eu estou em conflito,
Eu inalei, agora estou viciada,
Neste lugar, em você amor.
Eu não posso ficar longe, não posso ficar longe
Você vai por cima, por baixo,
E então fazemos mais uma vez.
É errado, eles dizem
Não posso ficar, não posso ficar longe
Não posso ficar, não posso ficar longe

Notas finais
Liked? =D
Música: I can't stay away - The Veronicas
http://letras.mus.br/the-veronicas/1112389/traducao.html
Espero que sim... Nos vemos no próximo, domingo que vem ^^
Não me batam se tiver ficado uma merda.
Link lá no animespirit, tá quase sincronizado.
http://animespirit.com.br/fanfics/historia/hesitate-410838
Tão com saudade do ZV? Ele volta no próximo agora.