Hesitate

25 Crazy


Notas iniciais
FALA GALEEERA! Todo mundo teve um natal legal?
Espero que sim...
Tão estranhando o capítulo tão cedo? Pois é... Não era pra eu estar postando hoje, mas o espírito de natal/ano novo me atingiu...
Nah, eu fiquei com vontade de postar esse capítulo logo.
Também não sei se é o último vamos ver se eu consigo terminar de escrever ele aqui antes de o nyah nos chutar... Vou fazer o possível tá?
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Chegamos nos 300 reviews, êeee! o/ Alegria! kkk'
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Capítulo cheeio de emoções!
Espero que gosteem!

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O peso do meu corpo suprimia toda a minha vontade de levantar. O quarto estava escuro, embora o relógio me mostrasse que já era de tarde. A luz que entrava por baixo das cortinas era fraca, então talvez o tempo ainda estivesse chuvoso.

Fiquei pensando sobre o tempo até o barulho de passos se fazer presente no corredor.

Olhei atentamente para a porta, mas diferente do que eu imaginei, Jimmy passou por ela.

- Você tá bem? — Perguntou sentando na beira da cama.

- Defina bem. — Falei, mas minha voz saiu baixa, tremida e cortada, causando dor na minha já incomodada garganta.

- Ok, não está bem então.

Ri e ele passou a mão pelo meu cabelo — Desculpe não ter percebido muito o seu sumiço ontem a noite, mas achei que você tinha ido embora com sua moto e ido direto dormir.

- Eu fui…

- Relaxa. Eu já sei, você resolveu ser imbecil e andar por aí a pé. — Ele disse rindo e eu concordei com a cabeça — Vou te levar pra casa mais tarde, mas agora você ainda está com cara de morte.

Não acreditei muito na desculpa, pois o quarto ainda estava escuro, através da porta não entrava luz, o corredor estava tão escuro quanto o quarto.

- Obrigada. — Disse irônica

- Você não vai ficar sozinha, então qualquer coisa… — Ele olhou em volta e pegou o relógio luminoso — Joga isso aqui na parede.

Ri, mesmo que tenha doído. — Ok.

- Eu já vou mana… Venho te buscar daqui a pouco tá?

- Tá.

Jimmy saiu do quarto e eu ainda não sabia onde estava, quem tinha me resgatado, ou o que tinha dado na minha garganta. A pesar de que na garganta, tinha quase certeza que era inflamação.

Fiquei mais um tempo na penumbra, pensando em fazer barulho para atrair a suposta pessoa que estava comigo, mas resolvi não.

Fiz uma força absurda para sentar na cama e cogitei se era boa ideia sair dela.

Levantei e me arrastei pela parede, me guiando no escuro, alcancei a porta e saí para o corredor também escuro e isso me irritou, eram cinco da tarde, beleza, nada de sol a pino, mas mesmo assim, um pouco de luz seria legal.

Alcancei uma sala então finalmente entendi aonde estava.

Sob um bolo de cobertas no sofá, o cabelo preto aparecia rebelde no meio dos travesseiros.

Estaria ele dormindo?

Meu corpo protestou o tempo de pé e eu me arrastei até o sofá em forma de “L” e me sentei na parte em que ele não ocupava, ao fazer isso, acabei derrubando o controle e ele se virou rápido na minha direção.

Ele franziu a testa ao me ver — Você tá bem? Precisa de alguma coisa?

- Não. — Respondi com minha voz ridícula.

- Por que saiu da cama?

Pensei um pouco, deveria eu dizer que queria saber quem me salvara de uma possível morte por hipotermia?

- Não queria ficar lá mais.

- Deita aí então… Aparentemente você está com alguma doença, então não fique se esforçando.

Tombei meu corpo para o lado e deitei, não podendo mais ver seu rosto, e aquilo me incomodou.

- Cadê o Jim?

- Ele foi… Arrumar umas coisas.

- Mh… E cadê seu irmão?

- Ele dormiu na sua casa.

- Então…

- Não force a garganta. — Ele cortou o assunto e eu suspirei e me encolhi, então senti as cobertas me envolverem.

O encarei e vi que ele estava de pé e puxara os cobertores que estava usando e enrolara ao meu redor.

- Não. — Protestei — Eu já roubei sua cama, não quero…

- Eu mandei não forçar a garganta. — Sorri, mas empurrei os cobertores. — Eu não vou morrer de frio por causa de duas cobertas Sam.

- Mas eu não quero… — Comecei, mas ele simplesmente as prendeu ao meu redor.

- Está com fome?

- Não. E também, não vou conseguir comer.

Ele torceu os lábios e se agachou na minha frente, ainda apertando as cobertas ao meu redor — Você devia comer alguma coisa… E também, a gente arruma algo que dê para você comer, que tal… Sopa? — Perguntou fazendo careta — Acho que tem aqueles saquinhos de sopa pronta por aí.

- Odeio sopa.

- Carne com batatas não parece ser a melhor ideia, então… O que você sugere?

Revirei no sofá, sentindo raiva das cobertas muito presas. — Droga. Não tem nada que eu consiga comer.

Ele riu e se levantou — Sopa.

Fiz careta e recebi um afago no cabelo, o garoto saiu andando em direção a cozinha e eu me ajeitei nas cobertas não tão apertadas agora, inspirando o cheiro que me fez sentir um vazio.

Olhei para a TV percebendo que estava ligada, porém sem som. As imagens muito coloridas me davam dor de cabeça, então fechei os olhos.

Ouvia os barulhos na cozinha e de alguma forma ficar ali me irritou profundamente.

Lutei contra os protestos do meu corpo e levantei, puxando um dos cobertores e enrolando-me nele.

Caminhei lentamente até a cozinha e sentei na primeira cadeira que vi, ele estava de costas, mexendo na panela com uma colher de pau.

- Você não está com frio? — Perguntei percebendo que ele usava apenas uma calça jeans.

- Nah, não está frio assim, sem contar que eu estou no fogão.

Ri — Piriguete nunca sente frio, mesmo quando nasce no sexo errado.

Ele virou para mim com a testa franzida — Vou concluir que você ainda está delirando de febre. E volta lá para sala, você devia ficar deitada.

Bufei me encolhendo — Não quero ficar sozinha.

- Tá vai, mas fica bem encostada nessa cadeira aí. Não se esforce mais.

- Sim senhor.

Ele finalmente terminou a sopa e colocou num prato, pegando uma colher e sentando do meu lado na mesa, mas virado para mim.

- Então… Você consegue comer?

- Nem se não conseguisse. Você já fez muita coisa por mim.

- Mas se não conseguir eu não me importo de…

Tomei a colher de sua mão e sorri — Obrigada.

- Se estiver ruim culpe a fábrica. Já vem temperado.

- Não estou com fome.

- Você já passou muito tempo sem comer Sam. Agora anda logo e come.

Concordei com a cabeça e puxei o prato para a minha frente, mergulhando a colher no líquido avermelhado.

Não sei muito bem o tempo que demorei para comer, mas sei que ele ficou ali sentado me esperando acabar, conversamos algumas vezes, mas nada muito interessante.

Quando terminei, meus braços doeram do movimento que tive que fazer para comer e isso me irritou, odiava gripe e derivados.

Levantei para voltar para a sala, mas ele me pegou no colo e me levou de volta para o quarto, me deitando na cama e me enfiando em baixo das cobertas de novo.

- Não precisava.

- Tanto faz. Coloca em baixo do braço. — Ele disse sentando na cama e me estendendo o termômetro.

Fiz o que ele pediu e depois nos encaramos por um tempo.

- Como foi que você me achou? — Perguntei pensando nisso pela primeira vez. — Não era o caminho para a sua casa, nem o regular para a minha.

- Estava te procurando.

Franzi a testa — Por que?

- Percebi que você tinha sumido e achei o bilhete que você deixou para o Jimmy. A chave do carro estava com o meu irmão, então peguei sua moto, não falei pra eles que você tinha resolvido perambular por aí a noite para não preocupar o Jimmy. Achei que você iria direto para casa, então peguei o caminho mais curto, mas não te vi, então fui tentando caminhos alternativos. Quando começou a chover eu te liguei, mas seu celular só dava desligado ou fora de área. Então eu finalmente te achei e te trouxe para cá, você estava catatônica eu acho… Tentei falar com você muitas vezes, mas você só me olhava, nem parecia que estava me vendo de verdade.

A risada que saiu por entre meus lábios foi estranha e triste.

- E por que você se preocupa? Devia ter ficado junto com seus amigos. Eu não sou nada para você. Se lembra?

O termômetro apitou e ele o puxou do meu braço, olhando os números, provavelmente gastando um tempo para pensar.

- Você está com febre, nada baixa.

- Eu estou bem, agora me responde.

Ele suspirou — Isso é relativo Sam. — Disse abrindo a gaveta do criado.

- Não é relativo. — Eu rebati e ele acariciou minha bochecha com o polegar.

- Não é porque você não é nada minha que eu gostaria que você corresse perigo. Ainda é irmã do Jimmy.

- Eu não disse isso.

- Toma aqui. — Ele disse me empurrando um comprimido e eu engoli encarando-o — O que você quer dizer então? — Perguntou sorrindo de lado.

- Você não precisava fazer isso, podia falar pro Jimmy, pra Kate, pra todo mundo… Mas não tinha que vir atrás de mim.

- Mas é por minha culpa que você estava lá fora.

- Não…

- Foi sim Sam, e você sabe disso.

- Sua presença não é…

- Mas minhas atitudes foram. — Ele cortou minhas palavras — Não disse que foi só por mim, mas foi por minha causa, por causa das coisas que eu fiz.

Ficamos em silêncio e eu olhei para a coberta que cobria meu corpo, respirei o cheiro que desprendia dela e aquilo revirou meu estômago de uma forma dolorosa.

Meus olhos arderam e minha garganta fechou ainda mais, quando a primeira lágrima escorreu, ele a secou antes que eu pensasse nisso.

- Eu só queria sumir agora. — Murmurei sem pensar.

- Sei como se sente.

Ri irônica — Você não tem nem ideia.

- Todo mundo tem seus arrependimentos Sam… Você não é a única.

- E ainda assim… Eu sou o seu.

Ele sorriu e baixou o olhar, então pegou minha mão, e começou a brincar com com os dedos.

- É… Mas é reciproco.

- Só que você não sabe como eu me sinto, você não ama ninguém. — Minha voz saiu raivosa e me assustou, eu nem mesmo sabia que estava com raiva.

Os olhos dele subiram até os meus e eles me furavam com a intensidade.

- Você é extremamente egoísta. — Ele disse calmamente, ainda mantendo ritmo das carícias em minhas mãos. — Eu sinceramente nunca vi ninguém mais centrado em si mesmo, e ainda assim, você me ataca e diz que eu não amo ninguém. Quem você ama? Porque não existe nenhuma justificativa para o que você fez com todo mundo.

As palavras, mesmo em tom calmo, rasgaram o ar até mim e fizeram todo o meu mundo cair. Não era indignação, era muito pior. Era aceitação. Eu não podia negar as palavras dele.

Ele não me encarava mais, voltara a olhar nossas mãos, ainda brincando calmamente com os dedos, como se não tivesse falado tudo aquilo.

- Eu posso ser idiota, mas não significa que eu não ame as pessoas que sofrerem por minha causa. — Murmurei de volta e ele subiu os olhos até os meus.

- Se você é desse jeito, por que então concluir isso sobre mim?

- Eu…

- A culpa não é minha Sam. São suas escolhas erradas. Essa é a sua obsessão absurda.

- Obsessão?

Ele não me respondeu, voltou a baixar os olhos, pegando minha mão nas duas.

Fiquei irritada com a falta de resposta, mas não falei mais nada, apenas puxei minha mão da dele e cruzei os braços, então ele deitou no pequeno espaço ao meu lado esquerdo da cama, mesmo ainda tendo meia cama para o outro lado.

- Obsessão porque isso definitivamente não é amor.

Olhei para ele, que encarava o teto. Afastei-me dele, indo mais para o meio da cama.

- Eu não… — Comecei, mas ele riu.

- Então não.

- Odeio quando você me interrompe.

- Cada um com seus problemas.

Bufei e virei de costas para ele, fechando os olhos e tentando esquecer sua presença atrás de mim.

Jimmy estava demorando e isso me irritava profundamente, comecei a viajar longe nos meus pensamentos, pensando em quanto tempo eu demoraria para me curar da droga da… Acho que era gripe…

Levei um susto quando um braço passou por cima de mim, fiquei quieta esperando o que ia acontecer, mas ele apenas se ajeitou atrás de mim e arrumou as cobertas ao meu redor.

- Vai dormir? — Ele perguntou, fazendo eu me sobressaltar de novo. Pensei que ele achasse que eu estava dormindo.

- Não. — Respondi e voltamos a mergulhar no silêncio.

Dessa vez o ar pesou e a falta de diálogo me incomodou, remexi na cama sob seu braço e ele o ergueu para eu me acomodar, mas depois o colocou sobre mim novamente.

- Mesmo que tenha sido tão… Uh… Errado, complicado, idiota e eu não ter alcançado o meu objetivo. — Ele disse rindo — Foi até… Legal.

- Que? — Perguntei confusa.

- Olha só… Por mais que você não tenha lembrado da porra da noite do black out, toda aquela porra pelo menos… Foi legal.

Meu estômago revirou de novo, mas dessa vez eu não consegui permanecer ali, sentei na cama e virei para ele, Brian estava me encarando calmamente, sem demonstrar nenhum sinal do quão babaca ele era.

- Só que você ficou pior.

- Como assim?

- Brian… Uma coisa é o que eu pensava de você antes. Beleza, era péssimo, mas pelo menos você estava bêbado e não estava pensando tanto.

- Você parece muito indignada. — Ele comentou se sentando e eu o olhei abismada, ele não entendia mesmo o absurdo?

- Não é possível. Você acha que me usar desse jeito foi legal? Você acha que eu te vejo melhor agora? Primeiro que eu nem tenho certeza que você não forçou, segundo que agora eu sei o quão… — Perdi as palavras, não existia nada para definir — Nojento, babaca, imbecil, filho da puta…

- Que porra é essa Sam?

- Que porra é essa? Essa é a porra da destruição que você causou na minha vida seu…! Uh! — Fiquei de pé na cama, não aguentava mais ficar sentada.

- Você é burra, a culpa não é minha.

Chutei sua perna com força, pelo menos com a força que eu tinha naquele momento.

- Eu sou burra sim! MUITO BURRA! Mas que a culpa é sua, isso é. Se você não tivesse começado essa merda… Se você não tivesse me falado da Nicky…

- A culpa FOI SUA! — Ele gritou se levantando na cama também.

- EU TE ODEIO BRIAN!

- PROBLEMA SEU! PORQUE FOI VOCÊ QUE ME PEDIU PRA FICAR NAQUELA PORRA DAQUELE QUARTO QUANDO EU TENTEI TE LEVAR EMBORA! FOI VOCÊ QUE SUBIU EM CIMA DE MIM! EU NÃO PRETENDIA TE COMER, MAS EU SOU HOMEM PORRA!

- FOI VOCÊ QUE ME LEVOU PARA A MERDA DO QUARTO!

- EU TENTEI TE LEVAR PRA CASA, MAS VOCÊ NÃO QUERIA IR!

- PORQUE EU ESTAVA BÊBADA! E SABE DE QUEM É A CULPA?

- SUA! PORQUE EU NÃO EMPURREI NADA NA SUA GARGANTA E TE FORCEI A ENGOLIR!

Apertei o cabelo com as mãos e ri irônica, apertando os olhos com força, minha garganta pulsava com a dor causada pelos gritos, então resolvi seguir sem gritar.

- Você sabia Brian, sabia o tempo inteiro que eu pularia de uma ponte se você quisesse, eu era cegamente apaixonada por você, e além de me dar corda…

- A culpa não é minha se você era retardada e tentava beber e fumar por minha causa.

- Eu tinha quinze anos!

- Não sou seu pai! O que você faz não é minha responsabilidade pirralha. Você queria que eu gostasse de você e ficou bêbada por isso. Mas não é minha culpa!

- Você sabia Brian! Todo mundo sabia! Você podia muito bem falar para mim que não, mas você me dava corda e depois…

- Eu não te dava corda caralho! Sam! Eu era seu amigo! Você era apaixonada e via mais do que acontecia de verdade! Mas eu te tratava como irmãzinha do Rev, sempre tratei!

- Não interessa… Foi errado! A culpa…

- Você queria Sam. — Ele disse segurando meus ombros — Sabe que queria. Desde que você tinha quatorze anos… Ou até antes, mas foi mais ou menos por aí que eu percebi sua paixonite. Você sempre quis… Até me beijar bêbada você beijou. Sabe que eu não te forcei… Eu posso ser idiota, mas eu nunca faria isso com ninguém.

- Eu tinha quinze anos Brian, meu ideal de amor não era dar pra você. — Disse irônica.

- E qual é o seu ideal de amor Sam? Chifrar seu namorado com o irmão? — Perguntou ainda mais irônico.

- Como é? — A voz ecoou no quarto e ambos nos viramos em direção à porta, encontrando Zacky parado no corredor do lado de fora do quarto.

Nenhum de nós falou nenhuma palavra, então ficou muito difícil para mim ficar de pé e desabei na cama.

Brian não mostrou reação a isso, me deixando ajoelhada ao seu lado sem nem olhar.

Minha visão ficou embaçada, enquanto via Zacky do outro lado da porta, os olhos verdes agora nadando nas lágrimas presas.

Meu corpo tombou para o lado e me senti bater nas pernas de Brian, mas não tinha muita certeza se algum dos dois ia se preocupar comigo desmaiando.

Ouvi uma voz ao longe, um deles falou alguma coisa, mas o zumbido na minha cabeça tornou impossível de distinguir quem o quê.

Meus pulmões protestaram, eu não conseguia respirar direito, então comecei a tossir muito.

De repente ficou frio, muito mais frio do que devia estar, lembrei que eu só usava uma blusa de Brian e aquilo provavelmente contribuía para eu estar congelando, a pesar de que sentia minhas roupas intimas contra minha pele, então ele tinha me vestido de novo.

A cama se moveu, Brian saiu de trás de mim e foi para o chão, mas minha visão estava escura de mais para saber se ele estava saindo do quarto.

Meu rosto estava quente e o suor gelado me incomodava, estava completamente inconsciente do que acontecia ao meu redor, mas meu corpo devastado fazia questão de cobrar o peso da minha briga com Brian, doendo como o inferno.

Voltei a tossir, colocando as mãos sobre a boca, senti algo molhado na palma e senti nojo. Mas quando afastei a mão do rosto meu nojo se transformou em terror, era sangue.

Ouvi gritos e apertei mais os olhos, senti que chorava e foi a última coisa que senti antes de perder completamente a consciência.

There's no hiding room when every wound

Brings the darkest place to light

So why not assume that straight out of the womb

I've been marked by a beast of some kind

And there are so many reasons why you're not

Crazy for leaving

Just crazy for staying so long

I'm amazed you're still breathing

Amazed you can feel at all

For all the pain i caused

There's no need for signs

When your crying eyes said a million words tonight

And i'd rather die than see you do time

For the wrongs that you can't make right

Não há onde se esconder, quando cada ferida

Traz o lugar mais escuro de volta a luz

Porque não admitir que desde o útero

Eu fui marcado por uma besta de algum tipo

E tem várias razões que me indicam que você não foi

Louco por ir embora

Apenas louco por ter ficado tanto

Estou admirado por você ainda está respirando

Admirado que você ainda possa sentir

Através de toda dor que eu causei

Eu sou o único louco depois de tudo

O único louco depois de tudo

Não precisa de sinais

Quando os seus olhos cheios de lágrimas disseram um milhão de palavras essa noite

E eu preferiria morrer a ver você, perder tempo

Pelos erros que não pode transformar em acertos.

Notas finais
Cansei de tentar arrumar a formatação da música... i.i
Crazy - Daughtry - http://letras.mus.br/chris-daughtry/1990117/traducao.html
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Curtiram o capítulo? emoções mil einh? kkk'
Lembrando que pode ser o último capítulo aqui no nyah... so..
Todos pro animespirit o/
http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-avenged-sevenfold-hesitate-410838
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E quem tiver um site aí pra indicar....
Beeijo galera
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.