Herói de Sangue

1 Capítulo 1- Sou perseguido por minha professora


Notas iniciais
Por favor, me ajudem.
Preciso de comentários;
Espero que gostem!!!

Senti como se o ar s esvaísse de meus pulmões, minhas pernas estavam arranhadas e cansadas mas continuava correndo.

Como se minha vida dependesse disso.

E realmente dependia.

Não conseguia acreditar que terminaria assim.

Podia imaginar o jornal de amanhã.

Garoto de 14 anos é encontrado estripado por sua professora de Química que tinha no lugar de pernas uma cauda, como serpente.

Resvalei em um galho o que quase me fez cair.

Mas graças aos anos de lerdeza de prática, consegui recuperar o equilíbrio.

A senhorita Inês, que agora era serpente da cintura para baixo continuou me seguindo.

Eu sempre odiei essa mulher e acho que ela sempre me odiou, mas tentar matar um aluno em ala de aula e o segui-lo já é demais.

Ela está na minha lista negra.

Meus pensamentos foram dispersos quando em pleno escuridão da noite, reparei em uma coisa dourada refletindo no topo da colina.

A serpentessora felizmente caiu em algum buraco que com certa dificuldade havia desviado.

Com uma descarga de energia corri o máximo que podia.

Meu coração continuava batendo descontroladamente.

Pingos de suor caiam pela minha testa, minha respiração estava acelerada e meu medo era visivelmente percebido.

Finalmente com a colina escalada, percebi que não sabia para onde iria.

Não conseguia enxergar com a escuridão da noite.

Girando em minha volta tentava achar uma saída, um esconderijo, qualquer coisa que me salvasse.

Quando avistei um arco de mármore praticamente sorri de alívio.

Mas, o rastejo do meu lado esquerdo me fez prender a respiração.

O som estava muito perto, eu não teria tempo de chegar ao arco.

Pensava em correr quando a voz que não queria ouvir pronunciou:

—Posso te ver, querido. Seu cheiro me dá fome. Vou adorar devorar seu sangue divino. Você tem que pagar pelo que fez. Meus deliciosos biscoitos. Agora u vou me vingar!

O medo que senti das palavras sibiladas pelo monstro foi maior que a confusão.

E fiz a coisa mais racional e corajosa que alguém faria na minha situação, correr.

Minhas pernas estavam fracas, mas com esforço consegui dar três passos antes de sentir o impacto de minhas costas com o chão.

Minha cabeça latejou e ouvi somente o riso malvado da cobra.

—Achou que iria ser tão fácil, Jackson? Você ainda aparenta ser jovem. O tempo foi bom contigo. Mas eu não serei minha irmã Euríale ainda está no Tártaro e Medusa quer a sua cabeça. Mas, eu sou mais esperta, talentosa e malvada que ela. Eu vou provar que sou que ela quando entregar a sua cabeça como prova de meu triunfo. Lógico, depois do meu lanchinho. Espero que você seja mais delicioso que o seu cheiro.

Não consegui entender a maior parte do que ela falava pois meus ouvidos ainda zumbiam da queda.

Mas, pude entender que ela me queria morto.

E isso, definitivamente, não era uma coisa boa.

Mas meu corpo estava todo dolorido, minha cabeça tonta e minha esperança estava desaparecendo.

Como reflexo, levei minha mão para meu pescoço, onde havia uma espécie de moeda antiga pendurada por um cordão preto que a minha vó tinha me dado.

Ela disse que meu pai e minha mãe haviam me entregado quando era bebê, antes de desaparecerem.

Minha avó.

Ela era fantástica!

Ela era a única família que eu tinha.

Ela era a minha única esperança.

Seu sorriso radiante, sua energia, seu carinho, seu amor.

Minha avó.

A moeda que apertava de repente se alongou e me vi segurando uma espada dourada que era perfeita para minha mão.

De repente, olhando para a lua cheia que iluminava a colina e mostrava a meia mulher e meia serpente que tentava me matar.

Me levantei e determinado, com a espada ao meu lado corri em sua direção.

Sem tempo de reagir a mulher simplesmente me olhou com olhos arregalados enquanto se desfazia em pó com minha espada cravada em seu estomago.

Não consegui entender o que aconteceu porque tudo a minha volta começou a escurecer até ficar preto e eu desmaiar.

Abri os olhos sentindo cheiro de morangos.

Deitado em uma espécie de maca reparei que estava numa enfermaria.

Ela estava cheia de adolescentes machucados, alguns desacordados e outros atendendo os enfermos.

Minha cabeça ainda latejava quando levantei.

Verificando se estava muito machucado vi que não havia nada apenas que minhas roupas foram trocadas por limpas.

Uma camiseta laranja que com esforço descobri estar escrita: Acampamento Meio- Sangue e uma calça jeans.

Saí da enfermaria e me deparei com uma vista incrível.

Diversos chalés estavam formados em “u”, campo de esportes, plantação de morangos, lago, colina e floresta e vários adolescentes andando e brincando por aí.

Maravilhado, não reparei na garota que estava do meu lado.

Até ela dizer:

—Você baba quando dorme.- sua voz era suave e delicada mas seus olhos eram tempestuosos. Ela parecia uma princesa com seus longos cabelos loiros e lindas feições.

Eu não sabia que babava quando dormia, mas provavelmente estou babando agora.

—Huuum.- foram as sábias palavras que consegui pronunciar.

Ela deu um pequeno sorriso e revirou os olhos.

—Vem. –me chamou andando.

—Temos que te apresentar aos seus pais e o acampamento.

Eu estava seguindo quando parei de súbito.

—Meus pai? –perguntei com a voz falha.

Ela se virou e com um sorriso radiante disse:

—Lógico. Você é filho dos maiores heróis já conhecidos.

—Q-quem??-perguntei com voz falha.

—Percy e Annabeth Jackson.

Notas finais
Foi isso.
Se alguém quiser escrever comigo é só me chamar nas mensagens.
Obrigada por ler.
E desculpa decepcionar.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.