Heroes Of Sand
27 26 - The Number Of the Beast
Notas iniciais
Espero que gostem.. no próximo capitulo teremos umas coisas bacanas q andei pensando *-*
E a bendita frase ainda assombra o Jimmy..
E agora hein? ele morre ou não? Quem mais morre com ele? AAAAAH HAUAHASH Comentem lá pessoal o q tao achando de tudo e se devo mudar algo. Se odiarem os capítulo de hoje podem falar tbm kkk Bjos meus ducks lindos
26 – The Number of the Beast
O dia estava amanhecendo e o homem conversava com a mulher. Os dois discutiam, suas vozes estavam em alto tom e logo gritavam em meio aquele beco escuro.
- Seu incompetente! Eu podia ter matado o garoto facilmente!
- Leana eu tinha tudo sobre controle, mas como iria imaginar que os caras chegariam bem naquela hora. Pelo menos dei um susto no moleque e fiz um estrago nele
- Mas não matou! – ela o empurrou na parede com sede de vingança no olhar – Eu quero as cabeças daquela família pra mim! Você não vai ver grana alguma enquanto o sangue deles não jorrar entendeu?
- Me solta! – ele a empurrou de volta e prendeu seu corpo com os braços musculosos – Estou fazendo isso pela grana e não porque você está mandando! Vou fazer o serviço, mas de acordo com as oportunidades.
- Eu não nasci para esperar ok? Se demorar muito, eu mesma faço o serviço! – ela soltou-se dele e saiu do beco quando o sol já raiava.
- Espere! – o homem correu até ela – Este é o número do quarto de motel que podemos nos ver sempre ok? É bem grande e peguei o quarto, mas distante de todos, o último do corredor.
- Gostei do número – ela sorriu ao ler um número que lembrava o famoso número do mal, tolice. Talvez.
- Sempre que quiser conversar, me ligue e nos vemos neste motel e neste quarto ok? – o homem a beijou selvagem e foi embora após saciar sua vontade nos lábios do mal.
POV Jimmy Sullivan
Acordei um pouco melhor, mas ainda lembrava-me do sonho que tive e tentei entender aquela frase e o que me esperava. “Dane-se”, pensei, vou viver a minha vida e garantir que Mário fique bem de resto eu resolvo depois.
- Bom dia Rev! Cheguei cedo para a sua alegria! – Brian entrara no quarto com uma garrafinha de vodka nas mãos e o som no último volume. Ele ouvia “The Number of the Beast” do Iron Maiden.
- Você não muda né cara? São oito da manhã e já está bebendo? Aposto que nem tem mais fígado e muito menos ouvidos.
- Rev, não me enche ok? Valeu... E aí como está meu baterista preferido?
- Levando...
- Ah olha só isso – Brian jogou um panfleto no meu colo – Advinha qual banda foi convidada para tocar na nova turnê do Metallica? – Seu sorriso era estonteante
- Iron Maiden? – respondi
- Não seu burro, nós! Avenged Sevenfold lembra? Pois é, os caras pediram que fizéssemos umas apresentações para matar a saudade, mas eu avisei que estávamos aposentados. Mas sabe como é né? James Hetfield me pediu e não pude recusar – ele riu
- Será um prazer tocar com vocês uma última vez. Quando iremos?
- Assim que nosso baterista delícia se recuperar cem por cento.
- Brian eu... – tentei contar sobre o sonho, mas ele não iria me ouvir
- Ah e prepare-se que a imprensa já sabe que você quase morreu e dos nossos shows com o Metallica...
- Obrigada... Obrigada por tudo mano – eu disse olhando para o papel mais uma vez
- Não precisa agradecer Rev delícia! Sua esposa linda tá aí fora viu? Vou pedir pra ela entrar! Amanhã você sai daqui e vamos ver o Mário ok? Beijão no seu...
- Tchau Brian... – interrompi. Ele riu e saiu.
Parei para encarar aquele folheto: “Nova turnê de uma das maiores bandas de metal do mundo: Metallica. Mas dessa vez os caras trarão uma equipe de peso para apoiá-los nessa nova fase. Amigos como Iron Maiden, Guns N’Roses e Avenged Sevenfold, são os encarregados de arrasarem no palco e levarem milhões de fãs á loucura.”
- Oi Reverendo – Bia entrara com uma caixa nas mãos. Sorri assim que encontrei seu sorriso
- O que é isso aí hein? – ela sentara ao meu lado na cama e me deu a caixa
- São homenagens de fãs que souberam que estava aqui. Muitos deixaram no meu estúdio, outros deram para a equipe de vocês. Alguns até deixaram na porta de casa.
- Cara olha quanta coisa linda... – Havia cartas, desenhos, flores e muitos bichinhos de pelúcia.
- Esse eu mesma comprei – ela me mostrou um patinho de pelúcia com gravata e cabelo parecido com o meu. – Eu te amo Jimmy.
- Vem cá – puxei-a para mais perto e aprofundei nosso beijo – Obrigado por tudo senhora Sullivan – nos beijamos mais uma vez.
- Senhor! Eu não posso virar as costas que estão se pegando? Juízo aí tá? Bia assim você vai matar o Rev do coração – Brian disse. Só agora percebi o quanto ela estava linda.
- Deixa os ducks ali cara, vamos beber! – Johnny disse arrastando Brian pra fora do quarto ele gritava coisas como: “Juízo vocês dois viu? Juízo!”
- To louca pra você sair daqui e... – Ela estava me beijando quando seu celular tocou. Me assustei porque toucou exatamente “The number of the Beast”. Ela trocou algumas palavras e logo desligou.
- Não sabia que tinha essa música como toque. Já a ouvi duas vezes hoje... – eu disse.
- Ah eu amo ela. Mário já está melhor e quer ver você...
- Sim eu tenho pensado nisso desde a última vez que o vi. Faz tempo... – ela apoiou sua cabeça em meu peito e eu logo imaginei como seria ver meu filho depois de tanto tempo. Suspirei e demonstrei um leve sorriso. Aquela frase novamente veio á minha cabeça e não tive coragem de contar á Bia. “Sorria para a morte James Sullivan, ela sorri para você.” Sendo para o bem ou para o mal, eu não iria recuar, se alguém quer mesmo me matar, que venha atrás de mim e estarei pronto para lutar pela minha vida.
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A noite chegou rápido e eles estavam no local combinado.
- Quarto 666...
- Tem certeza? Ninguém usa esse quarto, pensei até que estivesse desativado, mas parece que um casal o reservou.
- Isso mesmo... Leana Silver e Ralf Mendez. Pode parar de enrolar e me dar logo a chave? – a mulher pegou a chave e encontrou seu homem no quarto.
- Leana, que demora! Vem cá – ele a puxou e trancou a porta. Os dois deitaram-se na cama. Ela estava com desejo e ele estava descontrolado. O quarto realmente era mais escuro que os outros e ninguém entrava lá. Combinava muito com os dois, um lugar isolado, macabro e ao mesmo tempo tentador.
O sentimento ia aumentando, a luxúria tomava conta dos corpos ali envolvidos no calor. Eles faziam uma perfeita dança na cama, eram sincronizados.
Eu estou voltando, eu retornarei, e eu irei possuir seu corpo... E eu irei queimá-lo
Eu tenho o fogo, eu tenho a força...
Eu tenho o poder de fazer o meu mal seguir seu curso... Está tendo Sacrifício nesta noite
Não demorou muito para que a mulher gritasse de prazer e deixasse toda sua euforia sair. O homem relaxou seu corpo suado ao seu lado e ficaram a olhar a janela.
- Amanhã Ralf... Não pode passar de amanhã!
- Não se preocupe, vamos conseguir matar James Sullivan e de quebra damos outro susto no garoto. Só peço um pouco mais de calma Lea... – o homem não teve resposta, apenas foi beijado pela mulher que ardia de desejo.
Ninguém sabia que rumo isso tudo teria, mas não iriam desistir até que conseguissem seu objetivo. Ali, naquele quarto, naquela cama, selaram seu futuro e deixaram o pecado contaminar seus corpos, suas almas. A eterna luta entre o bem e o mal... Eles estavam marcados pela maldade, estavam marcados por... The Number of the Beast.
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