Notas iniciais
Heyy! Desculpem pela demora! Eu ia postar ontem, mas não deu tempo de terminar o cap, então aqui está! Esse capitulo é dedicado a Thalia Grace pela linda recomendação! AMEI SUA LINDA!!! A musica do capitulo é do meu novo vicio, One Direction (TE AMO HARRY! TU É SÓ MEU!), One Thing - One Direction. Viciem-se também, só não botem o olho no MEU HARRY STYLES! Enfim, espero que gostem e deixem seus lindos reviews (e se quiserem imitem a Thalia ;D).

Capitulo 18 – One Thing

Algumas semanas se passaram depois do encontro de Percy e Annabeth e desde então, ambos passavam o tempo todo juntos trocando caricias. O moreno nunca havia se sentido tão feliz desde o acidente. Eles ainda não estavam namorando. Bem, não ainda. Estavam tendo um, hm, o que podemos chamar de rolo. Claro que ambos queriam avançar em seu relacionamento e a loira estava esperando o rapaz fazê-lo, e ele estava esperando o momento certo, mas não falaremos disso agora.

Eles haviam se tornado um dos casais mais fofos de todo o colégio. É claro que boa parte do colégio parecera surpresa ao vê-los juntos da primeira vez, porem acabaram se acostumando e no final, perceberam que ambos eram um lindo casal. A união dos dois também ajudou outros casais a se formar, por exemplo, a chefe do clube de jardinagem do colégiom, Katie Gardner, e o um dos garotos mais encapetados deste, Travis Stoll. Ambos gostavam um do outro já fazia tempo, mas tinham vergonha de admitir e tinham medo de como o resto do colégio reagiria. Mas agora, sentiam-se seguros o suficiente para admitir um para o outro! Alguns outros casais bem inesperados também surgiram e então, de repente, o colégio estava repleto de casais apaixonados e todos (ou quase todos) passaram a aprovar o namoro da líder de torcida com o nerd cadeirante, por esse mesmo motivo, todos estavam esperando o pedido de namoro de Percy para Annabeth.

O moreno sabia da pressão que estava sofrendo, mas sabia que valia a pena esperar. Sabia que sua amada estava ficando ansiosa e triste por achar que ele não gostava tanto dela a ponto de pedi-la em namoro, mas ele sabia que, pelo menos uma vez na vida, teria que resistir aos impulsos de tentar fazê-la feliz. Mesmo que fosse com o objetivo de fazê-la ainda mais feliz. Percy queria pedi-la em namoro, sim. Mas queria fazê-lo em um momento especial, queria que tudo fosse perfeito, por isso estava planejando tudo minuciosamente. Faria tudo simplesmente perfeito para ela, ou pelo menos se esforçaria para fazê-lo.

Seu objetivo era, nada mais que, fazer Annabeth feliz e dar-lhe um pedido de namoro que ela não teria como negar ou esquecer. Por isso estava levando tanto tempo. Annabeth vinha ficando meio estressada com isso, ás vezes jogava-lhe indiretas de quando a pediria em namoro, mas tudo em vão. Percy nunca respondia diretamente ou pior, lhe dava enigmas para desvendar. Isso a estava frustrando, ainda mais porque ela vinha reparando que Rachel estava mudando e isso lhe preocupava.

Desde o dia que discutiram, o clima entre as duas ficaram tão tenso que era notável a todos que paravam entre a loira e a ruiva por acaso. Por causa de Percy, elas não brigaram mais, porem ainda havia uma rivalidade que pendia entre as duas. A loira desconfiava que a outra planejava algo para acabar com seu relacionamento com Percy, e estava certa que ela o botaria em pratica o mais rápido possível.

Tentara, inutilmente, avisar Percy. Mas ele sempre dizia para ela não se preopcupar com nada porque nada nunca os separaria. E ela nunca conseguia não acreditar, porque quando Percy falava algo a atingia. Sem duvida uma coisa boa. Ela não sabia o que era, mas sabia que ele tinha essa coisa. Tal coisa que a atingia de forma estranha e completa, fazendo-a corar sempre que ele a olhava, sorrir sempre que ele sorria, acreditar em todas as promessas que ele dizia e beijá-lo sempre que podia. A culpa não era dela de fato, era dessa coisa que Percy tinha. Dessa uma coisa.

Enquanto quase todo o colégio divertia-se com seus respectivos namorados e namoradas, ele ficava sentado, observando-a, de longe. O rapaz queria realmente falar com Bianca e sabia que agora não havia nada o impedindo, afinal depois do inicio do namoro de Perseu Jackson e Annabeth Chase, todo tipo de casal estranho começara a se juntar e ninguém parecia se importar. Então, por que não conseguia ir falar com ela? Por que simplesmente não se levantava e ia conversar com a garota que tanto amava e tentar fazê-la se apaixonar por si. Por que simplesmente não conseguia ao menos tentar se desapaixonar por ela? Por que não conseguia não ficar bobo toda vez que a via sorrir? Por que ficava se perguntando tantas coisas?

Bem, este devia ser outro efeito colateral de estar apaixonado. Como se não parar de pensar nela, não conseguir para de sorrir bobamente quando o fazia, não conseguir não corar sempre que ela olhava em sua direção (mesmo que estivesse olhando para algo atrás dele), não conseguir não sorrir de volta toda vez que a via sorrindo e não conseguir não sentir uma raiva e uma vontade anormal de matar todos os garotos que ele pegava olhando-a como se ela fosse um pedaço de carne.

Suspirou ao pensar nisso. Esse ultimo fato vinha acontecendo muito freqüentemente agora e pior, vinha acontecendo muito freqüentemente vindo de seu primo! Como seu próprio primo poderia fazer isso consigo? Todas ás vezes que eles sentavam na mesa do almoço com os seus outros amigos, o olhar de seu primo logo dirigia-se para a mesa dela e ele a observava atentamente. E ele sabia que não tardaria para Will agir.

Sim, seu primo era Will Solace. E sim, o admirador secreto de Bianca di Angelo era ninguém menos que Lee Fletcher, um dos músicos da banda do colégio. Ela podia não saber, mas tanto na banda como entre os garotos meio populares, ela fazia muito sucesso. Por mais que a di Angelo viesse tentando esconder sua beleza debaixo dos seus gorros e casacos, todos ainda conseguiam vê-la ali. Vários garotos já haviam reparado, mas ou não tinham coragem, como Lee, ou não achavam que valia a pena perder seu tempo para ir falar com ela somente por diversão. E era desses últimos que o loiro se contorcia de raiva. Para eles, Bianca era só um brinquedo. Para Fletcher, Bianca era a garota mais linda que já havia visto e tudo que queria era ter coragem de ir falar isso para ela, mas era covarde demais para isso.

E também havia algo mais que isso. Tudo bem que sua coragem não era algo cem por cento confiável, mas a maior parte do tempo, ele a tinha consigo. Porem, quando via Bianca, sentia-se diferente. Era como se o medo de ser ignorado ou rejeitado fosse maior que a coragem e que acabasse a engolindo. E também havia o fato de só de vê-la, ele não conseguia dizer nada mais que algo parecido com ‘’Ahn dã’’ ou algo tão retardado quanto. A maior parte do tempo, ele tentava esconder isso de seus amigos e até mesmo dela. Afinal, o que ela pensaria ao vê-lo agindo como um retardado mental?

Porem, tudo que ele queria era falar com ela e precisava tomar coragem para isso. Afinal, se ele conseguia tocar e cantar na frente da escola inteira, porque não conseguia conversar com a garota que era apaixonado? Mas não era assim tão fácil. Se fosse qualquer outra garota, Lee conseguiria falar sem nenhum problema. Mas com Bianca não. Porque Bianca não era igual as outras garotas, ela tinha algo de especial. Ela tinha uma coisa que a fazia especial, que a fazia diferente das outras garotas. E era essa uma coisa que o havia conquistado.

E ele iria fazer de tudo para conquistá-la também.

Notas finais
E ai? Gostaram do admirador secreto da Bianca? Mereço reviews? Talvez uma décima recomendação? ;D