Here With You

10 Mad As Rabbits


Notas iniciais
Hello, Helloooo! Gentem, amei todos os reviews de vocês! AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH, SUA LINDA! *abraça a L Winchester* Valeu sua linda pela linda recomendaçao! Esse capitulo é dedicado a ela por isso! Ah, antes que eu me esqueça o nome dos outros capitulos vinha das musicas: Brighter - Paramore
Factory Girl - The Pretty Reckless
All We Know - Paramore
e a desse capitulo: Mad As Rabbits - Panic! At The Disco
Desculpem-me pelo capitulo pequeno! Espero que gostem e deixem reviews!

Capitulo 10 – Mad As Rabbits

Finalmente, o dia havia chegado. O dia em que muitos haviam esperado. Sim, chegara o dia que Annabeth finalmente havia recebido alta e poderia sair do hospital. Seus pais, suas amigas e Percy estavam lá a esperando na sala de espera do hospital.

A loira tivera dificuldade de levantar e vestir roupas que não eram aquelas camisolas do hospital, pois estava desacostumada a fazer isso, depois de dois meses deitada na cama do hospital. Porem, ela conseguira executar essa tarefa e com a orientação de uma enfermeira chegara no lugar marcado.

A loira fora abraçada pelos presentes naquele lugar e admirada de longe por Percy, que parecia abobado ao vê-la daquela forma. Era a primeira vez em dois meses que ele não a via de pé e linda como ela estava naquele momento. O moreno teve que fazer muito esforço para não começar a babar.

Mas esse esforço se duplicou quando a antiga enferma aproximou-se dele e sorriu para o cadeirante. Não era um sorriso falso ou qualquer coisa do gênero, mas sim um sorriso verdadeiro e sincero, demonstrando a verdadeira felicidade que ela estava sentindo ao vê-lo. A loira aproximou-se mais, debruçou-se sobre ele e beijou sua bochecha, corando e fazendo-o corar automaticamente. Ambos abaixaram o olhar, constrangidos com o ato realizado pela garota.

Mas logo trataram de tentar disfarçar. O grupo se aproximou e Jason sugeriu que eles fossem tomar sorvete como forma de comemoração por Annie ter saído do hospital e, rindo, todos concordaram. Havia uma sorveteria boa próxima ao hospital, portanto não precisaram da ajuda de um carro para dirigir-se ao local, o que aliviou muito Percy.

O grupo conversava animadamente, menos Perseu, afinal este se sentia muito deslocado naquele grupo de pessoas populares. Annabeth, Thalia e Jason eram legais e simpáticos com ele. Mas e os outros? Bem, os outros ele sabia quem eram de vista, mas nunca conversara com eles, e eles pareciam não quer fazê-lo. Então deixou para lá. Não importava quem mais estava, o que lhe importava era que estava na companhia de sua amada e ela parecia gostar disso.

Annabeth sorriu para seus amigos sentados ao seu lado na mesa da sorveteria, que havia sido juntada com umas outras três mesas para caber todos, e os observou atentamente. Algumas daquelas pessoas haviam a visitado quando esta estava no hospital, por isso as conhecia, já outras, ela não lembrava e nem reconhecia o rosto delas. Para a jovem, elas eram apenas desconhecidas. Mas ela não se importou.

Desviando o olhar, a loira olhou para o lado e viu Percy. Automaticamente, um sorriso brotou em seus lábios. Ela não entendia o porque, mas sempre que o via, ela sorria. Talvez porque ele fosse bonito, talvez pela sensação de segurança e proteção que ele lhe emitia. Eram muitos os possíveis motivos, mas todos eram bons, e ela gostava deles. Encarou-o mais profundamente e percebeu o incomodo e o desconforto em seus olhos.

Então, num impulso, ela esticou a mão e a colocou por cima da do jovem, e a acariciou. Esse ato fez o moreno levantar os olhos e a encarar. Viu o olhar de preocupação que ela dirigia a si e sentiu seu desconforto ir embora com o sorriso que ela lhe dirigiu. Perseu sorriu de volta, a garota aproximou-se e sussurrou no seu ouvido:

— Parece que você não está se divertindo.

Ele riu. Era verdade. Por mais que ele gostasse da companhia de Annabeth e gostasse de sorvete, ficar ali com aqueles desconhecidos não era a coisa mais divertida do mundo.

— Bem, pode-se dizer que sim. – ele sussurrou de volta.

Ela sorriu. Uma idéia brilhava em sua cabeça enquanto ela o azia. Aproximou-se Del.

— Então, que tal fugirmos? – ela sussurrou com um tom rebelde na voz.

Ele riu novamente. Mas dessa vez, alto.

— Ótima idéia.

Eles se encararam como se telepaticamente eles bolassem um plano de fuga. Eles sorriram marotamente um para o outro e sem ninguém perceber, se afastaram da mesa. Quando já estavam em uma distancia longa o suficiente da mesa, a loira postou-se atrás do cadeirante e saiu correndo empurrando sua cadeira de rodas, com uma leve dificuldade, afinal ele era pesado. Ambos riam enquanto corriam.

A garota não lembrava muito da cidade, então Percy lhe dizia onde era para virar e eles se divertiam fazendo isso.

Depois de uns dez minutos de corrida, eles finalmente haviam chegado no lugar planejado pelo jovem. Estavam no famoso Central Park, o parque mais famoso de toda Nova York. Eles viam casais beijando-se na frente do rio, crianças correndo e se pendurando nos brinquedos, famílias fazendo piqueniques...

Aquilo parecia uma cena de filme, uma tarde perfeita e ensolarada de sábado num parque. Era isso que ele pensava. As coisas pareciam ainda mais perfeitas tendo a loira ao seu lado.

Esta olhava para tudo admirada e com fascinação. Para ela era tudo tão novo, tão belo. Rapidamente, ela pegou a mão do moreno e o puxou. Queria conhecer o parque e não o faria sem a ajuda de um guia.

Já eram cinco horas da tarde quando o casal havia acabado de ver o parque e parado para comer um pretzel numa barraquinha. Annabeth comia o doce deliciada com aquele sabor tão conhecido, mas tão novo. Perseu ria das expressões engraçadas que ela fazia. De vez em quando, um comia um pedaço do pretzel do outro de brincadeira e ambos riam disso.

De repente,uma canção animada e conhecida preencheu as caixas de som, fazendo o moreno sorrir. Era uma de suas musicas favoritas que tocava e fazia alguns casais animados e crianças brincalhonas se reunirem e dançarem.

Ele começou a cantarolar baixo a canção que tocava, chamando a atenção de Annaebth para a melodia. Ela parecia reconhecê-la de algum lugar, talvez antes do acidente ela gostasse dessa musica.

Sua letra era confusa e não fazia sentido, mas o vocal e o instrumental eram ótimos. Finalmente o refrão chegou e sem perceber, Percy elevou um pouco sua grossa voz que ficava tão bela cantando. Ele parecia ter esquecido da presença da loira ao seu lado e do resto do mundo, e Annie havia percebido isso.

Então, sem saber porque o fazia, ela levantou-se do banco em que sentava e puxou o moreno para o centro da pista improvisada e puxando seus braços ela dançava alegre como uma criança.

Ele não entendeu o motivo dela fazer isto mas riu ao ver a o jeito que ela dançava alegre. Contagiando-se com a sua alegria, dançou junto com ela, sorrindo radiante. Ele não se sentia bem daquele jeito desde antes do acidente. Era impressionante como Annie o fazia sentir especial, feliz, único. E ele adorava sentir-se assim.

A musica chegava ao final e ambos cantaram gritando os versos da canção com sorrisos nos rostos alegres e suados. As pessoas em volta, sorriam e aplaudiam. Muitos achando lindo aquele casal tão diferente, formado por uma bela menina e um rapaz paraplégico. Outros achavam-nos talentosos cantores. Pouquíssimos eram os pensamentos negativos sobre a apresentação improvisada do casal e os que o faziam, eram aqueles que pensavam como Annabeth pensava. Eles pensavam que a cena era aterradora por uma moça linda dançar e cantar com um... um... um deformado como aquele.

Mas ambos não prestaram atenção. Estavam muito entretidos em rir da bizarra cena que haviam realizado. Afastaram-se da pista e sentaram-se novamente em seus lugares para tomar um ar.

Não demorou muito para que voltassem a fazer algo divertido, mas a sua diversão logo acabou quando o rapaz recebeu um telefonema de Thalia que havia pegado seu numero com sua mãe. A garota perguntava, de forma escandalosa e gritando, onde eles haviam se metido e disse que eles haviam os procurado desde que eles fugiram e não os acharam em lugar nenhum.

O rapaz respondeu que já estavam voltando e desligou. Tristemente, ele contactou a loira sobre o chamado da amiga e ela bufou. Mas não se afetou. Havia tido um dia ótimo, ou melhor, um dia perfeito. Havia dançado, cantado, comido coisas deliciosas e aproveitado ao máximo a companhia de Percy.

O moreno sentia o mesmo. O dia fora perfeito, ou até mais que perfeito. Afinal, todo e cada segundo que ele passava com Annabeth era perfeito e especial. Então, sem se afetar, o casal voltou sorrindo pelo caminho que vinha.

Então, eles passaram pela barriquinha que haviam dançado, agora havia mais gente dançando no local. Eles sorriram, lembrando-se dos versos da musica e cantalorando. Um completando o outro, completamente sincronizados.

Então, voltando rindo, eles se encaixavam na musica. Porque agora eles se sentiam loucos. Loucos como coelhos.

Notas finais
E ai? Mereço reviews? Recomendações? Novos leitores? Elogios? Criticas?