Notas iniciais
Hey, people! Desculpem-me pela demora, mas eu estava na semana de provas, entao não podia entrar no computador, mas pelo lado bom QUINTA QUE VEM EU JÁ TO DE FÉRIAS! AAAAAEEEEE!!! Bem, esse é um dos capitulos que eu tenho certeza que é um dos mais esperados! Enfim, espero que ostem e deixem reviews!

Capitulo 12 – Kissin’ U

A manhã de segunda-feira amanheceu iluminada e alegre para vários cidadãos nova-iorquinos. Talvez esses cidadãos não soubessem que era segunda-feira, talvez eles só estivessem ansiosos para algo novo, ou talvez eles tenham sido enfeitiçados pela louca magia do amor. As duas ultimas opções eram as mais prováveis, principalmente a terceira, afinal muitos casais apaixonados aguardavam o primeiro dia da semana para ver seu parceiro.

Mesmo sem saber, Annabeth e Percy, faziam parte daqueles vários nova-iorquinos alegres. Tanto a loira quanto o moreno, haviam acordado facilmente com o barulho do despertador e haviam feito toda a sua rotina matinal mais alegres e despertos do que em qualquer outro dia.

O fim de semana deles fora ótimo e eles o passaram juntos, ambos haviam saído e se divertido. Naquela segunda, Annabeth voltaria para a escola. Ela não poderia fazer as provas, mas ainda tinha que freqüentar as aulas para que, se a amnésia fosse permanente, ela conseguisse seguir em frente academicamente.

Ambos estavam ansiosos pela volta dela para o colégio, afinal poderiam passar mais tempo juntos e gostavam disso. Perseu suspirou ao lembrar desse fato. Tudo estava tão perfeito para ele. Pela primeira vez, desde que ficara paraplégico, uma menina parecia dar bola para ele sem ligar se ele podia andar ou não. Ele sabia que ela estava com amnésia e talvez não lembrasse de nada quando a memória voltasse, porem no fundo de seu coração, ele acreditava ela talvez se lembrasse dele. O moreno sabia que nutrir aqueles pensamentos acabaria o magoando, mas não conseguia não pensar daquele jeito. Não era sua cabeça que pensava assim, e sim, seu coração. E todos sabemos como é difícil contradizer o coração! Porém, Percy não se deixava abater.

Annabeth também parecia alegre por voltar a escola. Ela queria saber mais sobre como era sua vida antiga. Era tudo tão empolgante! Era como se ela tivesse recomeçado! Mas era um recomeço, não tão recomeçado, afinal ela tinha Thalia, Jason, Piper, Silena e Percy. Principalmente Percy. Ela suspirou. Como era estranho pensar nele! Afinal, por que sempre que ela pensava nele, ouvia sua voz ou o via, sentia umas borboletas em seu estomago?! E por que quando isso acontecia, ela se sentia tão bem?

Annie não entendia, mas preferia não questionar. Terminou de pentear os cabelos e foi tomar café. Olhou surpresa para as panquecas em cima de seu prato, afinal ainda anão havia se acostumado a ter comida boa para comer, muito menos de manha. No hospital, lhe davam um pão seco e gelado, manteiga e um suco de laranja azedo e quente. Ela comeu deliciando-se com o maravilhoso sabor da comida, subiu para o quarto, escovou os dentes e pegou sua mochila.

Por não poder dirigir, a loira foi levada para a escola pela sua mãe. AO chegar lá, saiu do carro, sem perceber os olhares que caiam sobre ela. Annaneth andava pelos corredores do colégio Goode High School completamente perdida e desonerteda. Não lembrava daquele lugar e não conhecia aquelas pessoas. Seu coração aliviou-se extremamente quando viu Percy rindo perto de uns desconhecidos.

Ela estava quase correndo ao encontro dele quando prestou atenção nos desconhecidos. Um era um rapaz alto, moreno e com um rosto severo, mas que ao mesmo tempo transmitia confiança. Ele não a havia incomodado, pelo contrario, ele parecia bem simpático. Quem a incomodara fora a garota ruiva ao lado de Perseu. A loira via o jeito que a ruiva o olhava e algo dentro dela explodiu de raiva. Mas ela tentou se conter e caminhou até o cadeirante.

— Percy! – ela disse, o abraçando e dando-lhe um beijo na bochecha, fazendo-o corar.

Quando ela fizera isso todos que passavam por ali, pararam e encararam a cena pasmos. Aquela era mesmo Annabeth Chase? Bem, parecia que sim. Mas Annabeth Chase não abraçava, beijava ou falava com nerds excluídos. Porém, eles pensaram um pouco que acharam que fosse algo ligado a sua recente amnésia. Então voltaram a sua rotina.

— Ahn, oi Annabeth. – ele disse envergonhado, da loira e pelos olhares de seus amigos e dos outros alunos.

Eles se encaram fixamente e Rachel pareceu incomodar-se com isso, por isso coçou a garganta e o barulho pareceu acordá-los.

— Ahn, gente, essa é a Annabeth e Annabeth , esses são Charles – eles disse apontando para o moreno – e Rachel. – ele disse apontando para a ruiva.

— É um prazer conhecê-los. – Annie disse sorrindo para os dois, bem, mais pra Charles do que para Rachel. A loira não havia ido com a cara da ruiva e parecia que o sentimento era recíproco.

— O Percy falou muito de você! Muito. Muito mesmo! –disse Beckendorf envergonhando o amigo.

— Sério? – a menina perguntou com os olhos brilhando.

Ele ia tentar responder algo, mas o sinal tocou salvando-o da resposta. Portanto, ele se apressou a garota para ir pra aula. Ele a levou até sua sala e a deixou com alguém que conhecia e confiava. Depois suspirando e pensando porque de os olhos cinzentos dela terem brilhado.

A hora da saída finalmente chegou. Bem, finalmente para alguns alunos. Para outros, a hora da saída já havia chegado. Porém, esses segundos não eram o caso de Perseu Jackson e Annabeth Chase. Ambos ansiavam o horário da saída para poderem se ver novamente, pois na hora do almoço o diretor havia a chamado para conversar sobre o que aconteceria. O fora desnecessário, afinal sua mãe já havia o feito.

Eles não haviam marcado de se encontrar ou fazer qualquer coisa do tipo, mas como o destino é imprevisível, eles acabaram se esbarrando enquanto saiam do colégio. Eles se encararam e, como sempre faziam, sorriram um para o outro. Eles não o faziam de propósito, era instantâneo e automático. Era como se a visão um do outro os alegrasse sem precisar de mais nada.

— Oi Percy. – Annabeth disse alegremente, fazendo o coração de Perseu retardar algumas batidas.

A voz dela, o sorriso dela, tudo nela o faziam perder a respiração, o faziam sorrir e faziam seu coração parar de bater. Então, como sempre, seu sorriso, já presente no seu rosto, aumentar.

— Oi.

— Ahn, eu queria saber se a gente vai fazer alguma coisa. Sabe, hoje. – ela disse timidamente.

— Eu gostaria, mas eu tenho muitos deveres e tenho um teste na sexta, então tenho que estudar. – a loira abaixou os olhos ao ouvir essa resposta – Mas nós poderíamos, sei lá, ir tomar sorvete na sexta. Que tal?

Ela assentiu quase automaticamente. Então, se despedindo, eles foram cada um pra sua respectiva casa. Ansiando loucamente para que sexta-feira chegasse logo.

Annabeth se remexia na cama. Porém não suava ou chorava, mas sorria e suspirava. Era estranho, porem estava se tornando normal para a garota tal reação a noite. Então, de repente, ela acordou, acordou completamente confusa. De novo aqueles sonhos. Era a terceira noite seguida que ela tinha o mesmo tipo de sonho. Era a terceira noite que ela sonhava com ele. Sonhava com Percy.

Não que fosse ruim sonhar com ele, pelo contrario, era bom, mas eram estranhos os sonhos que tinha. Não eram sonhos em que eles faziam coisas de amigos, mas sim osnhos em que eles andavam de mãos dadas, em que ele lhe dizia coisas bonitas, em que eles se beijavam. O mais estranho era que ela gostava.

Sim, ela gostava. Toda vez que ela acordava, ela sorria bobamente, sem perceber o que fazia. Mas Annabeth achavam-nos estranhos simplesmente porque não sabia o motivo deles, ou pelo menos se forçava a acreditar que não sabia. Porque no fundo, ela sabia. No fundo, ela sabia que o motivo era que estava completamente apaixonada por Percy.

Annie suspirou ao admitir. Sim, ela estava apaixonada por Percy e não tinha duvidas quanto a isso.

Sexta-feira logo chegou, bem, logo em termos relativos. As oito horas de aula se arrastaram, assim como os últimos três dias, para Perseu e Annabeth, mas assim que o sinal tocou, eles sorriram. O casal havia marcado de se encontrar na frente do armário de Annabeth assim que saíssem das salas e assim o fizeram.

Com seu tradicional modo tímido, os dois se cumprimentara e saíram. Tanto a mãe de Annabeth quanto a de Percy sabiam que eles iam sair e não se preocupariam. Não era muito normal mães de adolescentes se preocuparem com o que eles faziam, mas no caso deles, um paraplégico e uma menina com amnésia, era necessário.

Ambos andavam tranquilamente e em silencio, aproveitando apenas a presença um do outro. Distraidamente a mão da loira roçou na do moreno, que pegou-a delicadamente. E assim foram andando até a sorveteria.

Ao chegar lá, sentaram-se em uma mesa vaga e logo foram atendidos por um senhor que perguntou o que queriam. Quando deram por si já estavam rindo e comendo sorvete. Assim que acabaram, viram que ainda estava cedo e decidiram dar uma volta no Central Park.

Aquele parque lhes trazia boas lembranças. Porem eles não perderam tempo para relembrar aqueles momentos, afinal tinham que aproveitar o tempo que tinham. Eles conversaram e brincaram enquanto caminhavam, até pararem perto de um lago, pois estvam cansados.

Annabeth sentou num banco e Perseu ‘’estacionou’’ sua cadeira de rodas ao lado dela. O casal ficou em silencio por um instante e então Annie começou a batucar, com os dedos, o banco. Mas de repente a pulseira dela prendeu-se na blusa do rapaz e não quis soltar. Eles tentaram se desprender mas não conseguiram. Então numa puxada mais forte, a loira veio junto com a pulseira para cima de Percy, deixando seus rostos muito próximos.

Eles se olharam nos olhos, verde no cinza, cinza no verde. Uma mistura estranha, mas perfeita. Os seus cheiros se misturando naquela aproximação estrema, o de marisia dele com o de morangos dela. O cheiro de um inebriando o outro, os olhos de um hipnotizando o outro. Então eles começaram a se aproximar, a luz avermelhada do pôr-do-sol deixando o clima mais romântico. Mas quando seus narizes estavam roçando, um grito de alegria de uma voz que não conheciam os assustou e os fez se separarem.

Ambos coraram e Annie tentou sair de cima do moreno. Mas quando o fez, tropeçou no pé dele e acabou caindo encima dele e automaticamente colando seus lábios. Não era um beijo de verdade, e sim, um simples selinho, mas foi o melhor beijo da vida de ambos.

Quando seus lábios se encontraram, uma corrente elétrica transpassou ambos os corpos numa conexão perfeita. Fora a melhor sensação de suas vidas. Nunca, em nenhum momento ambos se sentiram tão bem, tão perfeitos, tão completos.

Mal eles sabiam que esta era a só a primeira das muitas sensações que estavam por vir.

Notas finais
E ai? Gostaram? Mereço reviews? Recomendações? Novos leitores?