Here We Are, Make Me Believe.
6 Just one nightmare
Notas iniciais
Eu tive umas ideias ora fic, espero que gostem...
J: Me desculpe... Isso é grande parte, minha culpa. — ele dizia triste. D: Não se culpe, hoje não dou mais importancia. — de fato saiu mais rápido e frio do que calculei e notei que Joe, não ficou feliz com o que eu havia acabado de dizer. Fato que não era nem um pouco verdade, eu ainda dava importancia. J: Isso é bom! — ele disse se levantando. — Eu vou indo.. — ele me olhou e me abraçou. — Está mesmo melhor? D: Sim eu, estou! Obrigada Joe. — eu sorri. — Acho que somos colegas novamente. J: Colegas? Só? Eu acho que logo chego ao posto de amigo... D: Eu também acho. — eu sorri. — Está com seu carro? J: Não.. Vou chamar um taxi . — ele sorriu. D: Venha.- eu disse pegando as chaves do meu carro. — Eu te levo... J: Mas você terá de sair de seu conforto, me levar e ...- ele percebeu meu olhar repreensivo e parou de falar. Nós fomos conversando tranquilamente e algo que estava preso em nós parecia querer se soltar, pareciamos voltar no tempo onde eu não sabia que um dia eu e Joe ficariamos juntos, e até menos que ele me machucaria... D: Está entregue... J: Obrigado ... — ele ia saindo quando ele voltou a atrás. Parecia curioso. — Eu outro dia... falei conversei com um homem.... E ... — sua voz vacilava D: O que o homem te disse? J: É só bobagem... Boa noite e cuidado Demetria. D: Boa noite Joseph, eu tomarei — lancei um sorriso e liguei o carro. Fui para minha casa, e fui direto para minha cama. Pelo dia que eu havia passado e pelo tanto que já havia andando, meu dia exigia isso . Eu limpei meu rosto, coloquei um pijama leve e me joguei na cama. Dito e feito, peguei no sono, cerca de segundos após fechar os olhos. Tudo era fumaça. Eu provavelmente estava sonhando. Eu estava em frente a casa dos Jonas... Eu girei a maçaneta... A porta estava aberta. Eu entrei e não havia ninguém na casa. Tudo parecia morto, até um grito vindo de cima. E eu conhecia bem de quem... Joe estava em perigo eu corri lá e o vi deitado na cama. Ele gritava, se contorcia, chorava. Ele parecia estar a meio de uma sessão de tortura. Eu o tocava, ele estava quente... Tentava acorda-lo mas ele.. somente gritava mais e se contorcia na cama. Nada do que eu tantasse falar ou fazer adiantava. Ele parecia não me ouvir. Um barulho me fez pular. D: Era só um sonho.... Só um sonho. — quando eu destingui o barulho. — Meu celular? Onde está.- eu achei e atendi as pressas. — Alô? Xx: Demi... Me desculpe te acordar eu...- seu tom de voz era choroso e pesado. D: Tudo bem... Já acabei despertando. — pude ouvir ele fungar do outro lado. — Joe? Está tudo bem? J: Sim, só um pesadelo... Eu queria ver se estava tudo bem.. D: Sim está. Teve um pesadelo, comigo? J: Sim, eu fiquei desesperado com algo que pudesse acontecer a você. Eu só liguei pra diminuir o estresse. D: Eu também.... Tive um pesadelo.. Onde você não acordava, e eu te chamava e você se contorcia... Foi J: Pshhh. — ele dizia do outro lado da linha. — Eu estou aqui pequena... D: Eu sei... — aquilo de certo modo me acordou. J: Está bem mesmo? — ele parecia preocupado. E sua voz era tremula. D: Joe.. O que está acontecendo? Voce ... Por acaso está... Chorando?! J: Já está tudo bem.... Foi só um susto.D: Eu estou bem Joe, se acalme e volte a dormir... Eu estou bem... E você também, então pare de chorar...Eu ouvia o suspirar de seu peito, ele mal conseguia falar. Ele estava atordoado, eu sentia o desespero ao ver o quanto ele suspirava.J: Tudo bem...D: Durma de barriga para baixo — eu falei rindo e ouvi sua tensão diminuir.J: Porque de barriga para baixo? — ele já soltava um riso abafado.D: Dizem que te impede se sonhar.... — ele riu.J: Obrigada pelo conselho... Dem.D: Obrigada você. — ele riu.J: Boa noite, eu te ligo pela manha...D: Certo. Boa noite e... Durma bem.J: Tentarei. — nós desligamos o telefone.Desta vez eu fui dormir mais tranquila. Eu acordei pela manha, novamente com meu telefone tocando.D: Achei que quando disse que ligaria pela manha estaria brincando. Bom dia Joe.J: Eu liguei pela manha... Mas são duas horas da tarde.
D: Droga! Detesto acordar tarde. Culpa sua...J: Eu sei... Eu sei. Te pago um almoço. Chego em 30 minutos.D: Mas eu preciso tomar banho, me vestir, maquiar e...J: Faça em 30 minutos! — ele desligou. Como ousava ser autoritario? Eu ri daquilo.Cerca de 20 minutos eu já estava pronta. E ele por mais incrivel que pareça ja estava me esperando. Saimos e fomos almoçar ele nào escolheu nada a menos do queum restaurante a beira mar. Um lugar lindo e graça a algum milagre divido, afastado.J: Por enquanto só isso — disse Joe ao garçom.D: Jonas, ainda não me disse o motivo do ..... Digamos voce, sabe o que aconteveu ontem, não?J: Sim... — ele bufou. — Eu, tive um pesadelo.D: Até ai estamos no mesmo barco... Mas eu digo, porque chorou ontem? Porque você... Você parecia desesperado.J: Foi um pesadelo terrivel, eu — ele desviava o olhar como se eles tivessem a chave, de onde me levaria para o que o assustava- ... E parecia, real. Eu só fiquei com medo e um pouco receoso, e acabei lhe incomodando tarde da noite, logo após a sua festa....D: Joe- ele me olhou com os olhos marejados. — eu estou aqui. — ele abaixou a cabeça e pude ver as lagrimas rolando de seus olhos. — Eu estou aqui.Ve-lo daquele jeito estava me causando angustia, tudo bem que dele, pena era algo que não podia sentir. Mas ele estava sofrendo, algo nele o estava o fazendo sofrer, ele chorava feito uma criança no qual alguém havia arrancado o pirilito a força. Foi por um impulso que eu aproximei minha cadeira da sua.... E dessa vez quem o ninava era eu, eu o abraçava do mesmo modo como se abraça uma criança assustada. E no final nós dois, não passavamos disso... Pequenas crianças, assustadas.
Notas finais
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