Herdeiros dos Nórdicos -interativa
35 XXXV-Debbie
Notas iniciais
Tentava manter o mesmo ritmo acelerado só que cada passo que dava era uma tortura. Minha boca era tomada por um gosto forte de ferro. Respirar era uma grande tortura. Escutava atras de mim o som de Fenrir que estava próximo demais,seria impossível sair daquela situação com vida. Parecia que todo vez que tentava aumentar minha velocidade o lobo aumentava a dele.
Tinha de achar um lugar para me esconder,mas não importava onde estivesse meu cheiro deveria ser forte o suficiente para ser encontrada e para meu azar,ou sorte,acabei na beira de um precipício. Dei uma breve olhada para baixo apenas água e inúmeras pedras afiadas. As chances de cair nas pedras era grande,mas a chance da água ser funda o suficiente para sobreviver eram baixas e se fosse fundo demais morreria afogada em poucos segundos. Se ficasse seria devorada viva e se pulasse teria uma morte horrível. Olhei para trás e vi o lobo se aproximando rapidamente,sua boca estava meio aberta e seus dentes estavam a mostra. Olhei de novo pro precipício. Respirei fundo e pulei sem hesitar,no momento que pulei Fenrir tentou me arranhas,consegui ver algumas mechas do meu cabelo serem cortas e depois o impacto com a água.
Não era alto o suficiente para a água virar uma parede de concreto. Tentei voltar para superfície,mas a corrente estava forte demais e ficou a me jogar contra as pedras. Tentei segurar em uma,mas percebi que Fenrir descia o precipício,sem nenhuma dificuldade. Soltei a pedra e deixei a correnteza me levar. Podia ser meu fim aquilo,mas preferia morrer assim do que dilacerada por um lobo.
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A água estava tão fria...Todos meus músculos estavam adormecidos por causa do frio. Não conseguia respirar direito,a maior parte do tempo minha cabeça afundava. Tentava voltar ao normal,mas aquela água gelada me impedia. Mas do nada senti alguma coisa me puxando para margem daquele maldito rio.
–Seu pai vai ter problemas.-dizia uma voz feminina.
–Por que?-perguntava uma voz masculina.
–Você não pode ter domínios em um território não grego.-respondia a voz feminina.
–Os nórdicos vão entender. Fiz isso pra salvar alguém. -continuava o garoto.
Nesse momento pude escutar riso.
–Ah! Claro. -dizia outra voz feminina.- Eu sou Odin. Humm...Você salvou alguém? Acho que vou matar você com minha lança. Faz um favor? Sai correndo e gritando que vai ser mais divertido.
Tossi algumas vezes e fui colocada sobre a grama. Senti alguém me tocando,suas mãos estavam frias demais. Achei isso estranho já que eu estava fria. Queria me afastar,mas não conseguia.
–Está tudo bem. -dizia uma garota que tinha cabelos longos e negros, olhos cor chocolate com uma pele clara.-Me chamo Lena e você?
–D-Déborah...-falava num tom baixo e falho.
–Está tudo bem agora. Vamos cuidar de você. Eu juro. -dizia Lena com um sorriso amigável nos lábios.-Sou filha de Loki e você?
–C-como sabe...?-estava meio confusa com tudo aquilo e queria saber como Lena já sabia que era filha de um deus.
Lena riu um pouco.
–Bom,nenhum humano normal teria sobrevivido a tanto tempo dentro dessa água gelada,então você é uma sereia ou uma semideusa ou quem sabe uma fada. Sereia sei que não é porque não virou uma harpia ao ter contato com o ar e fada não é porque é grande demais.
–F-Freya...
–Prazer. Vou pegar algo pra você comer. -dizia Lena me ajudando a levantar e me deixando próxima ao fogo e depois começou a se afastar.
Não imaginei que tivessem tantos semideuses ainda vivos. Dei uma boa olhada ao meu redor e percebi que um garoto de cabelos negros e olhos amarelos que usava roupas diferentes que deixava claro que era um asgardiano,estava mais afastado que os outros e estalava seus dedos. Toda vez que estalava os dedos uma faísca saia.
–O que houve?-perguntou uma garota albina que usava um roupa diferente. Ela não deveria ser humana,quase certeza de que era asgardiana.
–Você não percebeu?-perguntava o garoto.-Drika sumiu a quase meia hora e estamos em guerra. Subir por mais de dez minutos é o mesmo que sumir por horas.
–Vamos procura-la discretamente. Não podemos alarmar os outros agora.-dizia a albina. -Vou falar com Alaska e Ann.
–Calma ai!-o garoto praticamente rosnava e agarrava o braço da albina.-Ficou maluca? Alaska e Ann vão alarmar os outros.
–Alaska é minha unica irmã! Confio nela e também confio em Ann! Você também confiava.
–Você confiava em Kerli e se não me engano ela quase te matou!
A albina se soltou e começou a se afastar do moreno sem prestar mais atenção no mesmo. Virei o rosto no momento que os olhos amarelados do garoto vieram na minha direção.
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Era quase noite quando aquela albina reapareceu com uma garota de longos cabelos negros que descem em cascata ate o meio de suas costas com as pontas rosas. Seus olhos eram de um tom muito belo de azul. Por sua aparência hipnótica tive certeza de que era uma irmã minha,mas ela estava feia para o nosso padrão de beleza. Seu cabelo estava sem brilho e sua pele pálida. Seu olhar parecia sem vida e seus lábios estavam sem cor. Ela deveria ter sido atacada por alguma coisa,mas achei melhor não comentar nada. Talvez devesse continuar perto de Lena apenas esperando alguma decisão de Henry. Henry era meio que o líder do grupo,pelo que notei,e agora estava tentando pensar em um jeito para atacar Kerli,junto com Kiara e Bianca.
–Kerli vai ser morta...-disse num tom baixo.
Todos os olhares se voltaram para mim.
–O que disse?-perguntou Ann.
–Eu estava escondida na mansão. -contava tentando deixar minha voz num único tom.-Eu escutei tudo. Odin está aqui e vai sacrifica-la quando tiver a aliançam perfeita dos nove mundos.
–Mas isso é amanha!-exclamou Ann que parecia já ter percebido tudo. -Essa não!
–Calma! Vocês não queriam a morte de Kerli?-perguntou Percy.
Dimitri se levantou e tocou no ombro do grego.
–Percy pense um pouco. O que significa a palavra ''sacrifício'' ?
–Oferecer algo aos deuses. -respondia o grego.
–Então,se um deus,não qualquer deus e sim o deus dos deus,vai fazer um sacrifício. Para quem ele vai oferecer?
–Ragnarok não é só um acontecimento,certo?-perguntava Percy olhando pra Dimitri. -É uma criatura?
–De quase 20 metros,feita com magma entre outras coisas e que pode se adaptar a qualquer situação e cada golpe que recebe ele absorve para fortalece-lo.
Debbie pov off
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Alexander pov on
A noite foi agitada demais,não consegui pregar meus olhos um só momento. Sabia que se não fizéssemos nada todos estariam mortos. Claro que não me importava tanto assim com essas pessoas ,mas não seria nenhum pouco agradável vê-las sendo mortas.
Fiquei a noite toda sentado próximo a fogueira,apoiado numa árvore e quando já passava das 3 da manhã o tédio já me irritava. Suspirei baixo e fiquei cantarolando a primeira musica que veio na minha cabeça. Naquele momento foi Pet sematary do Ramones. Nunca fui muito fã,mas a musica era boa e quando tinha uma vida normal,gostava do filme. Era engraçado. Depois de uns minutos fiquei cantando baixo enquanto mexia no fogo.
–Não sabia que gostava desse tipo de musica.-fui pego em um susto ao escutar a voz de Henry.
–De uns tempos pra cá.-respondia voltando a mexer no fogo.
Henry se sentou do outro lado da fogueira,ficando de frente para mim.
–Porque não está dormindo?-perguntou o garoto.
–Posso fazer a mesma pergunta.-respondi.
Sabia que Henry me odiava e sempre deixei bem claro que a sua presença não me agradava. Sempre soube que se ficasse alguns minutos sozinho como o garoto seria o bastante para começamos a brigar e tentarmos nos matar,mas não naquele momento.
–Porque Ann te olha daquele jeito?-perguntou Henry que estava com seu olhar focado no fogo. -Depois que ela recuperou a memória ela sempre te defende.
–Porque salvei a vida de Ann algumas inúmeras vezes.-contava.-Do mesmo jeito que Kerli salvou a de Bifrost e de Ann.
Henry direcionou seu olhar para mim.
–Não se importa?
–Importo com o que?
–De matar sua irmã?
Sorri de canto e tentei conter uma gargalhada.
–Mata-la será divertido.
O jeito que Henry me olhou foi como se olhasse para um assassino frio. Talvez de certa forma eu fosse.
–Já matou alguém que amava,Henry?-perguntei e percebi que a pergunta deixou Henry um tanto quanto desconfortável.
–Que tipo de pergunta é essa?-a indignação estava presente no tom de voz de Henry.
–Uma pergunta normal para um nórdico. Eu já matei e Kerli me ajudou.
–Quem?
–Nosso pais. Tudo que sabem do meu passado é pura invenção pelo simples fato de nunca ter gostado muito dessa historia.
–O que você fez?-agora Henry estava prestes a puxar seu martelo e matar,seu olhar deixava claro seu desprezo por mim.
–No meu aniversario e de Kerli de 9 anos parecia tudo está perfeito,não tínhamos de nos preocupar com essas coisas. Tínhamos ganhamos tantos presentes naquele dia,mas o que mais esperávamos era o de nosso pais. Todos os anos eles nos davam coisas incríveis,no ano anterior tinha sido vídeo game e já estávamos achando que seria um vídeo game mais moderno,mas ao abrimos a caixa tinha apenas uma foto de família. -contava e percebia que tinha prendido a atenção de Henry.-Na foto o meu rosto e de Kerli estava pichado. Os nossos olhos pintados de preto e com sangue escorrendo. As bocas estavam mutiladas e atrás da foto estava escrito que a família seria melhor sem duas aberrações. Quando olhamos eles,estavam felizes e parecia que aquilo que víamos era diferente do que eles viam. Fomos dormir e quando acordei estava sendo arrastado para algum lugar. Fui jogado em uma cova cavada no meio do bosque que ficava atrás da nossa casa. Tentei fugir,mas meus pais estavam me enterrando. Aos poucos fui sufocando. Depois de uns minutos jogando terra em mim,minha mãe saiu e ficou apenas meu pai. Que teve seu pescoço quebrado por Kerli. Claro que uma garota de 9 anos não teria a menor chance de fazer isso. Ela já sabia de seus poderes assim como eu. Minha irmã me ajudou a sair da cova e com a sua ajuda arrancamos a pele de nossa mãe e fomos queimando cada parte sem pele. Prendemos ela de cabeça para baixo e fizemos cortes em seus pulsos e seu pescoço para que todo o sangue saísse de seu maldito corpo e depois fugimos. Anos mais tarde encontramos Bifrost e Ann.
–Seus pais estão sobre o controle de Odin?-perguntava Henry.
–Não. Aqueles não eram nossos pais de verdade. -dizia olhando para o fogo.-Kerli e eu fomos sequestrados quando eramos mais novos. Tive ao total 3 mãe. A primeira não me lembro de seu rosto,antigamente me amaldiçoava por não ter nenhum traço dela ter apenas traços de Loki,mas sei que a amava. Minha segunda mãe me sequestrou e me levou para longe de minha primeira mãe. Ela cuido de mim,mas depois me vendeu para outra pessoa. Acho que cheguei a amar ela e minha terceira cuido de mim,mas depois de um tempo tentou me matar e tive de mata-la para sobreviver.
–Alexander,eu sinto muito...
–Não enche,Henry. Você sabe que te odeio e você também me odeia. Não quero você com pena. Estou bem mais feliz assim.
–Por que me contou isso então?
–Porque pessoas vão morrer amanha se minha irmã não for morta. Você tem de estar pronto para matar Lena se for preciso. Quer um conselho? Não sinta. Tudo fica mais fácil.
Alexander pov off
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Bifrost pov on
Acordamos antes do sol. Ainda era quatro da manhã quando corremos até a cidade para impedir o sacrifício de Kerli.
Infelizmente a cidade estava cheia de mortos vivos. Mata-los não era muito fácil,não eram iguais os zumbis que vemos em filmes. Se fosse só dar um tiro na cabeça seria muito simples,mas era preciso decapita-los e torcer para o corpo não conseguisse te achar e te partir em dois. A força que essas coisas tinha era formidável.
Congelava todos que se colocavam na minha frente,sabia que não ficariam presos para sempre,mas seria o tempo suficiente para achar Kerli. Cada nova rua que virava me deparava com um exercito de mortos vivos ou de outras criaturas como trolls ou ogros,mas ao sentir o chão tremer de uma forma violenta tive certeza de que não tinha mais tempo. Alexander também sabia disso por isso fomos correndo na direção de um clarão que tomou conta de uma parte da cidade. Saibamos que os outros conseguiriam sobreviver as criaturas. Ann veio correndo atrás de nós. Ela estava meio ofegante.
–Está bem?-perguntei.
–Nunca estive melhor,eu acho. -respondia a menor.
Estávamos perto do clarão quando Fenrir entrou em nossa frente.
–Alex?
–Não consigo mais mandar nele.-disse Alex cruzando seus braços.-Se alguém não tivesse me matado.
–Tsc...-fez Ann se colocando na nossa frente. -EU cuido dele!
–Não!-exclamou Alex agarrando o braço da menor,mas ela conseguiu se soltar
–Alex,somos nórdicos perigo não é algo para ser temido.-dizia Ann.-Saiam daqui antes que mude de ideia.
–Ann...-chamei,mas senti meu braço ser puxado por Alex.-Alex! Não pode deixar Ann sozinha!
–Ela vai sobreviver. -Gritava o maior.-Se Kerli for morta todos seremos!
Voltei a correr atrás de Alexander,uma vez olhei para trás e pude ver o lobo se jogando contra a garota. Virei o rosto imediatamente. Por Alex estar na frente ele ia queimando tudo que entrava em nossa frente. O que ele não conseguia colocar fogo eu congelava.
–Achei que estão mortos. -pude escutar uma voz infantil familiar.
Na mesma hora paramos de correr e olhamos ao nosso redor e lá estava Oliver. Sua aparência era de 12 anos. Estava sentando sobre um monte de destroços. Com um gesto de cabeça jogou seu cabelo para o lado,deixando seu olhos esquerdo exposto.
–Não olhe!-ordenou Alex abaixando sua cabeça. Fiz o mesmo e engoli em seco ao ver Oliver se aproximando,mas isso não aconteceu porque Alex desferiu um golpe com sua espada,que cravou a espada no peito do menor.
Oliver fuzilava Alex com o olhar,enquanto retirava a espada de seu peito e voltava a sua aparência de 19 anos.
–Vai!-ordenou Alex.
–O que?
–Eu cuido do cavaleiro de Hela. Vá logo!
–Está bem...
Sai correndo,voltando a seguir aquele clarão. Estava ofegante demais,mas acho que tive um surto de adrenalina porque comecei a correr mais rápido sem me importar com meu cansaço. Ao mesmo tempo que queria parar para descansar queria correr mais rápido. O vento frio que antes batia no meu rosto foi ficando mais quente conforme me aproximava. Já via a silhueta de Kerli e de uma segunda pessoa,Odin. Fui me aproximando rapidamente e pude perceber que os dois estavam parados enfrente a uma fenda que havia se aberto no chão,provavelmente Odin havia aberto. O motivo do ar quente era aquilo. Deveria ser profunda o suficiente para encontrar a camada de magma da terra.
–Kerli!-gritava a cada passo que dava. Ia congelar a mesma,mas estava com tanto calor que seria impossível usar qualquer habilidade de gelo naquele momento. -Kerli!
–Frost?-percebi que a garota se virou e olhou na minha direção.
Estendi minha mão para segura-la,mas nesse momento percebi que além de chamar a atenção da filha de Loki chamei a atenção de Odin. Que agora estava com sua lança apontava para mim. Seria morta assim? Tão perto de salvar a droga do mundo e os outros?
Parei de correr ao ver que o deus dos deus ia atirar em mim e fechei meus olhos,mas não escutei o som do ar sendo cortado pela lamina da lança e nem meu peito sendo perfurado. Ao abri os olhos pude ver Henry que impedia que Odin fizesse qualquer movimento com sua mão. O garoto estava ofegante demais e sorria de canto e em poucos segundos estava em um combate corpo a corpo contra o deus.
Um pequeno sorriso se formou nos meus lábios e voltei a correr na direção de Kerli. Agarrei os braços da garota.
–Kerli,por favor! Acorde! Eu sei que você ainda é a mesma!-dizia enquanto sacudia a garota.
–Frost? -Kerli me fitou por uns segundos e depois senti seus braços se fechando ao meu redor com força. Retribui o abraço com força e segurei na roupa da mesma para ter certeza de que não era uma ilusão minha.
–Temos de sair daqui!-disse Kerli interrompendo o abraço e agarrando meu pulso.
A maior me puxou para da fenda,para ter certeza de que nenhuma nem outra cairia,mas paramos ao ver Henry lutando contra Odin. Tínhamos de ajuda-lo de alguma forma ou o garoto seria morto. Senti Kerli soltar minha mão e a vi correr na direção da briga. Em em suas mãos apareceu uma espada,mas a lança de Odin,gungnir,impediu que Kerli se aproximasse. A lança atravessou o peito da garota e com a força que tinha sido jogada arrastou a maior para trás,o suficiente para ficar na beira da fenda e cair.
–Kerli!-gritei tentando agarrar a mão da mesma,mas já era tarde.
Estava parada na beira da fenda,algumas lagrimas escorriam pelo meu rosto.
–Que merda!-pude escutar a voz de Henry. O garoto agarrou meu pulso e começou a me puxar enquanto repetia inúmeras vezes e baixo.-Sai da cidade. Sai da cidada...
Não fomos muito longe porque o chão voltou a tremer e dessa vez de uma forma bem mais violenta que antes. Não era possível manter o equilíbrio,coisas ao nosso redor começaram a desmoronar. Tentei não olhar para trás,mas acabei vendo um tipo de garra saindo daquela fenda. A garra estava completamente imersa em magma que aos poucos ia escorrendo como se fosse água.
–Ragnarok...-disse quase junto a Henry.
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