Notas iniciais
Então eu sei que ia postar um capitulo novo todo dia,mas criatividade cade? e sem contar que comecei a jogar de novo Majora's Mask *------* Então na verdade to jogando todos meus jogos de Zelda ao mesmo tempo,mas Majora's Mask ser mais foda u3u Por eu ter voltado a jogar Zelda eu coloquei trilha sonora em todo o capitulo u3u (só quando precisava) Se você não gosta das musicas de Zelda to nem ai a fic é minha u3u

Com forme o tempo ia passando fomos aprendendo a conviver com o único grego e até paramos de fazer brincadeiras idiotas com ele. Percy disse alguma coisa de estar aqui só porque o padrasto e a mãe haviam resolvido fazer uma viagem ao exterior e depois de muito pedir sua mãe conseguiu convence-lo a ir junto,depois disso parei de prestar atenção e apenas fiquei caminhando ao lado de Alaska e chutando algumas pedras que encontrava pela frente.

–Está bem?-perguntou Alaska que me observava de canto.

Fiz que ''sim'' com a cabeça e depois olhei para frente e pude ver um pequeno vilarejo. Quando digo pequeno realmente me refiro a pequeno,deveria ser do tamanho da minha mão e da mão de Alaska juntas. Abri um pequeno sorriso e me aproximei,mas na mesma hora Alaska segurou minha blusa.

–O que está fazendo?

–Vou falar com elas!-disse abrindo um pequeno sorriso.

–Você vai assusta-las!-respondeu Alaska me puxando para longe. -Fadas não gostam de pessoas grandes e diferente das fadinhas dos rios,essas não tem fileiras de dentes para se defender.

Apenas suspirei baixo e fiquei observando de longe. Cada uma deveria ter menos de 10 cm,mas a luz que emanavam era realmente forte e chegava até cegar ser ficasse as observando por um longo período de tempo.

–Não vemos isso em Nova York.-comentou Percy se sentado ao meu lado e observando as fadas. -Sempre achei que isso fosse...Invenção.

Apenas ri baixo e depois fiquei observando o maior.

–Se alguém criou e porque viu. Nem todos são criativos a ponto de criar um mundo,por isso quando conseguem enxergar algo do nosso mundo criam lendas...Que até pouco tempo era verdade,mas todos começaram a pensar que tudo isso era apenas uma coisa infantil. -respondia enquanto voltava meu olhar para as fadas.

–Vamos voltar para perto dos outros.-disse Percy se levantando e oferecendo a mão para me ajudar.

Segurei sua mão e me levantei e limpei minha calça jeans que deveria estar completamente suja de terra. Lena estava em um canto apenas praticando suas habilidades com fogo,desde que Alexander nos traiu ela tem se focado bastante nisso pelo simples fato de que não queria que mais ninguém morresse e até o momento ela seria nossa melhor defesa contra o filho de Loki.

Ajudei Liesel com alguns gravetos que ela trazia para fazer uma fogueira,mas os deixei cair ao escutar uma melodia vindo de não muito longe e o mais bizarro era que eu conhecia aquela musica.

–Ann?-chamou Liesel que me sacudiu de leve,mas antes que pudesse responde-la a empurrei de leve e sai correndo atrás daquela melodia e fiquei olhando ao redor procurando por quem tocara aquela música. Logo estava numa parte bem diferente da floresta,era uma parte bem clara pois havia um grande espaço por onde o sol podia entrar,a grama parecia brilha por causa do reflexo do sol nas gotas de água que haviam nela e sobre uma pedra havia uma criatura de vestida com um manto branco,ela estava sem o capuz e seu cabelo completamente branco e liso caia até sua cintura,estava de costas mais percebi que em suas mãos havia uma lira e agora ela cantava ( https://www.youtube.com/watch?v=KC5kHf58GMI ).

Dei uns passos para trás pois conhecia aquela musica de algum lugar e acabei batendo em Allan que estava atrás de mim junto com os outros,antes que eu tivesse a chance de falar alguma coisa percebi que meu gato corria na direção da mulher e esfregara sua cabeça na perna da mesma e ronronava alto demais. Achei que Lucy fosse me segurar e por isso acabei a empurrando de leve e corri na direção de Torreba e o peguei no colo e acabei por assustar a mulher que na mesma hora parou de tocar e ficou me fitando com seus enormes olhos cinzas,sua pele era meio patiada e havia símbolos estranhos na sua testa e abaixo de seus olhos. Me afastei um pouco segurando meu gato com toda força,mas acabei tropeçando em alguma coisa que não pude ver o que era e aquela mulher de branco começara a se aproximar de mim.

–Ann!-pude escutar a voz de alguém,mas ninguém veio me ajudar pois quando olhei para o lado percebi que havia um tipo de escudo ao nosso redor que não permitia que os outros se aproximassem.

Aquilo me fez entrar em panico,procurei por minha faca,mas não a encontrei em lugar nenhum a mulher apenas abriu um pequeno sorriso e passou a mão no meu gato e depois me olhou nos olhos e foi o momento mais estranho da minha vida pois senti uma dor muito forte,mas não durou muito tempo...

...

.Memorias de Ann (https://www.youtube.com/watch?v=N0rXeW0C6Xc )

Estava caída e muita assustada,não sabia o que havia acontecido naquele momento. Estava tentando recuperar meu folego,mas não conseguia. Eu havia feito aquilo?

Estava encolhida em um canto e agora começava a chorar e soluçar,estava tão assustada,queria me matar. Como eu tinha feito tal coisa com aquelas pessoas?

Logo pude escutar uma voz vindo da escuridão.

–Wow nunca pensei que veria mais alguém fazer isso.-dizia a voz e quando olhei para trás percebi que o dono da voz era um garoto de mais ou menos uns 16 anos. Seus olhos eram amarelados e pareciam brilhar no escuro,seu cabelo era negro e curto,ele usava um moletom branco e uma calça preta e observar para o que havia feito a menos de cinco minutos.

–Quem é você?-perguntei me afastando um pouco.

–Alexander.-dizia o jovem com um sorriso nos lábios e estendendo a mão para mim. -Está tudo bem,não vai me machucar.

–Como sabe?-gritava enquanto escondia minhas mãos.-Eu matei aquelas pessoas!

Alexander abaixou os olhos e depois voltou a me olhar sorrindo.

–Se te deixa mais feliz,consegui salvar uma grande parte.

Ao escuta-lo parei de chorar e olhei assustada,seria impossível alguém conseguir entrar naquele inferno e seria mais impossível alguém sair. Tinha colocado fogo em tudo em um pequeno ataque de raiva. Olhava para o garoto que ainda sorria para mim e ao perceber que não conseguia entende-lo ele se abaixou para ficar na minha altura e criou uma pequena chama em sua mão e sem nenhum esforço começou a controla-la a fazendo dançar e depois a fez sumir.

–Eu consegui salvar aquelas pessoas porque tenho a mesma capacidade de controlar o fogo que você.-respondia Alexander sorrindo e se levantando e oferecendo a mão de novo.-Vem?

Segurei sua mão e me levantei e tentei parar de chorar,mas parecia impossível não entendia o que estava acontecendo e porque eu podia fazer aquelas coisas.

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Se passou dois desde que Alexander havia me achado e nesses anos todos nunca mias havia falado com minha mãe,ela achava que havia morrido naquele incêndio e Alexander achou melhor ficar assim pois se ela não soubesse que estava viva os deuses não teriam motivo para mata-la. Uns dois dias depois de Alexander me ajudar havíamos encontrando Bifrost que estava fugindo do hospício que havia congelado a todos que lá estava,enfermeiros,pacientes,parentes dos pacientes,tudo. Não soube muito sobre Bifrost pois ela sumiu no dia seguinte que a achamos. Tentamos acha-la,mas quando achamos ela o gelo de um rio congelado se quebrava abaixo dos seus pés e ela mesma implorava para deixarmos ela morre em paz. Virei o rosto quando o gelo se quebrou deixando a albina cair naquela água gélida. Alexander segurou minha mão e me puxou para longe dali. Estava lutando para voltar e ajuda-la,mas não ajudou em nada.

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Quando completei 18 anos fomos atacados por uma criatura chamada de Grendel. Ele era gigantesco,não sabia ao certo se ele era um ogro ou um tipo de lobisomem,mas em um soco que ele deu que acertou o chão conseguiu criar um terremoto muito forte que acabou abrindo o chão. Alexander tentou segurar minha mão,mas ela escorregou e acabei caindo,mas por sorte a baixo era um acampamento de dark elves e acabei caindo em uma enorme pilha de folhas,a dor foi bem menor do que seria. Os elves cuidaram de mim por um tempo,mas depois fui embora procurando por Alexander e a unica coisa que achei foi uma mulher totalmente de branco tocando lira,era uma Hamingja. Dizem que ela trás sorte para quem vê-la. Ela disse que me levaria até Alexander,mas que seria perigoso pois me levaria sem minhas memória e teria de sobreviver sozinha. Foi assim que aquele Fylgja ficou com minha alma e me levou até Alexander.

.fim das memorias de Ann

Abri meus olhos de novo e olhei para a Hamingja que estava de novo sentada na pedra tocando sua lira e agora meus amigos estavam ao meu redor tentando me acordar. Me sentei e nesse momento Alaska me abraçou com força.

–O que houve?-perguntei assustada.

–Você desmaiou.-disse Allan.-E estava fria demais.

Olhei ao redor e percebi que meu gato não estava mais lá,a mulher estava sorrindo e parecia não se importar com as pessoas ali. Me levantei e caminhei na direção da mesma e me curvei um pouco.

–Obrigada por tudo...-minha voz falhou pois me lembrei de Alexander,ele não era mau alguma coisa aconteceu com ele depois que se separaram. Tremia um pouco e tentava conter as lagrimas.

–A verdadeira batalha está apenas começando,filha de Loki.-falava a mulher de branco estendendo sua mão.-Você e seus amigos estão seguros pelo sacrifício de Bifrost.

–Bifrost?

–Ela fez um acordo com lord Loki,os deuses agora não podem machuca-los. Odin já previa isso por isso tem outros semideuses atrás de vocês querendo mata-los.

Abaixei a cabeça um pouco e depois voltei a olhar para a mulher fui pergunta-la mais uma coisa,mas a mesma apenas respondeu antes de me ouvir.

–Achem as Norns e poderão perguntar mais.-apos dizer isso a mulher de branco sumiu e pude sentir a mão se Henry no meu ombro.

–E agora?-perguntou Alaska.

–Voltar a procurar as Norns e não sermos mortos pelos outros.