Notas iniciais
Oi, povo!!! *desvia de tiros de metralhadora* Eu sei que demorei milênios para postar, mas entendam meus motivos. 1º: Começaram as provas no meu colégio (que é bem rígido) e na semana do dia 10, eu tive 3 provas de matérias cabulosas (Português, Física e Matemática) depois eu tive prova de Inglês e de História. Eu estou cursando a 8ª série, então tava um loucura estudando pra dar conta de um trato que eu fiz com minha mãe. 2º: Por estar estudando bastante, minha criatividade parou de funcionar quando eu estava naquelas semanas, estudando que nem uma condenada, por isso eu tive um bloqueio criativo ENORME. 3º: Agora, eu só tenho prova semana que vem, mas já comecei a estudar e consegui um pouco de criatividade e agora (só agora) consegui terminar um capítulo. Sem mais delongas Boa leitura.

Sem saberem da grande destruição que está por vir, os guerreiros da NGC seguiam viagem rumo a Frosland, a ilha da honrada família Frost.

Como todas as viagens do grupo, Hahna e Zira conversavam, Elscud e Jana andavam à frente, Lúcian e Nate se encaravam mortalmente, Ryka e Armand, assim como Liran e Elen andavam de mãos dadas.

— PESSOAL! TEM UMA VILA AQUI PERTO!

O local era um típico exemplo de vila do interior. Casas pequenas, o pequeno restaurante da vila, o hospitalzinho da vila, e a pequena estalagem/ bar da vila. Tudo era simples.

Jana e Elscud foram à frente para verificarem se a estalagem tinha quartos suficientes para todos poderem dormir enquanto Zira, Hahna, Hanabi e Marian compravam comida; Lúcian, Ariundel, Nate e Noah cortavam árvores (Lúcian e Nate estavam competindo entre si); Elen, Diana, Liran e Ryka vigiavam o acampamento e por fim, Raymond, Leo e Armand faziam o reconhecimento da área.

Com Jana e Elscud:

Os dois ruivos não precisaram andar muito para encontrarem a estalagem. Era uma casa de dois andares, no típico estilo medieval, com uma “aura” de local seguro.

Jana havia combinado com Elscud de ela entrar antes, já que um cavaleiro de Canaban poderia chamar atenção demais e causar problemas.

A ruiva de olhos dourados entra na estalagem, e percebe que estava cheia de homens bêbados falando besteiras sem nexo (se besteiras já são sem nexo, imagina essas).

Um deles repara a entrada da ruiva e diz (lê-se grita) para olhando para ela, achando-se um galã:

— Chama a polícia que essa ruiva gostosa roubou meu coração!

—Eu acho melhor chamar os bombeiros pra apagar o cabelo dela que ta pegando fogo! Hykakaka! —Disse/gritou outro bêbado.

Como somente uma valente cavaleira de Prata é capaz, a filha de Jin caminha em direção ao balcão que ficava ao fundo do estabelecimento, ignorando completamente as “cantadas” sem pé nem cabeça que os homens do bar diziam para ela.

Dirigindo-se à mulher sentada atrás do balcão, ela diz educadamente:

—Com licença, ainda há espaço para quantas pessoas aqui?

A mulher era velha. Seu cabelo grisalho, preso em um coque frouxo, era a prova disso.

— A estalagem está vazia. Diga-me quantas pessoas querem dormir aqui e eu direi se dá.

A ruiva faz um sinal para a velha senhora chegar mais perto e sussura:

— Dezessete guerreiros.

A surpresa era visível no rosto da dona da estalagem.

Dezessete? Eu escutei direito?

A ruiva não pode deixar de rir um pouco. Essa era a reação de muitas pessoas, principalmente donas de pousadas e restaurantes.

Com Nate, Ariundel,Lúcian e Noah:

—HÁ! Eu, o grande Lúcian Wild, consegui 37 toras de madeira!

Nate dá um sorriso de lado.

—Primo tolo.* Eu, Nate Isolet Sieghart, peguei 40 toras de madeira!

E, novamente, os primos começam a brigar entre si como gato e rato (A Zira ter se machucado por causa disso não ensinou nada pra eles...) por apenas 3 toras de madeira.

Noah apenas olhava a briga com uma enorme “gota” e perguntando-se porque raios haviam colocado justamente aqueles dois na mesma tarefa.

Já Ariundel, estava totalmente focado na missão de pegar madeira, sem os outros saberem, ele já tinha juntado 49 toras de madeira...

Com Zira, Hahna, Hanabi e Marian:

—Mas eu quero tanto! —Choramingava Hanabi— Eu não tenho muitos equipamentos!

—Hanabi, nós não podemos gastar esse dinheiro comprando colares, ele é destinado somente à comida! Sem contar que aquele colar do Trovão é muito caro!

Respondeu Hahna.

Zira apenas concorda com a cabeça e Marian olha para a Paladina e diz:

—Eu te avisei que não era uma boa ideia querer comprar esse colar em uma cidade como essa! Os melhores ficam em cidades grandes, sem contar que são mais baratos!

Hanabi fez um muxoxo e as 4 continuaram procurando por (Nemo?) carne e frutas frescas (errei!).

Elen, Diana, Liran e Ryka estavam um em cada ponto do acampamento, observando atentamente se alguma ameaça aproximar-se-ia do local. Os sentidos ou máquinas/invocações atentos a qualquer movimento.

Liran estava com o arco preparado para atirar e uma flecha já encaixada na corda (caramba, isso me lembrou de Rangers**). Seus sentidos élficos estavam extremamente alerta e adrenalina corria em seu sangue, porém, o mesmo ainda estava tendo um pequeno conflito interno do tipo “Será que a Elen está bem no posto dela? É claro que está, ela é forte! Mas, e se o inimigo surpreendê-la? E se ela se machucar? Cara, ela é filha da MARI com o SIEGHART! Ela é durona!...”

Elen estava com a marreta na mão direita, o revolver na mão esquerda e o manual na cintura, sem contar a grande quantidade de máquinas formando uma linha defensiva digna da estrategista da NGC.

Diana estava quase “rezando” para lutar. Era extremamente entediante fazer qualquer coisa sem Leo por perto, pelo menos, o jovem de cabelos prateados e olhos azuis era uma boa distração nos momentos entediantes. Com sua DeathNight em punho e uma excelente cara de “estou morrendo de tédio, apareça pra eu bater em você.”.

Ryka estava com a foice nas costas, o machado em mãos e a lâmina dupla presa à cintura. Como seu irmão, ela estava totalmente alerta, tinha de proteger o acampamento!

Algo moveu-se em uma moita (o clichê!) próxima a Diana, que sorriu e pensou:

“Finalmente um pouco de ação!”

Mas de uma maneira inesperadamente inesperada (ô pleonasmo vicioso!), quem sai da moita é Leo, com seu casaco quase todo destruido, sem uma de suas botas (imagina que coisa lindja deve ser um cara bom uma bota só!), co sua calça queimada na parte de baixo (jeito diferente de fazer uma bainha, né?) e... Sem sua máscara?!?!?

O mestre das chamas estava muito queimado e com vários cortes pelo corpo (pelo menos na parte visível), também estava ofegante e parecia estar prestes a desmaiar.

— Di... A... na...

Sussurrou ele, antes de desfalecer (vocabulário rico o meu, não?), mas a asmodiana o segurou antes que seu corpo inconsciente fosse ao encontro do chão (meodeos, como raios eu consegui escrever isso?).

—LEO! LEO!

Gritava a filha de Dio sacudindo seu colega, mas ele não respondia, mal respirava. Algumas lágrimas começaram a correr pelos olhos verdes da profana. Aproximando o corpo do “garoto” ao dela, Diana abraça Leo com força, encostando uma de suas orelhas no pescoço dele.

Soluçando e com mais lágrimas saindo de seus olhos, ela diz:

—Fale comigo, Leo... LEO!

Notas finais
Por agora é isso. *eu fiz uma pequena paródia com a maneira do personagem Seijurou Hiko, de Rourouni Kenshin , ou Samurai X, chama o Kenshin. A versão original é “discípulo tolo”. **Rangers, nesse caso, é a série de livros Rangers: Ordem dos Arqueiros, que por acaso (ou não) é a minha série de livros preferida. Se eu merecer, comentem, e se eu não merecer, também comentem. Mas eu realmente não sei quando vou postar novamente, maus... Jya ne!