Notas iniciais
OI MEUS AMORES. Então, a fic era pra vir só mês que vem, mas eu resolvi postar hoje, mesmo tendo prova amanhã, SAHSUHAUSHAUHS. Essa não é a minha primeira fanfic, e pra quem não sabe das outras, lá nas notas finais eu coloco os links. Enfim, a sinopse ficou MUITO confusa né? mas vocês vão entender ela ao longo da fic. Eu espero que vocês gostem.

– Não, não faz isso. PARA. – A garota gritava ao longe, as lagrimas corriam e seu olhar era triste.

– Parar? Parar com o que? Agora você se importa? Vai embora, me deixa.- O homem alto e magra falou.

– Eu me importo, sempre me importei, você sabe. Você ... – Disse rápido, mas não havia mais como salva-lo — sabia. – Gritou, mas não conseguia mais vê-lo com vida. Correu ao seu lado, deitou-se por cima do homem e chorou pedindo para que voltasse. Mas não adiantava, ele havia morrido.


– Amy, Amy acorda. – A mãe de Emily a acordou, era tarde e a menina estava suada, havia gritado a noite. Tivera outra pesadelo. Levantou os olhos, estava chorando, rosto vermelho e olhar perdido. – Amy, você está bem?

– Eu estou... assustada. – Disse a menina olhando em volta.

– Quer alguma coisa?

– Não, está tudo bem. Pode ir dormir. – Disse com o olhar doce e um sorriso de canto para acalmar a mãe. Quando a mesma já estava na porta a garota a chamou. – Mãe, obrigada. – A mulher sorriu e saiu.

Amy se levantou e foi até a sacada do seu quarto. Olhou o movimento calmo da rua em plena madrugada de inverno em Nova York. A neve deixava tudo branco e as poucas luzes iluminavam as calçadas sem ninguém.

Era a sexta noite seguida que sonhava a mesma coisa. Um homem e uma mulher discutindo, e o homem sempre acabava morto. Todas às vezes de forma diferente. Desta vez ele havia tomado remédios, muitos remédios de efeito imediato. O homem do sonho era alto e magro. Ela o conhecia, mas não via seu rosto, não conseguia vê-lo. A mesma coisa era com a mulher, ela era baixa e com o cabelo abaixo dos ombros. Também a conhecia, mas não a via.

Amy era uma garota de apenas vinte anos. Tinha cabelos longos e loiros, pele clara e rosto perfeito. Olhos de um tom azul escuro, tão escuro como safira. Quem a visse diria que era a “típica menininha norte americana”. Exceto por seu olho fora do comum clarinho. Mas Amy era diferente. Diferente das patricinhas norte-americanas, ela não tinha tanto dinheiro e seu gosto era completamente diferente. Ela gostava de ouvir rock, apesar de continuar sendo uma “boa garota”. Ela era o que sua amiga chamava de “doce brutal”. Ouvia desde AC/DC até Slipknot, mas dede que se conhecia por gente amava Avenged Sevenfold, ou pelo menos desde que a banda fora criada e divulgada.

Emily Stewart era seu nome. Mas atendia apenas por Amy, preferia seu apelido apesar de gostar muito de seu nome.

Ela não tinha um namorado, e nem queria um. Sua família era de classe média e seus pais eram os mais atenciosos possíveis. Ela não tinha irmãos e não era mimada por não ter um. Ela era a garota perfeita, e como garota perfeita ela queria descobrir a ligação de seus pesadelos com a realidade.

P.O.V – Amy

– Hey Amy! – Jully veio gritando em minha direção.

– Oi chata! – Disse sorrindo e ela fez beiço.

Jully era linda, tinha cabelos longos até a cintura, parecidos com os meus, mas era preto com um corte todo repicado. Tinha varias mechas azuis espalhadas pelo comprimento como se fossem luzes. Era dona de uma pele morena e olhos em uma mistura de verde e castanho. E, além disso, era mais baixa que eu. Tinha uns dez centímetros de diferença.

– Eu sei que você me ama, ok? Não precisa admitir, eu tenho meus contatos. – Disse fazendo pose.

– Você tem vinte anos, mas mais parece uma menininha de quinze. – Falei rindo. Ela sorriu e seguimos para a nossa aula. Eu curso oftalmologia na Pace University, já Jully estuda psicologia na mesma universidade. Alguns professores, apesar de adorarem Jully, achavam que ela deveria procurar um psicólogo e não estudar para ser um.

– Certo. Certo. Como passou a noite? Teve os pesadelos? – Ela perguntou agora tomando um ar mais sério.

– Sim, a mesma coisa de sempre. – Disse e ela pareceu pensar por um instante.

– Emily, tu já pensou que isso pode ser um aviso?

– Como assim? Um aviso? – Olhei para ela em dúvida.

– É. Amy, pensa. Você tá sonhando isso há dias, é sempre o mesmo sonho. Teu inconsciente quer te avisar alguma coisa. Você só tem que descobrir o que é e acabar logo com isso. – Disse como se fosse obvio. E para ela era.

– Eu vou pensar. – Seguimos em direção aos nossos prédios, ela foi para um e eu para outro.

Passei a aula toda pensando no que Jully tinha dito. Não era algo tão absurdo, mas não era tão obvio.

Cheguei a minha casa tarde da noite, onze horas para ser mais exata. Estava cansada e resolvi dormir. Tive o mesmo sonho aquela noite, Mas dessa vez o homem estava bebendo em um bar e sua mulher não aparecia, chegou a sua casa, deitou-se no sofá. Estava visivelmente bêbado, mas sorria. Parecia aliviado e calmo, ele deitou no sofá e permaneceu ali por um longo tempo, seu peito subia e descia por conta da respiração, minutos depois estava parado. Ele havia morrido de novo. Pude, então, ver seu rosto dessa vez.

Era o meu baterista.


Notas finais
ENTÃOOOOOOOOOO? gostaram? comentem aí pra mim saber se posso continuar.
Como eu disse eu tenho duas outras fanfics e são essas:
https://www.fanfiction.com.br/historia/185939/Please_Dont_Ask_Me_Why
https://www.fanfiction.com.br/historia/201745/Die_Regretting_The_Time_You_Lost
é isso. beijos