Hentais
1 I - Ciel Phantomhive Annie Annafeloz
Notas iniciais
♛ Annie Annafeloz é de minha autoria.
POV Ciel
- Ciel, acorde. — acordei com a voz de Annie Annafeloz ao meu lado. Abri meus olhos e vi seus cabelos ruivos na escuridão. Ela me deu um lenço. — Você estava chorando.
Me sentei e aceitei seu lenço, secando as lágrimas.
Eu sonhava com meus pais.
- Ciel... Me diz, o que houve? — ela se sentou na cama e segurou minha mão. Corei com esse ato, mas graças ao escuro ela não viu — ou fingiu que não viu.
- Nada, Annie... — suspirei, e deitei a cabeça em seu colo. Desde que meu noivado com Elizabeth terminara, quando tinhamos 13 anos, eu estava muito carente.
Ela começou a mexer eu meu cabelo, sem falar nada. Era um gesto que minha mãe fazia quando eu estava triste.
As lágrimas voltaram a escorrer. Me sentei e olhei-a. Ela me olhava preocupada.
E eu não pensei, como sempre. Puxei-a para perto pela nuca e beijei-lhe suavemente os lábios rosados.
Ela retribuiu após algum tempo. Comecei a beijá-la mais rudemente, e quando me dei conta, minha língua fazia uma dança erótica com a dela e eu estava deitado por cima dela.
Minhas mãos foram subindo pelas laterais de seu corpo, até os botões da camisola. Abri-os lentamente e, depois de abertos, separei os dois lados e senti os biquinhos rosados, endurecidos, com as pontas dos dedos.
Afastei nossas bocas, deixando uma pequena linha de saliva. Baixei os olhos até seus seios, e coloquei um em minha mão enquanto beijava o outro e brincava com seu biquinho rosado, mordendo, puxando e soltando.
Ela me colocou sentado, e sorriu. Me deu um beijo rápido e ergueu meu pijama.
Que dia pra ir dormir sem cueca...
Ela se abaixou, e beijou a cabecinha do meu brinquedo. Em poucos minutos, eu chegava ao ápice. Ela engoliu tudo, e quando levantou os olhos, percebi que estava corada.
- Ei... — segurei seu queixo, e olhei-a nos olhos. — Vai ficar tudo bem.
Ela concordou com a cabeça e me obedeceu quando empurrei seu tronco para trás, para que se deitasse. Me coloquei entre suas pernas e encaixei meu pênis em sua entrada.
- Posso? — perguntei, olhando com olhos cativantes. Ela concordou com a cabeça.
Entrei nela aos poucos. Lágrimas escorriam dos cantos dos seus olhos. Parei.
Depois de alguns minutos, ela segurou minha mão e apertou. Entendi isso como um sinal que eu poderia continuar. Estoquei mais fundo, e quando acertei um certo ponto, ela reprimiu um grito e passou as pernas pela minha cintura.
Chegamos ao ápice juntos. Saí de dentro dela e abrecei-a.
Na manhã seguinte, descemos as escadas de mãos dadas e mandei reunir todos os empregados para uma notícia.
- Eu gostaria de anunciar meu noivado com a senhorita Annafeloz.
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