Hell on Earth.

3 Capítulo 3.


Notas iniciais
Observação: Esse capítulo é um pouco menor. :)'

A garagem do prédio aonde eu trabalhava era sinistra, as poucas luzes que haviam, piscavam a cada minuto e o silêncio reinava no local. Seguindo para o meu carro, no meio do caminho ouço uma voz, quase sussurando, que me chamava: — Christineee! — Olho para os lados, mas não há nada. Começo a "tremer as bases" e aperto o passo em direção ao meu carro, quando escuto novamente a voz, que parecia bem mais próxima: — Christineee! — O pânico já tomara conta de mim naquele instante, corri o mais rápido para chegar ao automóvel. Enfio as chaves na fechadura, com as mãos trêmulas, acabo deixando-as cair sem querer, de tamanho nervosismo. Uma brisa toca meus cabelos. A mesma brisa fria e inexplicável que tocava minha pele noite passada. Me viro na tentativa de achar algo que pudesse explicar o fato. Vários vultos passam rapidamente por várias vezes conscecultivas, como se um espírito brincalhão (ou poltergeits) estivessem alí para me assustar. O terror estava estampado em meu rosto, minha boca estava seca, meu coração estava a mil, palpitando tão forte que parecia querer pular pela boca. Me abaixo para pegar as chaves, desajeitada, abro a porta do carro e entro, travo todas as portas. Senti um pequeno alívio, mas não totalmente. Ponho as chaves na ingnição, ligo o carro e saio rapidamente das trevas e sigo em direção a luz. Enquanto dirijo de volta para casa, pego o celular e ligo para Clay e o telefone cai na caixa postal. Duas tentativas e nenhum sucesso. Começo a chorar: — Meu Deus! Eu não aguento mais isso...-
Olho para o retrovisor e com uma das mãos enxugo rapidamente as lágrimas, que pairavam em meu rosto. Olho novamente para o retrovisor e me deparo com aquela velha maldita! Num susto, perco o controle e bato com o carro em um caminhão que estava em mão oposta a minha. E um grito toma conta do local: AAAAAAAAH!

A luz se vai...
E com ela...
TALVEZ...
O resto de minha vida...

(...) " Não me lembro onde eu estava. Eu percebi que a vida era um jogo. Quanto mais a sério levei as coisas, mais difíceis as regras se tornaram, eu não tinha ideia do que isso custaria. Minha vida passou diante de meus olhos e descobri o quão pouco eu realizei todos os meus planos negados. Então enquanto estiverem lendo isso, saibam meus amigos, eu adoraria ficar com todos vocês. Por favor sorriam quando pensarem em mim. Meu corpo se foi, isso é tudo..." — A tout le mondeMegadeth.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.