Hell Road

4 Capítulo 4 - A pequena perdida no inferno


Notas iniciais
sabe Pat Black..
eu tinha escirto mais, mas sumiu! achei que tinha posto no meu pendive. fiquei furiosa quando descobri que não principalmente por que a tela do meu note book quebrou e o carreador dele tambem(não posso dizer que sou a mais delicada do mundo né?) bem, mas se voce tiver um pouquinho de paciencia eu escrevo tuuuudo denovo(caramba eu fiquei tão irritada... tinha escrito umas 23 paginas de word... que odio!) e posto aqui ok^^ posso demorar um tempo(sem net em casa fica dificil, sou pobre e uso lanhouse, na verdade é por preguiça do povo la de casa de por internet, ja que ninguem precisa tanto quanto eu) mas é isso.. só tenha paciência ok?
kissus e obrigada.

Ela montou na bicicleta e segui a rua ate o fim. Como o próprio Wiliam havia dito ela saiu na rodovia. Dali em diante se iniciava uma parte rural e mais florestal da Georgia. Em pouco tempo indo pela rodovia Hanah já podia ver os campos de trigo e as florestas ao fundo das fazendas. Hanah se deparu com uma bifurcação. De um lado a rodovia asfaltada, mas cheia de carros abandonados. Deviam haver vários deles naquela direção. Do outro lado uma estrada de terra aparentemente vazia.

– Pode ser um atalho... — Hanah tentou se convencer, mas a estrada parecia mais uma entrada para alguma fazenda.

A parte boa de Hanah escolher a estrada de terra era que haviam muitas decidas e ela nao precisava pedalar. A parte ruim era o capim alto dos lados, atras das cercas rudimentares. Um lugar onde um zumbi facilmente se esconderia.

Ao longe ea viu um celeiro muito familiar. Lembrava o de sua antiga casa. Ela ouviu tiros e gritos. Algo estava acontecendo ali. O mato na direção da casa se mecheu. Havia aguma coisa em ali. Hanah parou e preparou sua arma.

– Ah! não! — uma garota loira saiu o mato e caiu no chão.

Ela tinha um par de tranças que iam um pouco abaixo dos ombro e olhos pronfundamnte azuis. Usava um vestido branco na atura dos joelhos que odeia ser confundido com uma camisola.

– Por favor não! — la geeu quano viu Hanah apontando a arma.

– Você foi arranhada ou mordida?

– Não... Eles estão vindo! — ela falou com a voz esganiçada.

– Sobe! — Hanah dise percebendo uma movimentação no capim que era alto o suficinte para ocultar um adulto.

A garota subiu no cano na bicicleta e Hanah saiu em disparada.

– Quem é você? — Hanah perguntou com uma certa ferocidade.

– Mary. Eu morava naquela fazenda.

– Onde estão seus pais?

A menina resmungou qualquer coisa inaudivel. Hanah decidiu não insistir.

– Aonde dá essa estrada? — ela perguntou pedalando mais forte. A bicicleta exigia um esforço imenso agora que tinha a garota e a mochila.

– Na floresta. Meu irmão sempre disse pra eu não vir pra cá mas eu vinha mesmo assim.

Como Mary havia dito bem na frente das duas a estrada acabou e só havia floresta em frente.

– Tem uma clareira com um lago seguindo em frente. — Mary disse entrando na floresta.

As duas caminharam ate começar a escurecer. Chegaram a clareira e ali havia um riacho.

O cêu estava escurecendo. O crepusculo era preocupante.

– Vamos ascender uma fogueira! — Mary disse inocente e feliz.

– Não! Isso ia atrair eles. Temos que ficar no escuro.

– Acordadas?

– Sim. — Hanah falou duramente.

A garota dormiu cinco minutos depois. Hanah se irritou um pouco. Como ela pretendia sobreviver? Ela tirou o sobretudo e cobriu Mary. Sentiu uma afeição estranha por ela. Queria protegê-la e pela primeira vez se importou com alguem alêm de si mesma.

Quando Mary acordou na manhã seguinte viu Hanah cortando um pedaço de madeira.

– O que você tá fazendo? — Ela vestiu o sobretudo de Hanah e levantou.

– Um arco. Encotrei uma boa madeira e tinha um fio de aço na mochila.

– Hum.. legal. — ela disse com um olhar analitico.

– Quantos anos você tem?

– Onze.

– Tá com fome? — Hanah perguntou e apontou um arbusto de amoras. Mary se ocupou em encher a boca com as frutinhas enquanto Hanah fazia flechas.

– Tem uma cabana no meio da floresta. É dos meus irmãos. — Mary disse guardando amoras nos bolsos do vestido — Eles usavam quando iam caçar. A gente pode ir lá.

– Ok...

Hanah seguiu Mary ea floret ficva cada vez mais densa. Numa situação normal ela não diria que alguem tinha construido uma casa em um lugar tão isolado.

Mary andava saltitando. Parecia conhecer bem o caminho por onde andava. Hanah se surpreendeu com uma pequena cabana de madeira naquele lugar.

Mary tateou a janela e pegou uma chavezinha pateada. Com ela abriu a porta. A cabana tinha apenas um comodo. Lá dentro haviam alguns animais pendurados, uma espingarda sob uma mesa e uma aljava cheia de flechas jogada no chão.

Hanah entregou a mochila para Mary.

– Isso é uma doze. É sua arma daqui em diante. Não a use a não ser que seja a unica coisa que pode te salvar. barulho dela vai atrair mais daquelas coisas. — Hanah pegou a aljava de flechas — Ela dá um tranco, então se prepare. Ela vai te jogar no chão se você não estiver pronta.

Hanah abriu a mocila nas costa de Mary. Pegou a munição e colocou em uma bolsa larga de couro de lado que encontrou na cabana. Já não tinha tanta quanto quando saiu de casa.

– Dentro dessa mochila tem água, comida algumas coias uteis como linha e agulha, arame, uma faca e uma corda. Não a perca ok? Voce pode bater nos zumbis com a parte de trás da arma. Bata na cabeça deles com toda a força.

– Certo.

– Vou caçar com essas flechas e o meu arco. A arma faria barulho demais.

– Vamos dormir essa noite aqui? Agente pode colocar a mesa na frente da porta.

– Certo. Fique aqui. Cubra as janelas e feche eas por fora e por dentro. Volto em uma hora ou duas.

Hanah saiu da cabana. A garota agora tinha tudo pra sobreviver e ela... era uma adulta que poderia se virar sozinha.

Silêncio.

Ela mirava. Respirava vagarosamente. A tensão no fio de aço era a máxima. Hanah soltou e uma flecha voou certeira em uma marmota desavisada que saía da toca.

Hanah voltou três horas depois.

Quando bateu na porta da cabana Mary abriu e a abraçou desespeada. Seu choro se contolou aos poucos.

– Eu pensei que você tinha morrido! — ela falou entre os soluços.

– Calma. Estou aqui. — Hanah abraçou forte a garota — Vamos acender uma fogueira aqui fora! Mas tem que ser rápido!

Hanah motrou a Mary o que tinha consegudo pegar. Três marmotas, dois furões e quatro esquilos.

– Vou limpar enquato você pega lenha — Hanah disse contente.

Mary catou um punhado de gravetos secos e empilhou o formato de um fogueira. De dentro da mochia Hanah pgou alcool e fósforos.

Logo a madeira crepitava e os esquilos eram assados.

Depois de comerem Hanah tentou ao máximo encobrir as cinzas.

As duas entraram na cabana. Mary tinha fechado todas as janelas e agora as duas empurravam a mesa para a frente da porta.

Hanah ascedeu um lampião a querosene e deixou sua luz o mais fraca possivel.

– O que estava havendo na fazenda? — Hanah perguntou.

– Meu irmão tava tentando me ajudar.

– Ele deve estar morto.

– Não! Ele tinha muitos amigos! Acho que eles conseguiram fugir!

– Tem certeza? Absoluta? — Hanah a encarou.

– Sim! — ela respondeu honestamente.

– Então vamos encontrar o seu irmão.

– Eu ouvi ele dizer que ia no sentido contrário a Atlanta. Mas por que você vai me ajudar a procurar ele?

– Por que não temos nada mais pra fazer. Não dá pra viver sem um objetivo. Se a gente só ficar sobrevivendo uma hora vamos nos cansar e ai vamos morrer.

– Mas com um objetivo não vamos desistir né?

– É. Ah! — Hanah se lembrou do rádio que havia pego de Wiliam. — Mary pegue um rádio que tem ai na mochila.

Mary entregou o rádio a Hanah. Ela tentou sintoniar em alguma frequencia. Só chiado. Mas em um certo momento o rádio ficou em silêncio. Ela tinha conseguido algo. Ela não ouvia nada provavelmente por causa da interferencia das árvores, mas mesmo assm ia falar.

– Mary...pra onde nós vamos depois daqui? — ela perguntou séria.


Em um trailer um rádio recebia um transmissão.

– Alguem na escuta? Alguem.... transmissão ruim... duas pessoas... — as palavras vinham picotadas pelo chiado.

Um homem pegou o radio transmissor.

– Alguem ai? Pode me ouvir? — ele perguntou.

Nenhuma resposta. Eles estavam agora dirigindo pela rodovia, e pasavam proximos a uma floresta.

– Ei pessoal! Parem o carro! — ele gritou e seus companheiros pararam.

– Não sei se tem alguem me ouvindo. — a voz era de uma garota talvez uma mulher — Eu não ouço nada.

– Estamos recebendo sua transmissão!

– Continua mudo! — uma voz feminina infantil foi ouvida ao fundo.

– Estamos em uma floresta. Pretendemos ir para o parque de diversões de Newnan. A rodovia passa por lá. Não temos armas, remédios ou comida. As coisas......- o rádio chiava novamente.

– Nos ajudem, por favor! — a voz infantil dizia — Eu sou Mary e tenho que encontrar os meus irmãos! Moravamos numa fazenda... ontem ele apareceu com algumas... pra me salvar. Tinha ate um policial...

– Mary! Duvido que isso seja importante agora! — A voz da adulta soou com um tom de censura.

– Continuem estamos ouvindo.

– Bem eu duvido que alguem esteja.... mas se estiver..... na entrada do parque Newnan... esperar vocês por dois dias se não houverem zumbis... nos encontrar lá. Repito, esperamos vocês..... parque de Newnan.... os.... fa.... em.... esper.... voc.... — o som se misturou completamente ao chiado.

Nada mais era audivel alêm do tipico barulho irritante das frequencias.

– Chame o Daryl. Acho que sei algo de Mary, a irmã dele. — Rick falou sério para Glenn.