Heiwa No Mahou
1 Capítulo 0 - A Magia
Notas iniciais
A magia é muito mais do que algo ficcioso. Ela é seu abrir e fechar de olhos, seu respirar, suas energias pela manhã. A magia é o que diferencia o ser humano de um animal comum, como um gato ou um cachorro, por exemplo.
Em resumo, a magia é o que faz o ser humano raciocinar. Eu, você, seu pai, sua mãe, seus amigos, absolutamente todo ser humano é dominante da magia, porém, com o passar do tempo paramos de utiliza-la como arma e sim para algo natural que nem mesmo sentimos. Afinal, criamos as nossas próprias armas para isso, para que usar algo tão “primitivo”?
Porém a tempos atrás, o ser humano usava-a ao seu favor. Pessoas haviam jeitos e maneiras diferentes de aprende-las e usa-las, podendo criar as suas próprias magias. Livros ensinando a como utiliza-la pareciam o melhor método, porém era o mais demorado para aprender. Aos impacientes, o ideal seria usar os Artefatos mágicos era os mais simples, pois ao usa-los, sua magia é liberada.
Diferente de hoje, realmente haviam raças diferentes de humanos. Existiam três delas:
Os Elfos, suas características eram suas grandes orelhas e seu grande conhecimento sobre a magia e inteligência, muitos viviam em florestas por acreditar que conviver com a natureza iria lhes acomodar mais com a magia.
Os Feralmans, caracterizados por terem traços meio felinos meio humanoides. Caldas, garras, pelos, olhos diferentes. Além de seu instinto de sobrevivência totalmente diferente, olfato, reflexos, etc. A maioria vive em tribos e não são amigáveis, costumam saquear vilas mais fracas e imponentes.
E por fim temos os hominum, são literalmente o que nós somos hoje, a junção de força bruta com magia, o equilíbrio quase perfeito ou como muitos dizem “deus nos criou para que fossemos igual a sua imagem”.
O deus da Vida, Vitae, criou 4 cristais de magia ilimitada e deu para os 4 guardiões protegerem a terra de toda maldade que a deusa da morte, Merty, pudesse fazer.
O cristal da Vitalidade, um cristal verde que aumentava drasticamente a resistência do usuário e o dava uma regeneração incrível. O cristal da Inteligência, um cristal amarelo que deixava até o mais tolo um gênio, sua inteligência seria tamanha que poderia prever o que o seu oponente faria e o que ele vai fazer, tanto em batalhas reais ou táticas. O cristal da Força, um cristal vermelho que transbordava poder e força bruta, punhos, garras e fúria eram o suficiente para dizimar exércitos. E por fim o cristal da Agilidade, um cristal azul que fluía como um vento, sua velocidade era tamanha que seus inimigos não conseguiam nem focar no usuário, se movendo como o próprio vento ou como um raio.
Os cristais foram criados para os guardiões merecidos e que foram feitos para recebe-lo, caso contrário teria efeitos colaterais. Os guardiões foram mudando de geração a geração, mas sempre continuaram a progredir com a paz mundial.
Mas quando um lado sai ganhando, outro tem que perder, e quando esse lado recusa desistir, cria-se algo que chamamos de “conflitos” e somente o lado mais forte poderá vencer.
Aqueles que querem a purificação real do mundo contra aqueles que querem proteger seu mundo.
Em um continente distante, num bosque perto de uma vila, uma elfa de olhos roxos e cabelos verdes estava prestes a começar o plano que já havia pensado a anos, sua maior criação, Shuji Inko, o matador de guardiões.
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