Hedonismo
13 Nascimento Conturbado.
Notas iniciais
Os últimos dias tinham sido insuportáveis. Todos haviam descoberto meu segredo e ate meus tios, que eram meio tradicionalistas me olhavam com maus olhos e me julgavam. Na escola não era diferente, principalmente na sala de aula; fizeram ate abaixo assinado para me tirar do time de basquete e eu sentia que minha vida estava ruindo aos pedaços.
Meu pai estava certo.
Eu era novo de mais para assumir isso...
Tentava me apoiar em Daisuke, mas não podia negar que o estava puxando para baixo junto comigo.
—--- Você é o pai do bebe da Hikari?
Yamato tinha vindo ate minha casa, apenas para me fazer sentir pior. Jogou tudo o que tinha feito de errado na minha cara, me bateu e ainda por cima me olhava com desprezo e falava com nojo. Me sentia o pior dos lixos.
—--- E não minta se não nunca mais olho na tua cara. ---- naquele momento era tudo o que eu queria. Distancia do meu irmão.
Sempre o amei, e sempre me senti seguro e feliz quando ele estava comigo. Mas agora, tudo o que eu queria era que ele sumisse da minha vista.
—--- Você é o pai do bebe da Hikari?
—--- O que? Não!
—--- Então quem é?
—--- Eu eu... não...
—--- Não minta que não sabe. Eu sei que você sabe te conheço bem! ... Ou pelo menos achava que conhecia. ---- o tom de desapontamento era nítido em sua voz. ---- Como pode?
—--- Eu... eu não pensei. Simplesmente não pensei. Só queria fazer de conta que nada tinha acontecido e seguir em frente.
—--- Irresponsável. E como fica o Ken? Shin? A culpa foi toda sua.
—--- Yamato... me perdoa eu...
—--- Não tenho esta capacidade. Você passou dos limites.
A sensação era de ser esmagado.
Parecia que estava sendo partido em pedaços por laminas cruéis e não podia fazer nada para fugir. Nem mesmo chorar. Estava chocado de mais...
Ele fica em silencio um tempo a refletir, eu sabia que me amava, mas também tinha noção de sua fúria. Eu o tinha decepcionado e muito...
—--- Todo este tempo te protegendo de tudo e você... ---- murmura como se desabafasse com o ar.
—--- Foram erros. Você nunca cometeu um erro?
—--- Sim só... Unf! Você não é a pessoa que imaginei que fosse. ---- ele se vira como se fosse sair. ---- As coisas mudaram entre nós Takeru. Não te vejo mais como via antes.
Tento falar, argumentar, mas mais uma vez é inútil. Minha voz não sai, e mesmo que saísse eu não tinha o que falar. Estava tudo acabado... Eu teria que o reconquistar aos poucos, isso se um dia conseguisse.
—--- Takeru! O que ouve o que ele fez? Não consegui ouvir nada. ---- o ruivo invade a casa assim que meu irmão sai. ---- Takeru fala comigo. O que rolou? ---- ele me sacode mas estava longe em pensamentos, minha relação perfeita com meu irmão mais velho tinha ruído.
O que mais doía não era ele ter me chamado de pervertido ou tarado. Foi dizer que o decepcionei, que não me via mais do mesmo modo e que tudo mudou. E saber em seus olhos que não eram palavras vazias da boca para fora. Morri por dentro.
oOoOoOoOoOo
Não que eu quisesse fazer um draminha, ou que queria pessoas atrás de mim. Eu realmente queria ficar sozinho e me irritava quando faziam isso.
Mas passei um bom tempo trancado no quarto sem falar com ninguém, nem mesmo Patamom.
[Tock tock]
Ignoro pela décima oitava vez no dia.
Não podia ser minha mãe. Ela tinha desistido na primeira semana, então posso me por a ignorar sem me preocupar com nada.
Todos já tinham batido a porta, ate mesmo Taichi e Ken. Mas o único que eu queria ver era o meu irmão. Tah pode ser draminha... Mas estava desolado sem telo ao meu lado. Ele sempre esteve aqui. Ate quando nossos pais se separaram nós ficamos juntos.
[Tock tock]
Seja lá quem for eu não queria ouvir. Nem ver...
Nem mesmo Yamato.
Sei bem o que ele diria sobre o meu estado. Que era drama. Idai? Era mesmo! Mas estava sofrendo como nunca tinha sofrido na minha vida.
[Tock tock]
Não importa o quanto a pessoa do outro lado insistisse, eu não iria abrir. Uma, meu corpo não se movia, dois não tinha mesmo vontade alguma de ver ou falar com ninguém.
[Tock tock]
Um papel sobe por de baixo da porta. Era um ato inteligente... mas ignoro da mesma forma. Eu não queria ouvir nada de ninguém. Suas opiniões e tudo... Escrito ou falado era a mesma historia.
oOoOoOoOoOo
Desperto um pouco mais descansado só para me dar conta que ainda estava vivendo no mesmo inferno.
O papel ainda esta no mesmo lugar.
Me troco sem ter vontade, e vou ao meu computador, milhares de recados de Daisuke invadem minha tela assim como meu aparelho telefônico. Eu não tinha o que dizer a ele... Mas fico lendo um a um ate me sentir melhor.
Ele tinha o dom de me fazer sentir melhor. Acho que realmente o amava.
Só de ver seu nome em um sms ou e-mail já enchia meu dia de alegria, e agora que finalmente sai da “fossa” tive coragem para ler.
O papel ainda esta no mesmo lugar.
Respondi a tudo em uma curta mensagem de texto.
/=/ Desculpe te preocupar eu só precisava de um tempo para por a cabeça no lugar. Sinto muito não ser um bom namorado e não ser tão forte como você. ___________ Sei bem que todos estão do nosso lado e me alegro muito por todo o apoio. Só que esta briga com o meu irmão me abalou muito. Nunca imaginei ele fazer algo assim comigo. Sempre esteve do meu lado. __________ Desculpe estou divagando outra vez! Só queria dizer que você anima meu dia só de ver uma mensagem com teu nome. Não precisa me mandar 126 rsrs _________ Logo estarei de volta. Vou conversar sobre tudo com o meu pai antes de passar ai. Creio que chego lá pelas 17:39. Beijos TK. /=/
Assim que envio a mensagem, uma chega ate mim. É um ato instantâneo e eu olho preocupado e curioso.
O papel ainda esta no mesmo lugar.
Mas não era Daisuke e sim um invasor arredondado e muito meigo. ---- Paramon? ---- murmuro ao ver a forma digitalizada de meu parceiro na tela do meu aparelho.
/=/ Que bom que você esta se sentindo melhor TK!!! /=/ ele salta na tela junto da mensagem que ia surgindo. /=/ Podemos ir? Quero ajudar os outros a encontrar a Hikari logo!
—--- Encontrar a Hikari? O que ouve com ela? ---- exclamo espantado e já me ponho a calçar os sapatos e ir em direção a porta, pisando no bilhete.
/=/ Você não leu o bilhete? /=/
Não, não li.
Não li por chilique e frescura; achei que fosse comigo.
Eu finalmente pego o bilhete guardando o celular.
****['A Hikari sumil!
Foi ontem a noite que demos pela falta dela, as coisas estavam estranhas com ela nestes dias. Acho que você sabe muito bem o motivo.
Achamos que ela não teve coragem de contar o que esta passando e deve ter fugido com o pai da criança. Por favor nos ajude a encontra-la! Sei que o que fiz pra você foi irremediável mas você é o único que pode nos ajudar a encontrar ela.]”****
Reconheço facilmente a letra de Ichijouji, e quando dou por mim ja estou dentro do digimundo junto de Patamon em busca dos demais.
—--- Ainda não temos a menor pista de onde ela pode ter ido parar. Você faz alguma ideia TK? ---- o pequeno digimon me olha com uma expressão tristonha ao voar do meu lado.
—--- Nada. ---- respondo de mal jeito não tendo como raciocinar uma resposta melhor. Estava completamente distraído em um turbilhão de pensamentos confusos. Hikari sempre foi corajosa, claro que ainda não era a representante deste, mas estava tete a tete com o irmão no requisito.
Estávamos tentando ensaiar como ela contaria isso a todos, tudo bem que sumi, mas isso não explica ela ter fugido desta forma. Não é a cara dela.
Depois de horas sem conseguir nada acabo desistindo pelo cansaço refletido com meu parceiro digimon e me sentando em um canto qualquer. Fico a fitar o lago arredondado sem conseguir entender o que poderia ter ocorrido com ela.
—--- TK! ---- uma fina e rouca voz vem ate mim, o amarelado dragão não deixava duvidas. ---- Achamos a Hikari mas as coisas não foram boas. Ela se fechou em um canto com um digimon estranho tipo viruz não identificado e não temos como invadir. Você pode liberar energia para eu e Gabumon nos tornarmos Huminimon?
—--- A-agumon... Huminimon? Que apelo... ---- murmuro seguindo junto do digimon que para mim parecia ter crescido junto do líder. As capacidades dos digimons parecia cada vez mais estranha para mim.
—---- É da Hikari que estamos falando.
—--- Eu sei Agumon! Mas... Me deixe tentar conversar antes. ---- paro em frente a imensa esfera negra que parecia estar viva. Não era mesmo possível de quebrar quilo.
—--- Conversar? Você esta louco? ---- o digimon amarelado grita mas não ouço nada, vou ate a esfera e inconscientemente encosto minha mão. O choque que levo é tremendo o que me faz parar longe e ferido. ---- Esta vendo o que estou falando agora?
—--- Me deixa falar com a Hikari! –--- grito ignorando o dragão amarelo que tentava me ajudar e o líder que se aproximava rapidamente. E logo o domo deixa uma pequena abertura e passo antes que os demais pudessem fazer o mesmo.
—--- Mande os seus amigos saírem. ---- ele se mostra a minha frente e me vejo em perigo. Estava sem Patamom.
—--- Calma eu... só quero ver como ela esta. Posso? ---- ergo minhas mãos em rendição e logo ele aponta para uma cama, parecia as camas que Devimon usou para nos separar no passado. ---- O que ouve? ---- ela parecia fraca e estava suando frio.
—--- Hikari foi sequestrada pelos humanos. ---- ele me responde como se eu fosse um inimigo, mas este não era o maior dos problemas ali.
—--- Sei que esta preocupado com ela mas o que esta havendo agora não foi culpa deles... Foi sua e dela...
—--- Como assim?
—--- Ela vai dar a luz.
OoOoOoOoOo OoOoOoOoOo OoOoOoOoOo
—--- Ela vai dar a luz.
Afirmo firmemente e ele me encara surpreso e preocupado.
—--- O que eu tenho que fazer? ---- ele logo se aproxima dela, parecia mais assustado do que eu. E admito que achei engraçado ver um ser tão imponente e assustador desta forma. ---- Humanos são diferentes, são... frágeis.
—--- É nós somos... mas se já tentaram a capturar vamos ter que fazer isto aqui. ---- Você vai ter que me ajudar.
—--- Digiovo...?
—--- Não acho que será tao simples.... seja la o que for será um hibrido entre um ser humano e um Digimon. ---- pontuo firmemente. ---- abaixe o escudo.
Ele me obedece.
Devíamos ter ficado segundos la dentro mas todos já estavam a nossa espera. Pareciam prontos para um combate, mas assim que vem que o Digimon vírus estava zelando Hikari desativam as digivoluções e se aproximam preocupados e prontos para ajudar.
—--- Takeru o que ouve com a Hikari? ---- o medo que sinto da voz explosiva do lider que vinha na minha direção supera a preocupação que tinha por Hikari e acabo por me distanciar dela. ---- E-ela...
—--- Sim esta gravida... Só notou agora? Como você é desligado. ---- meu irmão é o primeiro a pontuar o obvio. ---- Ou simplesmente não queria ver? ---- sinto que aquilo tinha sido uma indireta a si mesmo quando ele me olha.
—--- Como? ---- ele exclama e ergue meu irmão do chão, mas não tem tempo de continuar sua reação e bater em meu irmão.
Os demais logo se aproximam, preocupados com Hikari e seu estado.
A verdade é que um nascimento não é nada bonito.
Sim o ato da vida é muito legal e tudo mais. Mas a cena... não.
Sora parecia saber o que fazer e Mimi a ajudava, enquanto a violácea agia como o restante de nós; não podíamos levar Hikari a um hospital sem piorar todo o caso. No minimo ela seria tratada como algum tipo de aberração.
Eu nunca tinha visto o lider tão irritado.
Não imaginava que um ser humano pudesse esmurrar um digimon com as mãos nuas como ele fez. Ainda mais um de um nivel tao alto quanto Beelzebumon.
O imenso Digimon de classe avançada tomba ao chão com um simples soco.
—--- Taichi por favor se acalme. Vai acabar se machucando. ---- o caçula parecia o mais corajoso em tentar falar com o lider, enquanto o ruivo parecia tentar competir com esta coragem e o segurar, levando para longe do digimon de asas negras.
—--- Eu? O único a se machucar aqui vai ser este digimon tarado. ---- ele não parecia mentir. O lider parecia capaz de emanar seu próprio poder o que mantinha o Digimon demônio completamente submisso. ---- Como ousou tocar na minha irmã. Seu...
—--- Se você parar de ser tão cabeça quente e pensar por um segundo vai ver que não forcei ela a nada. Então não me culpe. ---- era estranho ver o tão imponente ser se levantar com dificuldade apos o golpe de um ser humano. Tinha algo de estranho com o lider...
—--- Não me venha com gracinhas. Se não...
—--- Taichi se acalme. Por favor. ---- a vos cálida e doce ecoa e todos a encaram. A representante da honestidade ou sinceridade como preferir, era de longe a pessoa de mais acalanto do local. ---- Hikari esta bem agora. Foi um susto eu sei mas... Olhe só pra você. Da pra entender o por que ela te escondeu tudo ate chegar a esta situação.
—--- Eu...
—--- Eu sei. Agora vem. ---- ela o estende a mão e parecia que ele tinha se acalmado, apenas parecia. ---- Seria bom que vocês conversassem um pouco. Sabe... Sobre o que fazer com... o hibrido.
—--- Unf... Tha certo. ---- e ele se vai.
Posso ver Sora o receber, e conversarem por algum tempo antes dele ir ate a irma e ela os deixarem sozinhos.
—--- Você sabia disso não é? ---- o ruivo me encara. Eu não poderia mentir para ele. ---- Ela contou que estava gravida mas nunca imaginei que seria de um digimon. O que ela tem na cabeça?
—--- Digimons podem falar, tem sociedades e são muito inteligentes. Não quero defender mas... se nao for só pela aparecia e poderes... Posso dizer que são sim muito parecidos conosco. ---- murmuro baixo apenas para Daisuke ouvir, mas parecia que todos ali queriam ouvir esta explicação. ---- Eles são nossos companheiros a tanto tempo... Eu e Hikari praticamente crescemos entre eles.
—--- E isso explica dar pra um?
—--- Ken!!! ---- a violácea o desfere um tapa que ate mesmo eu sinto arder a face. ---- O que deu em voce para falar algo assim? Quero ver ter coragem para falar isso na frente do Kamya.
—--- Ainda tenho amor a vida... Desculpe. Situações assim me deixam, estressado. Mas isso nao é da nossa conta não é mesmo. ---- ele responde cobrindo a face como se isso fosse tirar sua dor. Apesar de controlado, ele ainda dava leves “tikes” como Kwaizer.
Mas logo as horas se vao.
Meu irmão é o primeiro a partir. Na verdade ele é o único a o fazer. Joe e Koushiro pareciam tentar desviar o assunto para outro, mas logo se rendem a tentar debater o que fazer com a tal criança hibrida.
—--- Não tem como saber! ---- o ruivo veterano esbraveja ao se render. ---- Antes de termos uma ideia temos que saber como ele é.
—--- Isso é só curiosidade sua. ---- o mais velho o encara com repreensão. ---- Minha preocupação esta na saúde do bebe. Queria poder verificar isto.
—--- É verdade a saude da criança e a prioridade aqui. Depois podemos o deixar aqui no digimundo ate decidirmos o que fazer.
—--- Esta decisão nao é tua Izzy. ---- o lider se aproxima ja calando o mais sabido que ouve em silencio. ---- Hikari não quer ver ninguém. Ela sabe bem o que vocês estao pensando então...
—--- Como é!? ---- desta vez é a violacea quem exclama indignada. ---- Ela nos faz passar este apuro por dias e depois nos trata assim? Eu entendo ela estar envergonhada mas isso não é desculpa para...
—--- Você só querem ver o tal bebe hibrido. Ja sabem que ela esta bem então o que importa?
—--- Não seja grosso Taichi. Entenda... Pra você se um de nos se feri-se ou sumisse seria o bastante só falarem que esta bem?
—--- Unf... podem ir vela... Mas nada de comentários escrotos.
—--- Então o Ken fica. ---- o ruivo afirma ja me levando junto dele. ---- Ele esta com o “bicho” hoje.
—--- Esta certo... ---- o moreno se cala em submisso ficando para traz enquanto todos vamos ao encontro de Hikari. As vezes ele tinha noção que não podia se conter.
Devo admitir que achei a cena muito linda.
O imponente digimon estava com ela nos braços, parecia cansada, enquanto olhavam o pequeno e frágil bebe. Suas asas gigantescas cobriam o local como se os guarda-se e fizesse de tudo para deixar sua amada mais segura possível.
—--- P-pessoal eu... ---- ela murmura com uma voz falha ainda mais doce que o habitual.
—--- Esta tudo bem. Só estamos preocupados. ---- o ruivo é o primeiro a se pronunciar e logo o digimon inseto sobe sobre ele para poder ver melhor.
—--- Como você esta se sentindo? Posso trazer algumas coisas para ajudar. Não deve ter sido nada fácil... ---- logo o mais velho pontua, medindo sua temperatura e preção.
—--- E-estou bem. Desculpe ter preocupado vocês... Não contava que iriam me pegar... eu... planejava como contar.
Ela estava fraca, mas mais do que isso, envergonhada.
Claro que todos queria matar a curiosidade de ver como era a criança, e eu nao era muito diferente.
La fora pude ver um resto de placenta, mas parecia colorida e desenhada como os digiovos eram na cidade do principio. Mas pelo que me lembrava só tinhamos de esfregar e o digibaby surgia dentro de um bercinho.
Mas não era hora para bancar o Koushiro...
Se pergunta-se algo poderia ser linchado. Então fiz como o restante e guardei minha curiosidade para ver apenas se ela estava bem.
Trazer um bebe ao mundo deve dar trabalho...
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Mas em todo caso o que eu “e todos” queríamos não ocorreu.
Ela escondeu o bebe entre uma manta o tempo todo e logo um por um fomos indo embora.
Taichi insisti para que ela voltasse para casa, e mesmo ela negando e querendo esconder o fato da família não pode negar.
—--- Takeru... Você quer ver ele? ---- a vos suave vem a meus ouvidos. ---- Você me apoiou desde o inicio. Não vou esconde-lo de você. ---- e um sorriso doce me abraça. Ela tinha o dom de me fazer sentir querido.
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