Hedonismo

45 Filler ----> Ken Ichijouji (一乗寺


Notas iniciais
(Antes de mais nada. Fans de Kem e Yolei pfv não me matem. Lembrem que nesta fick o casal é Yolei e o Izzy e que alem disso os brasões estão dando pane o que mexe muito com os três individuos. Então pra deixar claro eu não tenho nada contra o shipp canônico ok?)

Parece que sempre foi assim...

Eu e ele.

Um contra o outro disputando o mesmo corpo em meio as trevas e a luz. Ele sempre tentando me convencer de que era o certo e correto, e infelizmente muitas coisas apontavam que sim...

Sinto uma extrema vergonha só de cogitar contar tudo isso a você.

Mas já que não passa de um diario pessoal vamos lá.

Fui chamado e entitulado por muitos anos como um garoto gênio e isso entre muitos fatos da minha historia de vida todos já sabem muito bem... Mas... não era só isso.

O começo de tudo...

Digimon Kaiser, menino gênio, trauma pela perda de Osamu e a culpa que sempre senti por ter desejado que ele desaparecesse...

Sim este foi o começo de tudo...

Sempre estive a sombra do meu irmão Osamu, ouvia elogios e bajulações dos vizinhos sobre ele e eu sempre era dispensável, comecei ate mesmo a notar que meus pais pareciam gostar mais do meu irmão por ele ser um “gênio".

A sensação de estar em segundo lugar, de ser uma sombra, de ser menos; me sufocava, deprimia, mas eu não entendia bem, era apenas uma criança.

Em uma tarde comum sem nada a destacar, quando um brilho incomum saiu do computador e um dispositivo estranho surgiu em cima da mesa do computador, lembro bem que Osamu e eu estávamos no quarto mas não o que estávamos fazendo. Cada vez que tento me lembrar, a historia muda. Já me lembrei desde uma briga a uma simples jogo e brincadeiras. Acho que no vim eu não quero me lembrar. .... Ou ele não deixa.

Ambos ficamos curiosos com a novidade, mas ele não me deixou mexer. Passou a tarde toda revirando o aparelho e tentando ver como funcionava, mas ficou frustrado ao não obter resultado. Ele guardou o dispositivo na gaveta e me proibiu de mexer , mas... Eu não consegui obedecer, de alguma forma aquilo me atraia e então eu o toquei e fui imediatamente sugado por um portal de luz que se abriu pelo computador.
Foi o começo de tudo, estava em outro mundo, acabei conhecendo Wormmon que me disse que estava me esperando ha muito tempo e que era meu parceiro Digimon, disse também que aquele dispositivo se chamava Digivice e que junto com minha energia tinha o poder para fazer diginvolver.

Era oficial eu era um Digiescolhido e não o Osamu, finalmente era a minha vez de fazer algo. Nesta mesma fase conheci Ryo Akiyama, até lutamos lado a lado, mas depois...

Quando voltei para casa Osamu entrou no quarto e me viu com o Digivice nas mãos, ele não me deixou explicar sobre o mundo Digital, sobre Wormmon ou sobre Ryo, simplesmente avançou contra mim arrancando o dispositivo de mim e esbravejando sobre eu mexer em suas coisas.

Naquele momento eu senti raiva, muita raiva e então desejei que meu irmão desaparecesse.

Talvez por infelicidade ou destino ele sofreu um acidente, um atropelamento e faleceu, vi minha mãe quase entrar em depressão, meu pai ficar sem saber o que fazer e tudo por minha culpa, eu era só uma criança... E me culpei por algo que não tinha nada haver comigo. E ainda me cultpo.
E se eu não tivesse desejado o mal dele? Qual é a estenção das habilidades de um digiescolhido?

Foi quando meu irmão morreu que ele nasceu. Talves tivesse sido ele quem o matou; talvez seja este o primeiro ato cruel do Kaiser. Nunca saberei a resposta.

Eu queria sumir, daquela casa, daqueles dias e então como se fosse mágica recebi um e-mail me dando instruções para mergulhar meu Digivice no Mar Negro e assim seria transportado para um mundo sem dor. Assim eu fiz...
Depois disto acordei na minha cama estava muito doente, minha nuca doía muito, um brilho forte saiu do computador, era Ryo que veio me buscar para outra missão, mas eu não tinha condições então ele desejou melhoras e depois disto nunca mais o vi, pelo menos até os dias atuais.

Um verme.

Um fraco.

Eu nasci quando ele desistiu de viver... por se culpar pela morte de Osamu.
Se eu chorei?

Nem pensar! Morreu, enterra. Foi tarde.

Comigo no comando as coisas seriam bem diferentes, tanto aqui com estes dois imbecis que se dizem meus pais, quanto no Mundo Digital, estava na hora de alguém mostrar quem mandava naquela porcaria toda.

Regressei ao meu futuro reinado e comecei a estudar sobre meios de controlar aqueles vermes digitais, me foquei no meu objetivo e tive exito até que estes imbecis Digiescolhidos surgiram para estragar a festa.

E apartir daí as coisas só pioram.

Os confrontei várias e várias vezes até a batalha final contra Chimairimon onde infelizmente sai derrotado e foi também nesta fase que o bundão voltou ao controle, mas eu nunca fui embora, nunca desistiu, sempre estive rondando, de vez em quando aprontando alguma só para ver os olhares espantados de todos. Que deleite.

O patético se desculpava sempre. Imbecil. Mas eu ainda estava com sede de vingança, queria o momento certo para retornar e tomar de uma vez por todas o controle deste corpo.

Então uma coisa inesperada aconteceu... Na verdade uma pessoa... Agarota de longos cabelos lilases e voz aguda e irritante, aquela que é tão selvagem quanto um Digimon supremo.

Querem saber se me apaiconei como o bundão? Obvio que não.

Mas eu a desejei muito, ainda a desejo como um brinquedo, como um objeto que me satisfaça, gosto de lhe causar dor, vê-la chorar, ameaçar seus amigos, ate mesmo o hibrido e vê-la se desesperar, só não é mais forte que meu desejo de vingança contra todos estes vermes imundos que me tomaram o “meu” reinado.

Passei os ultimos dias aqui em carcere apenas a refletir sobre tudo o que me trouxe ate aqui. Este momento; cheguei a conclusao que tenho que agradecer aos meus amigos por terem me detido e me mantido aqui. Entretanto ainda temo pelo meu destino.
Fiz tantas coisas ruins.

Coisas que agora estão vindo a tona...

As paredes negras e jeladas de rocha me rodeiam. O vento frio e cortante faz o som de uivo durante todo o tempo, meu pequeno parceiro não sai do meu lado a todo o momento. Ele foi sempre o que mais sofreu; fizica e mentalmente... por escolher ficar ao meu lado sempre.

Meu corpo ainda doi... Não imaginava que um nerd franzino e rato de comutadores como aquele ruivo, tivesse um punho tão pesado. Talvez seja de tanta influencia do melhor amigo... não sei ... não tenho como saber...

Mas ele tinha razao em perder o controle.

Assim como eles tiveram em me prender aqui...

Meus amigos são inteligentes. Eu não estou em um bom estado não posso ficar por ai agindo. Ai se eles soubessem metade do que fiz...

Minha cela é bem vigiada.

Esta moça tem olhos frios...

Parece contre um Kaiser assim como eu.


Quando tudo realmente começou, eu ainda era inocente.

Vocês já devem estar cansados de saber do meu irmao mas... tive outra pessoa que foi imensamente importante na minha vida. E o nome dele era Ryo Akiyama e nos conhecemos de um geito nada convencional durante apior época da minha vida; meu irmão tinha morrido e eu estava desolado, ainda não entendia muito bem o que era morrer e estava assimilando; foi nesta mesma época que um Digimon surgiu na internet derrubando vários servidores e ate mesmo disparando mísseis. Aquilo foi um pânico geral, mas eu não conseguia tirar a cara do computador; aquilo foi fantástico... simplesmente incrível! Vi digimons pela primeira vez, mas me senti tão... conectado, era algo tão comum. Depois daquilo não consegui tirar a idéia da cabeça; fiquei tentando descobrir quem eram ou qualquer misera coisa, mas nada; eles desapareceram da face da terra. Ate que aquele som tão característico soou para mim.

Tinha um digivice dentro de uma gaveta no quarto proibido do meu irmão. Proibido por que minha mãe sempre chorava quando entrava ali, afinal tinha o perdido há pouco tempo e nenhum de nos tinha juntado forças para mudar aquela área. Mas o aparelho berrava cômo uma criança faminta.

Abri a porta cauteloso mesmo sabendo que estava sozinho temia pois meus pais não iam demorar a chegar, não ousariam me deixar sozinho por muito tempo. O aparelho gritava.

—--- Mas o que é isso? ---- balbucieie sozinho pra ninguém ao pegar o aparelho que tinha um tom negro. O pequeno visor quadrado dentro de um circulo com os botões logo a baixo.

Perdi alguns segundos o admirnado antes de notar uma pequena sombra se esgueirando por entre os moveis, me obcervando de longe com seus dois olhos brilhantes de admiração que nunca mudaram não importa o que me visse fazendo; me lembro que assim que o vi parado sobre a cama ao meu lado se aproximando cauteloso eu não me assustei, lembrei na hora de tentomon e os outros que lutaram online e me alegrei por finalmente achar um deles. Quis sair correndo com ele no colo e mostrar a meus pais, mas eles ainda não tinham chego então só o peguei e ficamos nos olhando por um ou dois segundos.

—--- Sou Wormmon. Você não se lembra de mim Ken? ---- ele sorriu no gensto mais amável que já vi em vida. ---- Estive a sua procura por muito tempo Ken. Estou tão feliz!

Ele era o meu Digimon.

Meu parceiro.

E com toda calma do mundo, voltou a me explicar tudo o que precisava saber sobre seu mundo, sua raça, mas nada sobre esta guerra; ele me deixou de fora mesmo sabendo assim como os outros 8 guardioes dos brasões eles esconderam o que cada humano fazia enquanto os mesmo conversavam entre si.

E foi assim que conheci Kyo. Ou melhor que achei que conheci.
O Kaiser tirou de mim muita coisa, e uma delas foram minhas lembranças, umas que nem sabia que tinha perdido ate então. Ate o pane dos brasões comessarem.

E ele foi um grande amigo, o melhor de todos devo diser; o conheci atravez dos portais e com isso não sabi a direito sua origem, mas não precisávamos disso. Ele não tinha um Digimon parcerio e isso me dava curiosidade só que ele mesmo não sabia me explicar nada. Eramos dois novatos sem entender nada do mundo. Talvez nos deixar de fora de tudo tenha sido o grande erro desde o inicio.

Quando fui contaminado... Kyo estava comigo, era para ter sido ele, mas intervi; ainda não entendo bem o que foi aquilo só entendo das conseqüências; pra mim Kyo teria morrido perto desta época em um torneio e nunca mais o vi.

Depois disso, minha mente perdeu completamente para ele e sucumbi as trevas e o resto você já sabe muito bem.

Tem uma goteira em minha cela.

Faz tick, tick o tempo todo...


Pobre Yolei... Como pude..? Como ela pode me trocar!? A culpa foi toda dela! Aquela vadia... ela me usou, me fez ama-la pra me trocar por outro.

Não... isso é ele de novo.

Sempre querendo me fazer pensar o pior de todos. Yolei não fez nada de errado não sou o dono dela não mando em sua vida... o fora doeu, sim doeu muito, mas ela foi uma pessoa cinsera e gentil como sempre ate nesta hora.

—--- Ken... precisamos conversar. ---- ela veio ate mim toda timida como nunca antes vi. ---- E é um papo serio. Muito serio. ---- andavamos brigando muito, de verdade e por qualquer coisa.

Eu exigia dela coisas que não eram de seu universo particular ou convivencia, praticamente estava querendo a transformar em outra pessoa, mas ela tambem não era a namorada perfeita. Vivia me comparando a outros caras em seu geito de ser e me cobrando ser alguém que eu não era; e nunca seria.

Mas eu não vim aqui falar mal dela ou de como foi a nossa relação... ela foi linda o quanto durou.

Assim que Daisuke me libertou do efeito que me corrompia me uni ao time dos digiescolhidos e não posso e nem vou negar que tinha olhos para a violácea vivax e perdia algumas noites em claro pensando nela em devaneios no meio do dia. Yolei era linda... era? Bem ela ainda é linda!

Foi difícil para mim, quase sufocante, mas com muito custo consegui me aproximar do ser que gosto de comparar a um furação. Não iria surpreender ninguém se eu contasse que foi, ela a me tomar o primeiro beijo, assim como chamar para sair entre todas as otras coisas que deram evoluções a nossa relação; mas a cada pequeno degral que nossa relação tomava me sentia uma nova pessoa. Alguém mais livre e seguro de mim mesmo.
E a agradeço imensamente por isso.

Me sentia nas nuvens ao mesmo tempo em que novos sentimentos me invadiam, e alguns dele eu não conseguia conter; talvez seja pelo desconhecimento ou talvez falta de aptidão eu não sei, mas eles quase que me dominavam mais que o próprio Kaiser.

—--- Você esta louco? Pirou na batatinha? Não pode tratar as pessoas assim Ken! ---- ela grita e esbraveja, estava furiosa e com razão, mas eu não conseguia perceber. ---- Por que falou aquelas coisas para o Daisuke? E o Taishi... fala serio. Acha que eu te trairia? E ainda com eles?

—--- Não eu não.... eu não quis te chamar de vadia ou nada assim mas... O Daisuke sempre fica de.. Ai... ele tem uma coisa com você eu sinto isso! Vejo vocês sempre juntos, vocês tem uma relação que eu nunca vou ter com você.

—--- Ai... você tem que controlar este ciume! ---- ela bronquei, mas logo afaga os meus cabelos. ---- E o Taishi? Vai dizer que tenho um lance com ele também? Daisuke é como um irmão lógico que eu e você não temos a mesma relação! Tapado!

—--- Desculpa... o líder... ele me incomoda em geral. ---- tentei me explicar, mas as palavras fugiam e ela ficava me encarando esperando pelo resto da sentença. ---- Ele é tudo que eu não sou... quando ele chega todos se alegram e vira uma festa; consegue brincar e falar com todos e nunca o vejo demonstrar isegurança alguma.

—--- Taishi é uma pessoa diferente de você. Muito. Mas isso não faz dele melhor. ---- ela briga e logo sorri, seu sorriso parecia espantar toda a minha frustaçao e me acalma. ---- Cada um de nós tem seu jeito e sua força; você tem que ser mais seguro das suas. Eu não posso ser a única que vê suas qualidades.

Yolei era perfeita.

Entendia cada um de nós, no que éramos bons e ruins.

Ela era um sol vibrante trazendo todos ao redor dela, muito parecida com o líder e eu queria ser como eles, mas não conseguia. Eu era mais como Joe, um membro quieto e quase esquecido, se não for para ser viamente hutil. É eu fico me menospresando... sei que Yolei esta certa e cada um tem um jeito de ser mas... Eu queria muito ser como ela, o Daisuke e o líder; tão cheios de energia. Ate mesmo Mimi sendo desbocada como ela e meiga ao mesmo tempo.

Admirava a todos.

O único erro dos veteranos foi tentar nos proteger.

Foi terem feito o maldito acordo e de sepadado quando deviam ter ficado juntos; na época em que eles estavam sobre cárcere eu brincava no digimundo com Kyo e quando meu amigo morreu... foi feito este acordo todo e eu... bem você já sabe.

Você sabe sobre a guerra né?

Claro que sim ela já dura anos... Bem vamos dizer que neste meio tempo não fui tão santo, e quando mudei de lado omiti muita coisa dos meus feitos; e acho que aqui é o lugar para finalmente falar.

Eles ainda são meus amigos.

Me servem boas refeições e vem ver se estou bem ou precisando de algo.

Sabem que a culpa de tudo não foi minha e sim do pane dos brasões.

Então foi minha sim.


Desde a primeira vez que vi um Digimon fiquei fascinado, senti que ali era o meu lugar no meio deles. Eu era o nono digiescolhido! O dono do brasão do amor!

Mas quando finalmente meu parceiro me encontrou a guerra já tinha chego a seu mundo e tudo o que fizemos juntos parecia não surgir efeito; e assim como muitos dos digimons passei de pensamentos pacíficos e amorosos a ódio e sede de sangue, me entreguei a ele e me tornei o Kaiser escolhendo o lado da minha espécie os humanos e claro que meu parceiro sempre fiel ficou a meu lado. E sofreu.

No digimundo o tempo é diferente sabia disso?

Passei mais do que anos lá servindo ao exercito passando as informações nessessarias e usando de todo este tempo extra e conhecimento para me tornar mais que um gênio em meu próprio mundo, era o filho perfeito para minha família e conhecidos e um demônio no mundo do meu parceiro.

Mas por sorte fui detido.

Mas ainda não sei quem sou no time; não consigo me perdoar então não sei como eles podem me aceitar sem saberem tudo o que fiz. Daisuke, Cody, Yolei, Hikari e TK me olham com perdão e amor, parecem nutrir carinho por mim e sempre me sinto acolhido; mas os veteranos... eles e seus parceiros me olham com olhos frios e gélidos, nem mesmo Mimi e Sora que são as mais doces conseguem demonstrar o perdão que preciso tanto; eles sabem o que fiz... e me julgam calados. Não acho que seja digno do perdão deles... pessoas que se sacrificaram em sangue e dor por seus ideais enquanto eu... Sim não sou digno do perdão de nenhum deles, mas me alegro por quardarem segredo para que os demais continuem sendo meus amigos.

Eles estão sempre guardando segredo do que acham que os novatos não podem entender.

—--- Como você esta? ---- sim ele não tinha morrido como eu achei. Estava com toda certesa envolvido em outra coisa e ate o momento não me contou nada. ---- Trouxe sua comida, logo vamos ao segundo ataque. Aquele Digimon vírus com panca de demônio é bem ardiloso pra planos e mesmo não curtindo suas idéias... ---- ele abre a sela põe o prato no chão e logo senta ao lado da porta com a mesma aberta. Sabia que eu não iria fugir ou fazer nada de errado; estava são. ---- Ahh eu odeio tudo isso! Detesto mesmo, tomar estas atitudes todas e... mas guerra é assim né?

Me aproximo dele e pego o prato mesmo não estando com fome alguma.

Desta vez era um lanche muito cheiroso que parecia feito com muito carinho, o queijo escorria das bordas o tomate vermelho entre as folhas verdes brilhantes, um hambúrguer feito de carne bem groço e não sei mais o que; que entrego a meu parceiro que devora tudo no mesmo segundo. Não consigo evitar rir com a carinha dele sujinha de pão.

—--- Vai ficar tudo bem... no final. Né? ---- comento olhando o teto, naquela cela escura ainda não tinha encontrado a fonte da goteira. ---- Vocês vão conseguir eu sei disso.

—--- Não acho certo você ficar aqui. ---- ele murmura baixo pra si mesmo. ---- Devia estar livre nos ajudando.

—--- Mas o que fiz com Yolei...? Tenho que pagar pelo menos por isso não acha?

—--- Você que sabe. Mas sabe que esta aqui por que quer né.

—--- Claro.

Ele era meu amigo, um irmão ate nestas horas; principalmente nestas horas as mais cruéis ele estava ao meu lado assim como meu parceiro Digimon. Não. Ninguém pode ser comparado ao meu parcero.

Wormmon, Stingmon ou qualquer outra forma que tome nesta vida, ele sempre esteve ali me apoiando e tentnado me fazer ver meus erros e pecados; via o que eu fazia com seu povo e mesmo assim não me deixava; continuava com os mesmos olhos de quando o encontrei sobre a cama do meu irmão; olhos de amor.

Ficar nesta cela me acalma.

Ela é muito melhor que encarar meus demônios lá fora.

Preso aqui posso olhar fixamente para ele, e saber que ele não vai poder fazer nada.



Ela ficava ali me encarando com olhos assustadoramente frios.

Era como me olhar em um espelho.

Sua parceira era enorme. Estava acostumado a ver os parceiros em sua forma base e perdia tempo tentanto descobrir qual era estava. Eu não tinha muito o que fazer ali.

Me perguntava se aquela garota também me olhava para apenas passar o tempo, criando teses e bobagens ou se buscava algo serio.

Eu estava pior do quie nunca.

Arrasado de todas as formas, física e mentalmente. Estava quebrado. E ainda temia me tornar um inimigo que fizesse mal a meus amigos.

—--- Você não parece um perigo. ---- a voz dela finalmente soa.

Eu não sei se foi por causa do que ela disse, sendo uma pessoa que estava completamente apar de tudo e sem o mínimo motivo para ter uma compaixão por mim. Mas...
Travei.

—--- É serio. Você... Parece o meu amigo assim como o Iamato Ishida. ---- ela fala brusca ao se aproximar da cela e por as mãos sobre as barrar improvisadas. ---- Isso... É o poder do brasão? ---- fala curiosa ao apotar para meu peito.

E apartir daí comessamos a conversar. Cada dia mais.

Mas um dia ela se atrasou... Ela me contou sobre o tiro que Daisuke tinha tomado e seu atual estado e eu me desesperei. Por que ninguém mais me contou isso? Tinha sido a sias, pouco tempo depois que fui posto aqui.

Eu queria ajudar, mas também me temia.

Entrei em um lup de emoções.

Ate perdi o ar e ela abriu a grade para tentar me fazer acalmar. Meu parceiro me olhava temeroso de em meio a isso eu perdesse a batalha contra o Kaiser, e eu sendia ser dominado pelas trevas novamente. Senti meu corpo gelar mesmo com o abraço quente dela sobre mim; me senti sozinho caindo em um abismo sem fim mesmo com meu parceiro a meu lado me dando todo o seu amor.

[Pof]

Acho que meu cérebro deu a volta dentro da minha cabeça com tamanha cassetada e logo voltei a mim. Olhei para meu coleguinha que estava chorando já e a moça que olhava para o lado devidamente espantada.
E gelei ao perceber o líder parado ao meu lado.

—--- Tudo firme ai? ---- pergunta com um tom nada amigável e bem firme. ---- A Yolei quem descide. E ela disse que você paga pelo que fez depois. Precisamos de mais ajuda e deixar duas equipes aqui esta sendo muita burrice.

Ele fala saindo da cela e me convidadno a sair junto dele.

Fazia sentido. Sem Daisuke a coisa devia estar difícil mesmo eu tendo feito o que fiz tinham de fazer concessões.

—--- Ruki. Pode nos dar um minuto por favor? ---- diz gentil a moça que olha para mim como se temesse o meu destino saindo logo em seguida.

Ele não era muito maior que eu, mas olhei para ele e vi um gigante.

—--- Ta todo mundo doido por causa dos brasões. Sim. É verdade e com você foi pior por que o seu brasão é pior. Se o meu der pane só vou sair correndo pra briga ou fugir. ---- ele fala rindo no final. ---- Acho que já comentei isso antes. ---- fala ao olhar o teto e procurar a mesma goteira que eu estava procurando antes. ---- Mas... Sabe que o que você fez foi mesmo muito grave. ---- ele grusa os braços me encarando tão fundo nos olhos que acho que estava olhando para o Kaiser dentro de mim. ---- Sei de tudo que fez. Mas sei que tudo foi culpa minha por que quebrei os drasões. Então seus crimes são meus. Assim que isso tudo acabar... Isso com os humanos; nos vamos te espurgar deste Kaiser de uma vez por todas.

Ele falou firme sem duvida alguma navos. Se parou para pensar foi para ver como falar, mas ele não tinha duvida sobe nada.
E assim que falou se virou e saiu andando.

Olhei para ele e finalmente vi o que Daisuke tanto admirava.

Ele não era o cara da coragem atoa.

—--- Taishi! ---dei aquela corridinha desengonçada ao parar a seu lado. ---- Muito obrigado! ---- reverenciei e ele ate se espantou co meste ato meu, olhando em volta envergonhado se alguém teria visto isso.

Definitivamente eu queria ser como ele.

Em seus olhos nunca havia mentira ou remorso, ele sempre fazia o que achava correto e não temia as conseguencias não se remoia e se lamentava; se ele tivesse um Kaiser já tinha o mandado de volta para o inferno a mujito tempo; e eu faria isso.

Chega de temer ele.

Que ele venha!

Notas finais
(Mano! Tanta gente me ajudou neste cap q fica osso! Mas faz tanto tempo que o escrevi q vou postar os nomes nos caps futuros já que este pus em cima de um cap deletado e pode n dar visualização. A parte q o Kaiser narra eu apenas reescrevi e teve varias outras idéias e uns pitakos sobre os meus temores aos fans do casal Canon que eu senti q iam me matar ao ler isso.)