Hedonismo

36 Filler 6----- > Coragem


Notas iniciais
Poxa... maus a demora ai gente. ai n estava conseguindo fazer o Hot deste cap pq é na visao do cara e é um hot hetero ai eu "mifu" né kkkk sou menina como vou fazer isso? Espero que a escolha de personagem pra narra hj agrade. ^_^ planejo fazer uma proxima fick em breve com a pegada deste cap mas explico melhor nas notas finais ok? este narrador é um personagem que junto com sua categoria é muito esquecido no mundo das ficks de digimon mesmo sendo personagens extremamente importantes entao quis homenagealos um pouquinho. Bem como o pov dele tava tenso no finalzinho depois que termina pus um EXtra que deixou o cap ainda maior... mas seria o hot na versão da menina. Tomare que este filler explique coisas que eu tenha esquecido e voces consigam pegar a minha proposta. bjs amo vc ate os fantasminhas kkk

Depois que tudo chegou a seu fim foi muito interessante.



Sempre foi muito difícil para os nossos parceiros e todos os humanos entender o que na realidade era o nosso mundo. E eu não sou o Kowshiro Izumi, mas sempre disseram que explico bem as coisas então... vou tentar.

Nosso mundo sempre existiu independente dos humanos e da criação da internet ou o que for que fizessem, assim como os demais mundos e realidades. Somos seres completos e não imagine que precisamos dos humanos para nada assim como os demais seres de seu mundo; como os animais não precisam dos humanos para viver.

Vivemos muito bem ate a intromissão deles na verdade.

Não me leve a mal gosto dos humanos principalmente dos filhotes como o meu que agora esta mudando de faze. Esta coisa de faze dos humanos nos confunde mas volto neste assunto depois tudo bem? Agora sobre nossa relação com os humanos é muito simples na verdade.

Eles criam muitas coisas e amam estar sempre xeretando em todos os lugares que podem e que não podem também; isso é bem fofo; mas alguns humanos não são nem um pouco fofos e outros são muito atrapalhados.

Quando alguns descobriram o nosso mundo começaram a usar esta força que nos criava como sua e nomearam de “internet” ate ai tudo bem não estava nos afetando em nada, mas aos poucos eles começaram a criar formas de fazer mal a internet, e chamaram isso de vírus. Os próprios humanos queria destruir o que criaram... Vai entender? É outra espécie né.

Eles vieram ao nosso mundo e plantaram um território e nós nem nos importamos, mas quando as coisas ficaram fora de controle e o tipo vírus se tornou uma constante do nosso mundo 8 voluntários de tipos (água, fogo etc) diferentes se uniram aos cientistas para tentar resolver as coisas.

Sim os 8 sou eu e meus amigos.

Deixamos que os cientistas nos ligassem a 8 crianças e os poderosos brasões sendo cada um seu guardião e representante, e cada um ficou muito satisfeito com qual recebeu estando animados em conhecer seus parceiros. Claro que para isso nossos dados tiveram de ser refeitos e assim nos tornamos frágeis digitamas.

O resto é historia.

Muitos humanos que não nos conheciam acabaram se surpreendendo muito.

Foi uma guerra.

Essa parte da prisão dos nossos parceiros e o inicio da guerra seria melhor deixar para outro narrar... Gabumon sabe bem mais que eu e é muito melhor com o melodrama. (risada) A primeira impressão que eles tiveram não foi das melhores e ficaram bem assustados, afinal tiveram seu mundo atacado por nós destruindo tudo e surgindo com um portal no céu. Viu eu sei ser compreensivo.

Foi muito difícil eles estavam lá e nós longe no digimundo, precisou de muito para conseguir nos levar ate lá e os libertar. Honestamente as armas humanas não fazem nem cocegas em minha forma perfeita imagina na suprema? Omnimon então... (risada)

Mas logo nossos parceiros tomaram partido e a paz se fez.

Pelo menos foi o que imaginamos.

Gennai que havia se tornado imortal por se formatar junto do digimundo (esta parte seria melhor deixar pro Tentomon explicar, mas....) tinha desaparecido por completo de nossas vidas. O safado era um humano, o ultimo remanescente do primeiro acordo entre digimons e humanos e havia se convertido completamente em dados se tornado como nós, imortal a não ser que o mate e caso ocorra ele apenas reiniciava, e no caso dele significava ticar mais jovem.
Acho que fui o primeiro a conhecer os novos digi escolhidos.

Vi cada um sair do ovo e conhecer seus parceiros e ate ajudei em suas batalhas como pude, mas sem Taichi era difícil.

Conseguimos fazer muita coisa, mas quando os veteranos descobriram... Eu não podia esperar nada melhor ou diferente do meu humano! Ele descontraiu a coisa toda e ainda animou a nova turma, deu dicas e explicou as coisas todas. Foi um líder de verdade.

Adoro o meu humano e tenho muito orgulho de tudo o que ele faz.

Se não fosse o representante da coragem seria o do orgulho, se bem que acho que todos nós nos sentimos assim com nossos humanos.

Ai ele sumiu e...

Claro que eu sabia tudo o que estava rolando né. Ta pensando o que? Ele é meu parceiro!

Cada um burlou o tal acordo de não nos ver de um jeito e nos digimons sabíamos, mas não dedurávamos aos humanos por que sabíamos como eles eram complexos com suas coisas. Como humano gosta de complicar coisas simples! Em todo caso o Taishi não viu só os novatos que estavam próximos; ele fez contato com todos, por todo o globo e aqueles que ele podia visitava e ajudava pelo digimundo.

Foi assim que vimos o que estava rolando lá.

Mesmo com tudo o que fizemos muitos militares não tinham se esquecido e estavam no digimundo espalhando sua praga.

O mundo é muito grande não tinha como saber assim logo de cara. Você sabe se um grupo terrorista atacou do outro lado do mundo? Sim claro pela mídia, mas não temos isso; isso é coisa de humano e tenho que admitir que é uma ótima ideia.

Resumindo o Taishi ficou "P da vida" e foi se intrometer. Tomei minha forma suprema Worgreymon e fomos “por os pontos nos IS” e expulsar os caras do nosso terreno, e por um momento pareceu funcionar. Ele logo viu que tinha outros digiescolhidos capturados entre outras coisas e foi os libertando, assim conheceu Ryo Akiyama entre outros humanos que também lutavam pelo bem do digimundo. Mas os caras o perceberam como um perigo e... foi levado e feito de cobaia como todos os outros, mas como ele era um detentor do brasão; coisa mais poderosa do digimundo... "deu ruim".

Os brasões todos ficaram descontrolados e pifados e como são ligados com as energias do mundo os próprios digimons foram contaminados e modificados e assim as coisas chegaram a onde estamos.

Foi culpa de todo mundo.
Esta guerra. Estes problemas todos.

Agora voltando aos nossos parceiros e como eles eram curiosos...

Quando conheci Taishi ele era curioso honesto e tagarela, falava tudo o tempo todo e ate quando estava curioso ou preocupado também falava, mas conforme foi crescendo parou de falar e de ser tão aberto comigo. Antes quando tinha uma duvida ele me explicava ou buscava a resposta junto comigo, agora se ele estava visivelmente preocupado ou coisa assim se fecha e diz “--não é algo que um Digimon possa entender. É coisa de humano desculpa--” e isso é muito chato.

A coisa piora quando tem haver com o corpo deles.

Não importa o humano você não pode perguntar nada sobre o físico estranho e simples deles. São tão tímidos.

As vezes nos juntamos e ficamos tentando deduzir as coisas. Os humanos se reproduzem em pares, um macho e uma fêmea. As fêmeas tem aquelas bolinhas no tórax como Angelmon e os machos não. Mas às vezes eles ficam com os do mesmo sexo entretanto não querem que ninguém saiba; é um grande segredo e vergonha.

A lei deles é que só pode ficar um casal.

Então se alguém vai contra vira algo chamado taboo e a pessoa é julgada. E isso é muito triste de se ver.

Eu e os outros 7 ficamos brincando de juntar os humanos com os nossos. Os que mais nos agrada. Eu preferiria que o Taishi ficasse com Mimi, gosto de ficar perto de Palmon e assim há veria todo dia, podia ate dormir na mesma casa, ia ser ótimo. Mas os humanos fazem o que querem.

E foi igual quando Taishi sumiu.

Sabe... temos uma ligação então quando ele sumiu e foi ferido eu pude sentir.

Neste segundo eu estava no digimundo esperando por ele. Tinha recebido uma mensagem de Ruki e dizendo que tinha encontrado o local onde os digiescolhidos eram levados e feitos de cobaia; sentia meu sangue ferver por tabela te tão agitado que ele estava com esta noticia.

E esperei.

Esperei e nada.

E então todos ficamos sabendo do desaparecimento.

Procurei por ele, por seu brasão aquela energia única que nos unia de uma forma inexplicável e logo cheguei a um lugar feito pelos humanos dentro do digimundo.

Só os seres humanos tinham esta mania de construir coisas, nos digimons vivíamos bem com tribos apenas nas fazes menores enquanto as maiores em suma eram momodes que viviam por todo lado. Viajando o mundo não se precisa de casa.

Mas voltando ao ponto.

O lugar era horrível de feio. Como humano tem gosto ruim! Viu!

De um material pesado de cima a baixo ficava tudo gelado la dentro. Parecia muito com os joguinhos que o Tai jogava com o ruivo mais velho e mais novo Kowshiro e Daisuke.

Mas logo eu não consigo ver mais nada, nem mesmo chamar pelos outros digimons... o mundo fica turvo e nublado, meus pés pisam em falso e tudo gira. O ar falta e começo a passar muito mal e logo uma dor descomunal preenche todo o meu; corpo cada misero dado que me formava e eu apago.

Fui obrigado a acordar por uma dor ainda maior.

Senti cada pedacinho de mim ser rasgado.

Doeu de mais!

Não conseguia me manter acordado mas também não desmaiava, era algo terrível. Mas depois piorou. Senti meu corpo se mexer contra o meu controle, via coisas duplicadas ou sobreposta como se fosse vários locais; era tão perturbador. Quis gritar por socorro mas não conseguia nem falar ou me mover fiquei preso no meu próprio corpo.

Então vi Taichi.

O meu parceiro humano estava preso entre cabos e correntes, estava sem aquelas coisas que os humanos usam chamadas roupas o que me deixava ver o quanto estava ferido. Seu cabelo estava ate baixo de sujeira; um misto de sangue suor e areia; podia ver que estava acordado pela respiração forte e pausada como pequenos e rapdos suspiros.

Tentei me soltar mas senti que meu corpo ia se partir e fragmentar. E então ele me olhou; em seus olhos estava marcado muita dor; pude notar uma marca seca entre a fuligem que o cobria, de uma lagrima solitária, provavelmente de dor ou algo pior.

Ele estava todo perfurado pelos tubos e correntes que o prendiam ali e não tinha modo de ele se soltar sem ser realmente dilacerado.

Precisávamos de ajuda.

Precisávamos de socorro.

—--- Agumon! ---- conseguia reconhecer a voz dos outros digiescolhidos e meus parceiros. ---- G-Greimon não! ---- mas mesmo os reconhecendo não conseguia me mover; era uma marionete. Via e me sentia em vários locais. Os malditos tinham duplicado meus dados como uma de suas coisas, mas não a minha consciência que ficou dividida. Eles achavam que sabiam o que estavam fazendo. ---- Metalgreymon para por favor!

Não tem como explicar o que é se sentir em vario lugares. Ser manipulado e dominado. Ficar preso dentro do seu corpo e rasgado em fragmentos.

Taichi.

Eu tinha que ajudar o meu parceiro. Ele era só um filhote de humano como eles podiam fazer isso com alguém da própria raça?

—--- C-coromon? Ei acorda amigo. ---- abri meus olhos e estava em seus braços quentinhos. ---- Acabou carinha. ---- ele sorriu como se não tivesse acontecido nada. Alguém tinha o jogado uma roupa e estava coberto. Nunca vou entender esta importância que os humanos tem de cobrir o corpo.

Nos levaram correndo para um hospital.

Eu fiquei no cantinho quieto junto de Poromon e os outros nos fingindo de pelúcias e ouvindo a tudo.

—--- Como você pode fazer isso!? ---- o loiro já entra no quarto surtado gritando e pegando o Taishi pela roupa azul que os enfermeiros o deram, não parecia estar nem ai para os seus ferimentos. ---- Se meter em uma coisa deste nível sem nos contar? ---- estes dois saírem no braço já era ritualístico entre o grupo. Nem esquentei. ---- Tava afim de tomar outro tiro? Viro masoquista foi? Tomo gosto pela coisa animal de teta!

—--- Cala esta boca eu estava salvando vidas! Outros digiescolhidos diferente de você que só tira vidas! ---- nesta hora os demais digiescolhidos nem se envolviam. Deixavam os dois sozinhos como se fosse algo pessoal e saíram pra pegar um lanche ou coisa assim; todos estavam preocupados com os ferimentos de Taichi, mesmo Gennai tendo o recuperado reconfigurando os dados no digimundo para que ele não morresse um atendimento medico era necessário afinal ele apesar de tudo ainda era um humano frágil. ---- Acha mesmo que não to sabendo do que você faz?

—--- Eu não me importo que você saiba de nada! Eu não me envergonho de fazer de tudo para proteger quem eu amo.

—--- Pois eu também não!

—--- Mas eu não sou burro de morrer por isso masoquista!

—--- Eu fui pego. Acha que o que me entreguei? Você acha mesmo que sou tão idiota assim? Ate deixei pistas e...

—--- Pistas indecifráveis! Você é um retardado nunca mede as consequências de nada! Ok foi salvar outros digiescolhidos e isso é lindo, mas devia ver a sua segurança também. E se por causa disso chegarem ate os outros em?

—--- Aaah não me diga uma coisa destas!

—--- Vai dizer que não pensou nisso? Te mato se algo acontecer com o TK.

Complicado.

Humanos eram complicados.

Mas ai nos começamos a ficar também...

O contagio e mudança para nos 8 foi bem mais acelerada que o restante do digimundo por conta de nossa ligação. Começamos a perceber coisas que não víamos; sentir e desejar. Era tudo muito bizarro. Já imaginou como é ganhar um sentimento que não faz parte da sua raça? Sei la... uma súbta vontade de... migrar! Não é algo que se explica ou de para lidar tão fácil.

A primeira vez que me deu os 5 minutos, foi uma coisa que nunca vou esquecer.

Eu e todos os outros digimons parceiros ficamos na casa de nossos humanos, a coisa tinha ficado feia e precisávamos ficar de prontidão. Nos reunimos praticamente todos os dias e todos estavam muito engajados na causa, e entre uma coisa aqui e outra co lá de humanos na puberdade nos seguíamos em um assunto serio.

—--- Anmmh cansei. Posso deitar aqui? ---- ela veio manhosa e se deitou do meu lado. Estava tentando me manter concentrado e entender o que Kowshiro e o menorzinho conversavam. Taichi já tinha apagado e estava caído em um canto qualquer. ---- Uhn como você é quentinho. ---- na hora não entendi por que esta afirmação mexeu tanto comigo. Senti um arrepio quando ela, que estava escorado no meu braço se esfregou nas minhas costas se aconchegando como um gatinho. ---- Não esta com sono? Dorme aqui comigo? ---- nesta hora nem ouvia mais os dois humanos. E eu nem entendia o por que de me sentir assim. Minha respiração ate travou quando ela voltou a me chamar, puxando o meu braço com a delicadeza de uma flor; que de fato ela era.

Mas nunca teve nada de mais nisso entende?

Dormíamos todos juntos desde que saímos de nossos digitamas.
Só sei que desisti de me concentrar no assunto serio e me deitei ai com ela entre os pufs e cobertores, adorava deitar perto dela por causa do perfume que exalava, era um aroma perfeito e sempre gostei dele; mas aquele dia em especial não consegui evitar ficar cheirando ela e logo ela começou a dar pequenos risinhos tímidos.

—--- Ai Agumon... isso faz cosquinhas. ---- murmurou ao se aconchegar em mim. ---- Vou ficar aqui por que hoje esta muito frio e você é quentinho.

Foi uma mistura de vários sentimentos e sensações novas me invadindo e eu nem consegui dormir, passei a noite em claro tentando entender o que estava havendo comigo; e acabei levantando no meio da madrugada para olhar pela janela e pensar. Estava inquieto.

—--- O que foi Agumon? ---- a voz dela me despertou dos pensamentos, tinha pego uma pequena manta para vir ate a sacada. ---- Esta sem sono? Ainda esta preocupado com o seu humano? Relaxa ele é bem forte! Um teimoso. ---- ela brinca.

O aroma dela invadia a noite, era de se embriagar.

—--- Ando estranho desde o incidente. Não sei dizer o que fizeram comigo nem o que estou sentindo agora.

—--- Quer falar com o Gennai?

—--- Não.

—--- Humm...

Queria pedir para que ela me deixasse sozinho, mas ao mesmo tempo quis muito que ela continuasse ali comigo ou ate que se aproximasse um pouco mais.

—--- Vai ficar tudo bem Agumon. Sempre conseguimos... e nossos humanos são bem capazes. ---- ela sorri me dando um beijinho na bochecha e se afastando para deitar. ---- Vamos falar com Gennai para te examinar amanha. ---- sua voz saia sonolenta e eu não ia segurar ela ali comigo.

Mas no dia seguinte os humanos estavam com a corda toda.

Era incrível como os humanos pensavam rápido e pensavam coisas que nunca imaginaríamos. Podíamos ser fortes e poderosos praticamente imortais já que renascíamos nos digiovos, mas eles eram inteligentes. Bolaram planos e subi planos caso os anteriores não dessem certo, sempre mantendo TK e Hikari praticamente por fora de tudo junto dos outros novatos.

Aquela semana passei só junto de Pyomon e Gabumon; muita coisa rolou nestes tempos coisas que vocês já devem saber muito bem. Mas nós três ficávamos vendo assuntos sérios o tempo todo, bem pelo menos eu e Pyomon... Gabumon adorava procrastinar com uma novata chamada Renamon e vira e mexe perdia o foco.

—--- Tenha mais paciência Agumon. ---- ela ri tímida vendo que mais uma vez Gabumon se atrasava no digimundo se encontrando com os outros novatos e a tal Renamon. ---- Vai dar tudo certo acredite. E é muito bom Gabumon estar mantendo um bom contato com este outro grupo que não conhecemos muito. E o que você esperava? Ele é o representante da amizade ne?

—--- Verdade.

Amizade o escambal...!

O safado ligero estava era...............”Dxaketo”.

Mas passamos mesmo muito tempo ocupados de verdade. Mesmo tendo acabado de sair do hospital Taishi quis ir ver os outros novatos. Ele ate unio à equipe ao tal de Ryo e fiquei muito feliz ao ver que este era parceiro de Wyzardmon. Os dois juntos eram de outro mundo e ele sempre deixava as missões mais... como explicar? Não eram perigosas ou mortais, mas eram a cara desta dupla.

Enquanto isso visitávamos outros grupos, eu ia ver Takato e Ruki por ex enquanto ele dava dicas a Marcus e Zoe.

Fomos fexando o circulo da guerra ate este momento.

Mimi foi quem cansou de trabalhar separado e quis unir todos em um único ponto para podermos falar sobre o caso abertamente. Então foi dai que veio esta ideia de viagem em grupo. Sabíamos que esta ilha era um dos pontos dos desgraçados... Sim a esta altura eu já estava com muita raiva, e o ponto de vista passifico tinha ido pra cucuia. Fala serio? Você não viu e passou o que eu e Taichi sofremos. E não to falando do sequestro, estou falando em chegar na casa de alguém, depois de um pedido de socorro. Um outro digiescolhido e encontrar ele e o Digimon mortos.

Isso não rolou só uma vez, não.

—--- Vão checar a ilha! ---- Mimi grita animada e logo posso ver um a um divoluir a sua forma máxima, claro que ela não queria assustar aqueles que não estavam sabendo de nada e seria uma ótima hora para checar a ilha.

Cheguei a minha forma máxima e sai pelo local deixando meu parceiro humano junto dos demais de sua raça e todos saímos. A única humana que foi junto de nós foi Zoe.

Percorri a ilha e junto de Androkabuterimon encontramos a base e a destruirmos rapidamente, não deixando um humano vivo para contar a historia e ele logo tratou de analisar a base. Fiquei de guarda enquanto ele trabalhava.

Quando voltamos TK deu mais uma seninha de chilique só que com Zoe desta vez.

Tinha algo de muito errado com esta criança.

O mundo acabando e ele se importando com cada idiotice que vou te contar. Ate o meu humano que era considerado burrinho pelos outros se concentrava bem mais; as vezes tenho pena do Patamon... o mais forte de nós ter que ficar com um humano tão... aff. Agradeço todos os dias pelo meu ser Taishi, mesmo com todos os defeitos suas qualidades ultrapassam. Combinavamos.

—--- Então você fez aquela coisa de humanos com ela? ---- era tarde e os nossos parceiros ainda eram filhotes da espécie e tinham de dormir. Posso ouvir a voz dela soar constrangida e muito curiosa e então me aproximo. ---- Vi quando a Mimi fez isso pela primeira vez. Pensei que ele estivesse machucando ela. Ate saiu sangue como eu ia saber?

—--- Humanos se reproduzem de um jeito muito estranho mesmo. ---- Tentomon comenta a devorar uma tigela de plástico que eu não sei de onde ele roubou. ---- Eles gritam e fazem barulhos de dor mesmo gostando. Você também fez estes barulhos Patamon?

—--- Fiz sim... ---- o menor se escondia atras das orelhas vermelho como um tomate. ---- Não da pra controlar sai sozinho. E não é som de dor... é bem diferente.

—--- Isso quer dizer que agora também podemos nos reproduzir? Como o Belzebumon... Aquilo não foi só por que ele é um vírus! ---- Gatomon parecia a mais animada ali quase acordando Gabumon que parecia exausto já que tinha sido o dia dele e de Pyomon patrulhar o perímetro.

—--- Acho isso perigoso de mais. ---- pontuo e logo todos me olham.

Taishi não era considerado o líder a toa.

Era por que ele era o meu parceiro.

Eu não era o mais inteligente, nem o mais forte. Mas para ser o líder não precisa ser o mais nada, só ter o respeito já basta.

—--- Já existem os tipos de digitamas e Yōnenki, já pensaram a bagunça que ficaria os Seichōki? ---- comentei serio e Gabumon ate acordou para ouvir e Gatomon se aquietou. ---- Se começássemos a nos reproduzir misturaria todos os dados dos pais como são com os humanos e perderíamos o controle das espécies. ---- nesta hora já sabia que todos estavam pensado o mesmo que eu. Kazuo. ---- O hibrido... ele ainda é um grande problema. Não sabemos como sera suas capacidades, se ele cresce ou se digivolve como nós, seus estágios ou se tem a inteligência humana ou nosso poder. Ou ate se é imortal...

—--- Ai Agumon... Entendo todas as suas preocupações. São mesmo inegáveis, mas isso foi tão frio e desanimador. Eu estava feliz com a ideia de se reproduzir não queria perder isso.

Quando ela fala isso eu ate mudo minhas ideias, não conseguindo evitar uma tossida e um pigarro.

—--- Eu sei que o sistema esta se adaptando. Mas ele esta tirando nossa imortalidade. É o que querem? Preferem isso a renascer como sempre foi?

Foi uma pergunta cruel eu sei.

Nem eu mesmo conseguia responder aquilo.

Falar do caso do hidrido era complicado mesmo.
Como podiamos debater algo que foi jogado na nossa cara? Se você acha que Taishi ficou bravo com o "ocorrido" não deve ter me visto. Realmente não deve ter me visto. Este maldito vírus... Podemos passar nossa força a nossos parceiros, é assim que funciona eles passam a deles e nos digivoluimos e o oposto. Bem... Já viu o Marcus brigar? Foi por isso que Taishi pode dar uma bela surra no vírus. Mesmo eu estando P da vida, achei mais justo ele mesmo bater já que a irma era dele.

—--- Mas... ---- ele me encara de cima a baixo sem nem tentar fingir educação. ---- Vocês nem t... Usam roupas?

—--- Quer uma resposta de atravessado pra comer junto com as torradas e o suco de café da manha? ---- respondo o mais grosseiro que consigo e ele cai em uma densa gargalhada. Vai entender estes humanos...

Depois que descobri o que estava havendo comigo, nos conversávamos sobre algumas coisas, afinal mesmo tendo décadas isso era uma novidade que ele entendia muito mais do que eu. Bem na verdade foi ate eles que nos ajudaram a entender o que estava havendo conosco.

Isso foi antes de sabermos da gravides de Hikari e todo os susto de Belzebulmon nos trouxe. Então foi algo muito engraçado para eles. Eu morria de vergonha e não sabia nem o porque, mas finalmente entendi o por que Taishi não queria mais falar as coisas comigo.

A verdade é que estava dividido entre manter as configurações originais ou esta adaptação. Os humanos tinham uma boa logica de que o progresso vem do desenvolvimento; mas eu realmente não queria perder minha imortalidade.

Guenai então fez uma coisa simples porem bastante desonesta. Frisou apenas nós os parceiros com as configurações eternas do renascimento, então mesmo que uma nova programação venha não iriamos padecer. A ideia era que um Digimon poderia sim morrer mas apenas se este fosse absorvido por outro em combate, e no nosso caso os guardiões sempre renasceríamos dos digitamas em um local especifico já que agora os digimons se miscigenariam graças a reprodução. Confuso? Foi mal não sou o Tentomon.

Mas vocês devem é estar curiosos de como foi a minha primeira vez não é mesmo? Só podia ser um humano mesmo...

Pervertidos que só eles... ate os mais quetinhos.

Pois bem.

Vou contar.

Estávamos em nossa forma mega. Eu era Worgreymon, isso foi logo depois que Hikari trouxe aquele Impmon pra casa e achava que ninguém percebia isso. Taishi ainda se recuperava dos ferimentos do sequestro coisa que seria mais rápida se ele parasse queto, mas não posso culpa-lo tinhamos mesmo muita coisa a ser feita.

Como disse antes andava mais com Pyomon e Gabumon, mas neste dia estava sozinho. Taishi tinha me digivoluido, mas a dor dos ferimentos o obrigou a ficar em terra e auxiliar os novatos apenas com as palavras e sabedoria de batalha de um veterano.

Fazíamos pura intimidação.

Chegávamos destruíamos tudo e chamávamos o máximo de atenção possível pra cima de nós enquanto os novatos tiravam os prisioneiros.

Mas naquele dia quando cheguei a base estava vazia.

—--- Devem ter previsto nossa chegada e abandonado o lugar. ---- a pequena ruivinha comenta revoltada por perder um ponto. ---- Vou me encontrar com o líder e descobrir o que fazer, com o representante da sabedoria e o da confiança.

Apenas aceno que sim e fico a olhar o lugar.

Mas logo sinto aquele aroma marcante preencher o ar.

—---- Você não consegue ser furtiva nem se treinasse ou tomasse uma forma ninja como Shurimon. ---- brinco ainda de costas para ela, ao enviar os dados a Kowshiro.

—--- Você também não é um posto de delicadeza. Pelo menos isso eu sou. ---- ela pousa logo a meu lado e eu me sinto ate mais calmo. ---- Não tem mais nada aqui. Mimi esta a alguns quilômetros daqui cuidando de uma aldeia. Onde esta Taishi?

—--- Longe. ---- estava pronto para voltar e desfazer a transformação mas... ---- O-oque foi?

Ela se aproximou do nada com uma cara brava e me puxou ate a sua altura, mas logo tratou de me soltar. Fiquei olhando ela um pouco sem entender nada.

—--- O que foi isso?

—--- Nada. ---- ela se virou rápido como aquelas garotas tímidas nas novelas que a Hikari via com a mãe. E eu já saquei tudo por que não era nada besta também. Não é só por que sou parceiro dele que tenho que ser lerdo também né. Se bem que ele anda aprendendo muito comigo agora que... temos o mesmo assunto né. (Risos) ---- Mimi falou para eu fazer uma coisa. Mas eu não tenho coragem pra isso.

—--- Coragem é o meu campo Lilimon. ---- afirmei serio e facilmente a tomei entre os meus braços com um simples puxão. ---- O que andou conversando com a sua humana? Seja sincera.

Brincadeiras a parte.

Gostávamos de zoar os brasões fazer o que.

Ela quis sair do meu enlace, mas não tentou tanto assim, ate por que ainda não passava de uma frágil flor e eu... bem. Um dragão né.

—--- Gya! Me solte! Você vive junto de Pyomon que eu sei. Sei o que esta havendo entre os seus parceiro e... ---- ela se cala assim que me aproximo um pouco para sentir seu doce aroma. ---- O que esta fazendo?

—--- Senti saudades também. ---- a soltei fazendo carinho nas pétalas cor de rosa que formavam seus cabelos, e ela não pareceu temer nem um pouco as minhas garras.

—--- O que esta fazendo? E-esta coisa de humanos me confunde muito... N-não falo tanto assim com a minha parceira.

—--- Tudo bem. Agora você vai ter assunto.

Só me aproximei um pouco mais e ela mesma me abraçou pelo pescoço e me beijou como víamos os humanos fazerem.

No começo tive medo de machucar a pequena e frágil flor a minha frente, mas depois...

Depois disso as coisas foram... acho que vocês já sabem né.
Você deve estar preocupado e se perguntado sobre o tamanho da minha foma mega em comparação a dela suprema né?

É cada foco besta... mas tudo bem. Vou explicar rapidinho e ir ao que importa.

Quando lutei dentro da internet junto de Metalgarurumon nos crescemos muito graças aos e-mails e dados recebidos, e é por isso que você provavelmente confunde meu tamanho e acha que sou gigante, mas minha forma mega não é muito maior que ela. Por exemplo Ikakumon ou Androkabuterimon são maiores que eu em minha mega forma. Lembra do Yamato cavalgando no Metalgarurumon? E eu perto dele? Pronto esta ai.

Agora ao que interessa.

Lilimon me beijou tímida quase temendo que eu a repelisse não sabendo como eu agiria, mas pelo chilique de ciúmes já estava ciente de seus sentimentos, e como tinha conversado com meu humano também já tinha compreendido os meus. Gostava dela. A guardiã da sinceridade.

E por causa deste contagio (como chamamos o evento) sentia vontade de expressar este sentimento de uma nova forma.

Correspondi ao beijo e ela se encolheu toda.

Foi tão fofo.

Creio que no fundo ela previa o que iria acontecer ali.
Mas claro que fomos para um outro lugar.

Aquele era o digimundo conhecíamos muito bem e além de tudo podíamos voar.

Não iriamos ficar em uma base feita pelos humanos malignos para este momento, não é mesmo? Nem comunicamos nada a nossos parceiros e ficamos a conversar. Ela explicou que estava morrendo de ciúmes de Pyomon por causa da relação dos humanos e eu só ri. Que pensamento mais ridículo achar que nós ficaríamos juntos por causa disso... O máximo que chego perto de Gabumon é para a fusão e nada mais! Credoincruz! Xegadestasideiasem!

Pousamos em um lago. Um lugar nostálgico onde Gabumon digievoluiu pela primeira vez; ela queria ficar enrolando falando sobre como estes sentimentos eram estranhos, mas não me combinaram com Taishi atoa né.

—--- Worg... ---- não dei tempo para uma represalha e a puxei tomando outro beijo. ---- E-espera. Eu não lembro nem da metade das coisas que a Mimi me explicou e... ---- a meiga flor tremia sobre meus braços, mas não negava caricia alguma. ---- E se doer? Não quero que doa... Você é muito grande e forte; e se não caber aqui. ---- quase morri com essa. E você que esta lendo isso? ---- Ai que coisa! Você ao menos esta me ouvindo.

Claro que eu estava, só tentava não rir com os comentários e perder o foco em uma piada.

Tirei algumas das peças da minha armadura. Uma coisa ela estava certa, não queria a machucar sem querer com minhas garras ou qualquer outra coisa afiada, ela era uma pequena flor. Frágil e meiga. Entregue a mim.

—--- Não vou te machucar prometo.

—--- Tudo bem... confio em você.

O corpo dela tremia abaixo do meu, mas mesmo assim não desatada do abraço. Seu beijo tinha sabor de mel, e todo seu corpo era adocicado; ela segurava em meus cabelos como se quisesse me guiar por seu corpo, mas era tímida de mais para o fazer.

—--- V-você é tao quentinho. ---- afirma em um tom manhoso, mas muito diferente do da ultima vez, desta vez envolto em muita volúpia.

Ela quis tirar meu elmo e o restante da minha armadura então facilitei. Conseguia ver meus próprios olhos refletidos nos dela, aquele corpinho frágil se contorcia em duvida entre se entregar a timidez ou a luxuria que ia a tomando aos poucos.

Deslizei minhas garras sob sua pele lisinha e abaixei um pouco seu vestido expondo aquele par redondinho e delicioso, ela ate tentou se esconder novamente, mas a detive; um beijinho no pescoço e depois descendo e ela já voltou a se entregar toda. Delicia de coisinha fofa.

Minhas mãos eram grandes para aquelas massas macias, mas quem estava reclamando? De fato ambos estavam adorando aquilo. Era engraçado como só o fato de tocar em uma parte do corpo dela dava tantas sensações diferentes e prazerosas; ficar assim com ela era mesmo muito bom, podia ficar passeando minhas mãos pelo seu corpo por horas.

Suas coxas delicadas, os bracinhos trêmulos, e principalmente a área do tronco. Aquele vestidinho já tinha ido parar em algum outro lugar a esta altura do campeonato e a unica peça a atrapalhar ali era a minha sunga azul.

Engraçado como sempre tivemos curiosidade para entender a graça de ficar se esfregando um no outro, e agora...

—--- Wor... ah... estou me sentindo tão quente. Por que esta parte ficou molhada e... Ei não põe a mão ai!

—--- Por que não?

—--- N-não sei...eu...an ah! T-ta bem pode por sim.

Se ela estava se sentindo quente eu tava que era pegando fogo mesmo. Já estava entre suas pernas em um abraço intimo então em um surto subto resolvi parar de me preocupar com o fato de ela ser uma flor e eu um dragão.

Ela gritou sem se importar que alguém nos ouvisse.

Deu pra entender perfeitamente por que todos estavam com vontade de sacrificar sua imortalidade por isso.

Ela meio que se debatia mas a intenção não era fugir, não sei explicar o que estava rolando ali. Mas ela movia o corpo de um jeito incrível, me apertava inteiro quase me dragando; não conseguíamos nem nos beijar mais, por que o folego faltava.

Aquele rostinho dela estava indescritivel. Só de lembrar... ai ai.

Ela se movia institivamente pra mim. Sei que dizem que é só seguir os instintos, mas... Uma vez me perguntei como os humanos aprendiam isso se são tão tímidos para conversar; então tive uma resposta. Internet.

Bem.

Não sou só um Digimon, sou um dos guardiões e mais poderosos dentre eles.

Pode me chamar de roteador kkk
Não tinha como não saber fazer bem feito.

Minha florzinha me deixava coberto de polem e seiva, gemia por mais me apertando como uma prensa macia e deliciosa. Saia e voltava, remexia tudo o que podia em sua cavidade estreita e convidativa enquanto ela parecia ir perdendo a razão e o controle e ate a consciência uma hora ou outra.

Meu maior interesse estava no encaixe, mas isso não quer dizer que não queria conhecer cada centímetro de seu corpinho tão cheiroso. Suas mãozinhas delicadas não sabiam nem o que fazer ali, hora vinham me abraçar, outra se perdiam entre os meus cabelos e ate eram jogadas para traz em completa rendição.

Nunca iria fazer “mal” a minha florzinha.

—--- Assim eu n-ão aguento... Vai com calma.

—--- Aguenta sim. Olha como você gosta. ---- ia beijando seu pescoço e sentia sua pele se arrepiar entre meus lábios.

Não queria sair dali tão cedo.

Sentia ondas de calor passar por mim, um ruído como um rosnado saia pela minha garganta sem o meu controle assim como Papamon disse, mas não era bem um rosnado. E notava que ela gostava de ouvir este som assim como eu gostava de ouvir seus gritinhos e suplicas que realmente não eram de dor.

Mas logo toda esta sensação se fortaleceu de uma única vez. Achei que fosse explodir de tão bom; senti vontade de urrar mas segurei entre os dentes, e pude sentir ela me apertando contra seu corpo de um jeito animalesco de mais para ela. Ate seus espinhos pareciam cortar a minha pele densa, mas isso nem de longe diminuiu as ótimas sensações que me invadiam.

Acho que foi o jeito mais... seila incrível de perder energia aponto de desfazer a transformação mega que eu já fiz na vida.

—--- Agumon? ---- ela comenta manhosa se escondo de mim entre meus próprios braços.

—--- Sim... ---- tava cansado de mais para responder mais do que isso. Isso tinha me esgotado mais que as nossas costumeiras batalhas.

—--- Estamos namorando então? ---- seus olhinhos tripidaram me olhando esperançosa e temerosa, mas eu só consegui a abraçar e apertar como se fosse um ursinho de pelúcia. Que fofinha.

Minha florzinha.

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A onde eu fui me meter?

O que eu tinha na cabeça viu?

Eu sou tipo planta e ele tipo fogo...

Mas francamente foi ótimo e eu não me arrependo de nada.

Agumon sempre me chamou a atenção.

Mas não deste jeito. Ele era bagunceiro e comilão, brincava com os humanos e estava sempre com uma nova lição ou explicando algo.

Quando tivemos que nos despedir de nossos humanos sofri muito. De todos nós ele era o mais forte nisso e sempre me punha pra cima; assim como Pyomon que parecia ser a mais triste e apegada a sua humana.

—--- E se ela se machucar e eu não puder cuidar dela. ---- a coitadinha chorava. Pensamos que fosse coisa boba mas no fim era verdade.

Eles ficaram em perigo então fomos ate la cuidar deles e ajudar!

Aqueles malvados....!!!!

Depois disso ficamos de olho. Cada um com o seu.

Só que o Taishi...

...

...

Mas no final deu tudo certo... Mais ou menos. Comecei a ter muita raiva de Pyomon; sempre perto de Agumon o dando comidinha ou vendo se estava bem. Tudo bem! Ela é o amor e estava preocupada com o amigo mas... minha raiva não via e nem ligava pra isso.

E pra piorar eu sempre tinha missões sozinha.

—--- Por que sempre ficamos sozinhas! ---- esbravejei irritada.

—--- Calma Togemon. Já terminamos aqui, logo podemos voltar e ver o Joe que tal, você vai poder brincar com Gomamon.

—--- Eu não quero ver o Gomamon!

—--- Tudo bem... ---- ela se espanta com o meu xilique. ---- Vou ligar para o Taishi e ver se ele esta livre pra irmos lá. ---- ela simplesmente pega o celular e começa a ligar e com o susto ate desfaço a digievolçao voltando a ser Palmon.

Travei no lugar. Por que ela disse isso?

—--- Oi Taishi! Podemos ir ai e... An! Serio? Mas e Agumon? Em missão? Mas sozinho? Tudo bem vou mandar a Lilimon ajudar ele. ---- e assim ela desliga e eu tomo a forma de Lilimon e voamos ate o local. ---- Melhor você me deixar no acampamento queria ver como o Taishi esta, ele esta com o tal de Takato e a Ruki. Os dois estão tristes pela morte do amigo. ---- fala tranquila ignorando meu nervosismo. Claro que a esta altura e com esta atitude toda ela já sabia. ---- Taishi disse que não deu em nada e ele só esta olhando tudo. Quando chegar lá ve se, se declara logo!

—--- Mimi! ---- parei o voo e a soltei um pouco distante do acampamento.

—--- É só dizer o que sente por ele. Que o ama e ta morrendo de ciúmes da Pyomon e não quer ele andando com ela!

—--- Eu não vou fazer isso Mimi!

—--- Então pega ele puxa e beija!

Minha humana é doidinha.

Mas aquilo ficou na minha cabeça.

E quem diria que ele iria tomar esta atitude toda? E... nossa! Morri de vergonha quando ele me abraçou achei que fosse explodir.

Mas o beijo dele...

Ai é...

Ele era quente e ardido como se comesse uma pimenta forte e ela se empreguinasse por todo o meu corpo, este calor ia me preenchedo e deixando tudo com um sabor e um toque melhor.

Quando ele me deitou na grama já sabia o que ia acontecer ali e estava mais ou menos preparada, mas mesmo assim morri de vergonha quando ele começou a tirar nossas roupas. Não sabia se olhava tudo o que tinha curiosidade ali ou se me cobria, e ele ainda me detinha me beijando e me prendendo com seu corpo. Parecia uma manta enorme que não me deixava respirar, mas de um jeito bom. Não sei como dizer mas tudo era bom. Parece que não, mas era juro!

Gostava de sentir suas garras deslizarem na minha pele, suas presas roçarem no meu pescoço e seu...

No começo senti que não ia caber, mas ele fez dar certo do mesmo jeito. Foi bruto não vou negar, afinal era um dragão. Perdi ate a força das pernas quando ele me segurou pela cintura e foi se movendo ali, pensei ate que iria acabar desfazendo a transformação com o tanto que foi o meu descontrole naquela hora.

Naquela hora?

To doida?

A coisa toda foi de outro mundo!

Ele estava certo agora teria muito mais assunto pra falar com a Mimi, como: o que eu faço quando ele põe assim? Como devo me mover? Onde seguro? Eu fiquei mesmo perdidinha ali, mas ele parecia saber bem o que fazia ou era um talento nato eu não sei. Ele sempre foi o primeiro a tudo mesmo. O primeiro a digivoluir todas as vezes, um avançado.

Sentia suas garras apertando a minha cintura com força, deslizando pelas minhas pernas apertando minhas coxas voltando a subir pelas minhas costas, vindo pelo meu corpo todo; queria poder fazer o mesmo por ele, mas não sabia como. Não tinha algo melhor para escolher ali, mas com toda certeza aquele rosnado rouco e fanho dele no meu ouvido é o que vou levar e ficar relembrando. Aquele som único que nunca vi ele fazer antes e sabia que era por mim e para mim.

Sentia meu corpo pegar fogo, e algumas partes do meu corpo estavam mesmo vermelhas, principalmente uma parecia que iria arder em chamas ao mesmo tempo que ficava cada vez mais... molhada, não me lembro de ter molhado ali. Mas quanto mais quente mais molhado ficava e quanto mais molhado ficava mais fácil era para ele agir e tudo ficava melhor ainda. Sei que não da pra entender muito bem, mas é o máximo que consigo explicar.

Podia ficar ali o tempo que ele quisesse estava tudo ótimo, ate a minha vergonha tinha ido dar uma volta pra nos deixar em paz um pouco.

Mas logo senti o corpo dele tremer e seu amigo meio que vibrou dentro de mim, aquilo foi muito louco pra minha cabeça; foi bom de mais! Ele me apertou com mais força e deu uma surtadinha na coisa ali e eu ate perdia a voz junto do movimento das pernas, só consegui respirar fundo e deixar ele fazer seu trabalho de um jeito tão feroz. Achei mesmo que ia pegar fogo naquela hora com tanta fricção. Aquilo foi mais intenso do que qualquer fusão ou evolução.

E então abri meus olhos e o calor tinha diminuído. Ainda sentia meu corpo dar reações e ele me segurou juntinho dele. Tínhamos voltado a forma de treinamento, e eu não conseguia imaginar como pudermos nos cansar tanto assim.

Fiz uma pergunta simples, e ele me abraçou tão gostozinho que dormimos ali. E desde então estamos namorando. E ai de alguma rapariga olhar pro meu dragão!

Notas finais
Desculpa ir e vir no tempo com a narrativa. MAs foi o geito que me veio em mente. tinha muito tetalher para contar e por espero que tenham conseguido pegar todos. caso nao venham me puxar a orelha. o motivo da demora foi mesmo o filler entao ja ja ponho o resto. Agora falando da nova fick. a ideia era fazer um cross over com pokemon e narrada pelos digimons e pokemons. calma q tera putaria e luta como esta kkk mais detalhes no prox cap. mas tbm podem dar pikato e perguntar. bjs