Hedonismo

29 Filler 1 ---->>>> Hikari Kamiya 八神ヒカリ


Notas iniciais
Oie! Quase n consigo escrever... T_T na verdade todas as minhas tramas estão travadas pela falta de tempo... estou muito aflita com isso. Odeio deixar trama parada!

Nem sei por onde começar.

Nasci com a saúde frágil e por conta disso sempre me viram como uma pessoa frágil o que eu tirava proveito ate serto ponto, mais depois de uma idade isso começou a me irritar. Eu não era nenhuma princesinha endefesa!

Mas todos me viam como se eu fosse.

Não só o meu irmão mas todos a minha volta, ate memso o TK meu melhor amigo me via como um ser frágil a ser protegido e defendido do mundo. Isso era tão... estressante. Que depois que conseguimos descobrir a onde o maninho estava e ele voltou pra casa fui dar uma esclarecida no digimundo a onde tinham os únicos seres que não me viam como se eu fosse uma fadinha encantada.

Claro que eu ainda estava muito preocupada com o maninho.

Mas sabia que ele não ia me falar nada.

E foi lá que “o” conheci. Bem... Onde mais seria né?

Mas na época ele era um pequeno e frágil Impimon que estava muito ferido e o levei para casa para poder cuidar de seus ferimentos. Ele era muito áspero com as palavras (se bem que ainda é) e estava irritado sendo rude a todo momento (não mudou muita coisa), mas isso não me irritava nem um pouco; era muito raro alguém ser rude comigo então estava achando a atitude dele novidade.

O pequeno cãozinho em cor anil ficou comigo ate melhorar das feridas.

Nas primeiras semanas ele ainda mancava muito e reclamava mais ainda rsrs

—--- Quanta coisa inútil. ---- acordo com aquela vozinha perambulando pelo meu quarto. Eu tinha esquecido que tinha o trazido para a minha casa na noite anterior e capodado exausta na cama depois de cuidar dele; e pelo visto ele já estava bem melhor. Me enrrolo nas cobertas ao ver que era um domigo e viro para o lado, estava exausta. ---- Quanta coisa inútil! ---- era como ter um bebe chato... ele fica mechendo em tudo no meu quarto e desarruando ele todo, vasculhando as gavetas olhando minhas coisas, minhas roupas e...

—--- Eeeeiiii! Não meche ai digimon atrevido! ---- me levanto em um salto ao ver que este abria minha gaveta de calcinhas e ficava a mecher nas peças ali dentro. ---- O que esta fazendo ai? Fica quieto um segundinho fica. ---- pego ele no colo e volto a me deitar como se eu pegasse Patamon ou Gatomon.

Ele fica exatos dois segundos parado antes de começar a pular.

—--- O que esta fanzendo! ---- grita e sai dos meus braços empurrando os cobertores longe.

—--- Tentando dormir. ---- o encaro olhando os cobertores longe com a maior preguiça de ir buscar, depois olho a bagunça que ele tinha feito no meu quarto arrumado e suspiro fundo me levantando e pegando o cobertor. ---- Fica quetinho só um pouquinho tudo bem? Logo o maninho acorda e esta casa vira um caos e eu não vou mais conseguir dormir. ---- pego ele novamente como se fosse um travesseiro fofinho nos meus braços e o dou colo e desta vês ele fica quietinho.

Fico afagando entre suas orelhas ate que ele consegue relaxar e dormir.

[---- Maaaeeee! Cadê? A onde você pois? Eu falei que ia usar!] ---- posso ouvir meu “querido despertador”, o maninho tinha acordado e com isso já era a minha paz.

Me levantei preguiçosa e pude ver o cãozinho anil dormindo tranquilamente. O lenço que puz nele estava vermelho se sangue e eu me aproximo para tirar e trocar por ataduras mas a coisinha desperta doido e pula da cama.

—--- Não humana! O que vai fazer?

—--- Como é afobado... ---- dou risada de sua careta e logo mostro o que ia fazer e ele deixa. Mas não me deixa levar o lenço. ---- Esta sujo. Me deixa lavar.

—--- Não! É meu! ---- esperneia como um bebe pirracento puxando o lenço da minha mão e corre para baixo da cama.

Bufo e saio do quarto.

Teimoso.

—--- Vai sair maninho? ---- questiono sonolenta ao preparar o café e por tudo em uma bandeija para poder levar para o quarto e ninguém na casa liga.

—--- Vou resolver umas coisas. Não volto cedo! ---- ele nem responde direito, me manda um beijinho voador par aque eu não me sinda ignorada e sai porta a fora.

Volto para o quarto e dou a caneca de Gatomon para ela que ainda dormia tranquilamente em sua própria caminha em um canto arejado enquanto que Impmon me olhava cortar um pão ao meio e o entregar metade com aquele olhar desconfiado (estava na cara que se eu não comesse o mesmo que o dele ele não iria comer).

Mas logo ataca como se fosse um Agumon faminto e eu morro de rir.

—--- Do que esta rindo humana? ---- ele já questiona todo enfezadinho e com a boquinha suja.

—--- Hi-ka-ri. ---- me aproximo e limpo sua boquinha. ---- Meu nome é Hikari digimon teimoso.

E assim os dias se vão e ele melhora de suas feridas.

Ninguém em casa notava que tinha um digimon vivendo conosco alem de Gatomon e logo tenho de devolve-lo para seu próprio mundo.

—--- O que foi? ---- quergunto vendo que ele parava a poucos passos a minha frente olhando a floresta e olhando para o portal aonde podia ver minha sala de estar que ele inssistia em mecher e cheretar em tudo ate que o fiz assistir a televisão para que ficasse quieto. ---- Não quer ir? ---- questiono brincalhona ele me encara com raiva. Posso ver seus olhinhos vermelhos tripilarem de emoção e logo ele sai correndo floresta a dentro.

Eu não entendi não hora.

Mas digimons não são assim tão diferentes de nós.

O tempo passou e logo meu irmão e os outros descobriram que estávamos tendo contato com o digimundo e lá veio a maior bronca da minha vida!

Cada um deles nos deu um tipo de bronca diferente.

Izzy falou tanto que ficamos ate zonzos, Joe deu um sermão de deixar qualquer um com dor de cabeça, Mimi já foi o maior chororó deu pena e um nó na garganta e nos sentimos muito mal por ter feito o que fizemos, Sora foi a aque melhor explicou aos novatos o por que da bronca enquanto que Yamato dava o maior medo. Ele ficou analizando cada um dos novatos como se fossem vermes inúteis e parecia querer fazer algo bem ruim com eles.

Já o maninho...

Deu foi risada.

Quis conhecer os digimons deles e ate apresentar os nossos; ver como fazíamos para ir e vir e ver se o Izzumi conseguiria imitar isso para reativar os digivices deles entre outras coisas. Ele parecia era animado com tudo e nesta época foi que me dei conta que o meu “pequeno amor da infância” era apaixonado por ele.

Foi uma barra.

Fiquei triste, desilutida e achando que o mundo tinha brincado comigo. Já imaginou a dor que eu senti? Eu nem sequeir podia ficar brava com o cara por que não era culpa dele eu ter me apaixonado, já que ele nunca fez nda de mais a não ser ser meu amigo. Mas ainda sim doía tudo bem.

Evitei ele por dias.

Ele ate chegou a me perguntar o que tinha feito de errado mas eu só fugia.

Não queria dedurar o seu segredo só por que eu percebi.

Comecei então a me focar em ajudar Yolei com Ken o que parecia estar dando muito certo para os dois e isso me alegrava muito. eu amava bancar a cupido e ver o casal dar certo e crescer, era animador.

Foi quando meu irmão sumil que as coisas ficarma feias.... eu entrei em desespero!
oOoOoOoOo

Já era bem tarde e eu estava ocupada estudando na cozinha já que meu quarto não tinha uma mesa grande o suficiente para por todos os livros e trabalhos.

Eu estava na sala a procurar algo no armário e o maninho chegou apressado ao telefone, me cumprimenta com um beijo na testa como ele sempre fez e logo larga os sapatos pelo caminho como de costume.

Estava tão concentrada nos estudos que só o ouvi dizer que tinha quebrado os fones e por conta disso iria fechar a porta para ouvir musica e não me atrapalhar. Só assinei que sim enquanto lia e ele se trancou.

Fui dormir, acordei e fui à escola.

Quando cheguei em casa depois do curso minha mãe perguntou por ele; achei que estivesse com o Kowshiro e não ligamos. A noite ficamos preocupadas com a hora e ligamos para o amigo dele. Mas ele não estava lá; na verdade, não tinha ido para lá.

Ai ficamos preocupadas e tentamos ligar para ele, mas o telefone deu fora de área.

Na escola afirmaram que ele havia faltado. E então chamamos a policia.

Mas não tínhamos o que dizer ele simplesmente sumiu.

A única coisa que eu sabia é que ele tinha ido apara o quarto e ligado o som; sendo que minha única pista era o telefonema apressado que ele parecia estar tão concentrado.

Deixei meus pais na delegacia e fui para casa, em busca de algo que pudesse ajudar, mas não vi nada de mais em seu quarto.

Ele não poderia ter pulado a janela... Morávamos do quinto andar, e não tinha uma escada de incêndio na sua janela. Mas não desisti e continuai buscando por qualquer coisa, e então achei o celular dele.

Os policiais não me levaram a serio.

Afinal eu não tinha muita coisa

Ele estava sem bateria, completamente descarregado quando achei..

O maninho não desgruda do aparelho. De fato ele já perdeu muitos por levar ate para o banho... não faz sentido este estar jogado de baixo da cama como estava.

Achava que ele deixou para trás como pista, tem algo nele eu tenho certeza. Mas não consigo tirar o bloqueio...
Mas Sora vem e tem uma idéia... Se alguém entendia de aparelhos, e do Taichi este com toda certeza era o Kowshiro seu melhor amigo.

—--- ...e é esta toda a historia. ---- ela termina de repetir meu relato.

Estávamos todos lá no apartamento do nerde sabido, os veteranos e os novos digiescolhidos. Todos preocupados com o líder.

—--- Isso é difícil. Eu não sei qual é a senha dele... ---- ele murmura, para si mesmo enquanto analisava o aparelho. ---- Eu poderia mandar um software para desbloquear, mas isso mataria o que tem aqui dentro. ----- Kowshiro tinha uma estranha mania de falar sozinho enquanto pesava, o que era bom; poderíamos saber o por que dele não estar fazendo nada. ---- Já tentaram tirar o cartão de memória ou ler via cabo certo?

—--- Sim. ---- respondo, enquanto vejo ele ir fazer o que acabara de conferir comigo, demonstrando não confiar em suas capacidades. Sei que ele não fez por mal.

—--- Não tem nada que preste... ---- ele debruça sobre sua mesa desapontado. ---- Seja o que for esta na memória do aparelho... Aaarrrgg ---- ele grita e se descabela caindo para traz com a cadeira. ---- Por que ele tem que ser tão ruim com tecnologia? Este bloqueio virou ninja...

Estávamos todos preocupados e sem a menor idéia do que fazer.

Yamatto é quem pega o telefone na mesa e fica a observar por algum tempo, parecia tentar entrar na mente do maninho e recriar a senha. ---- Ele nunca desiste... ---- ele balbuciei-a de foram vazia e de repente da um esta-lo como se tivesse descoberto. Todos nos aproximamos em silencio. Ninguém queria quebrar sua linha de raciocínio.

Ele passa os dedos sobre a tela de touch, uma, duas, três vezes. Todas erradas. ---- Mas que droga! Unf... ---- ele volta a respirar fundo e se concentra, fecha os olhos e tenta de novo sem olhar.

Acerta.

Era o formato de um sol. Atravessava todas as áreas e formava um sol. O brasão da coragem surge na tela e o aparelho se mostra na tela da câmera. Provavelmente gravou ate entrar na tela de bloqueio ou descarregar.

Engolimos seco e pomos o vídeo para soltar na tela do computador para que todos pudéssemos ver sem dificuldade.

=~^~ ºº~^~=

O vídeo era de difícil entendimento e tivemos de ver varias vezes para conseguir entender tudo o que tinha ocorrido.

Ele inicia do alto e balança muito; muito provável Taichi iniciou a gravar quando viu que não poderia fugir ou vencer.

Estava apontando para o teto, depois parede e não possuía muito sentido.

Posso ver seus cabelos e depois a câmera vira para seu agressor. Um digimon! Grande e largo coberto por bandagens. ---- Mumimon...---- o caçula comenta em murmúrio.

Taichi o chuta e sai do domínio do ser que parecia ter apenas um olho. Mas o digimon se irrita e o derruba.

Assim que cai Taichi arremessa o telefone para baixo da cama a onde é ignorado.

O digimon era mesmo grande e muito mais forte que Taichi. Poderia usar suas habilidades especiais, mas da preferência aos punhos.

Ele o soca e vejo o sangue escorrer de seu rosto, mas ainda lutava, mesmo em grande desvantagem ainda lutava. Depois o bate contra o chão, varias vezes ate que Taichi desacorda e eu vejo mais sangue escorrer, desta vês tingindo o tapete.

Pez mecânicos param de frente a beliche a onde o aparelho repousava e podemos ver que se tratava de Andromon, ele se abaixa e o da um choque para mante-lo vivo.

Taichi grita e desperta e eles o carregam como ele.

Podemos ver um brilho estranho da direção que o computador fica e depois...

Nada.

O vídeo continua lá parado ou alguns segundos apenas com a musica que tocava de fundo.

Ninguém simplesmente ouve nada.

~~ºº~~

Ficamos a ouvir a musica em silencio sem conseguir entender.

O maninho... O líder tinha sido seqüestrado por digimons!?

oOoOoOoOo

Tudo foi uma loucora mas conseguimos resgatar o maninho e traze-lo de volta e logo tudo parecia normal. “Parecia”

Eu ainda não estava bem, eu não sentia que as coisas estavam bem e ninguém me contava o que estava acontescedo ali... Ainda estava de coração partido por TK e preocupada com o que meu iirmao estava se envolvendo e principalmente com o digimundo.

O digimundo.

Meu refugio!

Fui para lá junto de Gatomon para poder distrair um pouco minha mente do turbilhão de emoções mas acabei sendo atacada.

Gatomon logo digivoluiu e tentou me proteger mas eram coisa estranhas e bizarras, não eram digimons! Tinham pessoas fardadas e armadas os controlando e eles queriam muito me capturar e estavam fazendo de tudo para o conseguir.

Mandaram três misses pra cima de Angewomon e ela cail voltando a foram de Nyalomon e sai correndo de lá com ela nos braços.

—--- Volte aqui “criança do pacto”! ---- um deles grita em um mega fone. ---- Você não tem para onde ir. Esta presa em nome dos serviços especiais.

Eu não tinha feito crime algum.

—--- Rendasse agora! Entregue suas armas e se renda neste segundo.

Eles jogam aquelas luzes sobre mim e quase me cegam.

Nyalomon estava desacordada e mesmo que estivesse em sua forma perfeita não podia contra tantas armas.
—--- Vem! ---- como um raio ele me puxa de lá me levando através das pedras por passagens que eu desconhecia.

—--- Impmon! ---- falei tão feliz em ver o cãozinho azulado, que nem notei que ele usava meu lenço no mesmo lugar que eu punha, mas agora ele continuava vermelho.

Ele me guiou ate um lugar seguro e logo paramos de correr.

Ele arfava cansado e eu também;

—--- O que foi aquilo? ---- questiono.

—--- Humanos nojentos. ---- ele sorri de volta.

Agora eu entendia seu ódio pela minha raça. Tinha humanos no digimundo. Não só humanos mais militares que estavam tratando os digimons como armas perigosas!

—--- Entregue as criaturas e se renda! ---- a luz veio do alto.

Era um helicóptero militar enorme que estava com as armas apontadas para nós.

Impmon rosna para ele, tremendo com medo de eles atirarem e eu mal conseguia pensar imagina me mover dali?

Eram aqueles homens maus.

Os homens maus que feriram o maninho e quase mataram todos nós.

—--- Corre daqui humana. ---- ele briga mais uma vez comigo apertando suas luvinhas pronto para brigar.

—--- Impmon não. Você não pode contra um exercito todo! ---- tento detê-lo mas o serzinho era mais teimoso que o meu irmão e corre para a batalha.

Os homens atiram nele.

Eu grito.

Queria poder salvar meu pequeno amiguinho novamente. Mas não era um Meramon furioso era um exercito louco e eu estava sem auxilio.

—--- Venha agora. ---- um homem para a minha frente me apontando uma arma enorme e eu só conseguia chorar.

""Comecei este relato dizendo que eu não era frágil como pensavam de mim mas eu só fiz provar que eles estavam certos."""

—--- I-Impmon... ---- choraminguei ao me levantar o procurando, enquanto apertava a desacordada Nyalomon nos braços. E o homem a minha frente engatilha a arma pronto para atirar a qualquer sinal meu.

Nunca me senti tão desesperada na vida.

—--- I-Impmon... por que você atacaram ele? Por que estão fazendo isso? O que os digimons fizeram pra vocês?

Choraminguei em vão.

Só para provar o quanto eu era frágil e fraca.

Mas logo pude ver uma luz.

Uma luz forte preencher o solo e subir aos céus preenchendo-o por completo.

Era lindo! Um tom negro de anil com roxo e púrpura.

A tonalidade das trevas.

—--- O que é isso?! ---- o homem gritou e apontou para cima e logo todos começaram a atirar em um contorno negro que tomava forma aos poucos. ---- O que é aquilo? ---- ele aponta a arma para mim.

Eu estava travada de medo e não conseguia nem responder.

Posso ver ele aperta o gatilho para me matar.

Ouço o disparo da arma.

Estava travada com os olhos bem abertos, assistindo minha própria morte.

Quando a cabeça dele evapora e eu me vejo em pleno ar nos braços de um ser negro como a noite.

Ele me carregava com um braço enquanto com o outro disparava trovões em forma de canhão e dizimava o exercito. Era muito poderoso.
Suas azas gigantescas não deixavam os ataques nos surtirem efeito, eram como blindagens e ele flutuava no ar.

—--- Eu mandei você correr humana. ---- ele sorri pra mim. Aquele sorriso sarcástico.

Posso ver aquele par de olhos atrevidos por de baixo da mascara.

O mesmo par de olhos vermelhos revoltadinhos que ficavam rosnando para mim.

—--- I-Impmon! ---- gaguejei de alegria e o abracei com todas as forças. E logo pousamos em meio aos destroços. ---- O que é isso...? ---- questiono olhando os corpos amontoados junto dos destroços.

—--- Guerra. ---- ele me responde firme.

oOoOoOoOoOo

Impmon tinha se convertido em Bellzebumon para me proteger e desde então acabávamos nos encontrando, não que isso não ocorrece com o cãozinho anil mas o grandalhão tinha mais dificuldade em ficar me bisbilhotando na encolha então tomou uma postua mais “cara de pal”.

E eu não fazi idéia de seus sentimentos.

Ate o dia em que ele me beijou.

Foi estranho.

Me senti errada por fazer isso com um digimon, depois me senti errada por ter este preconceito e estar o vendo igual aqueles homens horríveis e deixei rolar. Bell era só de outra raça, como um calcaziano e um negro na época da escravidão; éramos diferentes.

O digimundo era um mundo paralelo ao nosso e lá eles eram os humanos.

Enquanto o maninho tinha seus próprios problemas com o amor e o TK se resolvia fui aproveitando meu namoro com o curioso Bell que a cada dia descobria lgo novo para cheretar.

—--- O que esta fazendo? ---- bronqueio questionado ao o ver sair pelo portal que abria em meu computador, ele era poderoso o sulficiente para ir e vir quando quisesse. E eu nem mais estranhava suas capacidades. ---- O que esta fazendo? ---- rio quando ele me pega no cole e se senta na cama todo folgado.

—--- Seu mundo é confotavel. ---- responde se largando na minha cama todo havontade e eu fico a novamente analizar seu fizico.

Já estávamos juntos a um tempinho e ate o momento não passávamos de beijos. Beijos ardentes e maravilhosos mas... beijos e eu tinha vontade de um pouco mais, só que...

—--- O que tanto olha? ---- ele abre um dos olhos e me encara voltando a relachar. Sempre desconfiado... não muda rsrs.

—--- Nada. ---- dou de ombros e saio para busgar algo gostozo para comermos e posso ver que meu irmão estava todo “pintoso” a se arrumar na sala. ---- Vai sair? Volta hoje? Que horas chega? A onde vai quanto tempo vai ficar lá?

Desde que ele sumil o tratamento com ele meio que mudou e ele entende isso.

—--- Um... --- ele para um pouco pra pensar ageiando os cabelos e pega as chaves e o me mostra o celular. ---- Sim vou sair, mas não volto hoje vou voltar amanha e ir direto pra casa do Kowshiro então não me espere. Vou sair com uma garota então o celular vai ficar desligado ate delois né... Vou ficar lá um tempo então não esquenta.

Ele fala rapdo e some.

Ficava sem graça de falar qualquer coisa deste "gênero comigo". Se fosse o papai ele já estava debatendo ate o que planejava fazer com a garota.

Quando a porta bate o Bell sai do quarto todo folgado indo ate a cozinha. Ele não tinha mesmo medo de ser pego por minha mãe, já tínhamos marcado o tempo que ela ficava fora quando ia fazer compras e tudo mais. Então faço uma canequinha com morangos banana e outras frutas cortadas pondo chocolate e outras gordices e nos sentamos na sala para ver TV.

Ele era enorme e muito espaçoso ocupando quase o sofá inteiro então não me preocupo em deitar sobre ele o usando de “mesinha” para por os copos e ir comendo e o dando na boquinha como um casal fofo.

—--- Como fosse é meigo para um digimon vírus sabia. ---- provoco e ele bufa. Odiava quando eu o chamava de viruz mas eu amava irrirtar ele. ---- Ei! ---- dou um pulo do lugar quando sinto as suas garas subirem pelo meu shorte e me apalmarem todinha. ---- Para com isso peste!

—--- Por que? Você gosta. ---- debocha.

Ele tinha razão. Eu gostava.

Então deixo as canecas de lado e o agarro ai um pouquinho; nos beijamos e sinto aquele sabor único me invadir; tudo nele era tão único e perfeito que eu não tenho como explicar. Cada toque era um arrepio bom. Ele era vil e etentava ser delicado comigo, para não me ferir.

—--- Me chama de fofo mas é você quem fica fazendo estes “barulhinhos”. ---- ele comenta entre um beijo e outro e eu travo de vergonha. Jura que eu fazia barulho? ---- Você parece um gatinho... ou um cãozinho. Não sei, só sei que é divertido. ---- suas presas em forma de serra passeia no meu pescoso de modo a fazer cossegas leves e eu só me contorço vento que realmente fazia barulhinhos. Que vergonha!

—--- Isso é coisa de humanos Bell não tem como você saber. ---- bronqueio um pouco mas isso só o faz rir e ele entrelaça os braços por mim me erguendo no colo e me levando ate o quarto (pegando as canecas com a calda). ---- O que esta fazendo Bell?

—--- Você sempre reclama. “mimimi estamos na sala, mimimi alguém pode aparecer, mimim mimi mimi” reclama tanto que logo a Mimi aparece perguntando quem esta chamando ela.

Dou risada.

—--- Será que você consegue ser legal? Uma vezinha só. Vai! ---- dou risada ele fica parado na minha frente depois de me poe sentada na cama e trancar aporta com a calda.
Minha primeira vês tinha sido com Willis um digiescolhido que conhecemos no colorado, eu estava nervosa e não sei por que o achava muito parecido Com TK já que na época ela namorava e não me dava bola me revoltei e fiquei com o outro louro.

Não foi uma coisa legal não.

Não doeu mas eu também não senti nada, e no fim das contas ele se sentil muito mal por tudo e como foi e nunca mais nos falamos. Contei para Yolei que era minha melhor amiga e ela quase morreu de rir ao saber que o loirinho lindo daqueles “perdeua as forças no meio do ato”. Mas também né... coitado. Ser comparado a outro e chamado pelo nome errado deve ser doze pra cavalo.

Fui a pior pessoa do mundo aquele dia, e ainda sai espalhando. Viu como não só uma fada?

Acho que mereci o que me aconteceu.

Mas o Bell... era um digimon, era diferente ele era enorme! Não que fosse gigante como Worgreymon mas era bem intimidador pensar no assunto.

Só que na hora em que estávamos nos beijando... Eu não pensava nisso. Não mesmo! Quem pensa?

—--- Você faz estes barulhinhos por que esta excitada?

—--- Da onde você tirou isso Bell! ---- me assustei mas senti o corpo inteiro pulsar.

—--- Importa?

—--- I-Importa sim! ---- ele me segurava contra a cama e descia o beijo do pescoço pelos meus ceios enquanto apertava meu corpo contra o dele e respirava no meu ouvido de um modo nada inocente.

—--- Por que importa?

—--- P-por que P-po-por queeee sim ué. ---- quem tem argumnto em uma ora destas? Eu queria saber se não foi vendo o meu irmão ou algum filme ilícito ou quem sabe perguntando por ai para alguém que podia nos descobrir, mas eu não consegia perguntar nada. Na hora de falar dava branco. ---- Bell...?

—--- Diz.

—--- Você sabe o que é excitar?

—--- Sei. E também sei o que é sexo.

Que bom!

As roupas dele eram pesadas e eu não fazia aminima idéia de como tirar aquilo tudo ou se aquilo saia mesmo; mas Bell não era santo. Na verdae ele era um demônio né? Belzebulmon...

E eu estava doidinha para ser corrompida.

—--- Ai Bell não rasga as minhas roupas.

—--- Você tem varias, não faz diferença uma a menos.

A cama de ferro com estrados de madeira era relativamente nova e range alto, e eu me alivio por não ter ninguém em casa para nos ouvir. Tentava me focar e lembrar a onde estava Gatomon e Agumon mas não conseguia...

Seus lábios eram frios como se passasse um gelo macio sobre a minha pele em contra posição ao alito quente de uma lareira em brasa. Era como lamber uma pilha, um sabor doce e enigmatico me preenchia como pequenas descargas eletricas; Bell era um ser naturalmente vil, possuía garras ao invés de dedos, mas sempre que estávamos nestes momentos ele tentava não me ferir sendo estranhamente delicado.

Envolvo meus braços sobre seu pescoço e o puxo para mim, e ele faz o mesmo envolvendo minha cintura. Aquilo estava muito bom, ótimo, melhor do que todos os que já tive na vida. Intenso e cheio de vontade com aquele toque especial de proibido.

Seus dentes eram como serras afiadas e pontiagudas que ele usa para partir sem dificuldade as alças da minha blusa e do meu sultien, enquanto rasgava meu shots com as garras que chamava de dedos; me distraindo completamente com sua língua preênsil e longa que fazia loucuras em minha boca ou sobre meus seios já a mostra.

Já deu para notar que eu perco a noção facinho né?

Então... quando dei por mim já estava completamente nua e entregue ao digimon demônio. Tentei retirar aquela pesada jaqueta de couro que ele usava, as calças com varias partes metalizadas, também foram um grande desafio. Ate que ele simplesmente se cansa e se afasta de mim ficando a me olhar de sima como se eu fosse algum tipo de obra de arte a ser admirada.

—--- Que cara é esta Bell? ---- questiono sentindo o corpo pulsar e ficar quente sabendo que estava muito corada.

Mas ele não me responde. Nunca respondia mesmo.

Fica ali parado e logo começa a tira a jaqueta e eu fico só olhando, olhando ele tirar a fina camisa branca que tinha por baixo e depois um a um os cintos; seu corpo era perfeito. Digimons não tinham “gordurinhas”, eles não tinham “peneuzinhos” e também não eram fortes de mais ou aquela coisa assustadora; seus corpos (quando humanoides) eram sempre perfeitos e a faze Kyūkyoku-tai em que ele estava era ezatamente a perfeição.

Aquela pele branquinha meio acinzentada com um tom azulado e os pequenos e quase imperceptíveis detalhes em metal frio... Gosto de imaginar que ele digivoluiu para mim, e por isso era tão...

Ele deixa a calça entre aberta pra me provocar ainda mais curiosidade do que me esperava ali e calmamente retira as luvas e se aproxima novamente ficando quase sobre mim e então só neste segundo retira a mascara.

E me beija.

Sinto firmeza em seu ato nossos corpos se entrelaçavam como se fosse a coisa mais correta do mundo, um encaixe perfeito como se fossem feitos para ficarem assim. E então sinto sua mão sobre a minha, fria por conta das garras metálicas ele me guia ate suas calças me instigando a tira-las eu mesma, enquanto me beijava ardilosamente.

Tiro aquela porcaria e largo longe.

Mas não tinha coragem de olhar para baixo ainda.

Assim como suas asas ele podia fazer a calda e a arma aparecerem e desaparecerem a seu bel prazer e neste segundo ele estava sem a calda, se assustando quando eu “nada delicada” aperto suas nadegas. Mas ele apenas sorri convencido e volta a mordicar levemente o meu pescoço e aquele misto de gelo e fogo me faz estremecer.

Ele era indescritível, inimaginável. Como um vulcão ativo coberto por neve dença; surreal; e eu já estava mais do que preparada quando ele passa os dedos gelados sobre minha cavidade quente e mais uma vês percebo que realmente fazia barulinhos finos e meigos como um filhotinho. Tapo minha boca por causa da vergonha mas ele retira no ato. ---- Gosto dos seus barulhinhos. ---- ele diz em um tom sereno e ao mesmo tempo perverso, voltando a acarinhar as áreas quentes com aqueles dedos gelados.

Senti vontade de me entregar de vez a tudo aquilo nem me importando com mais nada que pudesse acontecer depois e por um ou dois segundos me esqueço completamente do que estava fazendo e com quem estava fazendo pondo minhas pernas entre sua cintura o guiando pelos caminhos que deveria seguir.

E ele vem.

Devagar como se quisesse me torturar aos poucos, me senti sendo invadida como se aquilo fosse minha primeira vez e nesta hora olhei para baixo mas ele me segurou contra a cama com força e eu só pude me render.

Bell não esperou uns segundinhos como um bom rapaz faria nestas horas. Ele nunca foi um bom rapaz em nenhum sentido... Mas eu não estava achando ruim não. Difente na primeira vez que não senti nada desta vez senti ate de mais.

Eu percebia que ele apertava o colchão com força e o rasgava inteirinho com suas garras afiadas enquanto estocava tudo o que conseguia fazer caber ali, e eu só sabia gemer baixinho, tão baixinho que o som quase não saia, pareciam mesmo miados ou ganidos. Mas era bom. Sentia como se estivesse tendo pequenos espasmos a todo momento; a eletricidade percoria meu corpo como rajadas de nuvens horas mais leves horas mais fortes; e eu sabia que aquilo tudo estva vindo dele.

Mas mesmo Bell sendo um tipo viruz de naturalidade cruel e vil ele era meigo comigo, muito carinhoso afetuoso e gentil. Nos beijávamos apaichonados, e apesar de ele não dizer com palavras que me amava eu via em seu olhar. Era como se ele me pedisse “-fica comigo pra sempre?-“ e eu respondia: sim.

Mas não consegui evitar rir quando “no final” as luzes de toda casa simplemsente apagaram.

[---- Hikari, Taichi meus amores! A mamãe voltou! ---- minha mãe chega em casa gritando bem alto e ele se “escafeda” sem dizer mnem um “xaw” então recolhos os farrapos que ele tinha deixado as minhas roupas e jogo tudo em um lixo levando para fora. Claro trocando de roupas para algo levinho. ---- Vocês viram? O quarteirão inteiro apagou do nada. Foi um mega blecaute!

Nossa!

Bell era muito poderoso... Só me surpreendo de não ter acontecido nada comigo.

Minha mãe estava tão distraída que eu pude jogar as roupas fora e virar o colchão rasgado sem que ninguém notasse nada, ate inventei uma bobeira atoa para poder tomar um banho (mesmo sem energia em casa); era estranho mas ele não tinha fluido corporal algum; nem mesmo saliva tinha para melecar, só que mesmo assim não ficava aquela coisa áspera. Como disse antes.... indescritível.

E foi assim...

Éramos namorados e ficávamos juntos sempre que eu podia.
Eu vivia indo ao digimundo mas só “fazíamos” em minha casa e especificamente no meu quarto por que eu morria de medo de alguém descobrir algo. Não éramos santos e nem coelhos...

Só teve uma única vês que foi quando meu pai insistiu que queria nos levar junto em uma viagem, e ele e minha mãe aproveitaram para saírem um pouquinho juntos já que ele estava sempre trabanhando e não podia curtir um dia com a esposa e o maninho simpesmente evaporou como fumaça com uma garota loura e muito animada que depois fui conhecer como sendo Zoe.

Neste dia fizemos a festa no apartamento, mas foi só este dia.

Bell trazia a tona algo em mim que não sabia que podia existir.

E depois de um tempo descobri que estava grávida...

Grávida!

Eu ignorei a idéia no começo. Achava que fosse coisa da minha cabeça; estava tomando pirulas e todos os cuidados normais. Mas vinha a anciã de vomito e meu período desregulou todinho e atrazou muito e ai veio o desespero.

Eu não sabia o que fazer da vida e então contei a TK meu melhor amigo e as coisas se aliviaram na minha cabeça e então pude juntar forças para contar para o Bell.

—--- Grávida?

—--- É... vai me dizer que não sabe o que é? ---- me irrito e ele se cala. Tinha horas que seu semblante era indedutivel.

—--- Digitama ou bebe? ---- ele fraze o senho mas não estava preguntando para mim, estava só perguntando ao vento como se estivesse curioso, então se abaixa e põe as garras sobre minha barriga. ---- É só esfregar ou tem que esperar?

A curiosidade era algo que ele sempre demonstrou, mas eu não posso negar que também não sabia nenhuma destas respostas.

E o tempo foi passanto.

Não conseguia um modo de contar ao meu maninho, ele sempre parecia ocupado ou estressado e eu não via momento de sentar e conversar com ele. Eu sabia que ele iria brigar e ficaria possuído de raiva; poderia ate mesmo agredir Bell. Tive ate um pesadelo com o Uminimon matando Bell!

Mas a barriga começava a crescer.

Eu ensaiava com Yoeli como contar aminha mãe e suas irmãs me ajudavam sem que a mãe delas soubesse, me davam dicas de como esconder a bariga ate conseguir contar e ate me deram esta idéia de fazer de conta que o filho não era meu quando nassesse e sim um irmão e então eu não ficaria mal falada. Mas nada deu certo.

—--- Esta engordando em. ---- meu irmão era distraído mas não desligado. Ele notava minha mudança mas não falava nada. Estava sempre ocupado com alguma coisa que ele não me deixava saber.

Quando eu já estava em frangalhos comecei a contar uma historinha para minha mãe de uma amiga minha que estava grávida e não sabia o que fazer. Que ela tinha medo de ser expulsa de casa entre outras coisas, e minha mãe pareceu muito solidária.

—--- Jovens comentem erros. Já viu seu irmão? ---- espera o que ela quis dizer com isso?

Mas antes que eu pudesse revelar que não tinha amiga nenhuma e era eu... fui seqüestrada.

Sim.

Seqüestrada.

Em plena tarde no meio do verão como se fosse um filme trechi dos anos 90.

Eles me jogaram em um carro e começaram a acelerar no meio transito; me amarraram amordassaram e vendaram e logo eu estava em uma sala estranha com moveis caros e um par de seguranças enormes e um “tio” muito assustador na minha frente. E o pior de tudo! Sem Gatomon.

—--- A onde estão as criaturas? ---- ele me pergunta serio e eu volto a travar de medo me agarrando a poltrona de couro enorme que cabia três de mim. ---- Você anda com duas criaturas que os dados indicaram. Vimos o ser negro que matou todo um exercito a alguns meses. Diga agora aonde eles estão... Se não voce já sabe.

Um segurança me aponta uma arma e eu começo a chorar de imediato.

Eu não tinha o que fazer ali.

—--- G-Gatomon é como um gato. Não mando nela ela faz o que quer; sai e volta não fica sempre comigo. Principalmente na escola. ---- tento conter o pranto para poder falar ajeitando a pequena saia do uniforme. ---- E o Bell... Bellzebumon é só um amigo, ele só me salvou de...

—--- Salvou? ---- ele indaga irritado de apoiando sobre sua mesa de mogno pesada. ---- Vocês são inimigos da nação e do mundo já que se aliaram com o inimigo e...

—--- E o que eles fizeram para serem inimigos? ---- mesmo morrendo de medo eu não consegui evitar proteger meus amigos do coração e meu namorado. ---- É só por que tem uma cara difernete? Digimons são...

—--- Monstros! ---- ele grita e folhas voam de sua mesa se espalahndo pelo chão e logo uma bela e doce secretaria recolhe tudo. Eu não a tinha visto ali ate o momento. ---- Eles não monstros e você esta compactuando com eles. Agora estou te dando uma chance de diminuição de pena.

Pena?

Meu deus! O que estava havendo ali?

—--- Socorro... ---- choramingo baixinho sem saber o que fazer.

Eu não ia falar nada que pudesse ajudar aqueles monstros a matarem ou escravizarem um mundo inteiro como eles estavam planejando. E depois o que fariam? Usar os digimons como arma de guerra? Jamais!

Preferia morrer.

Os seguranças se aproximam de mim segurando meus braços como se eu fosse um brutamontes perigoso e armado de filme de ação e o “tio malvado” vem em minha direção com aquela caranca azeda me fazendo chorar mais ainda.

Contraio o corpo quando ele me encara de cima a baixo, logo levanta minha blusa expondo minha barriga elevada.

—--- Unmh. Interessante. ---- murmura olhando para o meu corpo e eu sinto um frio percorrer minha espinha, os olhos dele eram cruéis e estava nítido de que ele planejava algo muito ruim; me contraio ainda mais e me debato tentando fugir. ---- Levem ela. Vamos fazer alguns exames aqui.

E assim foi.

Nunca imaginei passar por algo tão terrível na minha vida.

Eles me arrastaram gritando pelos corredores e para me fazer ficar quieta (como estava grávida e não podiam fazer nada que pudesse matar o bebe que eles queriam ver) me ameaçaram de me violentar; chegaram ate mesmo a tirar minhas ropas todas e por as mãos ali. Foi horrível!

Me prenderam em uma maquina estranha de ultrassom e fizeram exames, e foi a primeira vez que vi um ultrasson do meu bebe. Parecia um digitama não dava para ver como ele era e logo o “tio malvado” sorriu vitorioso.

—--- Sua vadiazinha.

Foram as ultimas palavras do “tio”.

Por que Bell atravessou pela tela do ultrassom como se fosse um portal e logo me olhou presa e nua na maca e ficou possuído de raiva.

Ele criou suas armas em ambas as mãos e metralhou todos ali enquanto me soltava com a calda e me segurava junto a si.

—--- Você esta bem? ---- ele questiona com um timbre estranho, mas eu não consigo responder.

Ainda tremia de medo; minhas pernas estavam bambas e as lagrimas rolavam sem controle.

Ele se abaixa um pouco e me abraça ali fechando as asas em torno de nós para que eu não visse os corpos despedaçados e me abraça firme ate que eu conseguisse respirar menos descompassado e então me leva embora.

Só ouço que a porta se abria e mais homens armados vinham, só que ate lá já tínhamos atravessado o portal.

Ele me leva ao digimundo a onde Gatomon estava desesperada e vem ate mim correndo. Depois de conseguir se acalmar vendo que eu estava bem e sem ferimentos, ela sai e me traz roupas novas e bonitas, mas Bell faz uma barreira em torno dem mim vendo que eu começava a sentir muita dor.

Eu não entendia...

Não tinha tanto tempo que...

Pus a mão no abdomem e sentia ele dilatar muito rápido e tremer todo. Foi uma dor insuportável e dilacerante que eu não conseguia conter os gritos que deixavam Bell ainda mais nervoso.

Mas logo TK veio e depois dele Sora que me ajudaram e o meu pequeno Kazuo veio ao mundo. Sinto vergonha por ter demorado tanto tempo em nomea-lo... Mas as coisa não foram nada fáceis e ainda não estão.

Meu pai ainda não sabe de nada e minha mãe escondeu do céu e da terra o fato, nem mesmo os ratos e baratas da casa sabem que eu tive um bebe!

Mas o maninho ficou... Ficou foi possuido.

Eu imaginei que ele fosse se infurecer mais nunca que derrubaria Bell no punho.

Mais eu e ele ainda não estamos nada bem.

Amo o meu irmão. Muito! Mas só brigamos desde que Kazuo nasceu.

Notas finais
Se eu atrazar esta é pq estou tentando compensar as outras... q estão paradas a um tempo. Eu NUNCA abandono uma fick! BJs! ..