Hedonismo
26 ... saem...
Notas iniciais
Estava mesmo cansado tinha sido um longo dia e eu podia ver o sol bater firme contra as ondas. O dia já raiava; como pude passar a noite toda assim?
Angemon era um ser pacifico e acabou por preferir ficar a voar pela ilha junto da Zoe que também demonstrava gostar muito de ficar na forma de digimon e voar por ai como uma fada, ao invés de brincar de combate com os demais.
—--- Então não dói? ---- ouço uma voz não reconheço, parecia ser masculina e vir do quarto de Daisuke e logo me encho de ciúmes. ---- Todos falam que dói mas que também é gostoso. Eu não consigo entender isso.
—--- Já ficou com um cara pra saber se é disso que você gosta mesmo?
—--- Claro. E com garotas. Na verdade com a Ruki mas... Acho que não tenho muita preferência não. Mas eu nunca... Você sabe. Com um homem.
—--- O que esta havendo? ---- invado o quarto como se fosse meu, claramente possuído pelo ciúme encontrando aquele tal de Takato na cama do meu namorado.
—--- Ele esta curiosos sobre... sexo com homens. Eu falei que já fiz mas não gostei; você bem que podia contar a sua experiência para ele né? ---- o ruivo fala com tanta naturalidade que não tenho como responder.
—--- Isso seria confuso. Aquele tal de Izumi... o do brasão da sabedoria me disse que uma vez tentou por curiosidade mas que não gostou nadinha e acabou parando no meio e deixando o cara na mão mesmo. ---- ele indaga se lembrando do que Kowshiro o disse, mas apesar de achar que era a cara dele “matar a curiosidade” eu nunca imaginei que chegasse a tanto. ---- Mas ele me falou que realmente não se sente atraído por homens. Mas como todos falam do ponto G masculino ele ficou muito curioso.
—--- Isso é verdade! Ele contou tudo hoje não foi! ---- o ruivo ri sem dó. ---- Acho que ele é mesmo fraco com bebidas! Contou todos os segredos da vida, o Taichi teve de tirar ele de lá. Eu juraria que tinha sido o Taichi quem fez o “experimento” mas o próprio Izumi falou que era um colega da faculdade. A onde você estava nesta hora TK?
Escondido de baixo da cada ouvindo o ménage da Sora...
—--- Ele gritou assim: Doeu muito quando entrou. Achei que fosse como ir no banheiro e dar aquela cagada mas...” Como eu ri! ---- o ruivo chora de rir só lembrando como estava o estado do veterano embriagado.
—--- Isso é verdade! Ai o... Quem foi que falou aquilo mesmo? Que ele tinha que ter dado uma “acostumada”? ---- o outro completa no mesmo tom de risada. ---- Acho que foi aquele louro nervosinho.
—--- O meu irmão? Não creio!
—--- Ele é seu irmão? Nossa. Desculpa mas... Um gato em.
—--- Ele sabe. ---- o ruivo conclui. ---- Dílicia. Fazia fácil.
—--- Daisuke!
—--- Que foi? Você pode babar no Taichi e eu não posso babar no teu irmão? Aquela Sora é um sortuda...
[Tok tok]
Todos param de rir e logo encaram o dono do quarto, para que ele abrisse aporta.
Fiquei envergonhado só de imaginar que uma servente estava ouvindo este assunto.
—--- Oi Hikari entra!
—--- Não posso. Vim buscar o TK. Assunto de veterano. ---- a voz dela sai seria e logo me despeço dos dois partindo. Não tinha mais motivos para ter ciúme de Daisuke. ---- Desculpe atrapalhar, mas Agumon me chamou e...
—--- Tudo bem. Sobre o que é?
—--- Não faço a menor ideia.
Eu não sei dizer se o clima estava tenso ou agradavel, mas Agumon nos guia ate uma pequena cabana no meio de uma trilha que dava acesso a uma das praias a onde os demais pareciam estar no meio de um poderoso debate.
—--- Isso já esta indo longe de mais! ---- o líder grita dando um ponto final e logo todos se calam.
Posso ver que Ken também tinha sido chamado e com isso todos nos olham e nos sentamos.
—--- Izzy... ---- o líder proclama sua ordem após uma bufada de raiva se mantendo em silencio.
—--- O que esta havendo aqui? ---- Hikari questiona a se sentar.
—--- Tentarei ser o mais sucinto possível. Por favor tentem guardar as perguntas para quando eu terminar. ---- logo Izumi da uma pigarriada e começa a falar. ---- O digimundo se trata de um universo paralelo ao nosso que fica dentro de um aglomerado digital que nós chamamos erroneamente de internet. ----- ele da uma pausa como se pensasse como explicar o restante. ---- Mas com o tempo as coisas que “jogamos” na internet tem afetado muito este mundo e para se proteger ele elegeu 9 crianças, 9 signos dos sentimentos humanos para ser mais exato e preferiu crianças compatíveis com este signo e puras, por assim dizer. Puras no significado de seguirem muito este tema sem influencias de fora. ---- logo volta a se calar nos dando um tempo para absorver a tudo. ---- E com isso deu certo. Protegemos o digimundo e fim. Mas não foi bom para nós, quase morremos pelo medo de nosso próprio mundo e com isso o Genai deu um jeito de todos os que acessam a internet esquecerem dos Digimons e assim nos devolver uma vida normal. Entretanto... Foram 8 os digiescolhidos e não os 9 programados. O brasão da bondade ficou perdido por muito tempo ate que Ken pudesse controlar e se controlar. Mas o problema... ---- ele amava dar aquela pausa dramática, recebendo um tapa do líder. ---- É que nem todos os humanos param de mexer com digimons. A organização de Marcus consegue trabalhar em equipe com eles, mas nem todos são assim. E também o digimundo se armou para se proteger. Criou mais digiescolhidos, e mais modos de fazer as uniões. Só que...
—--- É incrível como você fala e fala mas não fala nada. ---- o líder o interrompe ainda a bufar. ---- Tudo esta sendo danificado. E quando se diz tudo é tudo. ---- ele puxa o próprio digivice do bolço como exemplo, sempre foi curto e groso coisa que sempre admirei. ---- Incluindo nossos brações. Esta tendo uma guerra entre os dois mundos e a coisa não ta nada bonita. Claro não tem bombas ou gene morrendo mas... Os efeitos estão catastróficos. São bilhares de dólares sendo deletados e a economia mundial indo para o vinagre, a configuração do digimundo mudando entre outros detalhes bem chatos.
—--- Quando dizemos chatos estamos falando de nós. o efeito nos portadores dos 9 brasões. ---- logo meu irmão se prontifica. ---- Você não se sentiram estranhos? Como se não pudessem controlar suas emoções?
—--- O que quer dizer com isso eu... ---- Ken para pra pensar por alguns segundos apertando o próprio digivice nas mãos. ---- Sim... coisas que se relacionam ao meu brasão. Eu quis... Quis matar a Yolei.
Ele confessa esperando por uma bronca mas o líder apenas se levanta vai ate ele e põe a mão em seu ombro.
—--- Que saco isso em... ---- ele completa ao sorrir. ---- Você é bem controlado, quando "me ataca" não tem jeito. Me bate o maior medo ou fico corajoso de mais e faço merda. ---- e assim ele mostra o braço que parecia cicatrizando de algo. ---- Como fez para controlar isso?
Ken o encara espantado, quase sem reação e logo abaixa a cabeça constrangido.
—--- E-eu só... Sei que é errado pensar estas coisas ruins. Ela não me traiu não fez nada de errado... não é um pertence meu mas... ---- ele se cala apertando as mãos que parecia que iria feri-la. ---- Eu ainda quero. Quero muito machucar os dois.
—--- Taaaa tudo bem... ---- o próprio Kowshiro cantarola meio sem graça com a confissão. ---- Bom eu me precaver então. Caso você não se controle... Mas esta tudo bem, ninguém vai te julgar; a culpa é do problema dos brasões.
—--- Só tente não contaminar ninguém. ---- a espontânea Mimi adiverte saltitante o abraçando, mas ao ver a duvida em nossos rostos ela continua a falar. ---- Eu acabei contagiando muita gente e virei um confessionário de coisas que... ---- ela para e começa a rir descontroladamente. ---- Com toda certeza nunca me contariam! Mas foi divertido... algumas coisas. Outras... Naãaaao.
Que coisa...
Mesmo com tantos problemas eles estavam levando tudo sozinhos.
Claro que deviam ter me contado antes. Meu brasão é o da esperança! Só podia ser isso que fiquei tão depressivo naquela época, e também não consegui esquecer o Taichi, ou... eu não sei mais nada.
Mas eles explicam bem como planejavam resolver todos os problemas fundindo as habilidades de todos os tipos de digiescolhidos para potencializar nossas forças e tirar os humanos de uma vez do digimundo deixando tudo como deveria ser.
—--- Mas que saco... ---- o dragão amarelo resmunga por fim.
—--- Que foi agora Agumon? ---- o líder pontua já esperando uma perola.
—--- Ele só esta chateado por que neste plano inclui deixar tudo como era. ---- é a vez do canino azulado pontuar de maneira descontente.
—--- Idai? Isso não é bom? ---- Joe questiona curioso ao ajeitar seus óculos.
—--- Pra vocês pode ser. Mas da pra deixar esta coisa de se reproduzir com um parceiro? ---- logo a barata termina e involuntariamente todos rimos quando Izumi conclui que não tinha problemas em deixar uma ou outra coisa como estava já que eles tinham gostado.
Acabou sendo uma grande reunião e ate fiquei calado quando Hikari começou a brigar com meu irmão pelas atitudes que ele tinha tomado durante os processos todos. Matar os militares.... Eu sabia. Claro que eu sabia! Ele era o meu irmão e isso foi bem antes da briga toda começar então eu sabia tudo mesmo.
Sim ele matava pessoas. Mas foram os militares... Os mesmos militares cretinos que tentaram nos matar ou pior!
Acredite.
oOoOoOoOo
Voltei para o meu quarto rindo sozinho das brincadeiras que o líder fez com Agumon insinuando que o dragão seria o próximo papai da lista se continuasse como estava, Mimi ficava muito sem graça em saber que sua parceira estava tão avançada com o namorado; mas tudo não saiu de piadas e gozações. Já que que a própria Palmon só faltou se enterrar na areia para fugir do assunto.
Nunca imaginei que uma conversa tão seria poderia ser tão divertida e engraçada. De fato com um líder como este não tinha como ser diferente.
Mas quando chego pronto para dormir...
—--- Daisuke? Takato o que fazem aqui?
—--- Fala você... --- o ruivo volta a mexer o digivice como se este fosse um gameboy.
—--- Errr... é que é muito embaraçoso mas. Seu namorado e eu estávamos conversando sobre... sexo e. Tem uma pessoa de que gosto muito mas... Eu não sei se daria certo ficar com ele se eu não gostar de... Como foi o caso do portador do brasão da sabedoria.
—--- E o que eu tenho haver com isso? Daisuke! Você não ta me pedindo permissão para... ---- fiquei furioso claro.
—--- Claro que não. Só que eu me toquei de uma coisa. Você nuca comeu ninguém né? Como eu não gosto... Pensei em você fazer isso com ele. ---- ele sorri de um modo travesso e eu quase tenho um infarto. ---- É claro só se eu puder assistir.
Pervertido de uma figa!
Depravado!
Sem vergonha!
Cachorro!
Como ele ousa armar uma coisa destas pra mim?
Pior que eu também não to valendo nada.
Fiquei interessado.
—--- Deixa os “estressadinhos” pra lá. E ai? Topa? ---- ele volta a questionar como se me oferecesse algo trivial. Como podia ser tão cara de pal assim?
Mas sem querer me calo, eu não fazia a menor idéia de que cara eu estava mas a expressão deles não era nada boa. Não vou negar que estava com vontade, e o Daisuke tinha feito o favor de me provocar durante toda a viagem.
E eu também não tinha nada de santo né.
Apenas me viro e procuro os preservativos ou vindo um ou dois gritos de vitória. Rio. Eles eram mesmo empolgados.
—--- Você tem plena certeza disso Daisuke? ---- confiro mais uma vez ainda de costas me virando com o envelope ainda fechado e me deparando com uma cena de dar água na boca. ---- D-da-DaiSuke... O que pensa que esta fazendo sua peste.
Para alguém puro e inocente ele só estava ajudando o Takero a se despir, mas como minha mente não era nada inocente vi algo mais; afinal ambos já estava “animados” com a idéia, e “prontinhos” para o que iria acontecer ali.
—--- Só estou dando uma mãozinha. ---- o ruivo usa de um tom mega malicioso enquanto deslizava a camisa de Takato lentamente, mostrando aquele pele de pêssego rosada e macia de um anjinho intocado. ---- Você quer ficar olhando um pouco? ---- convida ainda mais malicioso, descendo as mãos pelos shorts de banho do rapaz que permissivo se mantinha imóvel a não ser que fosse para facilitar ser despido por Daisuke.
—--- Assuma que você quer se divertir a três. ---- bronqueio com a voz falha o que atrapalha muito na entonação e o faz rir.
—--- Só depois... Se ele agüentar e você deixar ou...
Já sei ele “me queria” mas antes queria ver algo diferente.
Este ruivo pervertido de uma figa.
Amo ele.
Me aproximo somente quanto Takato esta completamente despido; seu corpinho fino livre de músculos se assemelhava a de uma menina, se não fosse pela falta de umas coisas e o acréscimo de outras.
—--- Pode vir sem medo. Ele quer lembra? ---- o ruivo para atrás dele abraçando seu pescoço o deixando ainda mais corado, logo segurando suas pernas de modo a deixar tudo que eu quisesse ver “bem” a vista.
O menor apenas cobre o rosto em resposta a vergonha que sentia, permitindo que o ruivo deixasse seu corpo todo a mostra. Me aproximo lentamente, pegando a sacola que Daisuke havia comprado na “lojinha do Shopping” retirando de dentro dela um óleo lubrificante; não iria ser rude com o garoto na sua primeira vez.
Deposito o óleo nos dois dedos e passo a onde deveria, ele estremece com o contato. Nervoso? Vergonha? Medo?
Agora não dava pra voltar atrás não.
Ele deita sobe a cama ainda a tapar o rosto enquanto Daísuke mantinha suas pernas firmemente abertas para mim como se me dissesse a todo momento – vai, come.- Pus a primeira falange e ele não reagiu muito, então terminei de introduzir o indicador ai sim ele reagiu, remexeu o corpo como se quisesse se livrar das mãos firmes de Daisuke.
Agora não dava pra voltar atrás não.
Percebendo o nervosismo da “nossa vitima” o ruivo sorri ardilosamente para mim e aponta para o frasco com o olhar.
Me afasto e ele libera o menor para que ele pudesse se mover livremente, mas este apenas se senta e fica me vendo despir-me peça por peça. Posso ver Daisuke lamber os lábios assim que pego o frasco, pondo um pouco do olho sobre “mim” mesmo.
—--- Como você prefere Takato? De costas ou de frente? ---- ele era mesmo desbocado nestas horas, perdia completamente o filtro quando ficava excitado.
—--- D-de d-de dd d d defrente. ---- a gagueira do menor era tanta que quase não entendo.
Só posso ver quando o ruivo o força a deitar sobre a cama novamente, ele espera eu me aproximar para ver se o próprio Takato se oferecia mas ele mantem as perninhas bem fechadas e fica me olhando com aquela carinha de medo.
Agora não dava pra voltar atrás não.
Sem muita paciência o ruivo volta a “me servir” o bolo dele como se estivesse em uma bandeja de prata, e esse mais uma vez cobre o rosto envergonhado. Ponho apenas um dedo em seu orifício brincando ate que sinto que podia por os dois dedos; ele grita abafado pelas mãos.
Podia ver no rosto de Daisuke que o safado estava quase explodindo.
Pus apenas a cabeça e parei sentido aquela pele macia de pêssego roçar em minhas coxas, aquele perfume doce quase beirando o infantil; estava nervoso. Legalmente, esta seria minha primeira vez, por assim dizer.
Me lembrava bem como a minha “primeira vez” tinha sido dolorida (mas eu não era o Taichi), entretanto também tinha sido muito prazerosa (mas novamente eu não era o Taichi).
Agora não dava pra voltar atrás não.
Estava sim muito nervoso, mas fui em frente e invadi o Takato sem piedade ele estremeceu mas cedeu; fui tentando imitar as coisas que gostava que fizessem comigo. A coisa foi esquentando e eu só conseguia me concentrar naquele brilho nefasto nos olhos de Daisuke, sabia que ia sobrar pra mim; e no fundo estava me inspirando nisso.
—--- Pega leve Takeru ele é novato nisso. ---- o ruivo brinca ao larga-lo me puxando para um beijo cálido e forrado de desejo.
Fazer aquilo com o Takato estava divertido, mas não se comparava as provocações maldosas de Daisuke; na verdade tudo o que estávamos fazendo não passava de mais uma provocação deste ruivo pecaminoso.
Eu vou pro inferno.
Mas vou feliz.
O safado ia me ensinando, me mostrando o que fazer e como fazer; como ler as reações de Takato e saber se estava gostando ou se eu o estava machucando.
—--- Ai, ai, ai. ---- ele geme baixinho quase chegando a seu limite, eu encaro Daisuke como se oferecesse trocarmos de lugar. Mas ele apenas faz que não com a cabeça e volta a beijar meu pescoço.
Posso ver claramente que Takato ficava assistindo quando nos beijávamos.
Este daí também não prestava meio centavo.
Mas como disse, eu vou pro inferno mesmo.
Fico castigando o corpinho miúdo de Takato enquanto o pervertido do Daisuke se despia lentamente na minha frente; aquele corpo malhado de exercício que ele adorava fazer...
Rapidinho termino como Takato, que já estava “pedindo a toalha”, e é a minha vez de me divertir um pouco.
O ruivo me puxa para si e eu já o agarro roubando um beijo e toda sua atenção. Ele estava que era pura luxuria e era todinho meu; sabia que iria acordar no dia seguinte descadeirado mas no momento eu não estava lingando muito pra este fato.
Me pegou forte contra a parede (já que a cama ainda estava ocupada com um dolorido Takato) derrubamos o que estava sobre uma cômoda e pude me apoiar ali para poder receber o que me era devido.
—--- Como vocês são violentos um com o outro. É sempre assim? ---- a voz fadigada de Takato é completamente ignorada, estávamos ocupados com outra coisa.
A cômoda pesada nem se movia do lugar, não importava o quanto ele fosse bruto, mas pra variar eu começava a perder as forças nas pernas e escorregar do lugar o que fazia com que as coisas se desencaixarem.
Isso era uma coisa chata pra ele, mas pra mim dava um tempo para poder “respirar”; o engraçado é que não me lembrava de ter feito nada de errado para estar sendo castigado ali. Idai? O castigo estava divertido.
Sem muita paciência ele pega uma de minhas coxas pondo minha perna sobre a mobília, erguendo meu quadril em sua direção. Pronto! Já estava servido.
Ai.
A onde tinha uma daquelas bandeirinhas brancas de desistir?
—--- Takero. Você se lembra de quando estávamos transando outro dia e você disse que no começo se decepcionou por eu não ser como o Taichi já que estava comigo por que eu lembrava ele. Ai depois pediu mil desculpas e falou que eu podia “me vingar” um dia. Bem... ta na hora.
Engoli seco.
Ele me ajeitou de modo vantajoso para ele e foi ate sua sacolinha, não me deixou olhar o que estava pegando ali e eu já começava a rezar e temer por minha... “vida”.
—--- Poe isso. ---- abro os olhos em meio as minhas preces e vejo um tipo de mordaça, daquelas que mantinha a boca da pessoa aberta para que ela babasse. Obedeço e logo o sinto voltar pra dentro de mim. ---- Já esta com a carne amaciada? Que bom pra você. ---- o tom sai ardiloso enquanto ele se divertia ali atrás.
Por causa das desencaixadas ele não tinha chego a seu ápice, e estava se aproveitando muito deste fato. E quando eu finalmente achei que ele fosse terminar ele retira e fica a segurar minas nádegas bem afastadas como se quisesse achar a minha alma por este ângulo nada digno.
—--- O-o que esta fasendo ai?
—--- Vendo uma coisa.
Disso eu sei.
Esta procurando o que? Meu coração? Para com isso!
E assim na verdadeira maldade, ele encaixa um daqueles brinquedinhos ali. Não daqueles de borracha como encontrei no banheiro da casa do meu irmão, mas daqueles enormes que pareciam ter vida própria, se mexiam giravam e tudo mais.
—--- Daisuke. ---- tento gritar mas a voz sai pra dentro, e o pior de tudo é que eu sabia que o Takato estava sentadinho logo ali apreciando a toda cena.
Como este tipo de coisa mexia comigo.
Por que este tipo de coisa mexia tanto comigo?
Terminando de por ele se afasta. ---- Agora senta na mobília de deixa ajudar.
Ta loco?
O encaro tremulo no lugar, sem o mínimo de força nas pernas. ---- Daisuke não seja ridículo, vai me machucar se eu fizer isso.
—--- Não vai não. Calculei bem. ---- falo o cara que reprovou em matemática.
Mas eu estava mesmo merecendo um belo castigo pelo que tinha dito, foi no calor do momento mas mesmo assim foi brecha e ele sempre foi o namorado dos sonhos. Não custava nada me rebaixar um pouquinho as suas vontades para mostrar meu arrependimento.
Com dificuldade sentei sobe a mobília e... $%&*@ Já sabia como a pedra a onde a escalibur foi fincada se sentia!
Não sei se eu gritei, se pulei ou sei lá. Só sei que estava travado no lugar com aquela coisa enorme ligada lá no fundo de você sabe onde.
—--- Acha que seu castigo acaba ai? Você me magoou muito e não só uma vez! Vai pagar por todas elas; depois viramos a pagina e ficamos quites. ---- ele me puxa da mobília me jogando sobre a cama; minhas pernas formigavam.
E assim que me viro para olha-lo ele aponta seu falo para mim, era obvio o que ele queria que eu fizesse. Então faço horas.
Abri minha boca e deixei minha língua tomar conta de mim.
Ofegante por motivos óbvios eu “o” abri deixando a cabecinha rosada exposta me convidar gentilmente. Minha língua rodopiou por toda glande, engolia o líquido que ele soltava devagar enquanto o mesmo gemia meu nome, mas não havia terminado ainda.
Como havíamos retornado a cama é logico que o menor se vê convidado a se juntar a nós e logo Daisuke o pede em alto e bom tom para que ele usasse o brinquedo que já estava enfincado no ponto certo. E... Admito que fica difícil raciocinar ali. Eu só conseguia me concentrar em uma parte especifica do meu corpo, e nem podia me defender.
O objeto ali dava sensações um pouco diferentes de um membro de verdade, e a soma do som do motor mais os comentários de Takato e as "dicas" do ruivo... err bem. Já falei que não ia pro céu?
Mas cá entre nós.
Ninguém é de aço e uma hora ele cansa.
Penas que as pilhas eram de longa duração.
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