Dentro da van branca, uma música um tanto quanto envolvente e em um tom mais sexy se reproduzia. Janelas abertas, cigarros para todos os lados... Amber e seu antigo colega de classe ao qual este não se recordara dela, Karl, agarravam-se nos beijos e amassos. Se o garoto ao menos soubesse oque o esperava...

– Que tal vermos oquê temos aqui?– Disse o menino animado, já retirando a regata azul-marinho que Amber usava.

Um sorriso malicioso surgia no rosto da menina cada vez que beijava Karl. A princípio, era um bom projeto humano. Jogador de futebol americano, como aqueles meninos populares de filmes que sempre pegam as líderes de torcida metidas á besta. Olhos claros, cabelos curtos e escuros... Mas ela iria se vingar, de um jeito, ou de outro.

Os dois bancos da frente ocupavam os corpos dos dois supostamente ''apaixonados''. No banco traseiro, havia uma foice, como aquelas que agricultores usam para cortar a soja que já não lhe pertence mais.

Voltando ao assunto, oquê Karl não faria por prazer, não? Era isso que se passava na mente de Amber. Bom, oque já não importa mais. Dentro de poucos minutos o rapaz estaria morto e seria mais um que ela teria tirado do mapa com suas próprias mãos, de acordo com o plano.

Com o decorrer do tempo, as coisas começavam á esquentar. Aquela melação toda já estava cansativa, ela queria fazer o trabalho logo.

– Você acha que...– Pausou ela ao abrir o zíper do jeans que o menino usava. — ...poderemos marcar um segundo encontro?– Cochichou no ouvido do jovem, que surpreendeu-se mas gostou pois sua expressão agora já estava mais animada.

– Mas é claro que sim, porquê não poderíamos?– Falou ao levar suas mãos em direção aos peitos da menina que estavam cobertos por um sutiã.

– Ah, é que... — Curvou-se para o lado, esticando sua mão até o banco traseiro discretamente, afim de pegar sua foice para fazer exageros. — Amanhã você já não estará mais aqui.– Disse em um tom triste, enganando-o.

O menino arregalou os olhos, e confuso, perguntou:

– O quê quer dizer?– Neste exato momento, a grande foice já permanece visível nas mãos de Amber, que com rapidez e força rasga todo o peito do rapaz, até seus órgãos serem vistos.

– Bem, querido... Estará morto!– Falou para o cadáver com um sorriso um tanto quanto forçado. A expressão ao qual o homem transmitia era de pavor, uma cena muito forte para qualquer outra pessoa com estômago frágil.

Ao ver o estado de seu sutiã que de preto, passou á ser vermelho, rapidamente vestiu sua regata e abriu a porta do carro. Deu meia volta e arrastou o corpo até a floresta que se encontrava próxima ali. A imagem era perfeita! Seu antigo coleguinha que tanto á humilhou agora, com órgãos e tripas á mostra. Aquilo siginificava prazer para Amber. Apos o feito, a menina soltou uma piscadela para o cadáver e seguiu novamente para o carro, onde a grande mancha de sangue que no banco ao lado estava não lhe incomodava nem um pouco.

O amor é lindo, não concordam?

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Notas finais
Desculpem a demora, blé.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.