Heart Of Stone
13 Chapter Twelve
Notas iniciais
POV Rebekah
Terminei de me vestir, coloquei um vestido florido tomara-que-caia, prendi meu cabelo em um rabo de cavalo alto, passei uma maquiagem básica e coloquei uma sapatilha, resolvi passar um tempo sozinha no parque já que as coisas em casa só tendiam a piorar, Klaus estava chato pra caralho, e não acredito que ele falou que ele não era pra eu nunca mais atingir a Elena, tudo por causa de uma quedinha pela Caroline, aquela loira sem graça.
Cheguei no parque e comprei um sanduíche natural e fiquei sentada sentindo a brisa forte f ria do outono, estava perdida em meus pensamentos quando ouço a voz da pessoa mais escrota e insignificante desse mundo, Elena Gilbert. Levanto-me para ir embora.
– O ar aqui começou a ficar sufocado – digo passando por ela que estava acompanhada da amiguinha Bonnie Bennett.
– Não começou não, você que o poluiu e nem percebeu porque é burra – Elena faz um sorrisinho debochado – Assim que chegou aqui sufocou o ar natural.
– Vá se foder – eu grito começando a perder a paciência.
– Não estou afim, Damon não poderá fazer isso agora, é uma pena porque ele é ótimo de cama – ela faz novamente aquele sorrisinho cínico e esnobe, Bonnie segura um risinho. Ela vai passar e “sem querer” derrama o seu suco de uva no meu vestido. – Ops, me desculpe Rebekinha, não vi você.
– Sua filha de uma puta – grito e saio dali com um ótimo mortal daquela desgraçada, chego toda apressada pra trocar a porra do vestido e esbarro em Kol.
– Seu humor e sua cara estão ótimas irmãzinha – ele diz com aquele tom de deboche que eu detesto.
– Não começa seu imbecil – digo já estressada com tudo, Kol só veio para piorar.
– Por que já está assim logo na manhã ensolarada? – ele diz, o desgraçado estava segurando o riso.
– Nada como acordar e dar de cara com a pessoa que eu mais detesto nesse mundo – faço uma careta de nojo.
– Sério isso? – Kol revira os olhos. – Não entendo esse ódio infantil pela Elena, ela é uma pessoa super legal, amável e muito mais gostosa que você – ele praticamente joga na minha cara – O que adianta você ser bonita por fora sendo que é horrorosa por dentro, irmã você só tende piorar – eu já não agüentava mais ele.
– Saia da minha frente – eu grito até minhas cordas vocais arderem – Vai atrás da sua Eleninha – eu subo para o quarto, tenho que planejar algo para acabar com a Elena de uma vez por todas, mas alguma luz me diz que um certo plano que planejarei irá dar certo. Que venha a festa de amanhã.
POV Elena
Já estava completamente enojada de ter que acabar com o fim da minha manhã dando logo de cara com Rebekah, assim que terminei de acompanhar Bonnie em sua casa, resolvi passar no Mystic Grill, Damon já deveria estar saindo do seu turno do trabalho, já que ele hoje só trabalhava de manhã, cheguei até lá e avistei meu moreno deixando o uniforme na dispensa do escritório e despedindo-se de Matt, assim que me vê, ele sorri e vem andando na minha direção.
– Oi princesa – ele me dá um selinho rapidamente – O que faz aqui?
– O que você acha?– rio e lhe dou um beijo envolvente e demorado, ele abre um sorriso torto durante o beijo – Tenho que aproveitar o meu início de tarde com você, minha antiga amiga Anna chega de volta após passar 5 anos em Nova York e vamos fazer um programa de garotas. – sorrio – Acho que você também deveria sair para relaxar, chame o Stefan, ou até o Matt, ou o seu chefe que é seu amigo, Alaric não é?
– Sim – ele ri – É realmente eu estou precisando. – ele me dá mais um selinho e nós sairmos indo para o seu apartamento, ele abre a porta do carro e eu entro, ele dirige normalmente, até que nós chegamos lá, entramos no elevador, assim que ele fecha ele me imprensa perante ao espelho e me beija fogosamente. Sinto sua língua invadir a minha boca, nossas línguas se encontram e se entrelaçam em perfeita sintonia, a porta do elevador abre, nós paramos para respirar enquanto ele abre a porta do seu apartamento, logo que a fecha ele me pega pela cintura e me beija com volúpia, sua mão passa por todo o meu corpo, co mm uma mão agarro os seus cabelos negros e a outra passo por todo o seu peitoral, ele me pega no colo apertando minhas coxas com força, ele me leva até seu quarto e me joga na cama, logo depois fica por cima.
– Vou te fazer completamente minha – ele sussurra sedutoramente.
– Então faça senhor Salvatore- sussurro e puxo de volta para mais um beijo ardente.
Damon distribui beijos pelo meu queixo e vai descendo pelo meu pescoço onde dá um chupão com tanta força que com certeza deixará marcado no dia interior, suas mãos descem pelos botões da minha blusa, ele vai abrindo aos poucos até tirar completamente, sua mão aperta meu seios por cima do sutiã, sua mão continua descendo para minha calça, ele a tira rapidamente junto com a calcinha, sua mão passa pela minha intimidade e dá uma leve apertada ali, gemo baixo.
– Tão deliciosa – ele sussurra no meu ouvido, mordiscando o lóbulo da minha orelha, seus lábios descem pela minha barriga a beijando e a chupando, sua outra mão abre o fecho do meu sutiã, ele dá um beijo nos meus seios enquanto sua mão aperta de leve meus seios, gemo mais alto dessa vez.
– Damon – eu sussurro – Me toque.
– Com todo prazer. – ele sorri malicioso, seus dedos vão delicadamente na minha intimidade, um deles toca meu clitóris, eu sinto um arrepio perante todo meu corpo, ele começa os movimentos primeiramente com leveza e aos poucos vai aumentando os movimentos, eu praticamente rebolo em seus dedos, os movimentos se tornam mais fortes até que finalmente chego ao orgasmo, Damon sobe beijando desde a minha intimidade até meu lábios.
Eu troco de posição ficando por cima, eu vou tirando as roupas dele peça por peça, até ter a imagem maravilhosa dele nu, eu beijo seu pescoço enquanto passo a mão pelo seu peitoral, massageio seu membro levemente soltando um gemido prazeroso de seus lábios, chupo seus lábios até que ele novamente fica por cima, ele pega uma camisinha na gaveta e a coloca, ele passa a mão apertando novamente o meu corpo com luxúria, ele começa a me penetrar devagar com seu membro rijo, aos poucos ele vai aumentando os movimentos, eu arranho as suas costas até deixar bem marcado, ele vai cada vez com mais força, seu orgasmo chega enquanto eu apenas sinto o ápice e o fogo me consumindo, ele continua as investidas até que finalmente o orgasmo chega, Damon cai em cima de mim, ambos estamos exaustos.
( . . . )
Estava deitada sobre o peitoral de Damon, nada me fazia mais feliz do que cada momento que passamos nesses meses que já nos conhecemos, ninguém nunca havia me feito tão feliz quanto Damon me faz, ele é a melhor parte de mim.
– Vou tomar um banho – sussurro pra ele, ele assente e dá um beijo na minha testa, eu levanto e pego uma muda de roupa que ficava mesmo por lá por casos de necessidade, entro em seu banheiro e ligo o chuveiro, a água quente cai sobre meu corpo nu, lembro de todo o momento, dos toques de Damon, de seus beijos pelo meu corpo, ele era uma droga pra mim, eu sendo uma drogada por ele estava completamente viciada, termino o banho algum tempo depois, me seco e coloco a roupa que separara e penteio meus cabelos, os seco até ficarem do jeito que queria, volto até Damon e ele já está vestido e perfeito como sempre.
– Vou te levar até o shopping – Damon termina de se vestir.
– Okay – eu sorrio. Ele me acompanha até o shopping, eu olho o relógio e já eram seis e meia da noite.
– Boa noite pra você amor – Damon beija minha testa – E aproveite – ele ri.
– Pra você também – ele vai saindo mas eu o chamo – Ah, não esquece de chamar alguém pra beber com você – eu o lembro.
– Pode deixar – ele ri e pega o seu carro e parte, meus olhos o acompanham até ele sumir completamente de vista. Resolvo esperar do lado de fora, acendo um cigarro para esquentar um pouco, fico ali alguns minutos esperando e avisto uma certa loira com alguém que já não via há um tempo, jogo o cigarro fora e eu vou até elas.
– Anna! – eu a abraço com força. – Meu Deus que saudades.
–Eu também Leninha, muitas saudades – Anna sorri.
– Ah não – Care ri – Assim eu fico com ciúmes.
– Ai meu Deus – eu rio e nós a abraçamos e logo Bonnie chega para se juntar a nós.
– Bon! – Caroline a puxa para um abraço em grupo.
– Achei que iam me excluir — Bonnie ri.
– Nunca – Care ri. – Antes de entrarmos, como foi sua tarde com Damon?
– Não é da sua conta – eu mostro a língua num ato muito infantil.
– Isso explica o seu roxo gigante – Bonnie aponta para meu pescoço rindo. Porra Damon.
– Vão se foder vão – eu rio. Assim a gente entra dentro do shopping e vamos para o cinema, depois de muita discussão sobre que filme íamos ver, eu queria ver filme de terror, Anna queria ver filme de ficção científica, Bonnie um filme de comédia e Caroline aqueles filmes melosos cheios de frescura. Nós resolvemos ir na sorte e pela minha desgraça Caroline acabou ganhando. O que eu fiz pra merecer isso? Sinceramente eu não sei. Entramos na sessão logo depois de comprarmos o refrigerante e a pipoca, Caroline cheia de merda, comprou um suco natural de abacate e um sanduíche natural. O filme começara, nem prestava muito atenção, estava mais preocupada com a minha manteiga de amendoim que estava um delícia, no final do filme Caroline já estava em prantos, ninguém merece, esse filmes são tudo o mesmo clichê de sempre, só a senhorita Forbes pra gostar disso.
O filme finalmente acabara para minha felicidade, nós resolvemos dar uma andada pelo shopping, Anna e Caroline com sua mania de compulsão por compras. Nesse aspecto eu e Bonnie tínhamos mais coisas em comum, nós não ligávamos para essas frescuras e futilidades, o tempo passara quando nós já estávamos andando havia meia hora.
– Vamos embora? – eu falo já completamente desanimada, meus pés já estavam cansados.
– Ah – Caroline reclama – Está bem, mas vocês irão dormir lá em casa, vou ligar para a minha mãe vir nos buscar.
– Okay – eu digo. Nós vamos para a frente do shopping, ainda tinha movimento no shopping, afinal ainda era um pouco mais de onze e meia da noite, resolvo acender um cigarro.
– Ainda fumando? – Anna me pergunta.
– Claro – eu rio e ela ri junto. Bonnie me pede um cigarro e dou para ela fumar também. Um tempo depois quando se aproximava de meia noite, avistamos a mãe de Caroline chegando, nós entramos no carro e vamos para casa dela, entramos lá e literalmente Caroline havia preparado uma festa do pijama.
– Caroline – Liz a chama – Vou ter que ficar de plantão no trabalho até as oito e meia da manhã, tudo bem vocês ficarem sozinhas?
– Tudo tranqüilo – Care sorri.
– Okay – ela a abraça- Se cuidem meninas – Liz se despede, nós acenamos e ela se vai.
– Agora que a festa começa galera – Caroline ri alto.
– O que você aprontou? – Bonnie ri, Caroline vai no freezer e traz um balde de vodkas.
– Depois eu sou a desviada – rio e pego um garrafa de vodka. Assim cada uma pega uma, Caroline põe musica e nós fazemos nossa noite.
( . . . )
Acordamos umas onze horas no domingo, claro que acordamos de ressaca, mas Caroline assegurou de jogar tudo fora antes que Liz visse. Assim cada uma foi para sua casa, entro em casa e Meredith está apenas arrumando a casa quieta, ela acena a cabeça levemente e eu retribuo sem vontade.
Chego no meu quarto e percebo que tinha esquecido meu celular em cima da minha cabeceira, o pego e vejo algumas mensagens, uma do meu pai dizendo que ia ficar até mais tarde no trabalho, uma das meninas avisando sobre a festa da escola marcada no Mystic Grill, uma de ninguém menos que minha irmã gêmea, Katherine, já havia um tempo que nós não nos falávamos já que ela tinha ido para um internato na Inglaterra, ela não queria uma vida pacata como a de Mystic Falls e assim ela foi morar lá com uma tia nossa, ela mandara uma mensagem dizendo que assim que acabasse o ano letivo ela iria retornar para os EUA, para fazer as aplicações para as faculdades, Katherine era parecida comigo em questão de responsabilidade com os estudos mas a diferença era que digamos, ela era mais compreensível e sensata, mas eu a amava mesmo sendo o oposto de mim em personalidade. De repente a campainha toca e resolvo descer já que Meredith estava limpando os fundos da casa, abro a porta e dou de cara com uma mulher estranha, ela era aparentemente jovem, parecendo ter um pouco menos de quarenta anos.
– Quem é você? – eu pergunto;
– Elena – ela sorri. Como ela me conhecia? Isso estava muito estranho.
– Sou Isobel, sua mãe. – ela responde tranqüila e eu fico paralisada sem saber o que pensar ou agir.
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