Notas iniciais
Bom, aqui estou eu com mais um capitulo novinho, espero que gostem, e não esqueçam de darem uma olhada na nossa nova fic, então sem mais delongas, espero que gostem.

POV Damon

Acordo com alguns raios solares passando pela fresta da cortina, abri meus olhos lentamente sentindo uma dor de cabeça horrível, estava de ressaca, odiava aquilo.

Olhei para o meu lado direito e vi o braço de uma mulher loira me agarrando, percebi que era Rebekah, e então me recordei do que havia acontecido na noite passada.

Não, não podia ser, não com ela. Minha consciência gritava comigo. O que foi que eu fiz?

– Rebekah acorda. – Eu falo grosseiramente, tirando seu braço de cima de mim e levantando da cama.

– Bom dia bebê. – Ela fala manhosa.

– Rebekah, vai embora.

– Mas Damon... – Eu a interrompo.

– AGORA. – Grito e ela se assusta. – Some da minha vida Rebekah.

– Você ainda vai se arrepender por isso. – Ela levanta, se veste rapidamente e vai embora.

Sinto minha cabeça latejar, me sento na cama com a cabeça entre as mãos, processando tudo o que tinha acontecido. Fico um bom tempo ali, até que resolvo levantar e tomar um remédio.

Tomo banho um banho quente e relaxo um pouco, apesar de que, tudo que me vinha à mente era Elena, e como ela estaria depois de tudo o que aconteceu, eu deveria ter a ouvido.

Assim que saio, vejo que estava quase na hora do meu turno no Grill, me visto, saio de casa e vou andando até lá.

Logo que chego, vejo Matt limpando algumas mesas e assim que me vê ele vem me cumprimentar.

– E ai cara. – Ele sorri e eu apenas assinto. – Ta tudo bem?

– Não. – Eu admito e ele franze o cenho.

– O que houve? – Ele pergunta e eu explico tudo que havia acontecido desde que sai do Grill ontem à noite depois da longa bebedeira, e o como eu me sentia arrependido e culpado.

– Damon você não tem culpa, só bebeu demais e acabou passando dos limites, o que você deveria fazer agora é ir atrás da Elena e tentar pedir perdão. – Ele diz após eu desabafar tudo com ele.

– Não vai adiantar, ela deve estar me odiando agora, ainda mais se descobrir que eu transei com a Rebekah, eu me odeio pelo o que fiz.

– Não custa tentar, ela vai te odiar mais se você omitir isso dela.

– É. – Por mais que eu quisesse falar com Elena, acho que não seria uma boa idéia agora, o melhor seria dar espaço para ela até tudo se acalmar.

– Bom, vou nessa, tenho que terminar de atender as mesas. – Matt me da um tapinha nas costas e sai.

Resolvi parar de pensar um pouco nisso e fui limpar algumas mesas, assim que acabei ajudei Matt a servir algumas mesas, e assim passou o meu dia, foi cansativo, mas não pude parar de pensar em Elena, ainda tinha minhas duvidas quanto as fotos, elas pareciam verdadeiras, e só de pensar nisso me doía

Assim que meu turno acabou, eu voltei andando para casa, tomei um banho, coloquei minha roupa de dormir, me joguei na cama e cai em sono profundo.

1 MÊS DEPOIS...

Havia se passado um mês depois de que tudo aconteceu, eu ainda continuava sem falar com Elena, ainda falava com Caroline, Stefan e os outros, mas não era a mesma coisa de antes, preferia ficar quieto no meu canto na maioria das vezes, ia para escola estudar e quase não interagia com ninguém, foi melhor assim, afinal, toda vez que começavam um assunto sempre terminavam da mesma maneira, a suposta traição de Elena.

Acordo com o barulho do despertador, levanto, faço minha higiene matinal, me arrumo, tomo café da manhã e vou andando apressadamente até a escola.

Estava andando até a sala, e assim que entro esbarro em alguém fazendo todos seus livros caírem no chão.

– Me desc... – Assim que a pessoa se vira, eu vejo que é Elena, fico sem reação e faço um gesto como se me oferecesse para ajudar.

– Não precisa. – Ela fala fria, pega seus livros e sai de perto de mim sentando próxima a seus amigos. Vou até a minha carteira ainda meio abalado e me sento um pouco afastado de todos.

(...)

A manhã passou lentamente, fiz todos meus deveres e estudei para uma próxima prova. Na hora do intervalo soube por fofocas aleatórias da briga que Rebekah e Elena tiveram no refeitório, espero que esteja tudo bem.

Assim que acaba a aula, vou direto pro Grill, logo que chego vejo Ric bebendo no lugar de sempre, vou até ele e o cumprimento, nós ficamos conversando por um tempo, até que eu começo a fazer meu serviço.

Alaric tem sido um bom amigo para mim nesse ultimo mês, ele foi quem me impediu de entrar em uma fossa depois de tudo que aconteceu, eu sentia falta de Elena mais do que tudo, mas não poderia ignorar o fato dela poder realmente ter me traído.

Estava servindo algumas bebidas no bar, até que vejo uma figura loira vindo em minha direção, Rebekah, era tudo que me faltava.

– Oi amorzinho. – Ela sorri.

– Achei que tivesse mandado você sumir da minha vida Rebekah.

– Ah, mas eu senti saudades. – Ela faz bico e eu reviro meus olhos.

– Vai embora daqui.

– Eu quero uma bebida.

– Certo, vou pedir para outra pessoa te servir. – Eu saio, peço para algum funcionário ir atende-lá e vou limpar algumas mesas afastadas dali.

(...)

Meu dia passa normalmente sem mais visitas indesejadas de Rebekah, quando vejo que dá a minha hora de ir embora, eu termino de arrumar o que estava fazendo e vou direto para casa, faço o que tinha que fazer e termino dormindo pesadamente.

ALGUNS DIAS DEPOIS...

Estávamos nas férias de inverno, e eu consegui passar sem dificuldades. Hoje era ano novo e eu aceitei cobrir o turno de Matt no Grill para que ele pudesse ficar com os amigos dele. Eu havia passado o natal com Ric bebendo no Grill, não poderia ter sido melhor. O meu presente? Uma bela ressaca.

Como só trabalharia à tarde, aproveitei para ir ao banco tratar de alguns assuntos pendentes sobre a herança de minha avó.

Passei uma boa parte da manhã assinando alguns papéis com o auxilio de Enzo, assim que acabamos me despedi dele e fui embora.

Fui andando em direção ao Grill, estava tão frio que quando eu respirava chegava a sair um vapor pela boca. Lembrei da primeira vez que tive contato com Elena , a noite estava quase tão fria como agora.

‘‘- Você está bem? – Perguntei a garota que estava encolhida no chão, a ajudei a levantar e limpei suas lágrimas.
– Agora estou, obrigada. – Ela respondeu docemente.
– Qual seu nome? – Perguntei.
– Elena Gilbert ,e o seu estranho misterioso? – Ri com seu jeito de falar.
– Damon Salvatore. – respondi. ’’

Balancei a cabeça tentando espantar esses pensamentos.

Senti meu celular vibrando no bolso da calça e o peguei, vi escrito ‘‘Stefan’’ no retrovisor e logo atendi.

–E ai, cara.

–Damon. – Ele respondeu com a voz desesperada. – Elena foi atropelada.

Senti o ar falhar em meus pulmões. A última coisa que me percebi fazendo foi pegar um táxi indo direto ao hospital central da cidade.

Notas finais
Então é isso, espero que tenham gostado, deixem reviews, amo vocês.