Notas iniciais
Amores, aqui estou eu postando mais um capitulo, eu ja voltei de viagem fui só para passar o natal mesmo, amanha terá Liwwb e Nltl (que postarei todo dia porque está quase na reta final já que é short fi) Enfim é so isso nos vemos lá em baixo.

– Sou Isobel, sua mãe. – ela responde tranqüila e eu fico paralisada sem saber o que pensar ou agir. Eu fico um tempo sem saber o que falar até eu raciocino e falo.

– Pouco me importa – eu bufo.

– Eu sou sua mãe me trate com respeito – ela me puxa pelo braço enquanto eu ia sair.

– Te tratar com respeito? – eu rio sem humor – Como vou tratar alguém que me abandonou quando eu era um bebê para fugir com um maconheiro e deixou meu pai sozinho para cuidar de mim e nunca quis me procurar, me pede pra tratar com respeito, pelo amor de Deus, arranje outra historinha, mas eu estou muito bem sendo órfã, afinal eu ainda continuo porque a minha mãe morreu quando eu nasci – jogo tudo na cara dela, só porque ela veio aqui se achando a boa samaritana, ela acha que eu vou correr aos braços da mãezinha querida, eu quero mais é que ela exploda.

– Tanto faz, mas de qualquer jeito eu continuo sendo a que trouxe você e a sua irmã ao mundo e acho que você já deve saber do seu outro irmão desaparecido – ela dá de ombros.

– O quê? Que você foi uma vagabunda que não poderia ter um terceiro? Disso eu já sei, o que vai falar? Que o matou? – eu pergunto ironicamente.

– Eu não sou um monstro, eu vim dizer que ele está mais perto do que você pensa – Isobel diz.

– O melhor para ele é nunca saber da sua existência, porque você é um lixo – eu a olho com nojo, eu estava quase perdendo a cabeça com ela.

– Então por que você não vai falar com Jeremy você mesma? – ela me pergunta e eu fico completamente confusa, Jeremy? Ele era meu colega de turma e nós éramos próximos.

– Jeremy? – eu pergunto.

– Eu sei que você o conhece – ela sorri. – E o último aviso, eu vou na justiça contra John e tomar a sua guarda e de Katherine e trazê-la da Inglaterra.

– SAI DAQUI, SAI CARALHO – eu expulso ela fechando a porta na cara dela e fico um tempo refletindo tudo sozinha e só vejo Meredith limpar a sala em silêncio, eu fico olhando para o nada por longos minutos, me levanto e olho no olho mágico e não vejo ninguém, saio porque teria que me encontrar com Damon, pego meu carro e dirijo rapidamente ao Mystic Grill. Estaciono o carro de qualquer jeito e vou indo em direção à Damon que já está sentado a minha espera, me sento me jogando na cadeira.

– Está tudo bem? – ele pergunta preocupado.

– Não está nada bem – eu coloco as mãos no rosto em forma de nervosismo.

– O que houve?- ele pega na minha mão com a intenção de acalmar.

– Lembra que eu te falei que minha mãe havia desaparecido do mapa? – eu pergunto.

– Sim – ele me responde.

– Então minha mãe retornou do inferno – eu suspiro – Ela quer tomar a minha guarda do meu pai e trazer Katherine da Inglaterra.

– Ela não tem essa direito – ele responde parecendo estar indignado.

– Eu sei, o pior não é isso – eu olho em seus olhos azuis.

– O que é? – ele me pergunta.

– Ela disse que também veio atrás do nosso irmão desaparecido e ela já sabe quem é e ela me contou – eu colo as minhas mãos sobre a dele.

– Quem? – ele me pergunta.

– Jeremy. – eu sussurro e ele parece estar chocado.

– Jeremy? O que estuda conosco? – ele pergunta aparentemente confuso.

– Sim – eu suspiro – Eu preciso de distração, bom eu vou ter que ir adiantar com algumas coisas, te vejo na festa? – pergunto me lembrando da festa da escola hoje a noite.

– Sim – ele me dá um beijo rápido e eu me levanto para sair.

– Até a noite – eu sorrio para ele e saio do Grill, pego meu carro e dirijo de volta para casa, lembro-me que hoje John voltaria de viagem e eu teria que contar tudo sobre a vaca da Isobel, estaciono o carro e vejo o carro do meu pai na frente, entro que nem uma louca dentro de casa e ele está colocando as malas na sala para Meredith pegar. – PAAI – eu pulo nele e o abraço.

– Princesinha – ele beija minha cabeça, FALA SÉRIO porque ele me chama assim.

– Eu preciso falar com você – eu falo.

– O que aconteceu? – ele pergunta preocupado.

– Isobel retornou, ela veio aqui – eu respondo para ele, ele parecia ter entrado em estado de choque, ele ficou pálido e eu me assusto sacudindo-o – PAAAI. – ele finalmente reage.

– O que ela quer? –ele pergunta completamente irritado.

– Ela voltou dizendo que quer tomar a minha guarda e de Katherine e trazê-la da Inglaterra – eu respondo.

– Mas não vai mesmo – ele diz praticamente cuspindo as palavras.

– E tem mais – eu digo.

– O quê?

– Ela já sabe quem é meu irmão desaparecido, ele é Jeremy que mora na rua de trás, acho que você o conhece – eu digo e o olhar dele está vago.

– Bom, eu fiz essa viagem para investigar mais, eu ia ter essa conversa com você ainda hoje, Jeremy é realmente o seu irmão. – ele me responde.

– Ah meu Deus – eu sento no sofá – Como quer que eu chegue para alguém que eu convivo desde criança que sempre foi próximo a mim na escola?

– Eu confio em você, agora saia daqui, vai tomar um ar puro, chame alguma amiga para sair, eu preciso desafiar Isobel – ele beija meu rosto.

– Obrigada pai. – eu sorrio fraco, ele assente e eu saio de casa. De repente, sinto meu celular vibrar no bolso, eu o pego e o abro e está uma mensagem de Damon.

D: Amor, eu sinto muito mas terei que ficar de plantão até mais tarde no trabalho cumprindo o outro turno, eu sinto muito, mas não deixe de ir vá com Caroline e os outros.

Ótimo, só para meu dia melhorar Damon não poderá comparecer a festa, respondo ele e vou andando pela cidade, sento na praça e vejo as crianças brincando e sorrio fraco, pensei em ligar para Caroline mas ela deveria estar escolhendo qual roupa ir desde que acordou, coloco o fone e escuto música e fecho os meus olhos, até que sinto alguém sentar ao meu lado e vejo que é Jeremy, me sinto nervosa.

– Elena – ele sorri e me abraça.

– Jeremy – eu correspondo o abraço.

– O que faz aqui? – ele pergunta.

– Refletir, tem muitas coisas acontecendo – eu suspiro.

– Quer desabafar? – ele me pergunta.

– Eu tenho mesmo que falar com você – eu suspiro.

– O que houve? – ele pergunta preocupado.

– Eu vou explicar tudo – eu me viro e olho para ele, e começo a história do início ao fim, conto desde que Isobel me abandonou, como fui criada com Katherine até citar a história do irmão desaparecido.

– Eu sinto muito – ele diz – Mas você sabe quem é esse irmão? – mal sabe que é você.

– Jer – eu pego no braço dele – Você sabe que você é de família adotada e nunca conheceu sua origem verdadeira e eu você já me disse que queria saber, eu fiquei sabendo recentemente dessa história se eu soubesse antes teria me antecipado.

– Aonde você quer chegar? – ele fica confuso.

– Meu pai investigou a fundo e eu acabei descobrindo – eu suspiro – Jeremy você é meu irmão – eu digo.

– O quê? – ele fica incrédulo.

– Eu sei que você deve estar estranhando, eu também estou completamente confusa – eu sussurro.

– Bom, eu não sei se me acostumarei com isso, mas não poderia ter alguém melhor para ser minha irmã – ele sorri pra mim e eu fico aliviada, ele me abraça bem apertado e eu correspondo. Nós ficamos um grande intervalo de tempo conversando, até que dá a hora e nós temos que nos arrumar para a festa. – Até a festa – ele beija meu rosto.

– Até – eu sorrio e volto para casa, meu pai estava no escritório e Meredith já tinha ido embora, pois teria que cuidar do marido que estava doente, eu subo para tomar um banho quente, entro na banheira e relaxo, acabo o banho e vou fazer as necessidades, penteio meus cabelos , pego meu babyliss e enrolo meus cabelos em cachos, passo uma maquiagem pesada, destaco meus olhos de preto, passo um batom rosa claro para não ficar tão forte, pego o vestido preto e o coloco, ponho a meia-calça de renda, um salto de spikes preto e uma jaqueta de couro, abro minha bolsa pequena e acendo um cigarro, desço para a sala e fumo o meu cigarro normalmente até que a campainha toca, dou a última tragada e o jogo no cristal, abro a porta e estão Stefan, Bonnie, Jeremy e Kol, eu sorrio.

– Onde está a Caroline? – pergunto.

– Vamos passar lá agora – Bonnie diz sorrindo.

– Vamos – Kol me puxa.

– PAI ESTOU SAINDO TCHAU – grito e acho que ele ouviu, fecho e tranco a porta e vamos todos no carro de Stefan, dirigimos até a casa da Barbie, eu e Bon vamos lá chamá-la enquanto os meninos esperavam no carro. Toco a campainha e ela abre de pijama.

– Oi – ela sorri, percebo que ela está meio pálida.

– C, esqueceu que temos a festa hoje? – eu pergunto.

– Não – ela ri fraca – Me desculpe, eu não tive tempo de avisar, mas eu acabei passando mal o dia todo e estou com febre.

– Ai meu Deus – eu abraço ela – Vai ficar tudo bem?

– Vou sim. – ela sorri.

– Se quiser eu fico aqui com você – eu falo.

– Não precisa, vá, dance e aproveite – Care sorri.

– Por você sua abusada – eu rio e dou um abraço nela e ela abraça Bonnie, a gente se despede volta pro carro.

– Cadê ela? – Stefan pergunta preocupado, já tava na cara que ele estava apaixonado por ela.

– Ela está doente, mas insistiu para a gente ir – eu entro no carro com Bonnie.

– Ela vai ficar bem? – Jeremy pergunta.

– Vai sim – Bonnie sorri pra ele e ele corresponde. O que está acontecendo com esse povo que vive flertando com o outro mas não dão iniciativa?

– Vamos então – Stefan diz e dá partida no carro, logo estamos indo em direção á festa, chegamos lá rapidamente e já está movimentado e as pessoas já estão fumando e bebendo lá dentro, vamos para uma mesa e já pedimos uma rodada de bebida.

– Stefan – eu vou até ele sussurando.

– O quê? – ele pergunta.

– Você está gostando da Caroline? – eu pergunto.

– Eu acho que sim – ele olha pro nada envergonhado.

– Eu sabia – eu rio – Por que você não fala para ela?

– Bom, eu não sei se ela gosta de mim – ele diz sem graça e isso só me faz rir mais.

– Eu tenho quase certeza que ela gosta e saiba que vocês dois tem a minha aprovação. – eu pisco e ele sorri, volto para meu lugar e vejo Bonnie e Jeremy aos beijos pra lá de quentes num canto, fico feliz por eles, Bonnie é uma das minhas amigas mais antigas e Jeremy cabei por descobrir ser meu irmão, olho para o lado e vejo Kol já se esfregando com uma ruiva. – Bom vou pegar uma bebida – eu me levanto.

– Okay – ele diz e eu me dirijo até o bar, peço uma bebida e vou ao banheiro retocar a maquiagem, termino de me ajeitar e vou para lá onde já se encontra o meu whisky, tive a leve impressão de que alguém havia saído dali, ignoro esse mal pressentimento e entorno o copo de uma vez, aos poucos vou me sentindo tonta e a tontura só vai aumentando até que vejo tudo ficar preto e só me sinto apagar e cair em direção ao chão, porém sinto alguém segurar meu braço e é ai que tudo fica escuro.

( . . . )

Acordo com uma dor de cabeça horrível, tudo em meu corpo dói, não me lembro de absolutamente nada, ainda vejo tudo rodando, abro totalmente os olhos e vejo que estou num lugar que não faço ideia, pelo que eu supunha ali era a dispensa do lugar eu estava enrolada no lençol e estava apenas de roupas íntimas, olho para o lado e está um homem enrolado no lençol. MEU DEUS, ONDE ESTOU, QUEM É ESSE HOMEM E O QUE FOI QUE EU FIZ? Eu levanto e coloco as minhas roupas e termino de me arrumar, me sinto completamente envergonhada, como eu não me lembro de nada? Eu nem tinha bebido mais que dois copos, vou saindo e esbarro em ninguém menos que Rebekah Vadia Mikaelson.

– Saindo tão cedo queridinha? – ela pergunta dando um sorriso maligno.

– O que você quer? Não estou com paciência para aturar você – eu bufo e só de olhar para cara dela já fico enojada.

– Não quer nem saber o que você estava fazendo ali? – no momento que ela disse isso a ficha caiu, claro que isso só podia ser obra daquela demônia.

– O que você fez? – eu pergunto a olhando com ódio.

– Bom muita coisa – ela ri debochada – Primeiro eu dei um bom dinheiro para o Grill para aumentar o plantão de Damon, me certifiquei de trocar a carne da mãe de Caroline no supermercado para ela passar mal, o resto eu sabia que ia cada um para um canto na festa e então nem me atrevi a fazer nada, já aqui me aproveitei que a burra foi no banheiro deixando o cara colocando sua bebida sem você estar ali e coloquei um boa-noite-Cinderela e assim você se apagou, e esse cara que estava ao seu lado foi pago por mim para se aproveitar que você estava apagada e tirar sua roupa e insinuar sexo para eu poder tirar umas fotos maravilhosas – ela sorri maligna.

– SUA VAGABUNDA, FILHA DE UMA PUTA, EU TE ODEIO DEMAIS – eu perco o controle e dou um tapa com tanta força que ela cai no chão, eu me aproveito e dou-lhe uma sessão de socos e tapas até que o nariz dela começa a sangrar – EU VOU ACABAR COM VOCÊ – jogo ela no chão e a deixo ali ferida, saio dali e volto para a área da festa e encontro Stefan.

– Elena aonde você se meteu? – ele me pergunta preocupado e eu abraço ele com muita força, sinto ele estranhar.

– Eu estou bem — eu minto – Me leva pra casa por favor – eu imploro – Eu bebi demais e estou com uma dor de cabeça terrível – eu minto novamente e ele parece acreditar, agradeço mentalmente.

– Okay, vamos – ele me puxa em direção ao carro dele, entro no carona e ele dirige em direção a minha casa, sinto algumas lágrimas teimosas caírem, minha vida estava ferrada, se aquela maldita mostrar para o Damon, que provas vou ter para provar a verdade? Eu senti um frio percorrer por toda a minha espinha. – Chegamos – Stefan diz e eu limpo as lagrimas rapidamente para que ele não veja, abraço ele com força.

– Obrigada – agradeço ele e ele sorri me dando um beijo na testa, saio dali, abro a casa, tranco e vou correndo para o meu quarto, agradeço por meu pai estar dormindo, fecho a porta e me jogo na cama chorando horrores, deixei todas as minhas emoções se soltarem, minha maquiagem deveria estar toda borrada. Eu precisava falar com alguém e não tinha ninguém melhor que Caroline Forbes, pego meu celular e ligo para ela, minhas mãos tremiam, o telefone chama e é atendido algum tempo depois.

– Alô? — Caroline atende.

– Care meu Deus obrigada – eu começo a chorar novamente.

– Elena? – ela usa o seu tom preocupado. – O que aconteceu?

– Eu não deveria ter ido, aconteceu tudo de ruim – eu choro cada vez mais.

– Você está me deixando nervosa Elena, o que houve? – ela me pergunta preocupada, eu me acalmo e explico para ela todos os detalhes que Rebekah me dissera, meu ódio e nervosismo eram perceptíveis. – Filha da puta – para Caroline dizer palavrão era difícil, então isso significava que ela estava realmente puta pra caralho. – Amanhã assim que acabar a aula, tomarei minhas iniciativas contra essa piranha.

– Se ela tiver forças, depois da boa bofetada que dei nela, é capaz dela nem conseguir levantar sozinha – eu digo e Caroline ri fraco.

– Bom, Damon vai acreditar em você vamos ter fé, Okay? – ela diz carinhosamente.

– Está tudo bem , vou tirar a maquiagem e ir dormir. – respondo me levantando da cama.

– Okay E – ela diz – Boa noite e amanhã tudo dará certo.

– Assim espero – respiro fundo – Boa noite, te amo e obrigada.

– Amigas são pra isso, eu também te amo – ela desliga e eu sorrio fraca, vou para o banheiro e tiro toda a maquiagem que estava borrada demais, penteio os meus cabelos e coloco o meu pijama me jogo na cama e fico tentando pegar no sono o que seria quase impossível.

( . . .)

O dia amanhece, sinto a claridade aparecer pela janela, me levanto e olho que estou um pouco atrasada, vou para o banheiro fazer minha higiene matinal, passo uma maquiagem básica para tampar as olheiras, coloco uma calça rasgada, uma blusa do Iron Maiden e o meu típico all star, pego a minha mochila e desço as escadas e dou de cara com meu pai.

– Vai tomar o café? – ele me pergunta.

– Não dá, estou atrasada até mais – eu saio batendo a porta e pego meu carro correndo apressada, dirijo até o colégio e os pátios estão vazios, MERDA o sinal já tinha batido, corro pelos corredores e vou até a minha sala e entro e está na aula do professor Maxfield.

– Senhorita Gilbert? – ele olha pra mim.

– Me desculpe, eu me atrasei, posso entrar? – eu pergunto.

– Entre, ainda ia começar a aula – ele assente para eu entrar, vejo que só tinha um lugar vazio na última cadeira, me jogo lá e fico tentando prestar atenção na aula até que meus olhos se dirigem a Damon na primeira cadeira, o medo percorreu novamente, mas tentei relaxar. As três primeiras aulas passaram rapidamente, eu fui no banheiro antes do sinal do intervalo bater pra fazer hora, não queria ter que encarar Damon agora, olhava pela frestinha e a área estava limpa, andei até o refeitório e vejo Rebekah com um olho roxo e feridas no nariz colocando um pen-drive no telão. FODEU.

– Quero apresentar isso a todos, aconteceu na festa de ontem a noite, muitos de vocês ficarão chocados – ela aperta o controle e não demora para fotos minhas e do cara aparecerem, a desgraçada tirou de modo que parecesse que eu não estava dormindo, me deu vontade de subir na cadeira e arrancar fio por fio daquele cabelo oxigenado, todos olhavam chocados e os olhares viraram para mim, eu não sabia onde meter a cara, não dava nem pouco tempo e Damon vinha até a mim, com um olhar triste.

– Elena você me traiu – as lágrimas escorrem pelos olhos dele – Como pode?

– Damon – eu fico desesperada – Isso não é verdade, armaram pra mim eu jamais faria isso com você – eu choro sem parar.

– Não importa, aquilo já prova tudo, eu estou terminando com você e não se atreva a me procurar nunca mais – ele me olha com desprezo e sai, eu sinto meu mundo desabar e choro cada vez mais, sinto Caroline me abraçar a última coisa que vejo antes de sair dali é Rebekah com um sorrisinho irônico, essa vagabunda ainda vai me pagar caro, eu juro por tudo que é mais sagrado.

Notas finais
Então, espero que gostem e continuem com os reviews maravilhosos, obrigada. Küsse