Heart Of Stone
9 Chapter Eight
Notas iniciais
" Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. "
POV ELENA
O dia amanheceu normalmente como de costume, Caroline como sempre não consegui ficar um segundo sem calar a porra da boca e eu coloquei o fone em baixo do cabelo botando-o no ultimo volume " My Medicine — The Pretty Reckless " e a ignorei completamente. Estava tão distraída com a música e não percebi que Caroline arrancou os fones do meu ouvido, assim que percebi gritei com ela.
– POR QUE VOCÊ FEZ ISSO PORRA? — eu falo com a cara emburrada.
– PORQUE A SENHORITA NÃO ESTAVA DANDO A MÍNIMA PARA O QUE EU FALO. — ela faz bico.
– ACONTECE QUE VOCÊ NÃO CONSEGUE DEIXAR A PORRA DA SUA BOCA CALADA NEM UM MINUTO CARALHO. — percebi logo depois que falei com muita grosseria e que Caroline era a pessoa mais sensível para lidar e já estava fazendo cara de choro, então resolvi me desculpar, o que não era muito comum eu fazer. — Me desculpa. — falo me aproximando dela mais ela me ignora. — Foi mal Car, eu estava nervosa, me perdoa vai, por favor. — ela continuou me ignorando, já falei que a minha amiga é irritante?. — Ok eu aceito fazer compras no shopping com você. — assim que falei a palavra shopping a mudança de humor da criatura foi rápida.
– Eleninha, já disse que você é a melhor amiga do mundo? — que interesseira meu Deus, ri da cara dela.
– Que interesseira. — eu falo e ela me dá um tapa de leve no braço e subimos para se arrumar. Caroline me encheu para vestir uma roupa que particularmente não tinha nada a ver comigo, mesmo depois de tanto ela insistir eu aceitei apenas os sapatos, mais vesti a roupa do meu jeito. Caroline como sempre estava toda delicadinha como se qualquer toque que alguém desse, ela fosse desabar no chão, mais ela estava bem arrumada, até demais para um shopping.
– Elena, não acha que é preto demais não? — Caroline perguntou pra mim olhando para a minha roupa.
– Pra mim está perfeito. — ela deu de ombros e entramos no carro dela e fomos para o Shopping, era impressionante que Caroline nem piscava quando olhava as roupas, ficamos um tempo infinito andando pelo shopping e comprando roupas, sapatos, maquiagens, eu comprei só algumas roupas, mais o que mais comprei foi livros, comprei 10 livros para ler quando tiver tempo.
Como já estávamos há quase um século naquele inferno, resolvemos lanchar porque nosso estômago estava roncando, Caroline com suas frescuras de comer apenas comida saudável, comprou comida japonesa e um suco de morango natural, eu fui no Burger King e comprei um cheeseburger com bacon e uma coca-cola. Sentei na mesa onde Car já estava me esperando.
– Você tem noção de quantas calorias tem no seu lanche? — Caroline me perguntou com olhar de reprovação.
– Sim e eu estou pouco me fodendo, eu não vou morrer porque estou comendo uma merdinha de gordura, deixa de ser paranoica Caroline. — eu falo enquanto pego um pouco da batata.
– Não precisa falar assim sua grossa. — ela faz bico.
– Foda-se.- ela revira os olhos e continuamos comendo quando sinto alguém pulando em mim e quase caio da cadeira. — QUEM FOI O FILHO DA PUTA QUE FEZ ISSO? — olho para trás e vejo Stefan com cara de culpa.– SEU ANIMAL QUASE ME MATOU. — dou um soco no braço dele.
– Que exagerada.- ele se junta a nós e eu fico com cara de cú.
– Vamos dar mais uma voltinha? — Caroline pergunta tentando fazer cara de bebê.
– NÃO, CHEGA DE SHOPPING POR HOJE. — eu bufo irritada e Stefan de repente começa a me cutucar sem parar. — SERÁ QUE DEU PRA TODO MUNDO ACABAR COM A PORRA DA PACIÊNCIA QUE EU NÃO TENHO? — eles começam a rir da minha cara. — Ah quer saber, vão tomar no cú.
Depois de vários "por favores" de Caroline, resolvemos andar no Shopping, Stefan ficou responsável por carregar as sacolas, estávamos numa loja de jóias quando esbarro na última pessoa que queria ver na minha vida.
– Meu dia estava bom demais pra ser verdade. — A voz fina e irritante de Rebekah quase esmagou meus ouvidos, ela estava com uma roupa super vulgar e estava acompanhada da sua bichinha de estimação Vicki Donovan, a vadia que fez o Tyler terminar com a Caroline pra transar com ela, eles foram pegos na festa de fim de ano pela própria Caroline que ficou em depressão por dois longos meses.
– Caroline, você está escutando um zumbido muito irritante? — ela concordou com a cabeça. — Vamos embora que aqui começou a feder.
– Escuta aqui sua vaca, aquela linda surra que você levou é apenas o começo. — ela diz se sentindo vitoriosa.
– Você acha que eu tenho medo de você? — falo irônica. — Você é tão covarde que esperou eu estar distraída pra me bater, você não é forte o bastante para me enfrentar. — ela ficou vermelha de ódio, eu ri da cara dela, com certeza ela estava se segurando para não me bater.
– E aí Caroline, o Tyler tem ligado pra você ultimamente? — dessa vez foi Vicki que zombou de Caroline, só escutei a risada de pata da Rebekah, sem pensar Caroline deu um soco muito forte na cara de Vicki que caiu no chão de tão forte que foi o tapa.
Rebekah lascou um tapa no meu rosto, não aguentei e revidei com uma força maior, já estávamos no chão uma puxando um cabelo da outra, com unhadas e sessões de tapas, Stefan tento nos separar mais acabou levando uma cotovelada de Caroline e caiu de cara no chão, só paramos quando Stefan nos tirou com nada menos que a ajuda de Klaus, levantamos com ódio e vimos que a polícia já estava ali e fomos levadas para a delegacia.
Fomos interrogadas por uma hora, pra minha sorte, a xerife era a mãe de Caroline, Liz Forbes, ela disse que ia ter uma conversa com o meu pai assim que ele chegasse da viagem, eu concordei, ela due um sermão longo na filha e chamou os pais de Rebekah, Esther e Mikael que olharam pra mim com nojo, bando de filhos da puta, parece que só a prostituta da filha deles é a que fala a verdade, fico me perguntando como o Kol pode ser dessa família, ele é o único que presta, Klaus também não vale nada, apesar que sua irmãzinha cachorra ainda chega a ser pior. Mikael pagou a fiança e sua filha foi liberada junto com Vicki. Stefan nos levou no carro de Caroline e nó agradecemos, ele disse que iria a pé mesmo. Dormi cansada e peguei logo no sono.
Hoje estava fazendo exatamente duas semanas que eu e Damon começamos a namorar, Caroline me perguntou se nós já tivemos relações sexuais.
– Claro que não. — eu disse enquanto deixava ela em casa, Damon já chegaria na minha casa em breve, olhei que já era oito horas.
– Já ta na hora.
– Caroline, você só pensa em sexo? — ela bufa e me abraça e volta pra casa, amiga perturbada eu ganho nessa categoria em ter uma. Cheguei em casa e vi Damon não porta me esperando.
– Oi amor. — ele me dá um selinho.
– O jantar já está prontinho. — entramos de mãos dadas e eu sirvo o jantar, fiz um macarrão de molho branco e servi vinho tinto na taça de cristal, jantamos normalmente e fomos pro meu quarto, Damon beijou meus lábios com volúpia e nos beijamos fogosamente, eu já esperava pelo o que ia acontecer, eu não era virgem, perdi minha virgindade no inicio do ano passado com Stefan, o beijo se tornou mais caloroso e foi se intensificando cada vez mais, ele tirou meu vestido delicadamente e beijou o meu pescoço lascando lambidas e chupadas, eu precisa dele, desesperadamente tirei a sua camisa e joguei em qualquer canto do meu quarto, ele me deitou na cama e ficou por cima de mim, desabotoou meu sutiã e avançou para os meus seios, deu chupadas enquanto acariciava o outro, um gemido baixo escapou dos meu lábios Antes de começarmos, eu peguei duas camisinhas no meu bolso e a colocamos adequadamente.
– Damon... — sussurrei seu nome, ele tirou a minha calcinha e jogou a sua box preta em qualquer canto do quarto,devagar seu membro que estava rijo começou a me penetrar, gemíamos juntos de prazer, as mãos dele começar a apertar as minha coxas. — Ah... — gemo novamente, estamos quase chegando ao orgasmo, quando seu lábios descem até a minha barriga, ele lasca chupões, beijos e lambidas por ali,ele volta e me penetrar novamente e finalmente chegamos ao orgasmo.
– Eu te amo. — ele diz trocando as nossas posições, eu deito no peito dele e ele acaricia meus cabelos.
– Eu te amo. — digo dando um selinho nele, acabamos dormindo nus mesmo e pegamos rapidamente no sono, essa com toda a certeza foi a melhor note da minha vida, a minha primeira vez com o Stefan não chega nem perto dessa. EU ESTOU COMPLETAMENTE LOUCA PELO DAMON.
" A vida é em geral alegre. O que nos torna injustos em relação a ela é que a alegria não é recordada. Ao contrário, a inquietude, essa, permanece. "
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