Notas iniciais
Heey Bem eu tive essa ideia em algum momento do meu dia e passei a escreve-la pelo meu celular :p eu escrevia na aula, na casa da fulana, na rua, em casa, comendo sahsuahsuahsuahs espero que valha o esforço :p

Eu corria o máximo que podia, mas aqueles “capangas” eram mais rápidos e já estava esgotada de lutar, sem contar que estava desarmada. Onde se meteu o idiota do Buzolic? Aquele que se dizia meu novo parceiro. Argh como eu odeio novatos! E pra piorar agora estava encurralada – droga – onde está Nate uma hora dessas? Porra! Palavrões geralmente não fazem parte do meu vocabulário principalmente quando estou em uma missão, sou profissional ao extremo! Esses pensamentos rodando em minha cabeça, eu nem percebi o que acabara de acontecer – todos os “capangas” que estavam me cercando, agora estavam no chão – e lá estava Nate segurando um pedaço de ferro e olhando para mim com aquele sorrisinho detestável. Eu simplesmente o ignorei e segui meu caminho queria me ver fora daquele galpão o mais rápido possível.

–Um obrigada, seria bom as vezes sabia? Não se preocupe que não engorda!

–Não fez mais que seu trabalho, novato – disse friamente – aliás, onde você estava?

Ele sorriu como uma criança prestes a aprontar uma e olhou para mim. Pronto pensei, ai vem bomba!

–Eu estava investigando, coisa que você deveria estar fazendo – Outch! – sabe uma espiã do seu nível fico pensando... Como deixou que te pegassem tão facilmente? – essa realmente me pegou de surpresa, merda eu não podia contar o motivo por estar assim, não a um novato principalmente quando trata-se da minha vida pessoal! Então tive de apelar para a “patricinha mimada” que por alguma razão vive dentro de mim e, claro só uso quando necessário!

–Quem é você pra falar uma coisa dessas? Respeito quando me dirigir a palavra, afinal, sou sua superior, sou uma espiã bem treinada e você? Não passa de um novato rebelde que não agüentou as ordens da mamãe e fugiu de casa – disse com desgosto.

–Pelo menos eu sei lutar...

E antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa eu dei um soco na sua cara.

–Ai, você é forte – disse ele com uma das mãos no nariz massageando-o. Ele me encarou por alguns segundos e começamos a rir, não era uma risada histérica e muito menos dois amigos rindo de alguma piada qualquer, era um riso leve e desconexo. Um “piiii” estranho chamou nossa atenção, não, não! Não era um ‘PI’ estranho, não mesmo era bem conhecido.

–Buzolic, temos que sair daqui imediatamente.

–O que... – ele começou mas eu o interrompi puxando-o rapidamente para fora do galpão. Saímos pelos fundos praticamente correndo e nos jogamos no asfalto vazio assim que ouvimos os estrondos e vimos o galpão desabar diante de nossos olhos.

–Vamos – disse Nathaniel, enquanto me ajudava a levantar. Fomos até o carro da agencia. Dei partida e seguimos para a agência.

Notas finais
Gente eu pretendia fazer o primeiro capitulo bem maior mas rolou uns imprevistos, so sorry! E ai comentarios?