Heart Challenges

32 Vigésimo Terceiro Andar


Notas iniciais
EU VOLTEIIIIIIIIIIIIIIIII. Aqui estoy. Eu tinha uma porrada de coisa pra falar, mas eu esqueci todas elas. Vamos lá então falar sobre outras coisas. Bom... Eu estava meio em duvida sobre qual seria o futuro romântico da história. Mas então falei com meu conselheiros, pq eu tenho um conselheiro, pq se depender de mim pra lembrar cada detalhe que já aconteceu na fic, e de fazer td só pela minha cabecinha problemática, tava todo mundo fudido. A questão é, eu tomei uma decisão, e estou gostando dela. Eu acho que é só isso que tenho a dizer. Não lembro do resto mesmo. VAMOS AO CAPITULO.

TONY

Vou até Bucky e começo a tentar abrir seu moletom, meio desajeitado pelo desespero.

— Eu tô bem. Tony, calma.— Ele diz enquanto eu tento puxar o zíper que emperrou.— Tony.

Bucky segura meu rosto, me fazendo olhar para ele.

— Não estaria sangrando se estivesse bem.— Digo, e ele me olha, com calma.

— Eu tô com cara de quem tá morrendo?— Ele pergunta, mas antes que eu consiga responder, o elevador para, e as luzes se apagam.

A única luz que fica ligada é a de emergência do elevador, deixando o ambiente com uma coloração vermelha.

— Droga. Em que andar estamos?— Pergunto.

— Décimo terceiro.— Bruce responde.

— Droga.— Digo novamente e dou um soco na parede do elevador.

—O que vamos fazer agora?— Bruce pergunta.

— Vamos subir pelo fosso do elevador.— Clint fala.

— Até o vigésimo terceiro andar?— Loki pergunta, parecendo não acreditar.

— Não vamos conseguir entrar. É o escritório da presidência.— Digo

—E acha que seu pai não foi inteligente o suficiente para fazer com que a senha e as digitais do dono da sala fossem aceitas mesmo sem o elevador?

— As escadas.— Loki conclui.

— Mas para irmos para as escadas, temos que sair do elevador.— Bruce diz.

— Não. Eles vão estar nas escadas também. Vão nos esperar em qualquer lugar possível para sair do prédio.— Bucky fala.

—E se não estivermos tentando chegar a uma saída?— Clint pregunta.

— Subimos até o vigésimo segundo. Se não me engano a sala do Tony tinha um elevador particular. Um que funciona...

— Independente do resto do prédio.— Completo a fala de Bucky.

—E eles vão levar tanto tempo tentando entrar no vigésimo terceiro, que quando conseguirem...

— Já vamos ter saído pelo esgoto.— Completo ele novamente.

— Cara, vocês são...

— Fofos.— Bruce diz, completando a fala de Loki.

— Estranhos. Muito estranhos. E você também.— Loki diz, nos olhando como se tivessemos algo contagioso.

—Tá bom. Vamos voltar ao esgoto.—Digo.

— Eu não vou entrar em nenhum esgoto. — Loki diz, de braços cruzados.

— Eu ia dizer pelos dutos de ventilação. Eles são grandes o suficiente.— Bucky fala, se encostando na parede.

—E aí caímos no esgoto?— Pergunto animado.

— Não, Tony. Na parte de trás da empresa.— Bucky diz óbvio, me olhando como assim como Loki.

—Ah.— Digo triste.

— Então o plano é subir pelo fosso do elevador até o vigésimo segundo andar, entrar na sala do Tony, ir para o vigésimo terceiro, e de lá sair do prédio e salvar o Steve?!— Bucky pergunta.

Um barulho alto na porta é ouvido.

— Só não entendi uma coisa. — Clint fala.— Por que ir até o vigésimo terceiro andar para pegar os dutos, ao em vez de pegar na antiga sala do Tony?

— Por que assim vamos ganhar tempo para sairmos não só do prédio, como do país.— Bucky responde.

—E também temos que cuidar do ferimento do Bucky.— Digo.

— Gente, acho melhor andarem logo.— Bruce fala quando ouvimos outra batida alta na porta.

— Não dá. Eles vão atrás da gente. Temos que ganhar mais tempo. Tempo agora. — Bucky fala.

— Na minha opinião a gente tá perdendo tempo.— Loki diz.

— Eu fico.— Clint diz.

—O que?— Pergunto.

—Vocês precisam de tempo. Eu consigo para vocês e tento os encontrar depois. — Ele diz.

— Tudo bem. Mas você precisa de um motivo para atrasar eles.— Bucky diz, antes que eu consiga chamar ele de covarde.

— Se ele estiver ferido eles vão parar para ajudar. Vamos ganhar tempo, e ele poderá dizer que foi refém.— Bruce dá essa genial ideia.

Espera, já não estamos fodidos o suficiente pra ainda sermos acusados de manter um refém?

— Não vamos machucar ele.— Bucky fala seriamente.

— Gente, estamos ficando sem tempo.— Loki diz, quase em um sussurro desesperado.

— Não precisamos machucar. Tenho uma ideia.— Digo e então vou até Bucky.

Abro seu casaco, o tiro, dou para Clint vestir e ele o faz. Enquanto faço isso, Bruce abre a parte de cima do elevador.

— Me dá seu casaco.— Peço para ele e ele me dá sem questionar.

— Qual o plano?— Bucky pergunta, segurando meu braço.

— Você vai dar um tiro no casaco, quando estivermos quase fora, só para fazer barulho aqui dentro, e Clint vai fingir que levou um tiro. Espera.— Passo minha mão por baixo da camisa de Bucky, sujando minha mão com seu sangue, e ele dá um leve gemido de dor.
Vou até Clint e passo em sua barriga por baixo da camisa.

— Enrola eles o máximo que conseguir.— Digo para ele, enquanto Bucky ajuda Bruce e Loki a subirem no teto do elevador.

Posso ver que na parede do fosso tem uma escada de mão, em um vão entre as paredes. Esperto, assim o elevador não esmagaria a pessoa que está ali.

— Pode deixar. Mas só sujeira não irá segurar eles— Clint diz e então com sua faca faz um leve corte na cintura.

Outra boa ideia.

Dou um sorriso em agradecimento para ele.

— Tony. Temos que ir.— Bucky diz e junta as mãos na altura de seus joelhos, de forma para que eu pise e pegue impulso.

Vou até ele e subo em sua mão, e ele me levanta.

— Bucky.—O chamo, com os braços apoiados no teto do elevador.

—O que foi?— Ele pergunta sério, parecendo até meio preocupado.

—O cabelo da Letty é preto ou castanho?

— Você não tá fazendo isso.— Loki diz incrédulo, parando nas escadas.

— Quem é Letty?— Bucky pergunta, parecendo um pouco indignado.

Eu que estou indignado. Como assim ele não sabe quem é Letty?

—A garota de velozes e furiosos. A namorada do Dom.— Explico.

—O QUE?— Agora ele está realmente indignado, e até um pouco irritado.

— Tu não sabe quem é?— Pergunto, incrédulo.

— Gente, rápido.— Bruce fala, e mais uma batida na porta do elevador é ouvida.

Esses caras sabem quanto um elevador é caro pra estarem quebrando o meu? E que idiotas, sabem nem abrir uma porta.

Bucky me impulsiona para cima com força.

— ISSO AINDA NÃO ACABOU.— Grito para ele e Loki me dá um tapa com força na cabeça.

— Você tem verme nesse seu cérebro? Não estamos brincando de esconde-esconde, mini gênio.— Loki diz, me chamando pelo apelido que me deu quando éramos crianças.

— Mini só se for o seu pau.— Digo, e ele volta para as escadas e começa a subir.

Ouço um tiro dentro do elevador, e por um segundo meu coração falha uma batida, mas me lembro o porque daquele tiro, e então Bucky aparece sobre o teto, subindo com um pouco de dificuldade. Vou até ele e o puxo para cima.

Ele fecha a entrada do elevador a tempo de ouvirmos os policiais entrarem.

— Temos que ir. Rápido.— Ele sussurra para mim e para Loki.

Começamos a subir o mais rápido que conseguimos.

Ouvimos a pequena passagem no teto do elevador por onde passamos ser tirada com brutalidade, então todos ficamos parados, colados na escada, quase atravessando a parede.

— Não vejo ninguém, senhor.— Um policial fala, com uma lanterna iluminando o fosso.

Ele volta para dentro do elevador, e antes que eu comece a subir novamente, ouço um gemido baixo de dor. Olho para Bucky, que agora usa só uma mão para subir, e a outra pressiona sua barriga, onde a camisa parece estar mais suja de sangue do que antes.

— Bucky.—O chamo e ele me olha.

— Continua. Eu tô bem. Estou logo atrás de você.— Ele diz e sobe mais alguns degraus.

Continuo a subir, mas sempre olhando para baixo, para garantir que ele está mesmo atrás de mim.

Bruce e Loki já haviam chegado ao fim da escada, e se equilibravam sobre um estreito degrau de cimento, grudados a parede, e caminhando lentamente até a porta do elevador.

Chego até o fim da escada e ajudo Bucky.

— Bucky...— O chamo.

—A adrenalina tá passando. Tá doendo.— Ele fala com dor na voz. Droga. Eu sabia que a coisa tava feia.

— Já estamos chegando.— Digo, dando um passo para o lado, e ficando sobre o degrau de concreto.

— Eu não consigo.— Ele diz, com a respiração pesada.

— Não seja idiota. Você é pior que barata. — Estendo minha mão para ele.— Vamos salvar o Steve. Juntos.

Ele pega minha mão, e sorrio.

Notas finais
Clint ficou para trás. Bucky está piorando por causa do tiro. O circulo em torno deles fica cada vez menor. E até agora nada de Steve e nem sinais sobre quem é o nosso vilão que todo mundo na fic sabe, menos eu. Injusto. Ou talvez eu saiba e não queira dizer. E eu tava ouvindo uma musica do Jeffree Star e cantando ela em tudo que é buraco, aí fui ver a tradução e tô chocada até agora. E olha que já faz mais de 24 horas. Mas isso não vem ao caso. E então batatinhas? O que acharam desse capitulo?