Notas iniciais
sorry a demora.. mas tá ai... para vcs saberem que eu não me esqueci de vocês... :p

Abro os olhos e me surpreendo ao ver o rosto de Finn tão próximo do meu. Vou um pouco para trás assustada e seguro um grito. Eu estava deitada na minha cama de casal e ao meu lado estava Finn, dormindo. Após o susto eu volto a observa-lo. Ele era completamente lindo. Parecia tão calmo. Após vários minutos o observando, eu sinto vontade de ir no banheiro. Me levanto lentamente para ter certeza de não acorda-lo e entro no banheiro e fecho a porta. Após fazer minhas necessidades, eu lavo a mão e me encaro no espelho, eu estava com meu pijama super pequeno, e eu realmente espero que não tenha sido Finn que o tenha colocado em mim. Abro a porta e levo outro susto quando vejo Finn parado na minha frente, com cara de sono, mas ele me observava curioso.

–Você não deveria ficar andando. — Ele fala.

–Eu precisava usar o banheiro. — Eu falo constrangida.

–Você está melhor? — Ele pergunta observando o meu corpo.

–Sim... — Eu falo olhando para baixo.

Ele suspira aliviado e sorri de lado, mas percebi que ainda estava cansado.

–Você foi muito corajosa ao enfrentar meus primos. — Ele fala enquanto eu volto para cama.

–Por que eles falaram aquelas coisas sobre você? — Eu pergunto.

–Eu sempre fui muito rebelde. — Ele fala rindo. — Eu costumava fugir da minha mãe muitas vezes. E toda vez que eu voltava levava uma bronca daquelas.

–Você sempre foi assim então. — Eu pergunto. — Não foi isso... — Eu pego o braço dele e toco a tatuagem dele. — Que te mudou.

–Isso só me fez parar de sentir o que eu sentia, culpa, raiva da minha mãe, e tudo aquilo. — Ele fala e eu solto o braço dele com vergonha e ele sorri.

–Você sempre teve muitos problemas com sua mãe... — Eu falo e ele ri.

–Sempre. — Ele fala. — E quem não tem?

–Eu... — Eu falo abaixando o olhar.

–Você não tem mãe? — Ele pergunta.

–Não. — Eu falo.

–Sorte a sua. — Ele fala.

–Finn! — Eu falo e aponto para a tatuagem novamente. — Isso pode não ter te mudado muito, mas nela sim. Ela realmente deveria te amar.

Ele olha para a tatuagem e levanta o olhar encarando. O estranho é que ele agora me olhava de uma maneira diferente, não foi como sempre olhava, com desejo e ironicamente, parecia sereno e feliz.

–Você tem algo diferente. — Ele fala. — Eu consigo sentir, que, você me lembra alguém.

Ele parecia outra pessoa. Por um momento eu pensei que fosse outro cara. Acho que as trevas realmente muda a aparência também, faz a pessoa ficar mais sexy, mas eu não sei. Ouvimos batidas na porta e Santana entra e Finn volta ao seu olhar irônico, me deixando meio triste. O bom Finn seria alguém que eu gostaria de conhecer.

–Ela está bem, Franketeen? — Santana pergunta ficando ao lado do Finn.

–Parece que sim, maninha. — Ele fala e ela sorri para mim, e parece não se incomodar com do que o Finn a chamou.

–Franketeen? — Eu pergunto confusa.

–É o apelido que eu dei para ele. — Ela fala.

–Parece que ela só dá apelidos para quem ela gosta então... — Finn fala feliz. — Acho que o que aconteceu no jardim provavelmente provou que eu estou aqui para ajudar vocês.

–Não se anime muito, Finn... — Santana fala. — Vamos, deixa ela descansar. Você está aqui há horas!

Finn me olha e parece não querer sair, Santana o chama e ele revira os olhos saindo.

Notas finais
o que acharam?? logo tem mais