Notas iniciais
adivinhem?? a minha outra ficacaba de ser renovada para uma terceira temporada... UHUUUUUUUUUUUUUU usahsuhaushaus mas falando sério, tive uma idéia de continuação, e será na vida adulta, apenas de Finchel e Blaintana, mas será focado em Finchel mesmo... será assim 1ª TEMPORADA: Nobody Said It Was Easy (to terminando ela) 2ª TEMPORADA: Nobody Said It Would Be So Hard. 3ª TEMPORADA: Take Me Back To The Start. (vida adulta) o que acham??? suahsuahsa sou muito criativa?? não? tá bom... essa fic acaba na segunda temporada mesmo... boa leitura...

–Você está melhor? — Eu pergunto curiosa quando saímos da biblioteca. Ele olha para a biblioteca atrás dela e fecha os olhos com força gemendo de dor. — Acho melhor passarmos a noite na cidade.

–Não, eu consigo dirigir a moto. — Finn fala.

–Não consegue... — Eu falo e ele me olha. — E vai cair uma tempestade.

Olhamos para o céu, e vimos as nuvens pesadas acima de nós. Eu pulo ao ouvir um trovão e a chuva começa.

–Vem... — Finn fala. — Conheço um lugar para onde podemos ir.

Ele pega a moto e nós saímos andando por uma avenida na chuva, até chegarmos ao fim da pequena cidade e vermos uma estrada de terra que estava molhada.

–Tem certeza? — Eu pergunto em duvida.

–Sim. — Ele fala. — Vem, é seguro.

Eu o sigo e andamos pela estradinha na lama e na chuva. Após alguns minutos andando a chuva começa a engrossar.

–Finn! — Eu falo. — Já estamos chegando?

–É ali. — Finn fala e eu olho vendo um pequeno celeiro para onde eu corro com Finn atrás de mim empurrando a moto.

–Onde estamos? — Eu pergunto.

–É o celeiro do Will. — Finn fala colocando a moto em um canto. — Ás vezes ele me pede para vir aqui arrumar as coisas.

–E você vem? — Eu pergunto olhando para os lados e vendo a bagunça.

–Vim uma vez mas eu não me sinto muito bem aqui. — Ele fala e me olha. — Tem algo, diferente.

–É bem longe de casa. — Eu falo.

–Aqui é o limite das terras do Will. — Finn fala. — Ele tem muito espaço. Muito.

–Nossa. — Eu falo e cruzo os braços me esfregando. — Está frio.

–Quer o minha jaqueta? — Finn pergunta.

–Ele está molhado, bem molhado. — Eu falo.

–É verdade. — Finn fala e tira a jaqueta.

–O que está fazendo? — Eu pergunto quando ele começa a tirar a camisa.

–Colocando minha roupa para secar? — Finn fala divertido. — Você está tremendo.

–Aqui não é muito quente. — Eu falo.

–Vem aqui... — Finn fala e eu franzo a testa.

–Porque? — Eu pergunto.

–Eu vou te esquentar. — Finn fala e eu ri.

–Pare com essas cantadas, Finn. — Eu falo.

–Agora é sério Rachel. — Ele fala e parecia sincero eu hesito, mas ando até ele.

Ele se senta no chão encostando no feno, e eu vou lentamente até o lado dele. Tiro o casaco e fico com a minha blusa. Me sento ao lado dele me encostando nele, e sinto um arrepio ao sentir a pele dele quente.

–Ainda estou com frio. — Eu falo.

–Pode trazer aquele feno pequeno para cá? — Ele pergunta e eu concordo.

Abro a mão a apontando para um feno e faço uma rajada de vento o trazer até mim.

–O que vai fazer? — Eu pergunto e ele sorri e aponta para o feno e uma pequena faísca sai da mão dele, indo até o feno onde começa a queimar. — Isso não vai causar um incêndio vai?

–Não. — Finn fala rindo. — E mesmo que cause o fogo não me afeta.

–Não? — Eu pergunto.

–Não. — Ele fala observando a pequena fogueira que tinha feito. — Eu tenho tipo uma proteção na pele.

–E será que eu tenho? — Eu pergunto e ele encolhe os ombros.

–Não sei. — Ele fala e eu me encolho para perto dele tremendo. — O fogo já vai fazer efeito. Logo você vai ficar mais quente.

Ele passa a mão pelo meu corpo me abraçando e eu sinto algo queimando na minha cintura.

–Ai! — Eu falo me afastando e ele me olha assustado.

–Eu só estava vendo se você sentia ou não. — Ele fala sério.

–Tudo bem. — Eu falo rindo e ele continua sério.

–Você está bem? — Ele pergunta.

–Sim. — Eu falo e ele concorda com a cabeça. — Posso?

Eu aponto para o colo dele e ele concorda com a cabeça.

–Por que não usa os seus poderes? — Finn pergunta.

–Como assim? — Eu falo e volto a me encolher perto dele e a fogueira começa a ficar mais forte me esquentando.

–Se eu fosse você iria usar esses poderes toda a hora. — Ele fala e ri fraco.

–Eu não sei. — Eu falo. — Eu meio que me esqueço que tenho eles, e prefiro fazer as coisas manualmente.

Agora percebo que estou ficando com calor, com o fogo ligado e Finn ao meu lado.

–O melhor calor do mundo, é o humano. — Ele fala.

–Como assim? — Eu pergunto.

–Nós aqui abraçados. Esse calor entende? — Ele fala. — É melhor do que o que sinto quando faço fogo.

Eu sorrio e coro e escuto um trovão.

–Essa chuva não vai acabar tão cedo. — Eu falo.

–Não mesmo. — Ele fala. — Você deveria dormir, acho que passaremos a noite aqui.

–Tudo bem para você? — Eu pergunto.

–Eu te protejo. — Ele fala, mas agora não parecia sarcasmo, ironia, ou mesmo sensual. Apenas uma promessa. Sincera.

Eu sorrio e me deito no colo dele e percebo ele surpreso.

–Eu confio em você. — Mais um trovão e eu fecho os olhos.

Notas finais
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