Heart Built By A True Love
4 I Need Your Forgiveness
Notas iniciais
Wayne entrou no apartamento, furioso depois de ter recebido um telefonema, arfava como um animal feroz em busca de sua presa seguiu diretamente para o quarto de Ezra, que estava chorando abraçado a um travesseiro. Ao ver o pai na porta do quarto, o garoto tentou limpar as lágrimas do rosto.
— A Spencer acabou de me ligar. Então quer dizer que o senhor, sair por ia pagando pessoas pra namorar sua irmã? – disse em seu tom ameaçador. Ezra estremeceu ao vê-lo se aproximando.
— Pai, eu juro, que só quis vê-la feliz. E ela tava, não tava? – apontou para uma direção qualquer com as mãos.
— Tava, mas agora não ta mais. Ezra, o que você fez foi errado. Você sabe muito bem o quanto foi difícil se reaproxima da sua irmã, agora estrago tudo – repreendeu sentando-se na cama. Ezra olhava para o chão, refletindo sobre as palavras do pai.
— Mas... Na hora pareceu tão sensato, e eu tava desesperando
— Apropriado você quer dizer. Olha meu filho, você já passou do tempo de levar umas boas palmadas – riu – Então eu realmente, espero que você faça as pazes com sua irmã.
— Mas pai, a Emmy não vai me perdoar fácil, nem a Aria. Ela terminou comigo por que descobriu, o que fiz – lamentou se levantando, andando de um lado para o outro. Wayne suspirou, nunca pensou que algum dia o filho mais velho, fosse fazer uma coisa dessas.
— Refletisse isso antes. E nem venha dizer que esperava palavras de consolo, Você sabe que o que fez foi desonesto, magoou as pessoas que te amam sem pensar nas conseqüências desse seu ato, brincou com elas como se estivesse no The Sims, ou qualquer outra Droga! Que simule a vida real – repreendeu passando a mão no rosto nervosamente – a vida não é um jogo, e os personagens dela têm sentimentos
O garoto parou diante do espelho ainda chorando, tudo bem que ele já estava com a Maggie e tinha até um filho com ela. Mas ainda amava a Aria com todo seu coração, todo que fazia era pensando nela, se ela iria gosta, e ele tinha certeza que estava enlouquecendo
Pense muito bem antes de fazer alguma coisa, Play boy – o homem se levantou – E trate de se desculpar com a sua irmã o mais rápido possível. Além disso, você vai se desculpar com todas as pessoas, especialmente com seus alunos.
— Como assim?!
—Todos os seus alunos, que acreditaram nessa historia, merecem saber a verdade.
— Mas, isso vai ser a maior humilhação. Eu sou o professor não posso me rebaixar a tanto naquela escola – disse preocupado
—Humilhação? O que sua irmã esta passando, se chamar o que? – riu ironicamente, se virando para encara o garoto em sua frente – Você vai pedir sim, e outras coisas. Aparte de agora está sem cartão de credito, sem carro, alias vai passar a andar de ônibus – estendeu a mão para ele. Ezra não acreditava no que estava acontecendo àquilo era um castigo? Na idade dele ficando de castigo, ótimo. Cerrou os dentes colocando a chave e os cartãos na mão do pai.
[...]
Enquanto isso em Rosewood Day, Emily nadava nas piscinas da escola com mais agilidade que o necessário. Queria esquecer que Paige e seu irmão existiam, mas também os pensamentos que continham Alison. Sentia raiva de si mesma por esta gostando dela.
Até mesmo as garotas, que já estava acostumado com a forma que ela treinava, estranharam seu desempenho. Emily parecia querer abrir um buraco na piscina com a força que estava nadado. Seus movimentos eram rápidos e precisos, mas não era quilo que ela queria, o que mais desejava naquele momento era esta na sua cama grande e confortável.
— Amor... – a menina parou ao ouvir a voz grave da ex, mas logo voltou ao que fazia. Paige não desistiu, continuou ali, segurando um papel em mãos, pronta para ler. As outras nadadoras balbuciavam coisas do tipo “sai daí” ou “para com isso, deixa ela em paz”. Mas Paige não dava precaução – Em primeiro lugar, mil desculpas! Eu sei que errei como sei também que não quer nunca mais me ver, mas isso não quer disse que eu não sinto nada por você... – começou baixinho. Emily parou, tirando a toca da cabeça, para sair logo seguida da piscina.
— Se você sabe que eu não quero mais te ver, o que faz aqui? – gritou para Paige
— Por favor, me deixar continuar – disse seria — Você esta em uma, situação desagradável e desconfortável, isso tudo foi provocado por mim, eu me odeio por isso. Por isso estou aqui te pedido desculpas, esse pedido vai se repetir, com certeza toda ver que nos encontramos o que eu espero que aconteça sempre. Assim admitindo e assumindo o meu erro, tenho esperança que você um dia possa me desculpar. Tenho a profunda esperança que você não vai ficar insensível comigo a vida toda, e que um dia aceite meu pedido de reconciliação, pois você sempre foi e, é muito importante para mim e sei que posso ser outra vez, muito importante para você, mas você é mais do que importante, você é a pessoa que eu amo e quero ter comigo para sempre. Vou passa a vida inteira pedido pelo seu perdão e implorado por um, dois, milhões de beijos seus!
— Eu não te devo perdão Paige! Por favor, nunca mais ouse dirigir uma palavra a mim – Avisou aos gritos, virando de costa para ela, numa tentativa falha de não chorar.
— Docinho... Eu não vou, nem posso desistir de você! – disse em um tom de voz desesperando, saindo cabisbaixa em seguida. Todos olhavam a cena em choque, e também se perguntavam se Paige, realmente não gostava da nadadora.
Os olhos de Emily arderam novamente, ela iria chorar, mas não queria chorar, não por Paige. Correu para o vestiário feminino, era o único lugar que poderia ficar sozinha, naquele momento já que todas as garotas estavam na piscina. Entrou no lugar, batendo a porta com força, olhou-se no espelho vendo a imagem de uma garotinha frágil que acabou de cortar o cabelo da Barbie, e descobrir que nunca mais iria crescer novamente, mas era só ela mesma, chorando pelo namonegócio que tinha como a mesma dizia. Emily abriu a torneira, e molhando o rosto, chorou o máximo que pôde, seus olhos parecia saltavam do rosto como se já, quisessem derrama sangue.
[...]
— Oh, Pele de porco – Alison gritou quando Paige passou pela porta da sala, que ela estava assistindo aula. A garota parou e veio na direção da loira, que estava encostado na porta da sala – O que você tava fazendo na aula de natação? Que eu saiba você não nadar mais.
— Você, não tem nada haver com isso. Portanto pode voltando para sua vida medíocre – respondeu sem dar importância.
— Nossa! Ela é engraçada. Vamos ver ser continuar assim, quando não tiver mais nenhum dente.
— Mas só pra matar a curiosidade da velha fofoqueira de salão – disse olhando diretamente para Alison, que ainda sustentava um sorriso de desdém – Eu fui falar com o meu amor, minha Emily. – nesse instante o sorriso de Alison desapareceu, sua feição se transformou em um mar de fúria.
— Ela não é sua, muito nem seu amor. Então pare de chamá-la assim, ou pode acabar não só sem os dentes, mas sem a vida também – ameaçou emburrada a garota que caiu no chão, olhou bem no fundo dos olhos de Paige. A garota não disse nada, apenas se levanto, e saiu caminhando rapidamente para fora do colégio, hora ou outra olhava pra trás, e encontrando Alison que não tirava os olhos de cima dela, na verdade não conseguia controlar a raiva que sentia, tinha vontade de matar a garota, pelo fato de ter indo atrás de Emily, e ter-la chamando de sua.
Ainda no vestiário, Emily tomava uma decisão, apagaria da memória o que viveu com Paige algum dia, seguiria em frente, fazendo o que bem entendesse.
—Em! Fiquei sabendo o que aconteceu. Você está bem? – era a voz de Aria. A nadadora deu umas tapinhas no rosto e respirou fundo.
— Estou sim, já to indo – gritou para Aria. Deu alguns passos para trás, ainda encarando o espelho e tentou sorrir – isso ta péssimo – repreendeu-se, pondo o rosto entre as mãos. Tomou coragem, e finalmente saiu do vestiário, caminhou lentamente na direção da piscina, todos os olhares estavam repousados nela.
— O que vocês estão olhando? – gritou Aria – Estão achando que vão conseguir serem capitã, olhando a vida alheia.
Emily agradeceu internamente por aquilo e pensou que se fosse apaixonada por Aria a pediria em casamento imediatamente, voltando ao seu treino, mas dessa vez um pouco menos intenso, o tempo no vestiário havia a ajudado a esclarecer os pensamentos, agora só precisava conversar com Alison.
[...]
Quando o céu finalmente escureceu, Emily só pensava em uma coisa, ir á casa dos Dilaurentis e se encontrar com Alison, mas só tinha um problema, sua mãe. Que nunca deixaria ir La.
— Mãe, eu posso sair um pouco? – perguntou, pegando uma das suas jaquetas college. Veronca olhou pra filha, em seguida a papelada dos processos de seus clientes, e decidiu deixar.
— Pode, mas não voltar tarde – recomendou. A garota lançou um sorriso para mãe, abrindo a porta em seguida. A noite estava fria, e Emily colocou as mãos nos braços da jaqueta, quente e confortável.
Atravessou o jardim, mas não antes de olhar para os lados, precisava se assegurar de que ninguém estava vendo. A luz da casa dos Dilaurentis estava ligada o que era um bom sinal, Alison estava lá, provavelmente esperando por ela, “eu sei que você vai” as palavras dela retornaram à sua mente, com aquela voz rouca e sensual que só Ali, tinha. Um calafrio percorreu todo o corpo de Emily, como uma corrente elétrica, ela não podia estar tendo esses pensamentos novamente, não podia está ser apaixonado mais uma vez, e por ela. Parou frente à porta, e Alison tava La, no mesmo instante um sorriso espontâneo moldando em seus lábios.
— Tinha certeza, que você via – Alison falou se aproximando. Emily entrou para rapidamente para casa em sua frente, não podia correr riscos de alguém ver-las juntas. Ali, ficou olhando-a de longe, não queria se aproximar muito e correr o risco de agarrá-la, pois essa era a sua vontade, desde o instante do beijo que trocaram no carro.
— Bem... – Emily, começou. O nervosismo tomou conta dela – Não sei, por que estou aqui, é melhor eu ir – disse virando-se para sair, mas Alison foi mais rápida, segurando firmemente seu braço.
— Mas eu sei muito bem– sussurrou lascivamente, puxando-a pela mão até seu quarto. Emily não protestou, era como se perdesse totalmente as forças, e Alison se aproveitava dessa perda.
Já no quarto da loira. Os olhos de ambas estavam conectados, suas bocas entreabertas. Alison foi puxando-a cada vez mais, sua mão livre logo capturou a cintura de Emily possessivamente, apertando-a com força, fazendo com que ela soltasse um gemido rouco. A boca de Alison estava bem próxima da sua, tanto que Emily podia até sentir o seu hálito de baunilha.
A distância era tão pequena que o único lugar para onde poderiam ir era de encontro aos lábios uma da outra. Emily segurou os cabelos ondulados de Alison, atacando ternamente aquela boca que ela tanto estava desejando. Enquanto a beijava, Alison forçou seu corpo contra o de Emily, fazendo-a ir para trás, a ponto de colocá-la na sua cama, a loira começou a passar, as mãos nas coxas de Emily, que estavam nuas pelo fato da nadadora está usado saia. Por sortes seus pais tinham saindo ou pelo menos ela achou que sim, de repente Alison enfiou a mão por debaixo do tecido da saia Plissada da nadadora, sua mãos estavam surpreendentemente frias. Emily não conseguia decifrar as sensações daqueles toques, parecia um ar familiar, deveria para, mas queria continuar aquilo, gostava das sensações.
— Alison, querida – um fio de voz os interrompeu. Emily empurrou Alison, fazendo-a cair da cama – O que isso... – a Pessoa, apontou para as duas, ela parecia em choque e ao mesmo tempo incrédula.
Fale com o autor