Notas iniciais
Heey, gente! Este é o último capítulo da fic. Só queria agradecer aqui a todos que acompanharam, comentaram e favoritaram a história, sério eu ameeei demais! E me deixa feliz ver quantas pessoas gostaram dela, espero que gostem desse cap. e muito obrigada, seus lindos!!! Bjsss e até mais! ;D

Chegamos na fundição todos exaustos, mas felizes, Dig diz que vai comprar alguma comida para a gente, mas tenho certeza que é apenas uma desculpa para deixar a mim e Thea ouvindo o sermão que viria de Oliver.

–Não sei nem por onde começar, mas preciso saber o que deu em você para chamar a Thea, Felicity? Você sabia que eu não queria ela no meio disso tudo. – Oliver começa falando para mim, devia ter adivinhado que não me livraria fácil dessa, vejo Thea abrir a boca para argumentar, mas eu apenas nego com a cabeça mostrando que não era necessário.

–Caso você não esteja lembrado, você estava acorrentado, os “vilões” estavam ganhando, estamos sem a Laurel na cidade, e claro, eu não sei lutar!! Não havia opção a ser considerada, não havia a quem recorrer a não ser que eu tentasse cometer suicídio indo lá sozinha, o que de nada adiantaria, então sim Oliver, eu chamei a sua irmã, porque ela tem habilidades das quais eu estava precisando e sim, ela já está no meio disso tudo! Desde o momento em que ela aprendeu todos aqueles golpes, que a propósito eu adorei – saio um pouco do foco falando com Thea, ela apenas ri , mas posso ver a felicidade em seu olhos. — e a atirar com um arco e flecha, que você não pode culpa-la, parece ser uma coisa de família.

Termino minha justificativa e vejo Oliver abrir a boca pelo menos três vezes tentando argumentar, mas claro que ele não conseguiria, havia me preparado para aquela conversa desde que disquei o número de Thea , mas mesmo assim ele resolve falar alguma coisa.

– Eu sei que a situação estava difícil , mas...é a THEA! Eu não posso deixar, não vou conseguir! – Ele diz de uma maneira superprotetora, porém percebo as barreiras ruindo, ele cederia no final, e Thea também sabia disso, então resolve argumentar.

–Ollie... eu te entendo, de verdade! Se estivesse no seu lugar tentaria fazer o mesmo, mas você não se lembra do dia que me mostrou tudo isso? Esse mundo e me contou que era o Arqueiro? O que foi que eu fiz? Aceitei de bom grado e ainda te agradeci por tudo que vinha fazendo para mim e a cidade, é só isso que te peço agora, que compreenda que esta é minha escolha, pode não parecer para você mas eu já sou adulta e tomo minhas próprias decisões ,e eu escolhi isso, estar aqui, com você e todo o grupo ajudando a minha cidade... nossa cidade.

Se eu achei que tinha merecido de 0 a 10 um 9 com meu discurso, Thea definitivamente tinha conseguido um 11, Oliver olhava com os olhos meio marejados para a irmã e parecia incapaz de falar qualquer coisa, ele apenas assentiu e em seguida a abraço colocando o queixo sobra a cabeça dela, a mesma apenas riu baixinho e depois se afastou um pouco e perguntou inocentemente.

–Então...isso é um sim? – falou esperançosa.

–E quando foi que consegui te negar algo por muito tempo? Bem- vinda ao time irmãzinha.. – ele fala com um sorrisinho, Thea solta um gritinho e depois abraça o irmão mais uma vez.

–Mas com uma condição. – Oliver acrescenta com um sorriso travesso e vejo o rosto de Thea ficar sério.

–É claro que tem, e qual seria? – ela fala cautelosa.

–Bom, se eu sou o Arqueiro, e Roy o Arsenal, creio que você precise de um codinome também... – ela começa a falar e sinto que lá vem coisa.

–Bom, Felicity e Dig não tem um codinome, mas se esse é o problema, vocês podem me chamar de... – ela não consegue terminar, porque Oliver a interrompe no meio da frase.

–Ai é que está, eu quero que todos te chamem de Speedy, e não adianta protestar. – Ele fala sorrindo e vejo Thea revirar os olhos para o irmão em descrença, eu apenas rio de toda a situação.

–Você nunca vai parar com isso não é? – ela fala divertida.

–Nunca! Você será para sempre minha Speedy! – ele acrescenta e da um beijo em sua cabeça, depois disso ela vem em minha direção e me abraça.

–Obrigada Felicity, sem você isso nunca aconteceria, sempre que precisar, apenas me ligue. – Thea fala e eu apenas a abraço de novo enquanto respondo.

–Não precisa agradecer, fiz o que era necessário, e você moça, ligue se precisar também, nunca fico longe do meu celular. – acrescento e ela ri e se despede de nós indo para casa, restando como sempre apenas eu e Oliver no lugar, isso estava virando rotina.

–Bom, é agora que me desculpo por tentar te culpar por levar a Thea? – ele me olha inocentemente, eu apenas suspiro e vou em sua direção, ele sorri e se aproxima para me beijar, porém eu desvio e dou um tapinha de leve em seu rosto.

–Pois é Sr. Queen, vai ter que se esforçar mais do que isso pra pegar a garota de volta. – falo e pego minha bolsa, indo embora e deixando um Oliver confuso para trás.

Não estava brava com ele, mas era bom pra ele ver que as coisas não são assim tão fáceis, tudo bem talvez ele já soubesse disso e eu estava apenas fazendo isso para vê-lo ir atrás de mim? Bem sim, não vou negar.

Chego em casa e vou direto para o banho relaxar, várias cenas do dia passam em minha mente e eu ainda fico feliz ao lembrar seu desfecho. Coloco uma roupa simples, um shorts jeans, e uma camiseta vinho escrita “Yeah Science!”. Vou até a cozinha e decido pedir uma pizza, estava sem vontade de cozinhar e Dig tinha ligado para nós falando que ia direto para casa, ou seja, estava com fome. Ligo a TV e estava passando How I Met Your Mother, adorava aquela série, então decido deixar no canal, a campainha toca e vou atender feliz esperando que fosse minha pizza, bem, não era.

Oliver estava na minha porta, vestindo uma calça jeans, uma blusa preta e sua jaqueta habitual, simplesmente lindo, fiquei encarando ele até o mesmo erguer uma sobrancelha e eu dar passagem para ele.

–Ora, a que devo a honra da visita? – digo de forma irônica e ele apenas revira os olhos.

–Pode parando, olha eu não sabia exatamente o que fazer com o que você disse antes então...- a campainha toca o interrompendo, vou atender e dessa vez era minha pizza, ainda bem, após fechar a porta levo- a até a mesa e chamo Oliver.

–A gente pode continuar isso depois? Estou morta de fome, você quer? É metade marguerita, sua preferida que eu sei. – termino e ele sorri e se senta a minha frente, conversamos bastante e rimos também enquanto comíamos, era incrível cada coisinha nova que ele me contava sobre sua vida que ainda não sabia, e me deixava muito feliz ver os olhos dele brilharem quando falava sobre meu passado. Depois de terminar ele me ajuda a lavar a louça e arrumar a mesa, e em seguida vamos nos sentar no sofá para continuar aquele assunto.

–Então, você dizia... – deixo a abertura para ele falar, o mesmo se levanta e pega uma caixinha que estava no bolso de sua jaqueta que agora estava sobre minha poltrona. Ele se senta novamente em minha frente e começa a falar.

–Bem, não sei o que você quis dizer com aquela frase de pegar a garota de volta, por um momento eu realmente fiquei com medo de te perder Felicity, mas vi que era bobagem, porque eu sei que se fosse o caso você teria dado uma explicação, então eu fui numa loja de joias que minha mãe frequentava e lhe comprei isso, sei que você não estava pedindo presentes, provavelmente só queria que eu viesse até aqui e te falasse pra nunca mais me assustar assim, mas eu quero muito que você tenha um pouquinho de mim junto de você.

Ele termina e me entrega a caixa, e quando abro meu coração dispara ainda mais se possível e como se eu já não tivesse emocionada o suficiente vejo o colar prata, com um pingente que era uma flecha, cuja ponta tinha uma pedra esmeralda, olho para ele sem acreditar.

–Oliver isso deve ter sido caro, não posso aceitar – eu começo, mas ele pega o colar da minha mão, me pedindo para virar para que ele colocasse. E Assim que o faz eu viro para ele e seguro suas mãos.

–Muito obrigada, é simplesmente lindo! E sim eu só queria que fosse viesse aqui – digo rindo e ele me acompanha. – e você não vai me perder, Oliver, e sabe por que? Porque te amo demais pra deixar isso acontecer.

Assim que termino, ele se aproxima de mim e tira meu óculos, deixando na mesinha de centro, vem em minha direção e me beija, ficamos assim até percebermos que estava ficando mais intenso, ele coloca a mão na barra da minha blusa e em seguida me olha como se pedisse permissão, em resposta eu começo a beija-lo novamente e então em seguida estava apenas de sutiã, ele tira a própria blusa e me ergue em seus braços nos levando para meu quarto, deixamos metade das roupas no corredor, porque quando chegamos em minha cama estávamos os dois nus, ele me olhava como se quisesse absorver cada detalhe em sua memória, e eu fazia o mesmo, absorvendo cada detalhe daquele homem maravilhoso diante de mim, que agora podia chamar de meu namorado.

Ficamos juntos a noite toda, e a manhã seguinte também, mas o melhor de tudo é que agora podíamos ficar assim quando quiséssemos, sem pressa, sem medos, apenas duas pessoas que se amavam e finalmente podiam encontrar a felicidade e a paz nos braços um do outro.

Notas finais
Acabou gente, obrigada novamente por ficarem até o fim, falem se gostaram e se quiserem até sugerir uma ideia para vilão, ou uma situação para eu escrever no futuro (tipo nas férias haha), quem sabe eu não escrevo uma oneshot ou até uma long, né? P.S: não estou prometendo nada, pois dependo de tempo e criatividade. Mas enfim, valeu gente, Bjs e até a próxima!! ;D
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!