Hazard
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Um van com um grupo de adolescentes viaja pela estrada durante a noite. O grupo de amigos está embriagado, exceto Ellie, uma jovem de 19 anos que viaja escondida de sua família que não foi de acordo com essa viagem de fim de ano e Clark 21 anos (motorista da van).
Depois de algumas horas de viagem o grupo avista o que se parece com um casarão no alto da colina, porém, passam pelo casebre e continuam a viagem até que Clark perde o controle do van jogando-a colina a baixo.
Ellie é a primeira a acordar do acidente, a jovem olha ao redor e percebe que está sozinha na van. Ellie está presa as ferragens e tudo que ela tenta fazer é se soltar, conseguindo se soltar das ferragens com sucesso ela quebra a porta da van e sai do veículo.
Ellie está sozinha rodeada de árvores, a jovem decide ir em direção ao casarão no alto da colina, pois, pretende passar a noite lá até que amanheça.
Caminhando até a casa Ellie percebe que o vento começa a ficar mais forte e a temperatura está cada vez mais baixa. Finalmente Ellie chega até a ponte que dá acesso a enorme casa, é uma ponte levadiça e por sorte está abaixada, a jovem atravessa e bate na porta. Depois de três tentativas Ellie se infiltra na mansão.
Ellie abre a porta aos poucos e o rangido toma conta do ambiente, a jovem se adentra ao local e pergunta:
- Tem alguém aqui?
Sem nenhuma resposta Ellie adentra no local e o que vê é um saguão com uma escada e várias portas, o local parece abandonado, com muita teia de aranha e poeira, ao pisar a madeira range e parece quebrar.
A jovem entra na primeira porta a direita, ainda perguntando:
- Tem alguém aqui?
Nesse próximo cômodo existe uma mesa com várias fotos sobre ela, Ellie checa as fotos e percebe que o local era um antigo hospital psiquiátrico ou um manicômio, as fotos ilustram pessoas com deformações no rosto, pessoas mal tratadas, espalhadas pelo chão. Ellie procura por mais fotos e encontra uma pasta com arquivos sobre uma experiência, que os médicos estavam preparando. O arquivo conta que os médicos estavam reutilizando a pele e os órgãos dos pacientes mortos para criar o que eles chamavam de “imortal”.
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