Hay Sing Love - A Vida das Irmãs Okumura
14 Capítulo 14 - Familiares
~Fezina Okumura on~
Sabia que ela ía conseguir! Mas é uma pena, Yukio agora está na nossa cola. Estamos aqui, na sala do Mephisto, esperando ele chegar, pra ele nos dar uma bronca.
–Bom dia, meninas – ele disse divosamente, entrando na sala
–Ohayo... – dissemos juntas, preocupadas.
Eu queria perguntar se o Amaimon estava aqui (hihi).
–Soube que rolou um beijo entre você e o Lupus, na sala de aula, confere, Hana Okumura?
–Sim, senhor.
–Não vou nem falar que, lá em casa, tem um monte de fotos da Fezina.
–... – fiquei sem palavras, a única coisa que saiu foi um sorriso enorme.
–Meu irmão me contou, felicidades a vocês. Ele realmente gosta de ti.
–Obrigada... – meus olhos brilharam.
–Voltando a você, Hana.
Vixe.
–Eu não vou brigar com vocês.
–Não? – respondemos juntas, surpresas.
–Não, o amor é uma coisa linda. A única coisa ruim foi a bagunça que fizeram. Não causem mais dessa forma. Podem sair que vou comer meu cup noodles.
Nisso, ele chegou.
–Irmão, você viu m...Feh-chan – ele disse, com os olhos brilhando.
–Amaimy-chan! – eu disse, feliz
–... – nisso, ele pulou pela janela de volta e foi embora, coisa que me deixou muito triste.
–Ele tem vergonha sempre que eu falo de você – Mephisto disse, comendo seu delicioso cup noodles.
–Hum...
Fomos embora da sala dele e fomos para a aula. Hoje era aula de círculos mágicos!!! Mal posso esperar pra ver se eu sou uma amestradora!
–Eu quero muito ter um familiar! – disse Hana
–Eu também!!
Entramos na sala, Lupus e Lass estavam nas suas cadeiras, nós sentávamos todos pertos, pois conversávamos a aula inteira.
–Oi, princesa – disse Lupus para minha irmã, com uma piscadela.
–Oi!! – disse Hana, feliz.
–Muito bem, classe. Hoje vamos ver quais de vocês têm um demônio familiar, um demônio familiar é BLAH BLAH BLAH. – dizia o professor Noihaus, eu nem estava prestando atenção, eu sabia o que era tudo aquilo.
–E aí? Deram bronca em vocês? – Lupus perguntou, preocupado, para nós duas.
–Não, o Mephisto é bocó demais para conseguir dar uma bronca. – zombou Hana
–Disse que o amor era lindo e tudo mais! – zombei.
–Sorte. Yukio brigou comigo.
–SÉRIO? – dissemos juntas
–Sim. Ele disse que eu não era confiável para beijar a irmã dele e que teria que provar que eu era o homem da sua vida.
–Nossa, que tolo! – Hana disse
–Imagina quando ele souber que eu fiquei com um demônio que causou mó rebu no passado envolvendo a galera aqui... – eu disse
–Eu vou provar para ele que sou o homem da sua vida!
ELE ACHA QUE É O HOMEM DA MINHA VIDA?!
–Você...Quer ser o homem da minha vida?? – ela perguntou, e eu só assistindo aquilo.
–Quero, Hana. E você, quer? – os olhos dele brilharam
–CLARO QUE EU QUERO! – ela gritou, com os olhinhos brilhando, e abraçou Lupus.
–Então, vamos ver! – finalizou Noihaus. Ele tinha desenhado o círculo já e tudo mais. Eu estava revirando minhas coisas para achar o papel que eu havia escrito para invocar o demônio e Hana já teria invocado.
–FEEEEE! OLHA! EU TENHO UM FAMILIAR!!! ELE NÃO É UMA GRAÇA? – gritou Hana
–Parece um macaquinho fofo.
–ELE É FOFO! É O DUEL!
Finalmente achei o papel, vou invocar...
AI MEU DEUS, EU CONSEGUI!
–Hana! Olha! Eu consegui! É UM HEARTHLESS!!
–Que coisa estranha.
–EI! ELE É LEGAL! O NOME DELE VAI SER KELLY!
–Mas...É fêmea isso aí?
–Kelly é unissex!
–Não é não.
–É sim!
Nós estávamos muito felizes com nossos demônios familiares! Lupus e Lass não tinham demônios familiares, o que os deixou muito tristes. Holy também não tinha. Veigas viu que os amigos não tinham e já estava achando que não ía conseguir, mas aí ele conseguiu! Ele conseguiu invocar um demônio!
–Parabéns, Veigas! É um Deus Ex Machina!
–Legal...! Mas...Pera...Ele é só um cubo?
–Hihi...Você vai ver!
Magicamente, o cubo começou a girar e se transformou em um humano. Bem, quase um humano. Era um demônio em versão humana. Vi os olhos de Veigas brilharem.
–Machii-chan! – gritou Veigas, com os olhos brilhando.
–Machii-chan? Nunca me chamaram assim. É um prazer servi-lo, Veigas.
–O prazer é todo meu – Só acho que Veigas se apaixonou pelo familiar.
A aula acabou e todos que receberam seus demônios estavam felizes da vida. O quarteto fantástico foi para o pátio conversar e tivemos uma ideia.
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