Haunted
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Ela tinha os olhos castanhos claros grandes, seios avantajados e bonitos, cabelos sedosos e lisos, extremamente compridos. Perto dela uma garota de cabelos curtos e olhos azuis. Muito magra. Ficaria com aquela loira mesmo. Parou o carro, desceu e foi até ela.
-Eu quero sexo, e você trabalha com isso.
-Fique sabendo que eu cobro caro meu respeitável senhor. – ela ascendeu um cigarro e levantou o semblante pálido.
Era uma mulher bonita, perto dos seus vinte anos. Tinha traços marcantes e um corpo escultural e generoso, bem visível pelo tamanho das suas roupas.
-Eu tenho dinheiro e so de olhar para esse seu rostinho de porcelana sabemos que você é uma vadia de luxo.
Ela se levantou e o acompanhou até o carro.
-Well, como é seu nome mesmo bonitão?
-Gerard Way... E o seu?
-Mônica, mas pode me chamar como bem entender. –Ela apagou o cigarro.
-Então me diga Mônica, aonde podemos ir?
-Pra sua casa?
-Eu não sou daqui. Sou de Nova jérsei. Estou em um hotel.
-Então vamos para o Hotel.
-Você não tem o perfil de uma garota de programa. Está a pouco tempo trabalhando com isso não é mesmo?
- Pouquíssimo tempo. Mas acho que os caras gostam mais assim, sem ser tão fácil....
-Você excita qualquer um com esse corpo gata – Ele tirou uma das mãos do volante para explorar as pernas delas...
-Porque não escolheu a minha amiguinha Heim? Cabelos negros, olhos azuizinhos... Me fala Gerard...
-Curiosidade estranha a sua — ele rio – Bem, ela realmente faz mais meu estilo, mais algo me chamou a atenção em você, e eu decidi que essa noite você iria ser minha.
Quando chegaram no hotel em que Gerard estava, mal saíram do carro já começaram com beijos ardentes...
Foram pelas escadas... Quem tinha tempo para esperar um maldito elevador ficar disponível? Na metade do caminho Gerard estava sem camisa e Mônica sem sua decotada blusa.
Ele enfiou a chave na porta, um pouco desajeitado pela urgência que tinha em sentir-se dentro daquela mulher que havia o excitado tanto! Entraram e ele chaveou a porta... Não queria ninguém atrapalhando sua noite...
Se livrou das suas calças, antes de caminhar até a garota e se ajoelhar diante dela para lhe tirar a saia e consequentemente a calcinha. Se levantou dando leves mordidas na sua barriga e lhe tirando o sutiã. Apalpou os seios firmes e beijou os mesmos...
A jogou no sofá, sem delicadeza alguma, e se aproximou o suficiente para ela tirar sua cueca.
Deu-lhe um beijo violento enquanto as mãos exploravam seu corpo...Levantou Mônica sorrateiramente a encostando na parede.
Ela sentiu o frio impacto da parede fria com seu corpo quente... Sabia o que aconteceria depois daquilo, mas... Oh ele havia a deixado tão excitada... Queria sentir ele dentro dela... Queria aquele sexo... Mais do que qualquer coisa...
-Você parece estar gostando — Ele puxou os cabelos dela para traz, forçando a cabeça a vir junto.- Não era para ser só trabalho sua vadia?
Ela soltou um sorriso irônico, até um pouco sádico, pobrezinho...
-Não é todo dia que tenho um cliente tão bom...
Ele roçou seu membro na entrada dela, ameaçando entrar, mas, só ameaçando...
-Será que eu vou ter que te ensinar como se faz isso Gerard? – ela indagou um pouco irritada...
Ele não respondeu, digo, respondeu só que de uma forma bem melhor... A inclinou um pouco e a penetrou completamente arrancando gemidos fortes...
Depois de algum tempo, quando sentiu que estava próximo, retirou seu membro, recebendo um olhar confuso da parceira, sorriu para ela e a deitou no tapete da sala so então a penetrando novamente... Colocava o Maximo de força que tinha não se importando com o que os vizinhos pensariam dos gemidos altos de ambos... Sentiu-a gozando ao mesmo tempo em que ele, e teria soltado um gemido ainda mais alto se sua boca não fosse invadida pela dele que lhe dava um beijo novamente violento...
Gerard se jogou ao lado dela ofegante e satisfeito... A garota era boa naquilo...
-Isso foi ótimo...
-Espero que tenha sido. – Ela se levantou e foi até o cômodo que parecia uma cozinha... Ele a ouviu abrindo uma gaveta, mas não deu muita importância para aquilo... ainda estava preocupado com seu próprio prazer, e isso sempre lhe fora muito perigoso...
-Eu não quero que vá embora agora – ele falou quando viu que ela estava por trás do sofá procurando suas roupas – quanto cobra pela noite inteira??
-Tem uma coisa que você não sabe sobre mim Gerard...
Ele se assustou quando viu ela agora com a calcinha com uma faca brilhante na mão...
-Assustado? Não meu bem, não fique assustado... Pelo menos você teve sua ultima transa... Que pode confessar foi a melhor. – Ela passou seus dedos pela faca os cortando e lambendo o sangue... – Na verdade eu não sou prostituta meu caro...
-De que espécie você é?
Ela sentou nós próprios calcanhares numa expressão indiferente.
-Em que espécie a sociedade me transformou? Bem... Eu vou te contar uma historia, mas serei breve por que não tenho intenção de me apegar a você ou te faze feliz...Há dois anos – ela fez uma pausa para pensar – é dois anos, eu tinha vinte... Eu fui presa por um assassinato que não cometi, Na verdade mataram meu namorado, a única pessoa que eu tinha... Semana passada finalmente consegui fugir e adivinha o que eu quero dês de que eu sai da cadeia?
-Eu não tenho nada a ver com isso! Não fui eu o culpado...
-Claro que não foi meu querido – ela se deitou sobre ele beijando-lhe brevemente os lábios – Mas eu não quero culpados...Meu ódio é cego e não quer escolher vitimas...
-Você é doente...
-Talvez eu seja... Dês de que ele morreu, eu tenho sido tão carente e perdida – ela soltou uma breve lagrima... — Não leve isso com algo pessoal Gerard, eu só quero esvaziar minha raiva e você teve azar ao me escolher essa noite... Apenas isso...
-E O que acontece agora?
Ela vestiu seu melhor sorriso.
-Você morre.
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