Notas iniciais
Desculpem a demora. estava sem computador.

CAPITULO DOIS.


Mônica abriu todo o registro da água quente da boate sem se importar com as marcas avermelhadas que se formavam no seu colo.
Passeou as mãos pelos seios dando atenção especial a marca da mordida de um mês atrás que sua vitima havia lhe deixado. Lembrar de Gerard se fez resultantemente perceber que a umidade entre as suas coxas não era da água que caia...
“ Ele morreu Mônica, acho melhor achar outra pessoa que te de o mesmo prazer...” disse para si mesma enquanto alcançava a toalha imaculadamente branca “ E alias fui eu quem o matou.” — sorriu satisfeita ao contemplar seu rosto no espelho manchado.
Como de costume se maquiou e colocou aquela roupa tão indecente. Victor já havia há chamado mais de um milhão de vezes, mas diferentemente das outras garotas da boate ela não se prostituía nem corria o risco de ser despedida: Eles mantinham dividas em comum, fora uma amizade extraordinária.
Ela deitou o dorso sobre o balcão chamando com os seios fartos a atenção de alguns homens que estavam ali.
Começou seu trabalho satisfeita, afinal, existe coisa melhor que ser desejada?
Dou outro lado da boate uma quantidade imperceptível de “G” era colocada dentro de um copo d’agua e depois dado junto com uma lambida nos seios e dinheiro na mão de uma striper.
-Mônica! Você está pálida! Posso apostar tudo que me resta que bebeu vodka demais!
-concordo – rio sorrateiramente atordoada pulando para o outro lado do balcão.
-Tome essa água menina e vá descansar! Eu aviso Victor porque teve que sair mais cedo...
Mônica o fez sem achar a atitude estranha... Estava bêbada e alegre e não queria discutir com aquela garota o que fazia ou não da sua vida. No caminho de casa começou a estranhar pequenos gestos do seu corpo.
Ela não estava apenas bêbada, estava dopada.
Levantou as mãos na cabeça quando sentiu uma pontada, mas logo em seguida foi puxada para trás pelos cabelos...
- Ah ! Pensou que eu tivesse morrido? Que eu estivesse no chão gelado? Dessa vez você se presumiu demais Vadia...
-Vo...você não!
-Assustada? É... Imagino... Escolhi essa droga justamente pra te deixar consciente, Você vai lembrar de tudo depois querida assim como eu lembrei – ele a jogou de quatro no chão e tirou sua calça – Ah! Não se assuste com a sensibilidade aguçada! É assim mesmo! Mas não tente se defender porque seu corpo não vai corresponder...
Ele rasgou o corset dela e lhe abaixou a calça até os pés.
-Que corpo maravilhoso... Ah bem do jeito que eu gosto! Eu vou acabar com você sua assassinazinha vadia...
Ela estava imobilizada e não conseguia nem chorar. A droga lhe permitia poucos momentos de raciocínio lógico e ela não conseguia achar uma saída.
Não havia saída. Agora ele estava com as mãos na sua cintura enfiando todo seu pau dentro dela, e de uma forma violenta.
Encravou suas unhas na grama fria da rua. Um misto estranho, dor e prazer... Dor de quem estava tento os joelhos marcados pela violência das estocadas e prazer de alguém doentemente sádico.
Passeava-lhe as mãos pelos seios e lhe dava leves mordidas nas costas...
Sentiu o caldo dele lhe invadindo as carnes... Assim como havia sentido naquela noite... Só quando ele saio de dentro dela, e abotoava as calças, ela fechou as pernas se virou e começou a rastejar na inútil tentativa de defender sua intimidade. Havia sangue no meio das suas coxas devido a violência do ato...
Gerard a viu naquele estado e se ajoelhou ao lado dela...
-Não se assuste anjo eu não vou fazer mal a você – ele passou a mão no rosto dela e abriu um sorriso doente – pelo menos não por enquanto.
Mônica fechou os olhos. Agora estava desmaiada.

Continua...