Haunted

21 Cartoon Network


Notas iniciais
Espero que gostem eu sei que demorei mais to com um bloqueio terrivel não to escrevendo nada literalmente, porém nessas ferias prometo me dedicar mais a essa fanfic que eu amo muito *--* pra quem quiser ficar ligado nessa fanfic e nas outras vou deixa o link da minha pagina link : https://www.facebook.com/violetHPeters

Olho ao meu redor e a única coisa que eu vejo são vários corpos totalmente mutilados. Dou um passo para trás e acabo tropeçando na metade de um corpo que está jogado aqui perto. Sinto uma dor muito forte na minha mão e percebo que eu havia me cortando com uma adaga que estava (no chão? Sobre uma bancada? Não repita o “ali” porque essa palavra “quebra” o clima que você está criando) . Com dificuldade, levanto-me pegando a adaga colocando ela no encosto da bota. Sinto um tremor enorme fazendo a terra balançar e, junto dele, o som terrível de algo se quebrando.

Mantenha um único tempo verbal. Como quase a sua fanfic inteira está no presente, vou tentar te ajudar a mantê-la assim, ok?

Ao longe, vejo a terra se abrir até chegar aos meus pés. Um frio terrível se apodera do meu corpo, então eu o vejo no seu cavalo amarelo comandando uma legião de demônios. Tento me mover, mas algo me prende ao chão. Quando nossos olhos se encontram, eu finalmente vejo o frio da morte perto de mim.

– Irei lhe dar uma chance. – sua voz melódica era incrivelmente calma. – Corra!

Sem ao menos pensar duas vezes, lhe dou as costas e saio pela floresta. Ao longe escuto o som de latidos atrás de mim e tento controlar minha respiração, até que sou surpreendida por um Cão do Inferno à minha frente. Olho para trás e vejo mais um chegar e logo vejo os outros atrás de mim. Devagar, puxo a adaga da minha bota e, no exato momento em que o cão pula, corto seu pescoço o reduzindo a pó. Olho pros outros que em questão de segundos me atacam e, por um golpe de sorte, acabo me livrando. Quando acabo, olho para frente e finalmente o vejo com seu sorriso tranquilo.

– Sakura! — sinto uma dor terrível no peito, fazendo com que o ar se acabe.

Caio de joelhos, muito sangue sai da minha boca, meu corpo fica mole e então me deixo cair para logo dar de cara com o cavaleiro que estava com um sorriso no rosto, junto com sua mão toda ensanguentada..

Não sei se quis colocar um ponto final ou uma reticência. Não há “dois pontos”, apenas um ou três.

– Sabe o que eu estou segurando? — ele pergunta, mas não obtém resposta. — É o seu coração.

Tento respirar, mas a única coisa que eu consigo fazer é cuspir cada vez mais sangue. Olho para o lado e vejo o Sasuke sendo segurando por dois demônios.

– Não se preocupe, vamos cuidar bem do seu marido. – o cavaleiro se agacha ao meu lado, nunca perdendo aquele sorriso irônico.

– Vai pro inferno! – eu digo com o resto das minhas forças.

– Se você não percebeu – ele segura meu rosto com força, me levantando da terra –, já estamos nele. – e com isso me solta, fazendo-me bater a cabeça com força.

– Te amo. – sussurro olhando para o Sasuke.

Sinto meus olhos ficarem pesados e aos poucos vou desistindo de tudo. Dizem que quando você está prestes a morrer toda sua vida passa pela sua cabeça, mas a única coisa que vem à minha mente é ... ele. Então desisto de lutar e escolho acolher a morte como minha única amiga.

– Sakura, acorda. – abro meus olhos e dou de cara com o Naruto me sacudindo.

– Me solta. – lhe empurro, o fazendo bater com muita força contra a parede.

– A transformação está acontecendo rápido demais. – vejo o Naruto se levantar, colocando a mão sobre a cabeça.

– Me desculpa. – sento na cama, sentindo meu tórax doer muito.

– O que está acontecendo contigo?

– Como assim?

– Você estava gritando feito uma desesperada. – então acabo me lembrando de tudo.

– Se lembra dos cavaleiros do apocalipse? – ele faz uma cara estranha sem entender nada.

– Sim, claro. Guerra, Fome, Peste e Morte.

– Qual deles usa o cavalo amarelo? – pergunto, o fazendo parar pra pensar.

– A Morte. Por que a pergunta?

– Eu sonhei com a morte!

Como você se refere ao cavaleiro quando diz “Morte”, esta palavra precisa ser maiúscula.

Pov. Gaara

Olho ao horizonte o sol se pondo. Sei que em poucos minutos ela estará aqui, fecho meus olhos e me deixo curtir um pouco de tranquilidade até que finalmente escuto o som da sua respiração.

– Está acordado? – abro meus olhos e a vejo se sentando ao meu lado.

– O que quer? – olho novamente pro horizonte, agora encontrando apenas escuridão.

– Eu não sei. – a vejo baixar a cabeça, porém logo me olha com aquele sorriso cativante. – Você me faz sentir várias coisas ao mesmo tempo.

– Se afaste de mim, Ino. – quebro o contato visual que está quase me fazendo pular em cima dela. – Eu posso lhe destruir em segundos.

– Quando parar de querer imitar as falas do Edward Cullen, me avisa. – a vejo se levantar com raiva, me fazendo ter que agir rápido para lhe impedir.

– Espera. – pego seu braço e a puxo contra o meu corpo. — Como assim Edward Cullen?

– Saga crepúsculo, se espera que eu fale que vou ficar com você mesmo sendo perigoso, desista. – ela diz olhando para minha boca. – É mais fácil eu deitar você na droga desse telhado e te mostrar como eu posso ser perigosa.

– Gostei da idéia. – coloco a minha mão na sua nuca e a puxo, colando finalmente nossos lábios.

– Eu acho que te amo. – a escuto murmurar logo após da gente se separar.

– Você não pode. – vejo seu rosto se transformar em uma máscara de dor. – Você não sabe no que está se metendo.

– Sim, eu sei e to pouco me importando, essa porra toda ta muito parecida com crepúsculo. – ela balança a cabeça em negação.

– Então vamos mudar isso. – ela me olha sem entender.

Pov. Sasuke

– Você novamente aqui? – sinto a sua presença atrás de mim.

– Não posso acreditar que está colocando tudo a perder por causa de uma humana. – sua voz era fria.

– Eu a amo, Itachi. – viro-me para ver seu rosto impassível. – E realmente não me importo com quem vai morrer.

– Lúcifer não está nada satisfeito com o que você está fazendo.

– Não me importo. – lhe dou as costas para logo senti-lo apertando meu pescoço.

– Eu deveria matar você. – mas ao contrario do que eu imagino, ele me solta.

– E por que não mata?

– Porque vou deixar você próprio se destruir. – ele se vira, mas para no meio do caminho.

– Cuidado com os selos, pois se eles forem quebrados os quatro cavaleiros vão ser convocados. – e desaparece, me deixando com mais uma preocupação.