Hate To See Your Heart Break
8 Capítulo 8
Notas iniciais
Desculpem a demora sei o quanto é frustrante acompanhar uma fic que demora a ser atualizada, mas voltei!
Esse capítulo vai ser um Flashback contanto um pouco da historia de Quinn e sobre o que aconteceu com ela no anterior....
espero que gostem ;)......
relevem os possíveis erros tá.......
Violeta se perguntava o que tinha ocorrido com seu anjinho para chegar em casa naquele estado.
Horas antes...
Quinn saiu correndo depois da discussão com Rachel, ela estava transtornada e foi ao único lugar em que se sentia em paz. Depois de pedalar por duas horas ela chegou ao seu destino: Um Cemitério. Ele ficava aos arredores de Lima, e lá ela encontraria a única pessoa que a faria bem, mas o pequeno detalhe é que essa pessoa já estava morta. Isso deixava a loira triste e insegura.
Ela caminhou entre os túmulos, fazia tempo em que não ia a aquele lugar. Sua única e última visita, foi no enterro de sua mãe, há quase sete anos atrás. O lugar era sombrio e tenebroso, mas Quinn só sentia paz. Continuou caminhando entre os túmulos até chegar onde queria, ficou ali apenas olhando, depois de um tempo caiu em prantos. Sentia-se sozinha, sentia falta de sua melhor amiga, a pessoa com que sempre contava e que a amava incondicionalmente, seu coração estava esmagado e a única que lhe trazia paz, não estava mais presente em sua vida, partiu em um descanso eterno.
Ela estava debruçada no túmulo de sua mãe e ainda em prantos.
Q: Mamãe... Sinto tanto a sua falta... Queria que estivesse aqui comigo... Por que você teve que ir mamãe.... Por que eu não fui em seu lugar... [disse em prantos]
A mente de Quinn estava uma bagunça várias lembranças tomavam conta de sua mente e isso a deixava fraca, indefesa.
Ela se lembrou de como tudo aconteceu e isso a machucava.
Flashback on
O casal Fabray estava à espera de seu primeiro Filho, tudo já estava preparado para a chegada do seu primogênito, tudo estava de acordo com o figurino as roupinhas e o quarto.
Russel estava bastante feliz com a chegada de seu primogênito, um menino é sempre, na maioria dos casos, a preferência inicial do pai.
Os nove meses se passaram e cada vez mais próximos da chegada do tão esperado herdeiro da família Fabray, todos já estavam à espera no hospital onde Judy já estava em trabalho de parto.
Russel acompanhou sua esposa na sala de parto decidiu ficar ao seu lado todo o tempo.
O parto exigiu demais de Judy.
Quando o bebê nasceu estava com o cordão umbilical em seu pescoço os médicos prontamente o cortaram e o levaram para a UTI, o tempo ali era crucial.
Russel ficou preocupado, mas foi tranqüilizado pelo médico. Decidiu passar essa tranqüilidade para a sua esposa, que já se encontrava fraca pelo grande esforço feito.
Depois de algum tempo os pais foram informados que o bebê já estava bem e que foi apenas um susto, mas teria que ficar na incubadora para se estabilizar.
Russel estava ansioso para ver o seu filho, e como Judy estava se recuperando decidiu ir ao encontro dele não queria deixar sua esposa sozinha deixou-as aos cuidados de sua Irmã, feito isso foi ao encontro de seu filho estava preocupado, pois seu filho estava na incubadora com alguns tubos de oxigênio. Ele sorriu ao ver o quanto aquela coisinha pequena era linda.
Ele passou um tempo olhando sua preciosidade prevendo o futuro de seu grande garoto.
Violeta foi até o seu irmão, que se encontrava ainda hipnotizado pela beleza de seu bebê, ela foi dar as boas vindas ao pequeno Fabray que com toda certeza era um bebê lindo.
A enfermeira foi até eles.
E: Parabéns pela linda criança .
R: Obrigado. [ Disse todo orgulhoso]
E: Como ela vai se chamar?
R: Ainda não decidimos, mas ficamos em dúvida entre Peter ou Richard. [disse pensativo]
A enfermeira a olhou confusa.
E: Acham que não e bem masculino?[ela achou estanho a escolha dos nomes]
Russel a olhou para a mulher confuso.
E: Vejo que ocorreu um erro seu filho e na verdade uma menina.
R: Como assim fizemos todos os exames, vocês estão loucos?[disse alterado]
Russel ficou louco, como assim seu filho virou uma menina, isso ele não entendia só podia ter acontecido algo errado, aquele bebê não era seu, a enfermeira confirmou que a menina era sua. Mas ele não pode acreditar, e em um ataque de raiva foi até o médico, algo estava errado e ele iria descobrir.
Após o incidente o médico o acalmou, houve um terrível erro, por mais que os exames de ultrassom tenham confirmado o sexo do bebe .O médico lhe informou que havia casos em que isso ocorria que era raro mas acontecia.. Russel ainda estava inconformado por mais que o médico tenha lhe explicado ele não engoliu essa historia direito.
Judy estava feliz, pois sua filha estava bem é para ela não importava se era menina ou menino o que mais importava é que ela era sua e disso ela tinha certeza.
Russel pelo contrario ficou incomodado, ele não entendia como ele virou ela. Fizeram todos os exames para a confirmação. Ele agora olhava para a criança nos braços de sua esposa com desprezo.
Como não tinha escolha, vestiram o bebê com as roupinhas já compradas, como eram muitas eles teriam que usá-las. Russel inconformado pediu um exame de DNA que foi confirmado no dia seguinte.
Russel se sentiu desconsolado.
A família Fabray não era rica, mas vivia em ótimas condições, Russel era um homem de negócios vivia viajando .
Apesar da terem condição de ter uma mansão eles tinham uma boa casa e viviam pacatamente.
Com o passar dos tempos a historia foi bastante comentada, já que eles moravam em uma cidade pequena então a fofoca era grande.
A criança passou a se chamar Quinn por escolha de Violeta que gostava do nome.
Anos se passaram e Quinn se tornou uma criança solitária, e sofria por ser diferente dos outros, não por ter algo errado, mas pelo seu passado, ela era tratada como anormal, era sempre alvo dos outros alunos que sempre a apelidaram de diversos nomes. Quinn como toda criança, gostaria de ter amigos, mas com ela foi diferente mesmo assim ela criou seu próprio mundo onde vivia suas alegrias e desejos, sua mãe estava sempre presente em sua vida, ela era uma pessoa que Quinn podia sempre contar. Ela tinha a uma babá que também podia contar.
Seu pai vivia viajando, por mais que quisesse o casal não podia ter mais filhos, e Russel a culpava por sua simples presença. Apesar do ódio que recebia Quinn amava seu pai, ela aprendeu desde cedo a ser responsável.
Seu pai nunca gostou de Quinn ainda mais quando souberam que Judy não poderia ter mais filhos, tratava à pequena como mero estorvo em sua vida, a garota sempre o respeitou apesar dele sempre a desprezar.
O período em que sua mãe adoeceu foi o pior da vida da pequena, sua mãe era o seu porto seguro e como ela estava doente, a garota se sentia ainda mais sozinha e com a morte prematura de sua mãe agora ainda mais.
Depois que Russel a encontrou com Haylie as coisas foram de mal a pior.
Repetidas vezes ele dizia que sua mãe morreu por sua culpa, que ela era anormal e outras coisas mais.
A loira sofreu durante muitos meses, humilhações verbais e físicas a deixaram fraca, morta por dentro e ferida por fora...
Flashback off
Ainda no cemitério, caia uma tempestade e as lágrimas de Quinn se misturavam as gotas de chuva, ela passou a caminhar pelos túmulos, ela andava sem rumo até cair em uma vala. Ela se levantou e encarou o céu com seu peito cheio de dor, tentou a todo custo sair quando saiu deitou ao lado da vala e ainda em prantos sentiu as gotas de chuva em seu rosto.
Toda a dor que ela mantinha fechada a sete chaves voltou em potência máxima.
Ela conseguiu voltar para casa, como ela voltou foi um mistério ela ao chegar foi amparada por sua tia ela estava em total estado de choque.
A partir desse momento Quinn não seria mais a mesma...
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