Hate Or Love?
3 Capítulo 3
Caroline P.O.V
Ouço Elena bufar pela vigéssima vez enquanto xinga Damon de todos os palavrões existentes, ela xingo eles de coisa que eu nem sei se existem.
– Aquela replica pirata de uma catota de fezes de um elefante gordo e que sofre de aids — Elena fala entredentes, e quando vou falar que que nunca ouvi falar em um elefante que sofre de aids ela volta a falar mais e mais — Aquele... BOSTONÊS.
– BOSTONÊS ELENA ? Ele nasceu no pais da bostolândia em uma pequena cidade chamada diarreia? Só falta você falar isso — Respondo elevando a voz, algumas pessoas que estavam perto de nós enquanto atravessavamos o corredor do colégio olham estranho para nós. Elena faz bico e cruza os braços.
– Não, eu não ia falar isso — Elena fala aumentando o bico, apenas rio da cara dela,e o sino toca — Caroline qual sua aula? — Pego meu caderno e olho os horários.
– Artes — Faço uma careta.
– Boa sorte — Elena fala rindo apenas bufo — A minha aula é história, então até a hora da saída, mana.
– Até — Falo lhe dando xauzinho com a mão.
Vou em direção a sala á passos largos, e chego nela rapidamente, abro a porta e olho em direção as carteiras procurando alguma vazia, e infezlimente vejo Klaus e Damon fazem parte dessa aula e estão sentados perto da porta, maravilha, eu além de ter que suportar esse dois idiotas na minha escola todo dia, tenho que ter um monte de aulas em comum com eles, minha vida não podia melhorar.
Me imagino por um momento enfiando uma estaca no peito de Klaus, lentamente... balanço a cabeça me livrando desses pensamentos homocidas, por enquanto não serão uteis, por enquanto... sorrio internamente, olho para o quadro e em letras enormes está escrito "Aula sobre pintura individual" argh! Vou andando até uma carteira vazia e encaro o quadro em branco.
A professora entra na sala — detalhe sem bater, educação mandou lembranças — e começa a falar sobre algo que não me dou ao trabalho de prestar atenção, apenas permaneço de pé ainda olhando para o quadro, minha mente vagando em um mundo desconexo, até que sinto um forte impacto contra meu corpo, olho para trás e vejo Klaus.
– Ah, desculpe foi sem querer — Ele fala com uma falsa cara de desculpas, involuntariamente desvio meus olhos para as mãos deles, que carregam potes de tinta vermelha, olho assustada para minha calça branca e blusa vendo se esse idiota melou minha roupa com tinta — Ainda bem que a tinta não derramou na sua roupinha de paty — Ele fala sarcástico apenas lhe mostro meu dedo mais lindo e ele sai gargalhando
Ando até a mesa onde tem várias tintas, ouço várias risadinhas idiotas assim que me levanto, fico confusa, que estranho, balanco a cabeça não deve ser nada, deixa de neura Caroline falo para mim mesma. Pego as tintas que preciso e um pincel, vou até meu quadro dessa vez me sentando no pequeno banquinho e começo a pintar uma paisagem marítima.
Depois de meia hora termino minha pintura, olho o resultado e fico orgulhosa, afinal tantas horas em que eu fiquei maquiando ou melhor fazendo milagres na cara — sim cara aquilo que ela tem na fuça não merece sem chamado de rosto — de minhas primas me tornaram uma expert em disfarces e pinturas. Levanto do banquinho, ouvindo mais risadas, ok isso tá muito estranho, ando até a mesa da professora e lhe mostro meu quadro.
– Está ótimo, senhorita Forbes, pode se sentar, logo liberarei todos — Dou um meio sorriso e lhe viro as costas, ela grita — CAROLINE! — Viro assustada, ela apenas começa a anotar algo em um papel assina e me leva até a porta.
– Mas oquê.. — Começo a falar mais ela me interrompe com um sorriso contragido.
– Parece que o vermelhinho veio lhe visitar — Fico confusa por um tempo, como assim o vermelhinho veio me... AH MEU DEUS ELA TA FALANDO QUE EU MESTRUEI, mas pera ... eu sou uma vampira... eu não mestruo... então.... KLAUS AQUELE FILHO DE UMA PATA DERRAMO TINTA EM MIM DE PROPOSITO. Me viro com um sorriso para o professora e pego o papel que ela esta me estendendo e logo vejo que se trata de uma dispensa para a escola, agradeço e vou em direção ao meu armário pegando uma muda de roupa.
Saio do banheiro com outra calça, pego meu celular e ligo para o Jeremy, eu quero vingança e sei que o meu maninho vai ajudar. Dois toques e ele atende.
– Fala maninha.
– Jer, eu paguei a maior humilhação publica da minha vida e foi tudo culpa do Klaus.
– Oque você quer que eu faça Carol? — Um sorriso maquiavélico se forma em meu rosto.
– Sabe aquelas tintas de spray que tem na mala do meu carro...
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