Hate Or Love?

4 Capítulo 4:Quem eu não esperava aparece


Notas iniciais
Sophia e Stacy continuam com a mesma roupa
Melany:http://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=56854473
(roupa)

Harry veio me encontrar enquanto eu descia do ônibus. Eu estava quase caindo na dele, mas não podia. Resolvi apresentar uma amiga de Stacy, conhecida minha, Melany. A chamei para perto de nós. Ela hesitou, pois realmente Harry era um garoto muito bonito. Ele saiu de perto de nós, acenando e enrolando os dedos, como em um “depois a gente se fala”. Logo apareceu Liam Payne, com em enorme sorriso no rosto. Acho que ficou feliz por ver Melany. Ela era uma jovem muito bonita. Depois da aula, Harry só me encarava. Me senti desconfortável.

Já estava a caminho de casa, quando ouvi um sussurrar do meu nome.

–Quem está aí? — falei, aflita.

–Entra aqui. –a voz ecoou pelo beco ao meu lado. – vem cá, Sophia.

Sabia meu nome. Pensei que podia ser só um amiguinho de Harry, e ignorei. Tentei continuar andando, pois não posso sair por aí entrando em qualquer beco. Mas uma mão puxou meu braço. A princípio, não reconheci o rosto. Estava coberto com um capuz.

–Estou decepcionado com você, fofolete.

Fofolete. A única pessoa que me chamou de fofolete na minha vida foi... Jeremy Burn! Retirei o capuz, estava tremendo. Entre as sombras escuras, fui descobrindo seu rosto. Meu ex-namorado estava na minha frente. Quis fugir, mas ele tirou uma faca das costas. Comecei a gritar descontroladamente, até ficar sem voz.

– Pensa que vai aonde? Temos que conversar! O que eu te disse sobre arrumar outro? Pensa que eu já não estou sabendo?

Ele estava criando falsas expectativas. Acho que vazou algo do Harry me perseguir, mas não rolou absolutamente nada entre nós. Acho que agora vocês entendem que não era eu que estava me fazendo de difícil, mas eu realmente estava com medo dele. Ele cravou a faca na parede, ao lado da minha cabeça. Queria falar, mas estava em estado de choque e som nenhum era emitido pela minha boca. Ele deslizou sua mão entre meus seios. Era melhor não me mover. Ele estava drogado. Finalmente consegui falar.

– Eu não tenho nada com ele. Ele é que me persegue. Não tenho culpa de nada – disse eu, gaguejando e olhando a faca deslizar pela parede emitindo forte ruído. –por que pensa isso?

–eu sei de tudo que acontece com você. Desde que você terminou comigo, te sigo a cada lugar. Só não te mato agora, vadia, por que quero exterminar o playboyzinho antes.

Sirenes tocaram. Respondi aliviada. Algum vizinho ouviu meus berros e chamou a polícia. Por fim, Jeremy disse.

–Vou indo agora, ah, e isso é pra você – me deu um tapa no rosto – vai preparando seu lugar no céu, fofolete.

Os policias chegaram, e Jeremy fugiu pulando os muros. Policias vieram me perguntar o que havia acontecido, vendo a grande marca de mão em meu rosto. Respondi que era um sequestrador, no qual eu não conhecia. Queriam que eu fosse dar depoimento, mas naquele momento, só queria ir para casa. Fui levada até em casa, de camburão, onde vi minha mãe adotiva me esperando com uma cara muito preocupada.