Hat Red : A lenda renasce
1 Capítulo um.
Capítulo um.
Décimo sexto aniversário.Parti umDan Wood. Meu pai é o prefeito de Vila dos Lobos,uma pequena cidade ao sul de Liss,Reino unido,mesmo que eu e minha família sermos americanos,por algum motivo o povo daqui não nos trata ruim.Como alguns que vemos por ai. Antes de ser prefeito meu pai fazia parte de um grande grupo de assassinos.Porém após de um grande desastre envolvendo uma grande fome qual ninguém mais cita que meu pai evitou,ele se tornou prefeito. Minha vida antes de meu pai ganhar seu cargo que baseava em se esconder. Até os meus seis anos eu achava que meu pai era um caçador.Ele ainda treina uma garota na floresta ao norte de nossa cidade.Eu nunca a vi,mas ela sempre ajudou nossa família.Nas épocas de fome,ela vinha escondido e deixava tortas de amoras na janela do meu quarto.Sempre quis conhecê-la,mas minha resposta é sempre a mesma: Cada coisa tem seu tempo.Não é a hora de você conhecer Red,nem ela,nem você estão prontos.Na verdade Você não está pronto é a coisa que mais ouço do meu pai. Você não está pronto pra dirigir, Não está pronto pra cozinhar. Parece que não estou pronto pra viver! Para alguns fazer aniversário no dia do volta as aula é azar,mas pra mim,não.Meu pai vai me deixar dirigir pela primeira vez sua picape Duster vermelha,apelidada de Ofélia.Contando que dê carona para Red,segundo ele,mesmo não achando que é a hora certa de nos conhecermos,não tem opção já que o professor particular dela morrera misteriosamente.Bom ,se posso dar carona para minha namorada,pra mim está ótimo. Acordei as seis como todos os dias.O céu nublado reinava e o vento frio batia nas árvores do meu quintal. Como todas as manhas tomei banho e arrumei-me o mais rápido o possível para chegar cedo na casa de Mary.Quando desci as escadas da minha casa,meus pais já me esperavam na mesa de café da manha,juntamente com minha Irma caçula,Diti. -Animado? Perguntou minha mãe com um sorriso.Seus cabelos loiros,meio grisalhos cobriam um de seus olhos,mas ainda sim se via o brilhante verde dele. -Muito.Quero ver a cara da Mary quando eu a buscar de carro. Falei,mas minha felicidade se foi ao ver a cara de meu de Só por cima do meu cadáver. Ele suspirou como se estivesse pensando em meu julgamento final. -Pode levar a filha de Hermes pra escola,mas,avise Red que ela irá e ore pra ela não lhe matar.- Meu pai falou de mau humor.Ele não gosta de Mary,nunca me contou o porque.A única pista que tenho é o apelido que Mary ganhou em minha família: Filha de Hermes. Peguei minhas coisas rapidamente,com medo que meu pai mudasse de ideia.Embora eu o amasse,ele sempre parecia preocupado demais. Coloquei em meu pescoço o colar que ganhara quando nasci,uma corrente de ouro com um pingente em forma de uma grande sol também de ouro.Minha irmã vive reclamando de não possuir,meu pai sempre muda de assunto,porém,isso não me interessa muito. Peguei as chaves de Ofélia,juntamente com o endereço da casa de Red.Olhei pro meu quarto pela última vez. -Ontem eu era um garoto que ia pra escola de ônibus.Hoje um homem que possui um carro chamado Ofélia! Gritei. Isso parecia mais masculino na minha cabeça. Saí do meu quarto,desci as escadas novamente.Coloquei a mão na maçaneta da porta de entrada,mas uma mãozinha me segurou. -Mano,promete pra mim que não deixa a Mary ser malvada com a Red. Diti falou colocando uma de suas mechas loiras atrás de sua orelha direita. -Mary nunca faria isso. Falei. -Você não conhece a mesma Mary que conhecemos Ela murmurou.Fingi que não ouvi.Amo minha irmãzinha mais que tudo,por ela tirarei essa história limpo. Na garagem a grande Ofélia parecia mais brilhante que o normal.Eu entrei no carro sem olhar para atrás.Dei partida e comecei dirigir em direção à Floresta da Lua. Entrei na rua indicada,era uma estradinha de terra.Eu não daria nada pra ela,mas ao entrar na estradinha vi de longe uma grande mansão vermelha.Em seu quintal havia dezenas não estou exagerando de crianças de dois à doze anos,brincando e cantando quando a maior tocava flauta no meio delas. A maior tinha cerca de dezesseis anos.Ela meio baixinha.Sua pele era morena e nela se destacava um batom de forte tonalidade vermelha.Ela vestia um lindo vertido branco tomara que caia,cumprindo as costas do vestido uma capa vermelha com capuz.Seu cabelos negro era simetricamente dividido,não era nem liso,nem cacheado.Nele se faziam poucas curvas que iam até os seus cotovelos.Prestei atenção em cada centímetro de Red.Confesso,sua aparência me agradou.E muito. Aproximei-me com cuidado,com medo da reação dela.Ela era uma assassina desde que nasceu,vá saber o que poderia fazer comigo. -Com licença.Sou Dan Wood.Filho de Adrews Wood.Fui mandado para buscar a senhorita Red. Falei do modo mais respeitoso que consegui. As crianças que dançavam em meio de Red pararam e me olhavam cuidadosamente. Foi ai que eu reparei uma coisa,as crianças eram todas do sexo masculino. -Calma meninos,ele é o filho do Wood. Red disse para as crianças. Falem pro Wolf que eu fui pro inferno chamado escola. Os meninos riram e entraram na casa.Red pegou sua mochila vermelha e veio em direção do carro com um sorriso. -Enfim encontrei a famosa Red.Sabe,meu pai fala muito sobre você. Falei tentando ser amigável. -Queria dizer o mesmo. Ela respondeu rigidamente. -Como? -Pra você andar com a filha de Hermes não deve ser boa pessoa.
-Ótimo...é...acho que é bom você saber que vou dar carona pra ela. Mau acabei de falar ela já saiu do carro.Bateu no capô e disse: -Vai lá!Vou pedir carona pros Bears.-Ela falou já indo em direção ao uma fazenda não muito longe. -Seu meu pai descobre que eu não lhe dei carona ele me mata. Tentei,mas a única coisa que recebi foi um sinal de indiferença. -Bom funeral pra você. Ela falou já de longe. Resolvi que iria deixa-la ir.Se tiver alguém nesse mundo mais perigosa que meu pai,esse alguém é ela. Dirigi até a casa qual não chegava aos pés da mansão de Red,mas era um local menos provável de ocorrer uma guerra:A casa de Mary. O Orfanato João e Jonas era conhecido por resgatar crianças da rua.Mary foi uma delas. Quando ela saiu do Orfanato com seus cachos loiros todos arrumados,bem maquiada e muito bem vestida,pensei:Nossa ela se arrumou pra mim.Mas o que ela disse foi: -Não acredito que você vai pra escola com esse carro velho.Que camiseta é essa?Achou no lixão? Vou admitir.Eu e Mary estávamos em uma crise em nosso relacionamento. -Não gostou?Vai a pé! Falei já nervoso. -Vou mesmo. Ela falou e começou a andar,porém Mary não é como Red,deu três passos e voltou.Red também estava de salto,porém o de Mary era ridiculamente grande.A levei até a escola em silêncio.Aquele estava sendo um péssimo dia. Chegamos na escola com um certo mau humor,mas logo tivemos que por um sorriso na cara pois como Mary diz Somos os reis da escola.Não podemos decepcionar nossos súditos. Quando cheguei estava acontecendo algo que na corte de Mary era proibida : Os camponeses estavam se confrontando mortalmente com o nobres.E na lideranças deles,estava aquela que os encorajavam: Red estava apontando uma flecha na cara do Capitão do time de futebol americano.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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