Harry Potter e o Segredo da Fênix.
4 Capitulo 3.
Herança mágica.
As cartas continuaram a chegar, elas falavam sobre histórias antigas e contavam sobre segredos obscuros, mas não citava nomes. A cada dia, Harry se afastava mais do diretor, fato esse que era a alegria para seus amigos. Com o passar dos meses Hermione contou que descobrira um feitiço, antigo, nele se provava que a magia não nascia do nada, mas era passava como uma herança aos dignos e fortes. Muitos não gostaram da descoberta, principalmente os aliados a Voldemort, mas a maioria da comunidade aceitou os novos membros de braços abertos. Famílias esquecidas foram lembrados e as que todos pensavam terem se perdida foram achadas. Já não existia mais "Sangue-ruins", nenhuma criança sofreria o preconceito que Grange passou, elas seriam aceitas.
—Considero entrar no ministério. O próximo passo é instruir as famílias.
Draco olhava com orgulho para a namorada. Harry estava aliviado por não ser mais o centro das atenções e muito feliz pela amiga, igual a Rony.
—Você não disse a sua família. -Exclamou Lila Brown.
— Eu sou uma Granger, em primeiro lugar. Mas também tinha uma descendência bruxa, mais precisamente da casa Peverell.
Todos ficaram surpresos, já tinham ouvido falar dessa família em uma história curiosa e misteriosa.
Enquanto os demais conversavam sobre a grande mudança que estava por vir, Harry escutou um pio, olhou para cima e encontrou uma coruja vindo em sua direção. Ela parou e depositou uma carta. Depois voltou a voar.
Silenciosamente, ele saiu do grande salão, encontrou com Gina e Blasio Zabine em um corredor, mas fingiu não ver e continuou seu caminho. Parou nos jardins, sentou-se e se pôs a ler.
"Preste atenção!" Vinha escrito na primeira parte, não tinha nenhum cumprimento, apenas isso.
"Após tantos anos na escuridão está de hora de você enxergar. Não vai ser fácil, seus olhos irão doer e custa para se acostumar com esse novo ambiente, mas é necessário ver o que os outros ainda não veem.
O que você sabe sobre Nicolau Flamel, Harry? Muitos acreditam que ele esteja morto há anos, mas você sabe que não. O velho Flamel continua a respirar e, com a ajuda da sua brilhando pedra, vive. Sim, Harry, ele ainda vive. Vou-lhe contar algo de extrema importância. Após o episódio que ocorreu no seu 1° ano em Hogwarts, a pedra seria destruída, seria. Ele não teve coragem o suficiente de se entregar a morte. Dumbledore mentiu Harry. E ele mente por séculos. Começando com a sua idade, como um homem pode viver tanto? Pense um pouco e você vai encontrar a resposta.
Despeço-me com essa carta, você já sabe a verdade, só precisa acreditar. Por fim, entenda que... No portal de memórias se encontra a verdade, se você se lembrar do verdadeiro feitiço ela aparecerá, fruto do amor seu poder vingará, mas cuidado! Apenas aquele que verdadeiramente amou pode portar.
Adeus, Harry."
Flamel estava vivo? Por que Dumbledore mentiria? Perguntas assombravam a mente dele. Foi quando ele decidiu mostrar as cartas aos amigos. Voltou para o salão e os encontrou lá. Chamou Hermione e Rony e explicou o que estava acontecendo. Hermione logo começou a juntar as peças e montar o quebra cabeça.
—Harry, o que você fazia quando ia na sala do diretor?
— Víamos memórias, ele me ensina feitiços.
— É isso! Memórias!
Rony franziu a testa.
—Do que ela está falando?- Perguntou a Harry.
— No fim da carta tem uma charada. "No portal de memórias se encontra a verdade, se você se lembrar do verdadeiro feitiço ela aparecerá, fruto do amor seu poder vingará, mas cuidado! Apenas aquele que verdadeiramente amou pode portar." O portal de memórias só pode ser uma pensadeira! Harry, você viu alguma memórias que o professor mantinha escondida?
— Ele mantém todas dentro de uma espécie de armário.
— Todas?
— Sim.
— Então é lá que está. Temos que ir lá.
Eles se olharam.
—Como faremos para entrar?
— Soube que o diretor foi chamado no Ministério com urgência. -Disse uma voz feminina. Gina.
Eles olharam para trás e encontraram os amigos e parceiros. Blasio Zabine, Luna Lovegood, Neville Longbottom, Gina Weasley, os gêmeos Fred e Jorge e Draco Malfoy.
—O que fazem aqui?
— Não vamos deixar vocês sozinhos! -Exclamou Luna, sonhadora.
—Não! Vocês tem que voltar. É perigoso! Não precisam fazer isso por mim...
— Não estamos fazendo nada por você, Potter. -Disse Draco. -Todos aqui têm algo que vale a pena lutar. -Ele apertou a mão de Hermione.
— Draco está certo. –Disse Zabine.
Eles discutiram estratégias por um tempo. E foram até a porta da sala do diretor.
—A senha. -Pediu a gárgula.
— Por Gryffindor! Esquecemos a senha.
— Deve ser alguma comida. -Disse Rony.- Vejamos. Caramelo, torta de morango, sapos de chocolate, feijãozinhos de todos os sabores, tortilhas de limão...
Antes que ele pudessem dizer o próximo gárgula abriu passagem para eles passarem.
Rapidamente eles subiram e encontraram a sala vazia, nem mesmo a fênix se encontrava ali. Correram até o pequeno armário que guardava as memórias e começaram a procurar.
O plano era que dois veriam a memórias e o restante ficava vigiando. Quando Gina disse ter encontrado algo todos correram para ver se era algo importante.
—Parece ser antigo. -Comentou Blasio.
— Esperem!- Disse Draco. -Acho que achei.
Ele segurava um vidro pequeno. Antes que alguém pudesse dizer algo ele jogou o que tinha lá dentro da pensadeira.
—Você tá louco?
— Veja.
Desconfiado, Harry colocou a cabeça lá e foi tele transportado para a memória.
Foi como um pisca de olhos. Ele viu um jovem Dumbledore e uma bela moça. Mas a moça sumiu e o jovem Dumbledore chorou, Harry o viu se transformar, escolher errado e errar escolhendo certo. Cada vida. Cada família. Cada história. Cada traição. Tudo passou rapidamente por ele. Até que parou. E Harry voltou.
—Harry?
— Potter. -chamou Draco.
Harry não dizia nada, ele confiava no diretor, que o traiu. Estava decepcionado.
—Vamos sair logo daqui.
Eles estavam preocupados com Harry, mas entenderam que estava na hora de sair ou iriam se encrencar. Quando chegaram aos corredores, na medida que andavam, ouviam gritos. Correram até a entrada do castelo.
Voldemort tinha atacado, o castelo estava repleto de comensais. Draco engoliu em seco ao ver sua tia, Bellatriz, duelando com Molly Weasley. Eles se olharam e foi o bastante para entender que chegará a hora. Cada um foi para um lado e começaram a defender o seu lar e os seus amigos. A professora Minerva deu vida a estátuas que tentavam proteger o castelo, não era o suficiente, mas ajudou muito.
—HARRY. -Gritou Rony. -VOCE TEM QUE ACABAR COM VOLDEMORT.
Contudo, o jovem Harry não sabia como dar um fim ao bruxo das trevas.
—Não! Nós precisamos ajudar ele. -Disse Hermione, de repente.
— Como?
Ela abriu um sorriso sapeca.
— Com amor
Assim que Harry ficou frente a frente com o Lorde das Trevas e eles começaram a duelar, chegou um momento que ele sabia que não iria conseguir.
—EI. -Gritou Neville. -O HARRY NÃO ESTA SOZINHO.
Eles começaram a se livrar dos comensais com que duelavam, alguns caiam no chão inconsciente ou mortos. Seis varinhas se ergueram, dando fim ao reinado de trevas do Lorde. Este foi se desintegrando e se transformando em pó, sumindo...
Um som de aparatacão foi ouvido. Todos viraram-se.
Era Dumbledore.
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