Notas iniciais
espero por reviews!

p.s: sim minhas fanfics demoram um pouco para atualizar! espero que tenham paciência.

Se preferirem vou escrevendo e daqui um ano vcs lerem tudo junto suhsauahu vcs escolhem

Estava deitado com o rosto para baixo, prestando atenção no silêncio. Ele estava completamente sozinho. Ninguém o olhava. Ninguém mais estava lá. Ele não tinha total certeza da presença de si mesmo.

Um bom tempo depois, ou talvez tempo algum, percebeu que ele devia existir, devia ser mais que pensamento sem corpo, porque estava deitado, definitivamente deitado sobre algo.

Portanto, tinha uma sensação do toque, e a coisa sob a qual estava deitado existia também.

Quase no instante em que chegou a esta conclusão, Harry se tornou consciente de sua nudez.

Convencido de sua solidão total, isto não o perturbou, mas o intrigou ligeiramente. Ele imaginavaque, como podia sentir, poderia também ver. Ao abrí-los, descobriu que tinha olhos.

Estava deitado numa névoa clara, embora não fosse como qualquer outra névoa a qual tivesse visto. O ambiente ao seu redor não estava coberto pelo vapor, aliás o ambiente ao seu redorera formado pelo vapor. O chão em que ele deitava parecia ser branco, nem quente nem frio, mas simplesmente estava lá, algo branco e achatado.

Ele se sentou. Seu corpo parecia ileso. Ele tocou sua face. Não estava mais usando óculos.

Então um barulho chegou até ele através do nada que o cercava: batidas pequenas, macias, que abanavam, giravam e se debatiam. Era um som penoso, e ainda assim ligeiramente indecente.

Ele tinha a sensação desconfortável de estar bisbilhotando algo furtivo, vergonhoso.

Pela primeira vez, desejou estar vestido.

Este desejo mal se formara em sua cabeça quando vestes apareceram numa curta distância.

Ele as pegou e vestiu: elas eram macias, limpas e quentes. Foi extraordinário como elas apareceram, simples assim, no momento em que ele as quis...

Ele se levantou, olhando ao redor. Será que ele estava em uma grande Sala Precisa? Quanto mais ele olhava, mais tinha para ver. Um teto grande de vidro, abobadado, reluzia bem acima dele na luz do sol. Talvez fosse um palácio. Tudo estava silencioso e parado, exceto por aquela batida esquisita e os barulhos chorosos vindo de algum lugar na névoa...

Harry se virou devagar onde estava, e os arredores pareceram se criar diante de seus olhos.

Um espaço aberto e amplo, brilhante e limpo, com teto de vidro abobadado; um salão muito maior que o Salão Principal. Estava vazio. Ele era a única pessoa ali, exceto por...

Ele se voltou, tinha visto a coisa que estava fazendo os barulhos. Ela tinha a forma de uma criança nua, pequena, enrolada no chão, sua pele crua e dura, como se a estivesse trocando, tremendo, deitada debaixo de um banco, desnecessária, escondida fora de vista, se esforçando para respirar.

Ele estava com medo dela. Embora fosse pequena, frágil e parecia machucada, ele não queria se aproximar. Contudo ele foi chegando mais perto, vagarosamente, pronto para recuar a qualquer momento. Logo ele estava perto o bastante para tocá-la, embora não conseguisse fazê-lo.

Sentiu-se um covarde. Ele devia confortá-la, mas ela o enojava.

- Você não pode ajudar.

Ele se virou. Alvo Dumbledore caminhava em sua direção, enérgica e firmemente, usando longas vestes azul meia-noite.

- Harry. — Ele abriu bem os braços, e suas mão estavam ambas inteiras, brancas e ilesas. -Garoto maravilhoso. Corajoso, homem corajoso. Vamos dar uma volta.

Atônito, Harry o seguiu enquanto Dumbledore se afastava do local onde a criança estava, choramingando, o levando até três cadeiras, que Harry até o momento não tinha notado, um pouco distante daquele teto alto e brilhante. Dumbledore se sentou em uma delas, e Harry se jogou na outra, encarando o seu antigo diretor. A barba e os cabelos longos e prateados, os olhos azuis penetrantes por traz de óculos de meia lua, o nariz torto: tudo estava como se lembrava. E ainda...

- Mas você está morto — disse Harry.

- Ah sim — disse Dumbledore casualmente.

- Então... Eu morri também?

- Ah, — disse Dumbledore, sorrindo ainda mais abertamente. — esta é a questão, não é mesmo? Contudo, meu garoto, eu acho que não.

Eles se entreolharam, o velho ainda sorrindo radiante.

- Tenho que te apresentar alguém — disse Dumbledore naquele tom sábio que ele tinha. — Esse alguém é, digamos, um pouco mais fantástico que eu.

Então uma luz forte se formou na terceira vazia cadeira, e Harry percebeu que a luz começava a tomar formar, uma cabeça, tronco, braços, pernas, tudo se formava rapidamente e com um piscar de olhos um garoto estava sentado na outra poltrona, Harry notou que o garoto parecia ser um ou dois anos mais velho que ele, tinha cabelo negro cortados bem baixo e usava um penteado arrepiado, que dava um ar de Revoltado ao garoto, que tinha incríveis olhos azuis.

- Ois – o garoto falou em Tum tom animado – Sou Merlin.

Harry engasgou, aquilo na mente do garoto era algo impossível, ele sempre imaginou Merlin uma versão envelhecida de Dumbledore e não um garoto tão jovem como aquele.

- Sou Merlin, tenho a aparência que desejo ter- Merlin falou como se estivesse lido os pensamentos do Harry, isso assustou ainda mais o moreno – Então vim até ti para lhe fazer uma proposta, e sim você possui três escolhas!

- Quais?- Harry perguntou.

- Pode morrer! – Dumbledore respondeu – Admito que não gosto dessa!

- Eu também não! – Harry falou com sinceridade

- Você também pode voltar e lutar sua batalha – Dumbledore falou – Para mim é a escolha mais sabia e natural.

- Besteira! – Merlin falou – A terceira escolha, aquele que eu vim pessoalmente lhe oferecer, essa é a melhor saída.

- E qual é? – Harry perguntou já se sentindo ansioso.

- Eu posso voltar o tempo, te levaria para o ano que tudo mudou, você teria seus conhecimentos de hoje, lembranças e poderes, poderia evitar muitas mortes, poderia até evitar o renascimento do Lord das Trevas- Merlin falou em um tom serio – Seu quarto ano em Hogwarts, de cara já mudaria o destino de um de seus amigos!

Harry ficou paralisado, ele poderia salvar Cedrico, além de ter a chance de evitar o renascimento de Voldemort, isso salvaria Sirius e todos os outros que morreram daquele ano em diante.

- Harry o futuro não é tão fácil assim de ser mudado, eu não o aconselho isso, se estiver escrito para ser será, apenas de uma forma diferente- Dumbledore falou em um tom preocupado.

- Tenho que tentar – Harry falou.

- Esse futuro, seu futuro agora deixará de existir, você ira vencer Harry, poderá ter uma família, essa família não existira se escolher voltar, tudo mudara- Dumbledore tentava convencer seu aluno mais querido.

- Então abrirei mão desse futuro para dar um futuro a todos que morreram por mim – Harry disse, já estava decidido.

- Garoto experto – Merlin dizia todo sorridente.

- Eis um jogo para você não? – Dumbledore perguntava a Merlin.

- Não, não é um jogo, eu só quero evitar esse tamanho derramamento de sangue mágico – Merlin respondia – Mas não vou negar que vai ser divertido observar a historia ser reescrita.

Então o jovem Merlin se levantou e do nada apareceu um cajado em sua mão direita, seus olhos assumiram um tom dourado, então sussurrou, um sussurro tão baixo que nem Harry e nem Dumbledore pode escutar, então uma luz tomou o lugar e Harry simplesmente adormeceu.

***

Previa capitulo 01:

O garoto se mexia na cama, fazia tanto tempo que ele não dormia se sentindo tão seguro, então ele levantou em um pulo, aquilo não estava certo, não poderia dormir assim em meio a guerra, ele se sentou na cama e procurou seus óculos os encontrando no criado mudo que ficava ao lado da cama, foi no momento que colocou os óculos que seu coração acelerou, ele olhou de um lado pro o outro e percebeu que estava em seu quarto na torre da Grifinória, olhou para uma das camas e encontrou Neville roncando.

- Também não consegue dormir?- Escutou uma voz conhecida, era o Ronny, Harry sorrio ao notar que o amigo estava mais jovem, isso o fez ter certeza que realmente havia voltado no tempo. – Essa parada de Baile é uma droga.

-Hum...baile? – Harry falou meio desnorteado.

- Sim o baile de inverno! Precisamos arrumar garotas para irem com a gente- Rony falou desesperado.

- Por que não convida a Hermione? – Harry perguntou já tentando mudar um pedacinho do passado, afinal eles mereciam um baile divertido e não aquele baile dor de cotovelo.

- Jamais, seria sem graça ir com ela, já que sempre estamos juntos – Ronny falou pegando o Harry de surpresa.

- Então deixa comigo, vou arrumar nossos pares para o baile- Harry falou sorrindo, ele já tinha um plano em mente.

\"\"

Notas finais
reviews??