Harry Potter Reescrevendo a Historia
5 Capítulo IV
Notas iniciais
rapidinho né!
capitulo especial fim de folga kkk fiz uma previa imensa do capitulo V para deixar o gostinho suhahuhshua a partir daqui vou tentando escrever todo dia um pouquinho para não demorar muito!
uma homenagem minha ao fim dos filmes HP :( por isso to escrevendo só nessa fanfic por enquanto! depois que o filme sair de cartaz volto para as outras suhahuhasu
boa leitura
“Então, é meio doido o que vou lhe contar!” Harry dizia meio pensativo “Por onde eu começo....”
“Aconselho que pelo o começo” Hermione falou em um tom sorridente.
“Se eu te falar que o professor Moody não é o professor Moody, na realidade é um comensal da morte disfarçado e que o verdadeiro Moody estar preso em um baú que estar nesse exato momento na sala do impostor” Harry dizia super rápido, ficando até meio sem fôlego.
“Eu irei dizer que você estar doido!” Hermione falou com a voz tremula “Mas se for verdade teremos que contar ao Professor Dumbledore!”
“Ahh Mione ele nunca acreditaria!” Harry dizia “Temos que soltar o verdadeiro Moody, só assim teremos uma prova incontável”
“Harry, como exatamente pensa em fazer isso?” Hermione perguntava.
“Não tenho idéia” Harry estava sendo sincero “Por isso preciso de sua ajuda, do seus planos brilhantes!”
“O que você faria da vida sem eu?” Hermione perguntava sorrindo.
Harry sorria junto colocando a mão no ombro da bela garota “Eu já estaria morto!” Harry respondeu com sinceridade, ele sabia que sem ela já teria morrido há muito tempo.
“Preciso pensar!” Hermione dizia, ele estava com a face corada devido a ultima coisa que Harry falou “Amanhã a gente conversa!”
A garota já se levantou se adiantando para sair, Harry foi mais rápido a segurando pela a mão, ela com a face ainda corada se virou ficando de frente ao garoto.
“O que?” a linda garota perguntou.
“Boa noite né Mione!” Harry dizia abrindo um largo sorriso.
“Ahh...” a garota dizia meio desnorteada, tudo por causo do sorriso dele, ela estava começando a achar que estava louca “Boa noite Harry”
Depois disso ela consegui se soltar e saiu, podia sentir suas orelhas queimarem e tinha certeza que sua face estava vermelha, já Harry nada percebeu, apenas estava feliz por sua relação com a Hermione estava finalmente normal, pois quando ele namorada com a Fleur e a Hermione com o Krum os dois se distanciaram demais.
Então Harry tratou de deitar e tentar dormir, não estava muito afim de esperar os amigos, que com certeza teria um milhão de perguntas sobre a visita do diretor, o rapaz se virou no colchão e achou a sua posição preferida para dormir, nesse momento ele escutou a voz da Hermione lhe desejando boa noite, com um sorrisinho de lado ele adormeceu.
Então Harry acordou novamente naquele cenário belo, e percebeu que estava em um sonho, percebeu que estava sonhando novamente, então viu que o Merlin estava sentado sobre os pés da imensa arvore de cerejeira.
“Como o poderoso Merlin gosta de invadir os sonhos alheiros” Harry falou em um tom de brincadeira.
“Pois é né!” Merlin dizia em um tom simplista “Se você não fosse tão problemático eu não teria que invadir seus sonhos, eita discípulo complicado fui arrumar!”
“Discípulo?” Harry perguntou, ele estava emocionado, só de pensar em ser discípulo do maior mago da historia o deixava assim.
“Sim” Merlin dizia naquele mesmo tom simplista “Não fiz discípulos pelo o meu egoísmo, não podia nem pensar na existência de alguém tão poderoso quanto eu” Merlin se levantava ficando frente a frente a Harry “Só que agora eu percebi que essa minha atitude havia me condenado a solidão eterna, então escolhi você como meu primeiro e único discípulo, sinta-se honrado!”
“Eu estou me sentindo assim!” Harry dizia curvando a cabeça.
Merlin soltava uma curta gargalhada “Nem precisa se curvar, apenas me chame de mestre!” ele dizia sorrindo.
“Sim mestre!” Harry dizia achando muito estranho o chamar assim, então Merlin soltava outra gargalhada, agora uma alta gargalhada.
“Estou brincando!” ele dizia tentando controlar a crise de risos “Imperium Summum Tempus, Esse é meu segredo, o segredo de minha juventude eterna, e eu irei lhe ensinar! Mais use com moderação”
“Ok!” Harry dizia em um tom empolgado “Quando começamos?”
“Agora!” ele respondia “Mãos à obra!”
*** ***
Era a terceira vez que Hermione explicava o plano para o Harry, a terceira vez que ele pedia para ela explicar novamente, o garoto estava achando tudo muito simples, para ele aquilo não era exatamente um plano.
“Mione você é genial, mas acho que não se esforçou muito nesse plano” Harry dizia em um tom desconfiado.
“Harry os planos mais simples são aqueles que têm maiores chances de sucesso” ela dizia “E você tem faltado muita aula, não seria estranho se faltasse outra!”
“Não sei se levou isso em consideração!” Harry dizia “Mas a única entrada para a sala dele é justamente na sala de aula, como vou passar e simplesmente entrar sem ninguém perceber?”
“Capa de Invisibilidade” Hermione respondia.
“Como vou abrir a porta?” Harry perguntava.
“Farei um feitiço que dará muito errado, no momento da confusão você simplesmente entra!” Hermione dizia com um sorriso vitorioso na face “Apenas confie em mim Harry!”
“Eu sempre confiei e sempre vou confiar” Harry dizia deixando a garota corada novamente “Só que o plano é arriscado, isso é!”
“Então eu já vou pra aula” ela dizia “Apenas faça como eu falei ta!”
“Boa sorte!” Harry falou “Mione se cuide, qualquer coisa fuja para perto do professor Dumbledore”
“Sim...sim” Hermione dizia já abrindo a porta da Sala Precisa “Digo o mesmo!”
“Espera!” Harry dizia indo até a Hermione, em seguida ele a abraçou pegando a moça de surpresa a deixando completamente sem reação “Sério se cuida ta, me preocupo com você!
“Hum....ahh...sim ok” ela dizia meio desconcertada, não era normal o Harry falar assim ou a abraçar dessa maneira.
Hermione saiu deixando Harry sozinho na sala precisa, o jovem mago estava realmente com medo de algo acontecer a sua melhor amiga, mas como sempre decidiu confiar nela, pois sempre achou que ela era a melhor bruxa que ele conhecia.
Então quando deu o tempo combinado o garoto saiu da Sala Precisa coberto por sua velha capa de invisibilidade, devido aos anos de pratica, foi muito fácil andar pelo o castelo sem tocar em nada ou seu percebido de alguma maneira, chegando rapidamente a sala de DCAT ele encontrou Hermione que estava parada do lado de fora, ela estava muito pensativa.
“Pronto” o garoto sussurrou fazendo a garota pular de susto.
Então ela abriu a porta e entrou, o Harry logo atrás dela, ele percebeu que a aula ainda não havia começado.
“Desculpe o atraso professor!” Hermione falou em um tom inocente.
“A aula ainda não começou” o falso Moody falou.
Era um fato que Harry estava se arriscando demais, pois em seu passado, Moody conseguiu ver através da capa de invisibilidade, Harry estava confiando na forcinha que deu para a própria capa, ele tinha a revestido com um pouco de sua magia, para deixá-la mais poderosa, o garoto estava com a esperança de isso dar certo, pois se não desse teria que duelar ali e agora e isso não fazia parte do seu plano.
Harry tentou não respirar enquanto caminhava até a porta da sala do Moody, que ficava alguns degraus a cima da sala de aula, ele sentia seu corpo doer, não era fácil ficar adicionando magia em outro objeto, isso tomava muito suas forças. O garoto esperou mais alguns minutos, então observou Hermione levantou.
“Professor eu estava estudando um feitiço, acho que consegui o dominar!” Hermione dizia em um tom inocente.
“Então nós mostre Srta Granger!” o imposto dizia.
“Hum...” ela fingia se concentrar “Bombarda”
O feitiço acertou em cheio a porta que estava a menos de um metro do Harry, então ela explodiu em mil pedaços deixando a passagem livre, Harry sorriu, ele estava ao mesmo tempo maravilhado e em pânico, Hermione podia ter o acertado, então ele entrou na sala, mas pode escutar o grito do falso Moody.
“Detenção Srta Granger”
Harry andou pela a sala até encontrar o que procurava, em seguida ele pegou o canivete mágico que havia ganhado de Sirius, torceu para que ele funcionasse no malão, quando finalmente o avistou, Harry aproximou-se do malão com as sete fechaduras, ele sabia exatamente o que tinha que fazer, enfiou o canivete na primeira fechadura e abriu-o. O malão continha uma profusão de livros de feitiços. Em seguida o garoto fechou-o, enfiou o canivete na segunda fechadura e tornou a abrir o malão.
Os livros de feitiços haviam desaparecido, desta vez o malão continha uma variedade de bisbilhoscópios, algumas folhas de pergaminho e penas, e algo que lembrava uma Capa da Invisibilidade.
O garoto continuou tentando enfiando o canivete na terceira, quarta, quinta e sexta fechaduras e reabrir o malão que, a cada vez, revelava conteúdos diferentes. Por fim, enfiou o canivete na sétima fechadura, escancarou a tampa e Harry sorriu de forma vitoriosa a ver o conteúdo.
O garoto deparou com uma espécie de poço, uma sala subterrânea e, deitado no chão, bem um metro abaixo, aparentemente em sono profundo, magro e de aparência faminta, encontrava-se o verdadeiro Olho-Tonto Moody. Faltava-lhe a perna de pau, e a órbita em que deveria estar o olho mágico parecia vazia sob a pálpebra e lhe faltavam chumaços de cabelos grisalhos.
Harry tirou a capa de invisibilidade e com um gesto de sua varinha, fazendo um feitiço não verbal, fez o velho olho tonto Moody flutuar para fora do malão, ele fez o coitado deitar no chão da sala ainda inconsciente, Merlin tinha usado a ultima noite do Harry para lhe ensinar uma variação do feitiço do tempo, dizendo que ele iria precisar logo usar esse feitiço, agora com Moody todo fragilizado aqui o garoto percebeu quais eram os planos de Merlin.
Harry ergueu sua varinha e usou toda sua concentração para expandir sua magia.
“Visio Vacuum” Harry falou com força. Então ele pode ver as linhas de tempo e espaço do velho olho-tonto Moody. Harry se concentrou ao máximo e fez sua magia segurar a linha de tempo do Moody. “Imperium Summum Tempus” então ele apertou a mão livre parando a linha de tempo do Moody, ele percebeu que Moody simplesmente ficou paralisado, então o jovem mago se concentrou ainda mais e fez sua magia puxar a linha para trás, então ficou assombrando ao perceber que o corpo do Moody começou a mudar, engordar, voltar a ficar mais saudável, ele estava voltando o corpo do Moody no tempo, o deixando forte novamente.
- Esse é meu segredo, o segredo de minha juventude eterna — Harry se lembrou do que Merlin lhe falou no sonho da noite passada e então percebeu que aquele era o segredo de Merlin ser sempre jovem, esse era o segredo dele, por isso que ele dizia ser o ser de sua aparência, com esse feitiço Merlin realmente podia ter a aparência que desejasse ter.
Então Harry sentiu uma fraqueza, tinha chegado ao limite de sua magia para o feitiço, com isso ele o encerrou na hora, sentou no chão ainda sem forças e fechou os olhos, quando abriu viu um Moody bem mais forte e saudável, parecia dormir de forma tranqüila, como se estivesse dormindo em uma confortável coma, Harry sorriu e se aproximou do velho auror, sabia que dormindo ele podia acordar na hora errada, então o estuporou, por fim jogou a capa de invisibilidade em cima de si e do auror e saiu a passos lentos, ele mal respirava enquanto passava pela a fileira de carteiras, iria esperar bem na porta, quando a aula acabasse iria sair juntos com os alunos, mas isso não aconteceu, no meio do trajeto o Moody impostor se silenciou, nesse instante Harry sentiu um frio na espinha, ele tinha esquecido de bombardear sua capa com magia e o comensal pode vê-lo, pior, viu ele e o verdadeiro Moody.
Harry foi rápido, saltou por debaixo da capa de invisibilidade deixando o velho auror ainda embaixo dela, ele expandiu sua magia e fez o Visio Vacuum sem pronunciar, podendo assim ver as linhas de tempo e espaço do impostor.
“Avada Kedavra” gritou Bartô Crouch Jr ainda usando a aparência de Moody.
Então Harry novamente viu o raio verde vindo em sua direção e pode escutar os gritos aterrorizados de seus colegas, e edificou o grito da Hermione como o mais alto e aterrorizado.
“Imperium Tempus” falou Harry já segurando a linha de tempo do comensal.
Então o inacreditável aconteceu, não só o impostor paralisou no tempo, o feitiço dele também, a linha de luz verde paralisou bem próxima do rosto de Harry, o garoto ainda podia sentir o calor do lampejo de luz paralisado a sua frente e descobriu que se o feitiço demorasse apenas um segundo para funcionar, ele há essa hora estaria morto. O garoto pode escutar os gritos de seus colegas, alguns começaram a entrar em pânico ao ver um homem e seu feitiço paralisados assim no ar, só que Harry não tinha muito tempo.
“Saiam da linha do feitiço” Harry ordenou e viu vários de seus colegas que estavam atrás dele correram para longe.
Então ele mesmo saiu da linha da morte, usou toda sua força, toda sua magia para segurar a linha de espaço do comensal, mas sentiu sua magia se esvaziar e seu desespero aumentar. – eu não vou conseguir – então de dentro de ti ele escutou o som do conto da fênix, aquele lindo canto em seguida sentiu como se seu corpo se incendiasse em chamas e das chamas sua magia retornou com toda a força ou ainda mais forte, então ele conseguiu segurar na Linha de espaço do comensal e a puxou para trais, então o homem desapareceu e apenas se viu um raio verde ser lançado contra a parede, Harry soltou ambas as linhas e viu a maldição da morte bater na parede a sua costa a explodindo, e o comensal já desacordado caído encostado na parede oposta.
Harry se sentia forte, o retorno de sua magia fez ele realizar esse feitiço sem nem sentir o preço cobrado ao corpo em si, ele escutou sussurros por todos os lados, eram seus colegas de anos que estavam anestesiados pelo o que tinham acabado de vivenciar, eles viram o até então professor de DCAT atacar Harry Potter com a maldição da morte, depois viram Harry lançar um feitiço desconhecido que fez não só o professor como a própria maldição ficarem paradas no tempo, depois ele simplesmente lançou o professor para longe, um lançou em uma velocidade tão alta que fizeram todos o perder de vista, então uma nova lenda a respeito do Harry estava se formando, e Harry sabia disso e não gostava nadinha, ele nunca foi fã de sua fama, ele já ia se virar para encarar Crouch Jr quando foi pego desprevenido por um abraço, pelo o perfume ele percebeu que era a Hermione, que o abraçava apertadamente.
“Fiquei com tanto medo!” Hermione dizia em um tom choroso.
“Eu estou bem!” Harry dizia sorrindo “Graças a você que me ajudou nesse feitiço!” ele sussurrou a ultima parte.
“Cara o que você tem andado fazendo?” Rony dizia dando um tapinha no ombro do amigo “A onde aprendeu esse feitiço doidão?”
“Depois te falo, agora me ajudem!” Harry dizia, mas antes de separar o abraço ele beijou a testa da Hermione.
Então Harry fez um gesto com a mão direita, a capa de invisibilidade saiu de cima do verdadeiro Moody.
“Leve-o até a enfermaria!” Falou para o Rony.
“Cara se esse é o Moody quem é aquele?” Rony perguntou.
“Um comensal da morte” Harry respondeu “Anda Ron”
“Ok” o amigo dizia, sabia que o Harry falou aquilo para ele não fazer mais perguntas na frente de todo mundo.
Harry se aproximou do Crouch Jr que ainda estava com a aparência do Moody, o garoto fez um gesto com a varinha e logo um raio de luz azul saiu dela e foi se enrolando ao Moody imposto inconsciente, se enrolando igual uma cobra se enrola em sua vitima, depois parou, se tornando uma corda mágica que amarrava bem firme o comensal, depois Harry se aproximou e pegou a varinha dele que estava no chão a entregando a Hermione.
“Alguém poderia em chamar o Dumbledore?” Harry perguntava.
“Eu vou!” Simas dizia “Já volto com ele!”
Harry observou o amigo sair correndo da sala, então tudo ficou em silencio, todos encaravam Harry, apenas Hermione não o olhava daquela maneira, Hermione o olhava com carinho e até com um pouco de preocupação, ele tentava entender o que estava acontecendo, como Harry aprendeu a fazer aquele feitiço, como ele sabia sobre Moody, tudo isso estava martelando a mente da garota, que tinha prometido não fazer perguntas, e não iria fazer, pelo o simples fato de confiar no Harry, Hermione confiaria à própria vida ao amigo.
Não demorou muito para a porta da sala voltar a se abrir, professora McGonagall veio na frente, ela parecia ansiosa e ficou ainda mais quando viu Moody desacordado e amarrado, então logo atrás dela vinha Dumbledore, sereno como sempre, observou aquela cena sem nenhum olhar acusador, simplesmente se virou e ficou de frente ao Harry.
“O que aconteceu?” ele perguntou.
“Esse não é o Professor Moody, é um impostor!” Harry dizia “O verdadeiro Moody estar na enfermaria!”
“Que asneiras estar falando Potter?” Professora McGonagall dizia.
“Minerva!” Dumbledore dizia “Vá ver como estar Alastor Moody!”
Ela lançou um olhar a Dumbledore e viu que o diretor estava falando serio, então saiu apressada em direção a enfermaria. Já Dumbledore andou até a onde estava o impostor, ele tirou do bolso do mesmo uma pequena garrafinha, aquele que o impostor vivia bebendo, o diretor a abriu e sentiu o cheiro da bebida.
“Poção Polissuco, Harry. Vê a simplicidade e a genialidade da coisa. Porque Moody jamais bebe nada a não ser do frasco de bolso, todo mundo sabe disso. O impostor precisou, é claro, manter o verdadeiro Moody por perto para poder continuar a preparar a poção.” Dumbledore falou em um tom baixo, então ele ficou pensativo durante algum tempo, depois olhou todos que estavam na sala “O que estão fazendo aqui? Vão para a próxima aula!”
Os alunos saíram um tanto quando desanimados, pois queriam saber o que realmente estava acontecendo, um a um todos saíram, deixando apenas Harry, Hermione e Dumbledore na sala, além do impostor. Mas isso não durou muito, pois logo Severo Snape entrou na sala.
“Severo, por favor, vá buscar a Poção da Verdade mais forte que você tiver, depois vá à cozinha e me traga aqui o elfo doméstico chamado Winky.” Dumbledore pediu em um tom educado.
Severo Snape fez o que ordenado sem falar nada, apenas se virou e saiu andando para fora da sala, Harry sorriu por dentro, agora ele sabia quem era Snape, uma pessoa corajosa que topou a missão mais arriscada por amor, isso fez o garoto gostar realmente do professor que ele mais odiava.
“Vamos esperar para ver quem é o impostor!” Dumbledore dizia.
Dumbledore puxou a cadeira atrás da escrivaninha e se sentou, os olhos fixos no Moody inconsciente no chão. Harry e Hermione cada um puxou uma cadeira e se sentou também, os dois também ficaram olhando, Os minutos se passaram em silêncio e as horas tambem, Harry já estava sentindo suas pernas adormecerem, já Hermione deitava a cabeça no ombro do amigo e adormeceu, Harry percebeu que ela devia estar cansada, ele percebeu que ela deve ter passado a noite inteira pensando no plano, e isso fez algo se aquecer no coração do garoto.
Então, diante dos olhos de Harry, o rosto do homem no chão começou a mudar. As cicatrizes foram desaparecendo, a pele foi se tornando lisa, o nariz mutilado ficou inteiro e começou a diminuir de tamanho. A longa juba de cabelos grisalhos foi se retraindo para o couro cabeludo e se alourando. De repente, com um forte baque, a perna de pau caiu e uma perna normal apareceu em seu lugar, o som fez Hermione acordar um pouco assustada, mas ela logo foi acalmada após receber um olhar tranqüilizador vindo do Harry; no momento seguinte, o olho mágico saltou do rosto do homem e um olho verdadeiro o substituiu, o olho mágico saiu rolando pelo chão e continuou a girar em todas as direções.
Harry viu caído à sua frente um homem de pele muito clara, ligeiramente sardento, com cabelos bastos e louros. O garoto sabia quem era afinal não era a primeira vez que ele via essa cena.
Ouviram-se passos apressados no corredor. Snape retornava com Winky em seus calcanhares. A Professora McGonagall vinha logo atrás.
"Crouch!" exclamou Snape, parando de chofre à porta. "Bartô Crouch!"
"Nossa!" exclamou a Professora McGonagall, parando de chofre ao ver o homem no chão.
Imunda, descabelada, Winky espiou por entre as pernas de Snape. Ela abriu uma boca enorme e deixou escapar um grito esganiçado.
"Menino Bartô, menino Bartô, que é que o senhor está fazendo aqui?" Ela se atirou ao peito do rapaz. "Vocês mataram ele! Vocês mataram ele! Vocês mataram o filho do meu amo!"
"Ele está apenas estuporado, Winky" disse Dumbledore. "Afaste-se, por favor. Severo, trouxe a poção?"
Snape entregou a Dumbledore um pequeno frasco com um líquido muito transparente, o Veritaserum porção que Harry conheceu bem, em seu passado no quinto ano a maléfica Umbridge usou a porção para interrogar os alunos a respeito da Armada de Dumbledore. Dumbledore se levantou, se debruçou sobre o homem e o aprumou contra a parede. Winky permaneceu de joelhos, tremendo, as mãos cobrindo o rosto. Dumbledore abriu a boca do homem à força e despejou nela três gotas da poção. Depois, apontou a varinha para o peito do homem e disse: "Enervate!"
O filho de Crouch abriu os olhos. Seu rosto estava flácido, seu olhar desfocado. Dumbledore se ajoelhou diante dele, de modo que seus rostos ficassem no mesmo plano.
“Você está me ouvindo?” perguntou o diretor em voz baixa.
Os olhos do homem piscaram.
“Estou” murmurou.
“Gostaria que nos dissesse” pediu Dumbledore "Como veio parar aqui. Como fugiu de Azkaban?”
Crouch inspirou profundamente, estremecendo, e em seguida começou a falar numa voz sem inflexões nem emoção.
“Minha mãe me salvou. Ela sabia que estava morrendo. Convenceu meu pai a me tirar de lá como um último favor. Ele a amava como nunca me amara. E concordou. Os dois foram me visitar. Me deram uma dose da Poção Polissuco, contendo um fio de cabelo de minha mãe. Ela tomou uma dose da poção, contendo um fio de cabelo meu. Assumimos a forma um do outro."
“Não diga mais nada Menino Bartô, não diga mais nada, você está metendo seu pai em confusão!" Winky balançava a cabeça, tremendo.
Mas Crouch inspirou mais uma vez profundamente e continuou com a mesma voz sem emoção.
“Os dementadores são cegos. Eles perceberam uma pessoa saudável e uma pessoa doente entrando em Azkaban. Depois, perceberam uma pessoa saudável e uma pessoa doente deixando a prisão. Meu pai me contrabandeou para fora, disfarçado de minha mãe, para o caso de algum prisioneiro estar observando da cela." ele deu uma pausa e depois continuou "Minha mãe morreu pouco depois em Azkaban. Teve o cuidado de beber a Poção Polissuco até o fim. Foi enterrada com o meu nome e a minha aparência. Todos acreditaram que ela era eu." As pálpebras do homem piscaram.
“E o que foi que seu pai fez com você, quando chegaram em casa?" perguntou Dumbledore.
“Encenou a morte de minha mãe." Jr dizia "Um enterro discreto e íntimo. Aquele túmulo está vazio. O elfo doméstico cuidou de mim até eu ficar bom. Depois tive que ser escondido. Tive que ser controlado. Meu pai teve que usar vários feitiços para me dominar. Quando recuperei a saúde, só pensei em encontrar o meu amo... Em voltar para o seu serviço."
“Como foi que seu pai o dominou?" perguntou Dumbledore.
“A Maldição Imperius. Fiquei sob o domínio do meu pai. Fui forçado a usar uma Capa da Invisibilidade dia e noite. Sempre em companhia do elfo doméstico." Ele deu uma nova pausa e depois continuou "Era ela quem me cuidava e guardava. Tinha pena de mim. Convenceu meu pai a me dar regalias ocasionais. Prêmios pelo meu bom comportamento."
“Menino Bartô, que menino danado!" sussurrou Winky, as lágrimas escorrendo entre seus dedos.
“Alguém descobriu que você continuava vivo?" perguntou Dumbledore brandamente. "Alguém sabia disso, além do seu pai e do elfo doméstico?"
“Sabia." Suas pálpebras tornaram a piscar. "Uma bruxa do escritório do meu pai, Berta Jorkins. Ela veio um dia em casa trazer papéis para o meu pai assinar. Ele não estava. Winky mandou-a entrar e voltou para a cozinha, para mim. Mas Berta Jorkins ouviu o elfo conversando comigo. Foi investigar. Ouviu o suficiente para adivinhar que eu estava escondido sob uma Capa da Invisibilidade. Meu pai chegou em casa. Ela o confrontou. Ele lançou nela um Feitiço da Memória fortíssimo para fazê-la esquecer o que descobrira. Forte demais. Ele disse que danificou permanentemente a memória dela."
“Como se libertou?” Perguntou Dumbledore.
“Meu amo veio me buscar.” ele respondia com um sorriso louco nós lábios “Apareceu lá em casa tarde da noite, nos braços do servo dele, Rabicho. Meu amo descobrira que eu continuava vivo. Tinha capturado Berta Jorkins na Albânia. Torturou-a. Ela lhe contou muita coisa. Contou sobre o Torneio Tribruxo. Contou que o antigo auror Moody ia ensinar em Hogwarts. Ele a torturou até conseguir romper o Feitiço da Memória que meu pai lançara nela. Berta contou que eu fugira de Azkaban. Contou que meu pai me mantinha prisioneiro para me impedir de procurar meu amo. Então meu amo soube que eu continuava a ser um servo fiel, talvez o mais fiel de todos. Meu amo concebeu um plano baseado nas informações que Berta lhe dera. Precisava de mim. Chegou em nossa casa por volta da meia-noite. Meu pai atendeu a porta.” O sorriso no rosto de Crouch se alargou, como se ele recordasse o momento mais doce de sua vida. Os olhos castanhos e vidrados de Winky eram visíveis entre seus dedos. Ela parecia assombrada demais para falar. "Foi muito rápido. Meu amo colocou meu pai sob a Maldição Imperius. Agora meu pai era o prisioneiro, o controlado. Meu amo o forçou a continuar a vida como sempre, a agir como se não houvesse nada errado. E eu fui libertado. Acordei. Voltei a ser eu mesmo, vivo, como não me sentia havia anos.”
“E o que foi que Lord Voldemort lhe pediu para fazer?” perguntou Dumbledore.
“Ele me perguntou se eu estava disposto a arriscar tudo por ele." Crouch dizia “Eu estava. Era o meu sonho, minha maior ambição, servi-lo, me pôr à prova. Ele me disse que precisava colocar um servo fiel em Hogwarts. Um servo que orientasse Harry Potter durante o Torneio Tribruxo sem parecer que estava fazendo isso. Um servo que vigiasse Harry Potter. Que garantisse que o garoto chegasse à Taça Tribruxo. Que transformasse a Taça em uma Chave de Portal, que levasse a primeira pessoa a tocá-la ao meu amo."
“Então você capturou Moody para poder entrar em Hogwarts?” Dumbledore perguntou.
“Foi fácil!” Crouch respondia.
“Como pretendia realizar seus planos?” Dumbledore perguntou.
“Meu amo é um gênio, ele sabia da terceira prova, sabia a onde ela iria acontecer, sabia muito bem que ninguém iria perceber na hora o sumiço de Harry Potter! Então quando o fosse procurar já seria tarde, meu amo estaria renascido e Potter morto!” Crouch Jr respondia abrindo mais o sorriso.
“Meu Deus!” Exclamou Hermione voltando a abraçar o Harry, como se pudesse o proteger com aquele abraço.
“Minerva o Mande para a cela que fica na torre” Dumbledore dizia “Chame os dementadores, ele será mandado de volta a Azkaban”
Professora McGonagall saiu para cumprir as ordens de Dumbledore.
“Severo chame o conselho do torneio, a terceira prova terá que ser modificada!” Dumbledore dava outra ordem, e Snape a seguiu sem dizer uma única palavra já saindo da sala também.
Então se fez silencio, Bartô Crouch Jr ainda naquele estado lunático ficou olhando o teto, Hermione mesmo sem precisão mantinha Harry em seus braços, ela estava verdadeiramente assustada, nunca imaginou que Voldemort estava tão próximo, tão próximo para fazer algum mal a Harry, Harry por sua vez estava feliz, ele tinha atrasado Voldemort, tinha a certeza que o lord das trevas não iria renascer naquele ano, com isso já havia mudado o futuro, mudado para o bem, e além de tudo, estava realmente se sentindo seguro abraçado daquela maneira com Hermione.
“Harry se mostrou astuto e corajoso hoje!” Dumbledore dizia.
“A astucia é toda da Hermione, ela é o gênio por trás de meus feitos!” Harry dizia sorrindo em seguida.
“Com certeza!” dizia Dumbledore “O mundo bruxo pode esperar muitas boas coisas vindo desse casal!”
Harry sentiu suas bochechas queimarem quando o velho diretor chamou ele e Hermione como casal, mas simplesmente não sentiu vontade alguma de negar isso.
“Mas quero saber que feitiço você usou?” Dumbledore perguntou “Seu amigo o senhor Finnigan me relatou um tanto quanto maravilhado como você derrotou Moody que havia acabado de lhe lançar a maldição da morte”
“Hum...professor...como eu posso dizer” Harry não sabia o que falar, esqueceu de perguntar a Merlin se podia contar que foi ele, Merlin que o ensinou o feitiço, e muito menos se podia contar que tipo de feitiço era.
“Harry não farei nenhuma pergunta que eu devo fazer” Dumbledore dizia “Apenas confirme o que suspeitei você usou um feitiço de tempo e espaço correto?”
“Sim professor!” Harry respondeu com sinceridade.
Dumbledore sorria de forma orgulhosa “Quem diria, existe um outro Mago Verdadeiro, um Mago Ordem de Merlin além de mim” Dumbledore dizia colocando a mão no ombro do Harry “Quando tiver tempo e puder, me ensine o feitiço, a anos tento fazê-lo e nunca consegui! Ao menos que não possa, se não puder eu irei entender”
“Hum...” Harry não sabia dizer se podia ou não podia ensiná-lo o feitiço.
“Não precisa me responder agora!” Dumbledore dizia “Preciso me reunir com o conselho e passar o que descobrimos e depois definir outra terceira prova, aproveite para descansar Harry, pois eu creio que precisa, pois pela a primeira vez na minha vida eu estava 100%, você não estava deprimido, estava dominando o tempo e espaço, se tornando um Senhor do Tempo, Harry você me deu muito o que refletir, afinal quem eis seu mestre? Isso é uma incógnita, talvez pelo o fato de que minha genialidade se recusa aceitar em magos imortais, mesmo sabendo ser possível! Mas já lhe digo a mesma genialidade que faz eu não acreditar faz eu ter certeza de quem seja seu mestre!” Dumbledore deu uma pausa e sorrio “Sei que é complicado, mas geralmente eu sou complicado!”
Harry e Hermione estavam perdidos demais para falar qualquer coisa, eles apenas concordavam tudo com sinais de cabeça e depois decidiram sair dali, levantaram-se e começaram a andar em direção a saída; ambos não perceberam, mas eles estavam de mãos dadas.
“Hum” escutaram Dumbledore “Como é bom ser jovem!”
“Tchau professor!” Harry dizia antes de sair puxando uma Hermione completamente corada pela a mão.
--- Previa capitulo V ---
Harry passou o resto do dia dormindo, ele só sentiu o tanto que seu corpo estava cansado quando ele entrou na sala comunal da Grifinória, ele deitou no sofá e dormiu em seguida, Hermione passou a tarde inteira velando o sono do melhor amigo, mas o cansaço acabou pegando-a também, então quando Harry acordou Hermione estava dormindo deitada com ele junto no sofá, ele sorriu e voltou a dormir para não acordar a amiga, só que ambos foram acordados por um Rony choroso, parece que a namorada tinha contado para ele que o namoro dos dois iria durar só até o fim do torneio, e ele estava muito triste, lógico que Harry e Hermione deram o apoio que ele precisava no momento.
Então os três foram para o salão principal jantar, quando chegaram lá Rony foi correndo para os braços da namorada, que também não parecia feliz em ter que se separar dele no fim do torneio, Harry e Hermione deram deliciosas gargalhadas disso, Harry notou que Fleur os observava de perto, parecia sofrer ao ver a proximidade dos dois. – Ela terminou e agora fica me olhando como se eu estivesse a traindo, mulheres! – Harry pensou ao se sentar-se à mesa da Grifinória.
Então Dumbledore levantou e bateu o talher em sua taça, logo todos ficaram em silencio prestando bastante atenção ao diretor; afinal o colégio inteiro já sabia do duelo na sala de DCAT, e esperavam o pronunciamento do diretor.
“Creio que todos já sabem do incidente que aconteceu hoje na aula de DCAT” Dumbledore começou já bem direto “Sinto dizer que aquele que estavam dando aula para vocês não era meu amigo Alastor Moody e sim um comensal da morte ao mando do Lord Valdemort, creio que devo parabenizar Harry Potter por ter descoberto isso e derrotado o terrível comensal da morte” então Dumbledore bateu palma, esse ato foi seguido por todos, menos alguns alunos de Sonserina que ignoraram “Devo anunciar que a terceira prova será modificada devido ao risco que a primeira versão dela poderia representar aos competidores” Ele deu uma pausa, isso fez o coração do Harry acelerar, aquilo era algo novo, algo desconhecido para “Os competidores iram duelar em uma arena, o vencedor será o campeão do torneio tribruxo”
Houve um monte de sussurros, alguns pareciam bem empolgados outros nem tanto, pois todos sabiam da fama do torneio e nunca pensariam que terminaria com um simples duelo. Dumbledore ergueu a mão e o silencio se fez novamente.
“Temos um problema” ele falou “Esse é o torneio tribruxo, então não poderia terminar em um duelo bruxo normal, por isso decidimos que cada campeão deverá lutar ao lado de um animal incrível e selvagem” ele deu um pausa e o salão explodiu em sussurros “Como Potter e Diggory estão empatados com 85 pontos cada, eles terão o direito e escolher primeiro seus animais, logo depois o Krum escolhe e por ultimo a Srta Delacour” Dumbledore sorrio, um sorriso jovial como se estivesse se divertindo “Deixarei Hagrid passar a ficha de todos os animais.”
Então o imenso Hagrid levantou, ele estava meio sem jeito, mas acabou se aprumando.
“O que posso dizer que todos esses bichinhos são meio maus” Hagrid falou, Harry sentiu um arrepio na espinha, pro Hagrid chamar um animal de mau é por que vinha problema pela a frente “Falarei exatamente como estar nos livros, ordem do diretor, então por quem eu começo, ahhh o grandão do erumpente ele é um animal africano, cinzento, de grande porte e força. À distância, esse bicho, que pesa até uma tonelada, pode ser confundido com um rinoceronte. Tem um couro grosso que repele a maioria dos feitiços e maldições, um chifre afiado sobre o nariz e uma grande cauda que lembra uma corda. Seu chifre pode perfurar qualquer coisa, desde pele até metal, e contém uma secreção fluída que faz a pessoa ou coisa injetada explodir como uma bomba. Periculosidade: 9” Hagrid deu uma pausa e todos ficaram com os olhos arregalados, ninguém jamais pensou que um Erumpente seria usado no torneio. “Temos outro grandão, esse é o amor, eu tenho um, coloquei o nome de fofo, mas digo que o selvagem é bem malzinho, é o Cão Cérbero, é um cão com uma aparência assustadora, um animal gigantesco, com mau hálito cheira a enxofre e três cabeças. Periculosidade: 8” Hagrid deu outra pausa, todos estavam paralisados, cada bicho que ele falava era mais assustador que o outro. “Temos também um dragão, esse é um bichinho difícil de compreender, essa raça é bela mais muito perigosa, estou falando do Olho-de-Opala, Talvez o tipo mais belo de dragão, ele tem porte médio (entre 2 e 3 toneladas), escamas vermelhas e seus olhos, sem pupilas, refletem as cores do arco-íris (daí seu nome). Produz uma chama na cor vermelho-vivo. Periculosidade: 3 a 10” Hagrid deu outra pausa e soltou uma gargalhada “E o ultimo é o bichinho mais bravo que eu já vi, nem sei como conseguiram capturar esse bichinho, estou falando do Nundu, animal proveniente da África Oriental, é indiscutivelmente o mais perigoso do mundo. Um enorme leopardo que se desloca em silêncio, apesar de seu tamanho, que pode ser até maior que um elefante adulto, e cujo hálito causa uma doença capaz de matar um povoado inteiro, o nundu nunca foi subjugado por menos de cem bruxos qualificados, juntos. Sozinho, um desses terríveis monstros seria capaz de destruir uma cidade inteira, e matar dezenas de pessoas rapidamente.Periculosidade: acima de 10 (nível máximo), ainda não sei como conseguiram capturar esse bichinho”
“Eu ajudei!” Dumbledore falou “Há uns vinte anos atrás, foi emocionante!” Dumbledore sorrio “Então, lógico que iremos tomar conta para que nenhum espectador se machuque, estamos projetando uma arena especial, mas isso não vem ao caso agora, senhor Potter, Senhor Diggory decidam quem quer escolher primeiro”
Houve um silencio tremendo, todos olhavam do Harry para o Cedrico, e os dois estavam meio que em pânico, aqueles eram animais de se botar respeito, na realidade os animais mais assustadores e fortes do mundo, tirando o dragão, que era de uma raça menos agressiva.
“Deixou o Harry escolher primeiro” Cedrico se levantou e falou.
Harry sentiu vontade de mandá-lo correr atrás de um trasgo fedido, mas então se levantou, ele sorriu, tinha gostado de um animal em especial, só precisava conseguir domá-lo.
Harry se levantou “Eu escolho” ele começou a falar “Eu escolho o Nundu!”
Então o salão se explodiu novamente, Hermione puxou o Harry pela a roupa, ela parecia extremamente irritada.
“Por que o escolheu Harry? Estar louco?” ela sussurrava “Podia ter escolhido o dragão, aquela raça é dócil”
“Silencio” Dumbledore falou fazendo todos ficarem em silencio “Diggory qual você escolhe?”
Cedrico voltou a se levantar “Erumpente” ele falou fazendo o salão voltar a explodir.
“Silencioooo” desse vez Dumbledore falou em um tom alto. “Krum?”
Victor Krum se levantou “Cão Cérbero” ele respondeu.
“Então sobrou para a Srta Delacour o dragão Olho-de-Opala” Dumbledore falou “Agora que os campeões escolherem seus aliados, eu darei mais um mês para que possam domá-los e treinar ao lado deles.” Ele sorrio “Bom apetite a todos!”
Notas finais
diz que sim vai!
vale indicações??
diz que sim vai^^
Reviews é meu combustivel! então peço que mandem sem parar hehehehh
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