Harry Potter Reescrevendo a Historia
15 Capítulo Final
Notas iniciais
Segundo: Obrigado maluco pela a Batalha, ficou dez.
Terceiro: Obrigado Millena por ter revisado! você é show
Quarto: Sim, alguns tens motivos para reclamar, essa fanfic poderia ter dito 60 capítulos antes de acabar, eu poderia alongar boa parte, ficar bastante tempo em Hogwarts com Harry ensinando no lugar de Merlin, e fazer uma fanfic longa e tudo mais, eu criei um cenário possível para isso! Mas eu simplesmente não quis, estou estudando pra fazer um livro, e estudo muito pra isso, preciso me desligar um pouco de fanfics, então preciso terminar tudo que comecei, por isso infelizmente não podia alongar essa, por isso peço perdão, sei que poderia se tornar uma fanfic época, mas eu com minha humilde opinião já a acho época, foi uma delicia escreve-la é uma delicia encerra-la.
Boa leitura.
"um rei , uma fé uma lei"
Jacques Bossuet
Grande Palácio do Kremlin. Moscou, Rússia
O Lorde das Trevas se sentava em uma confortável poltrona posicionada na cabeceira da imensa mesa de reunião quadrada que se encontrava no belíssimo Salão de Santo Alexandre que é extensamente embelezado com motivos da sua vida e obra: tanto na abóbada como nas colunas, são numerosos os afrescos e relevos, nos quais podem ser vistas, nomeadamente, cenas das tropas comandadas por Newsky na Batalha do Lago Peipus. As paredes do Salão estão recobertas por imitação de mármore cor-de-rosa, nos quais foram combinados ornamentos, molduras e candelabros dourados correspondentes à imagem da Ordem de Santo Alexandre com a combinação de cores vermelham-dourada. Ali era o local apropriado para um rei, devido a sua tamanha beleza e imponência; e o Lorde das Trevas admirava isso, e também os feitos do trouxa que dava o nome ao salão.
Sentados ao redor da mesa, uma mescla estranha, homens vestidos com túnicas negras e homens vestidos de terno e gravata, entre eles o Premier Russo, um sujeito com uma expressão forte que deu muito trabalho a Voldemort para finalmente cair na Maldição Imperius.
Além daquela estranha mistura de trouxas e bruxos, também se destacava um pequeno grupo de homens e mulheres vestidos com casacos longos da cor vermelha com capuzes que tampavam suas cabeças, um símbolo se destacava nas costas dos casacos, o símbolo era uma cruz com uma cobra entrelaçada e em cima dela uma coroa entre duas asas.
“Você me dar garantias que o que fala eis real?” Voldemort dizia naquele seu tom calmo e venenoso.
“Faremos a alquimia necessária!” um homem velho por volta dos setenta anos, com cabelos longos brancos e olhos negros intensos, que parecia ser o líder dos caras de casacos vermelhos, falou em um tom firme “Se me der às almas necessárias nós destruiremos o Portão da Luz” o velho sorriu.
“Bom...hum...muito bom!” Voldemort dizia com seus olhos vermelhos brilhando. “Alfred, a localização estar correta?” ele voltou a falar se virando para um homem ruivo, aquele era um dos seus comensais.
“Sim meu Lorde!” o homem dizia com a voz tremula, ele estava presente no momento que avisaram a Voldemort que o Rei Harry Potter e seus exércitos haviam retomado a França, Noruega, Suécia, Dinamarca e Alemanha, e ele viu que a reação do Lorde das Trevas foi matar todos que estavam na sala, deixando apenas ele vivo, isso por que Voldemort sabia que Alfred tinha uma informação valiosíssima. O comensal tossiu uma vez e voltou a falar “A cidade de Newcastle upon Tyne, na Inglaterra”
“Então o que iremos fazer Premier?” Voldemort perguntava com um sorrisinho nos lábios.
“Atacar com toda a força, mandarei tanques, soldados, e no fim...” o Premier parou a falava segurando a própria boca, tentando se livrar do controle.
“Que sujeito irritante!” Voldemort dizia apontando a varinha para ele, em seguida sussurrava o nome da maldição do controle. “E no fim?” o Lorde das Trevas perguntava.
“No fim mandarei uma bomba nuclear e a destruirei, junto com todos que lá estiver” o Premier Russo falou, dessa vez completamente derrotada pela a maldição.
“O Círculo de Transmutação já foi desenhado” o velho Alquimista falou “Usaremos a força da bomba e as almas das pessoas para fazer a troca equivalente, depois disso conseguiremos abrir o portão que estar logo abaixo da cidade e libertar os Drows para o senhor”
“E eu criarei um novo mundo, no qual Alquimistas estarão no top, somente abaixo de nós, bruxos” Voldemort dizia como se a vitoria já fosse garantida. “Encerramos essa reunião, vamos nós preparar para a batalha final”
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O grupo de Alquimistas saia do palácio, já estando em um dos jardins do imenso Kremlin de Moscovo, caminhava na frente o velho líder, Rodney de Kastran e seu neto Henrique de Kastran, Henrique era jovem, tinha apenas dezesseis anos, belo como uma elfo, cabelos negros cumpridos amarrados em uma longa trança e olhos da mesma cor, um rosto desenhado e um corpo já forte e definido em sua forma adulta, sua alquimia era poderosa e ele com certeza logo assumiria o lugar de seu avô como líder dos Alquimistas.
Ele se sentia enojado com a reunião que tinha acabado de assistir, não podia acreditar que seu avô, alguém que ele sempre admirou podia negociar com uma pessoa tão maléfica quanto Voldemort.
“Bruxos arrogantes!” O velho Rodney dizia em um tom baixo “Eles pensam que são os conhecedores de tudo, mas a hora deles ira chega”
“È errado matar tantas pessoas!” Henrique dizia em um tom firme “Não é justo o senhor selar a magia desse planeta, só por causa de um bruxo, não é justo o senhor matar todas aquelas pessoas para chegar nesse objetivo” ele parou de andar colocando a mão na cintura, estava irada.
“Meu querido, os bruxos ainda irão destruir nosso planeta, se Voldemort for derrotado, logo outro sugira, iremos selar a magia do planeta, e nós, homens do conhecimento iremos governar esse mundo” o velho dizia em um tom confiante “A população da cidade que vão morrer, deviam se sentirem orgulhosos, pois serão o ultimo sacrifício para o mundo dos sonhos, nossa utopia”
“Realmente meu avô!” Henrique dizia enganando seu tio “Desculpe por duvidar do senhor!”
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Palácio dos Potters, residência oficial da família real
Harry se encontrava em sua sala de reuniões, ele observava um mapa enquanto sua rainha escrevia algo em um pergaminho, a guerra estava sendo longa, mas a sua vitoria estava sendo esmagadora, faltava poucos territórios a retomar, e ele sentia que logo teria seu confronto final contra Voldemort.
Enquanto Harry e Hermione trabalhavam, Gerard e Gina se beijavam no canto da sala, era até engraçado para Harry, mas parecia que Gina tinha conquistado o conquistador que dizia nunca se amarrar em ninguém. Harry observava a cena e logo sentiu vontade de fazer o mesmo em sua esposa, foi se aproximando devagar dela, primeiro pegou em sua mão, a onde deu muito beijinhos, depois foi subindo seus beijos pelo o braço da linda mulher.
“Não Harry, estamos trabalhando!” ela dizia em um tom sério.
“Só um beijinho!” ele sussurrava.
“Sem chances” ela sorria “Hoje à noite te darei muito mais que um beijinho, agora não!”
Ele deu os ombros se sentindo derrotado e foi até sua poltrona a onde se jogou e lá ficou, apenas lembrando-se da ultima batalha, na qual ele novamente foi decisivo, Harry não se sentia culpado pela as mortes, ele sabia que se hesita, se não fosse o monstro que foi, seus aliados, seus amigos, eram eles que estariam mortos e não os comensais da morte.
Foi nesse momento que a porta da sala se abriu e Liliana entrou com aquele andado majestoso dela, ela se aproximou do Harry e se curvou diante dele.
“Majestade!” Liliana falou “Alguém quer ter uma audiência com vossa majestade!” ela dizia em um tom sério já erguendo a cabeça, seu olhar nunca mudava, era de profundo desejo, tal olhar que Harry havia se acostumado. “Ele diz ser um Alquimista, confesso que a muito não ouço falar dessa pratica, mas diz que Voldemort tem planos!”
“Deixe-o entrar!” Harry dizia.
Gerard e Gina ao escutarem o que foi dito logo pararam de se beijar, enquanto Hermione ia para o lado de Harry, se sentando na poltrona ao lado direito dele, os dois entrelaçaram seus dedos e ficaram de mãos dadas. Um segundo depois Liliana voltou a entrar na sala, atrás dela um jovem rapaz, que não conseguia tirar os olhos da moça que vinha em sua frente, ele olhava de maneira descarada para a bela bunda de Liliana. Ele só parou de olhar no momento que a bela mulher caminhou para o lado esquerdo de Harry, colocando sua mão no ombro do moreno, fazendo ali um carinho, gesto percebido por todos na sala e ignorado por Hermione, que sabia que a bela mulher tinha uma paixonite pelo o seu marido, mas confiava demais em Harry para se sentir incomodada com as investida de Liliana.
“Majestade!” O alquimista se curvava “Sou Henrique de Kastran e espero que esteja ciente que o que vou lhe contar agora estará me fazendo um traidor” ele dizia em um tom firme, voltando a desviar o olhar para Liliana, ele parecia apaixonado, amor a primeira vista, mas geralmente era isso que Liliana causava nos homens e até em algumas mulheres.
“Entendo!” Harry dizia em seu tom monarca “Que fique ciente perante todos dessa sala que eu darei proteção a Henrique de Kastran” Harry dizia fazendo um gesto de mão para o garoto continuar.
“Sou filho de Henrique de Kastran, recebi o mesmo nome de meu pai, para quando ele morrer eu ser chamado de Henrique II, infelizmente meu pai morreu quando eu tinha apenas um ano, daí passei a ser criado por meu avô, Rodney de Kastran” o garoto começava a falar “Sou Alquimista, ultimo herdeiro dos Kastran, família que lidera os alquimistas a centenas de anos, e venho lhe contar os planos de meu avô!” ele deu uma pausa e voltou a olhar Liliana, depois contou toda a historia para Harry.
“Quer dizer que Voldemort ira usar os trouxas? As armas trouxas?” Harry dizia temeroso.
“E se ele conseguir, meu avô e os outros alquimistas irão usar uma alquimia antiga para selar a magia da terra” Henrique dizia em um tom triste “Ele não se importa com todas as mortes que ira precisar para realizar tal alquimia”
“Gerard avise nosso exercito, a batalha final será em Newcastle!” Harry dizia em um tom sério!
“Sim senhor vossa Majestade!” Gerard exclamava já saindo da sala.
“Harry meu amor, creio que seja o momento de pedir ajuda ao Príncipe William” Hermione dizia em um tom amoroso.
Harry nada falou apenas refletia, se Voldemort iria usar trouxas e armas trouxas, era natural ele pedir ajuda ao governo inglês, o problema era que ele cortou laços com o Premier Britânico, mas havia feito um amizade verdadeira com o príncipe William, o único trouxa ligado ao governo que Harry mantinha contado, lhe informando os acontecimentos do mundo bruxo, acontecimentos que deslumbrava o jovem príncipe.
“Meu anjo, William não tem poderes para mandar um exercito a Newcastle” Harry dizia.
“Ele é o príncipe da Inglaterra!” Hermione exclamou “Ele pode não conseguir o exercito inteiro do Reino Unido, mas algumas unidades ele consegue” a jovem rainha deu uma pausa “Não sabemos como lutar contra tanques e rifles, é prudente concentrar nossas forças nos comensais, por isso precisamos de ajuda trouxa!”
Harry sorria levemente, sua esposa sempre pensava pelo o lado estratégico. “Estar correta, irei agora mesmo falar com meu amigo William” o jovem monarca deu uma pausa “Liliana a segurança de nosso amigo Henrique fica sobre sua responsabilidade, coloco essa responsabilidade em seus ombros, pois confiaria minha vida a você!” ele encerrou lançando um sorriso a garota que se derreteu inteira.
“Ouvir isso me honra muito” ela dizia toda feliz “Então irei o levar para o aposento de hospede” Liliana dizia já saindo andando com Henrique.
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39 horas depois
Newcastle
Harry Potter observava o inimaginável, simplesmente do nada surgiram centenas de imensos tanques de guerra, milhares de soldados trouxas, além de outros milhares de comensais. Enquanto isso Harry estava com seu exercito bruxo completo e William tinha conseguido uma unidade de brindados e uma unidade de infantaria, se for falar em números, eram apenas quinze tanques e centenas de soldados, mas Harry se sentia extremamente grato ao príncipe por isso também agradecia pelo fato do príncipe organizar um grande evento centro da cidade que ajudou a tirar grande parte da população das periferias de suas casas o moreno olhou para o exercito inimigo a parte trouxa com certeza era imensamente superior aos soldados que conseguirá, mas a parte bruxa estava em minoria o campo de batalha era mais aberto escolhera aquele local por ser o que tinha mais espaço para um grande exercito aparecer e conhecendo Voldemort ele viria dali com a força principal o silencio que se fazia ali era assustador nem o vento parecia soprar os exércitos se encaravam bruxos e trouxas sentiam as mãos suarem de expectativa e talvez medo do que estava por vir mais antes de Harry dar a primeira ordem uma bandeira subiu era uma bandeira branca com uma faixa vermelha.
Os trouxas não entenderam aquilo, mas Harry entendera não só Harry mas grande parte dos bruxos aquilo era uma demonstração de paz momentânea nenhum lado avançaria aquilo era um chamado para os lideres se encontrarem antes da batalha ele viu então Voldemort avançar com um comensal ao seu lado o moreno pensou por um tempo no que deveria fazer olhou para o seu exercito e respirou fundo olhou para Rony que estava dos eu lado o ruivo lhe acompanharia ali em quanto o resto de suas forças estavam espalhadas por outras partes.
“É você quem manda.” Falou Rony para Harry que confirmou com a cabeça e avançou também em direção ao centro do campo seguido do Weasley os dois caminhavam a passos firmes em direção ao inimigo do mundo mágico todos que observavam não importava o lado notavam a altivez daqueles quatro. Eles avançavam eram como reis confiantes e superiores aos reles mortais não demorou muito ate que os quatro se encontrassem em meio ao campo.
“Vejo que ate um pirralho pode aprender a andar direito.” Foi a primeira coisa que Voldemort disse quando ficou cara a cara com Harry era possível ver em seus lhos vermelhos a vontade de matar o moreno ali vontade essa que era devolvida com a mesma intensidade pelos olhos verdes do Rei bruxo.
“Lorde Voldemort soberano bruxo propõe que vocês se rendam não há necessidade de derramamento de sangue mágico.” Falou o comensal que acompanhava o lorde. “Rendam-se e curvem-se diante de Lorde Voldemort e ele promete em sua infinita misericórdia poupar suas vidas e perdoar seus crimes de traição contra o sangue.”
“Eu Harry Potter rei da Bretanha recuso essa proposta.” Falou Harry em tom poderoso e altivo. “Mas estou dando a chance a vocês de se renderem e se curvarem diante de mim declarem sua derrota e prometo que vocês serão julgados de forma adequada.” Um sorriso nasceu nos lábios de Harry. “Mesmo que sua sentença já tenha sido decidida meu caro Tom.”
“Ficou corajoso Pirralho.” Falou Voldemort olhando com fúria para Harry.
“E vejo que você tem perdido o jeito meu caro Tom.” Falou Harry em tom falsamente amistoso ate que zombeteiro para o lorde negro que por muito pouco resistiu ao impulso de matara aquele garoto ali não aquela não era a hora certa para isso ele iria morrer, mas em seu tempo.
“É uma pena Potter.” Falou Voldemort dando as costas e começando a voltar para o seu exercito seguido de seu fiel comensal. “Você poderia ter vivido um pouco mais.” Ao dizer isso a bandeira de paz momentânea se queimou do lado negro e foi como um sinal todo o exercito negro começou a disparar na direção de Harry feitiços voaram também o moreno viu aquilo sem muita surpresa esperava um movimento baixo vindo de Voldemort e esse se encaixava perfeitamente meio segundo depois do primeiro disparo ele bateu as mãos uma de encontro a outra, em seguida ouve o impacto, o chão tremeu com o poder de fogo acertando aquele local a poeira subiu o som ensurdecedor ainda permaneceu no local por um instante antes do silencio. Os membros do império se sentiram impelidos a avançar, mas algo fazia eles não se moverem, um vento que veio de algum local jogou a poeira para os lados em quanto Voldemort já em frente ao seu exercito viu o Potter em pé de forma altiva ao redor dele uma cúpula de pura energia prateada, ao seu lado Rony sorria de forma zombeteira para o exercito inimigo enquanto a cúpula desapareceu e Harry deu as costas aos seus inimigos erguendo um braço.
“Esmaguem-nos.” Ordenou Harry a voz saiu normal, mas todo o seu exercito a ouviu gritos de vivas foram ouvidos em quanto os trouxas dos dois lados ainda tremiam, aquele ser não era normal, nada deveria sobreviver aquilo. Isso só durou meio segundo antes das balas, mais uma vez começarem a uivar e feitiços a serem conjurados em quanto o Potter e o Weasley desapareceram do meio do combate, os dois exércitos bruxos corriam um de encontro ao outro com escudos n a tentativa de desviar as balas, os trouxas também avançavam temerosos mas inflados pelo calor do momento da batalha. Em quanto isso em algum ponto na retaguarda Harry reaparece com Rony.
“E agora?” Perguntou o Ruivo para o amigo.
“Que cada comensal seja morto” Falou Harry olhando para o segundo pelotão a sua frente oculto por uma barreira mágica. “Rony lidere o segundo pelotão, estou voltando a linha de frente.” Ordenou o moreno dando as costas para os demais. Pintadinho apareceu na sua frente. “Vamos garoto, vamos brincar um pouco com os comensais.” Falou Harry subindo nas costas do enorme Nundu, logo em seguida os dois desapareceram rumo ao meio do campo de batalha que agora estava mais violento e sangrento.
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Gellert Grindelwald estava um pouco entediado olhando para aquele local cheio de construções trouxas ao seu redor, fora ordenado á ficar ali esperando os ataques que chegariam, ele sabia que o Rei Potter não era tolo para acreditar que o ataque viria apenas de um lado, mesmo assim achava que a diversão estava demorando demais para começar o seu sangue fervia em ansiedade para mais uma vez entrar em batalha, respirou fundo quando sentiu a magia se deslocar, sim eles estavam perto, eles chegariam, ele poderia matar o quanto quisesse, a ordem fora extermínio total e ele faria isso. Então apareceram vários bruxos e trouxas o local mais populoso impedia manobras muito largas.
“Ataquem.” Ordenou Grindelwald olhando para o exercito, meio segundo depois que eles apareceram não iria permitir que eles fizessem nada, eles eram apenas cordeiros no matadouro. Mal suas palavras saíram e feitiços começaram a voar em direção dos tanques, feitiços de destruição, em quanto uma parte da batalha avançava em direção dos comensais, bruxos simpatizantes de Voldemort com escudos em volta deles que barravam a maioria dos projeteis trouxas que voavam para todos os cantos, tanques atiravam e casas já eram derrubadas. Porem Gellert não avançou, ele apenas observou, em menos de cinco minutos aquilo virou um verdadeiro campo de batalha, morte e destruição se espalhavam por todos os cantos o cheiro de sangue se misturava com o cheiro de pólvora, os gritos de dor e agonia se misturavam com o som dos disparos, sim, aquele era o show que ele queria, era aquilo que fazia seu sangue ferver. Aquilo lhe trazia lembranças... boas lembranças.
Por fim não ele não mais conseguiu se controlar, o caos dominava, a guerra parecia aquilo que mais o motivava, é claro, fora uma certa ruiva Weasley. Mas a guerra foi sua primeira paixão e agora ele estava de volta, em meio ao caos sem avisar ele avançou já levantando um braço, um jato verde subiu, quinze metros no ar formando um enorme tigre de pura energia que pulou sobre alguns gigantes lutando contra, viu com satisfação seu pequeno tigre de energia arrancar o braço de um gigante, porem aquilo não era o suficiente, ele queria mais. Com mais um aceno da mão, uma enorme ave de energia enegrecida subiu sobre o ar, uma grande ave de rapina, o seu canto foi estridente, em quando ela batia as asas penas negras eram arremessadas em direção ao exercito inimigo, penetrando nas blindagens dos tanques, logo mais explosões surgiram vindo do gás das casas já destruídas ao redor.
“Morra.” Falou um comensal que conseguira alcançar Gellert que sorriu com isso desviando do feitiço da morte e rapidamente pegando o bruxo pelo pescoço o içando no ar com facilidade havia felicidade nos olhos do bruxo.
“Você devia apreciar mais o dia de sua morte.” Falou Gindelwald, uma luz vermelho sangue saia de sua mão que segurava o comensal, este começou a urrar de dor desesperado da boca dele um liquido incandescente começou a sair e seus olhos literalmente pegaram fogo em quanto o mesmo liquido escorria o general do império, deixou o comensal cair e avançou mais ainda em meio ao campo sem ligar para a maça de magma incandescente que se tornara o comensal tudo que ele se importava era sua próxima vitima e ele sabia que isso estava para acontecer sentia em volta da cidade a guerra estourar com mais violência sentia os combatentes se moverem em direção ao centro mas não ligava, apontou as duas mãos para um tanque e pensou um tempo. “ Wingardium Leviosa ”. Falou fazendo o tanque levitar no ar e com um movimento da mão o tanque foi arremessado em cima de um gigante, o acertando bem no peito, o enorme ser urrou de dor em quanto sentia o peito sendo esmagado por aquela arma trouxa e despencou para trás caindo de costas em mais um tanque o esmagando.
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Harry e Pintadinho avançavam dilacerando e matando qualquer inimigo, as garras e presas do enorme leopardo estavam banhadas de sangue, respingos estavam na face de Harry, que lançava feitiços de destruição e morte para todos os lados, acertando tanques e soldados trouxas, não poderia ter piedade, era uma guerra, o Rei não sabia quanto tempo estava no campo de batalha mas não conseguia achar Voldemort, o maldito não estava em lugar nenhum.
“ Pintadinho tome cuidado.” Falou Harry pulando das costas do enorme leopardo, que girou os olhos pela preocupação do “pai” mas entendeu e avançou sumindo entre a multidão de soldados trouxas, em quanto o moreno caia no chão, ele se viu cercado de trouxas com armas de fogo.
“ Monstro maldito.” Falou um dos trouxas, todos dispararam ao mesmo tempo, mas já era tarde. Harry já aparatara e desaparatara\\ logo atrás de um desses soldados do circulo, desembainhou a espada rapidamente e transpassou o peito do soldado, reforçando as costas dele com um pequeno escudo. “ Matem-no.” Urrou de novo um trouxa que o chamara de monstro ele devia ser o líder ali, todos os outros apontaram as armas para Harry e o soldado que tinha a espada que lhe atravessava as costas e lhe saia pelo peito, todos atiraram sem hesitação alvejando o companheiro de combate, eles saltitaram por algum tempo ate a munição acabar e pouco ser reconhecido do companheiro agora morto, o corpo dele me pedaços caiu no chão revelando o líder inimigo ainda inteiro.
“ Minha vez.” Falou Harry avançando rapidamente utilizando magia para ficar mais rápido, logo apareceu em frente ao soldado líder e com a espada simplesmente cortara o fuzil dele ao meio, como se ele fosse feito de manteiga, em seguida girou a espada e cortou a cabeça do soldado antes que os outros recarregassem ele desapareceu de novo e mais um soldado caiu gritando de dor sem os dois braços, todos olharam em volta a procura daquele monstro. “ Aqui em cima.” Disse Harry, a voz dele foi ouvida em meio ao caos, o restante dos soldados do circulo olharam para cima onde o moreno estava no ar sorrindo, como se flutua-se ele. Apontou uma mão para aqueles trouxas e uma esfera verde se formou na palma de sua mão, logo sendo atirada nos toruxas uma forte explosão corpos destroçados voaram para todos os lados em quanto Harry caia no chão olhando em volta e avançando contra os seus inimigos, ninguém iria prejudicar o seu reino, nem que ele precisasse destruir todos os seus inimigos.
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O cheiro de sangue parecia animar Liliana que sorri em quanto avançava sobre aqueles malditos trouxas, e aqueles malditos lacaios de Voldemort que acharam que poderia ir contra o seu rei. Não havia piedade em seus olhos, o sorriso sádico dela a tornava bela e assustadora ao mesmo tempo, da palma de suas mãos chicotes de pura energia prateada saiam da, e ela movimentava as mãos ao seu redor, os chicotes estalavam nos comensais e trouxas os cortando em pedaços um enorme gigante avançou pisoteando os soldados de Harry que ela comandava, a garota então correu em direção a ele, quando estava perto da criatura saltou e aparatou ao mesmo tempo aparecendo em seguida no ombro direito do gigante, em um movimento das mãos os dois chicotes se enrolaram em seu pescoço e foram apertando, a criatura pareceu sentir isso e em desespero começou a se debater para respirar, mas Liliana não se importava com isso, com um movimento das mãos a cabeça do Gigante rolou e o corpo dele ficou em pé por um instante antes de começar a tombar, caindo, Liliana pulava do corpo decapitado caindo em cima de um tanque, um soldado trouxa saiu da escotilha apontando um fuzil para ela que não se interessou, o soldado tremeu com a visão da mulher ensanguentada os cabelos pingavam o sangue viscoso do gigante.
“ Avada Kedevra.” Falou Liliana apontando um dedo para o soldado trouxa que caiu morto, antes de tomar conta do flash verde ela com um movimento da mão fez o soldado flutuar no ar e ser arremessado para frente, a garota rapidamente pulou dentro do tanque, haviam mais dois soldados lá dentro. “ Imperios.” Disse ela apontando as duas mãos para os soldados que logo ficaram com os olhos desfocados. “ Matem seus próprios compatriotas.” Ordenou ela em quanto saia daquele veiculo inútil, na opinião dela, mesmo assim quando saiu ela viu o tanque de guerra girando e atirando em outro tanque russo e depois em mais outro e nos soldados aquilo causaria mais caos.
Olhou em volta, o caos continuava mas eles estavam avançando para o centro da cidade, não faltava muito, de repente ela ouviu um forte barulho no céu e olhou, eram jatos da força aérea trouxa que começaram a soltar bombas no local derrubando prédios e acertando os combatentes. eles não pareciam interessados em saber quem era o lado bom e quem era o lado mal, apenas atacavam aqueles que estavam trazendo caos a sua nação, logo helicópteros trouxas também começaram a atirar em todos, aquilo a irritou profundamente quando um passou mais perto do chão ela lançou seu chicote prateado em direção a ele enrolando em uma de suas “pernas”, ela sentiu seu corpo ser içado no ar mas não se importou, com um movimento ela já balançava no ar e antes que qualquer um percebesse ela estava a porta da aeronave trouxa olhando para os atiradores, rapidamente repetiu o mesmo processo que fez no tanque e depois saltou do Helicóptero, em quanto ele começara a atingir os próprios companheiros no ar rapidamente, ela aparatou em pleno ar e reapareceu no chão, levantando um escudo antes que dezenas de balas a atingissem, o escudo viera a tempo ou quase pois sentiu uma dor em seu ombro direito e viu um ferimento ali, aquilo fez ela trincar os dentes de ódio, uma aura de poder parecia sair de seu corpo.
“ Morram ” gritou, de seu corpo diversos lobos maiores que carros saíram, eram feitos de energia prateada e avançaram em direção aos trouxas os dilacerando e matando, os bichos se espalharam enquanto Liliana espalhava mais morte e destruição aos inimigos do rei com uma fúria maior do que no inicio, ela não aceitaria ser atingida por seres tão inferiores.
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Gellert sorria animado, estava em estado de frenesi, matava cada soldado trouxa e aliado de Voldemort que via pela frente com seu requinte de crueldade, não haveria por que ter pena, eram inimigos do império o sangue espirrava para todos os lados, suas criaturas de energia corriam atrás de destruição, tanques eram destruídos, gigantes abatidos, trouxas sacrificados. Prédios caiam, poeira subia, feitiços e tiros para todos os lados, aquilo fazia ele só se animar mais ainda e entrar em frenesi, sem olhar em volta ele apenas queria lutar, foi quando algo chamou sua atenção, era uma enorme sombra, ele olhou para traz e viu o enorme bloco de concreto que vinha em sua direção, não haveria tempo para desviar e seu escudo não iria aguentar tanto peso, foi quando uma fênix que parecia de puro ouro voou em direção ao bloco, o atingindo bem no meio fazendo o objeto explodir em milhares de pedaços que ainda continuavam a flutuar no ar.
“ Ta perdendo o jeito Gellert.” Falou alguém aparecendo no campo de visão do antigo bruxo das trevas, ele olhou para aquela pessoa e uma sensação meio nostálgica tomou, aquele rapaz de cabelos curtos acobreados e olhos intensamente azuis não parecia ter mais que vinte e cinco anos.
“ Você mudou um pouco em Dumbledore.” Disse Grindelwald com certa zombaria em sua voz, vendo o seu antigo amigo apontando a varinha para os destroços que ainda flutuavam. “ Quando resolveu aceitar a proposta de nosso caro Primeiro Reich bruxo? ”
“ Hoje pouco antes de nos separarmos. ” comentou o jovem Dumbledore olhando para o alto, mais helicópteros das forças armadas trouxas britânicas atiravam em todos que estavam lutando, com um movimento da varinha ele arremessou todos os pedaços de escombro em direção dos helicópteros, os atingindo e fazendo pelo menos seis caírem e explodirem ao tocar o chão atingindo mais inimigos. “ Que tal relembrarmos os velhos tempos? ” Falou Dumbledore, em seguida um raio verde passou por cima de seu ombro e atingiu um comensal as suas costas. “ Obrigado.”
“ Nos velhos tempos você me traiu.” afirmou Gellert.
“ Mas agora lutamos pela mesma coisa.” Falou Dumbledore em tom calmo, rapidamente lançando um raio roxo em um Gigante que vinha avançando ate os dois, o Gigante teve o peito perfurado e caiu morto no chão.
“ Por enquanto vamos.” disse Gindelwald sorrindo de forma ate que animada. “ Mas cuidado Alvo eu posso te matar sem querer.” Frisando bem a ultima parte demonstrando o quanto de vontade tinha de fazer aquilo.
A dupla de bruxos então avançou sobre uma aglomeração de soltados, que eram protegidos por dez comensais, eles erguiam escudos em volta dos soldados trouxas que atiravam para o lado de fora da barreira, Dumbledore e Grindelwald se olharam e um sorriso surgiu nos lábios de ambos, juntos apontaram suas mãos para o escudo inimigo o som de canhão foi ouvido e esferas de energia roxa e azul acertaram os escudos destruindo-os, em seguida Dumbledore com a varinha aponta para o grupo e fios elétricos saem da ponta da varinha acertando os inimigos que começam a se debater, enquanto isso Grindelwald estala os dedos e água cai sobre os inimigos que começaram a gritar e se debater mais ainda, fumaça saia de todos em quanto o cheiro de carne humana queimada preenchia o local, o feitiço cessara e todos caíram.
“ Carne bem passada.” Brincou Gellert apontando a mão para um helicóptero que vinha atirando em sua direção, um jato de fogo saiu de sua mão e tomou a forma de um enorme dragão oriental que se enrolou na aeronave trouxa a consumindo em chamas e explodindo-a, em seguida o dragão avançou em direção a outros helicópteros.
“ Suas piadas nunca melhoram.” Falou Dumbledore apontando para um grupo de três tanques e com um movimento da varinha estacas de um metal desconhecido apareceram sobre os tanques e caíram rapidamente atravessando a blindagem com facilidade e transformando os tanques em meras almofadas de alfinetes.
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Lorde Voldemort apenas observava o caos de um local onde não poderia ser achado, ele não entraria em combates desnecessários, tinha apenas suma preocupação aquele maldito Potter, o pirralho era sua maior ameaça e seria ele quem deveria morrer primeiro por suas mãos. Orquestrando suas tropas fez com que avançassem cada vez mais para o centro onde já haviam mais trouxas que foram pegos no fogo cruzado, morte e destruição se espalhava, a própria imagem da cidade fora deformada, então ele finalmente achou que chegara a hora, seria agora que todos deveriam se curvar diante dele, e seria agora que Harry Potter se curvaria diante do lorde negro para ter sua vida ceifada.
“ Avise o premier trouxa que o lançamento deve acontecer em 10 minutos.” Falou Voldemort para um comensal que se curvou e aparatou rumo a sua missão em quanto o Lorde negro simplesmente sumiu em direção ao campo de batalha em direção de sua gloria.
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“ O tolo caiu em nossa armadilha.” Falou Rodney Kastran com um sorriso nos lábios, ele tirou um telefone do bolso em quanto vários outros alquimistas seus seguidores observavam-no. “ Fase dois do plano começara.” Disse no telefone ouvindo apenas um “entendido” do outro lado e depois o barulho característico do telefone desligando. “ Agora é só esperarmos pois nosso reino se erguera do caos.”
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Harry já estava se entediando, o tempo já passara e o apoio trouxa que príncipe Willian conseguira já estava quase todo destruído, sem contar o fato de que o primeiro ministro trouxa provavelmente mandou conter a batalha a qualquer custo, e os malditos helicópteros e aviões do governo voavam atirando para todos os lados sem saber quem era o real inimigo. Já perdera as contas de quantos caíram perante ele, centenas talvez mais que isso, só sabia que cada soldado russo e cada comensal que se punha em seu caminho caia, nem mesmo os gigantes e outras criaturas de Voldemort duravam muito, ele era um verdadeiro guerreiro e um verdadeiro rei, e estava há frente de todos.
“ Skrull.” Urrou alguém a direita de Harry que por puro instinto saltou para trás em quanto o jato verde musgo passou a poucos centímetros de seus olhos e atingiu o que sobrava de um prédio de cinco andares, o mesmo explodiu e veio abaixo, o moreno olhou para quem fizera aquilo e seu sangue fervera, finalmente encontrara o seu alvo, encontrara quem queria matar, ele finalmente estava frente a frente com Lorde Voldemort. “ Ola pirralho Potter.”
“ Ola meu caro Tom.” Falou o moreno com o mesmo sarcasmo e asco que Voldemort tinha dado a ele os dois não falaram mais nada, feitiços voaram e se chocaram no ar causando fortes explosões, os dois foram arremessados para lados opostos, porem logo avançavam um em direção do outro lançando mais e mais feitiços que eram desviados por pouco ou rebatidos por barreiras conjuradas de ultima hora de forma que feitiços perdidos eram arremessados por todos os cantos acertando aliados e inimigos de ambos de ambos os lados, o som das explosões preenchiam o local.
De repente Voldemort desaparece da vista de Harry em quanto ele desviava de um feitiço negro fazendo o Rei olhar em volta atrás do inimigo e rapidamente se curva para frente sentindo uma lamina passar rente ao seu cabelo, sentindo ate alguns fios sendo cortados, Voldemort estava a sua frente com uma espada longa e larga, antes que o lorde negro fizesse algo, o moreno rapidamente acertou o líder comensal no estomago com força lançando-o para trás, mas o lorde negro apenas deu um giro no ar e caiu em pé apontando a mão para Harry.
“ Extincion.” Urrou o lorde negro, então ouve a explosão, tudo que Harry conseguiu ver foi o branco na sua frente e depois a onda de impacto em seu peito, o som da explosão pareceu estourar seus tímpanos, jamais vira um feitiço como aquele o poder, era assustador, sentiu suas costas batendo contra escombros e paredes o vento soprando para todos os lados e seu corpo rolando e quicando por um tempo, quando finalmente parou sentiu o seu corpo mais dolorido seus olhos ainda não conseguiam distinguir nada alem de uma mancha branca, passou um tempo e finalmente sombras se formaram, depois contornos e por fim conseguiu enxergar tudo. Viu um tanto surpreso que havia um enorme circulo de escombros, devia ter uns quinhentos metros de escombros, corpos caídos e ao centro do circulo estava lorde Vodemort rindo como se fosse o vitorioso.
Harry se levantou tirando alguns escombros de cima de si e olhou em volta, corpos e mais corpos não era possível dizer se eram de bruxos ou de trouxas, ali não fazia diferença a morte levara todos, sabia que a maioria estava soterrados, o moreno sabia que Voldemort não teria piedade nem de seus aliados, mas causar aquela destruição com um único feitiço foi brutal. Rapidamente viu alguns escombros se mexerem e viu Pintadinho saindo debaixo deles, o corpo todo machucado, abaixo do Nundu estava Ronald Weasley inconsciente ainda sentia a vida no corpo dele e ficou mais aliviado, o leopardo olhou em direção de Harry.
“ Descanse meu filhotinho.” disse Harry sorrindo. “ Você fez bem.” O Leopardo então caiu de lado respirando pesadamente, a fúria tomou conta de Harry que olhou mais uma vez para Voldemort bem a tempo de ver o lorde negro lançar mais seis feitiços em sua direção, cada um de uma cor diferente, com um movimento da mão um escudo dourado tomou a frente do Potter, o impacto dos seis feitiços fora poderoso e a barreira simplesmente se estilhaçou, entre esse caos Voldemort aparatou bem perto de Harry e tocou o uma mão no peito do rapaz.
“ Você deveria morrer Potter.” Falou o lorde negro um brilho verde saiu das mãos deles mas Harry aparatou bem na hora que o feitiço saia do lorde negro, e o raio verde percorria o campo de batalha batendo no chão e abrindo mais uma grande cratera.
“Buh...” Falou Harry às costas do lorde negro que antes mesmo de se virar sentiu as duas mãos do Potter em suas costas, e sua pele queimar antes de ser arremessado para frente com as vestes em chamas, só foi tocar o chão cinqüenta metros depois com o corpo envolto por chamas escarlates, e Harry apenas observava aquilo, sabia que não era o suficiente, e isso só se concretizou quando o lorde negro se levantou com o corpo ainda em chamas e com um aceno das mãos as chamas foram jogadas para longe dele, ele viu o lorde negro fazer um amplo movimento com as mãos e vários escombros se ergueram no ar com mais um movimento repentino todos foram em direção de Harry que achou aquilo inútil, erguendo uma mão parou todos os escombros a sua frente.
“Preste atenção Pirralho.” Falou Voldemort atrás de Harry com sua espada de novo em mãos, o jovem rei pensou rápido sentiu a espada vindo de encontro a suas costas então deixou os escombros caírem e desviou por pouco sentindo a lamina da espada raspar o seu tórax, antes que o lorde fizesse algo o moreno acenou com a mão e sua espada veio ate ele, em um movimento rápido e certeiro o Potter cortou o braço do lorde negro que urrou de dor e surpresa, em seguida o moreno Cravou a espada no peito do lorde bem ao lado do coração fazendo a lamina atravessar para o outro lado, mesmo assim o Potter não terminou, ele tocou o abdômen do lorde negro que caia para traz surpreso por aqueles movimentos. “Condenação.” afirmou Harry, corrente negras envolveram o corpo do lorde negro que urrou em dor, pois as correntes tinham espinhos de bronze, o lorde sentiu sua magia ser aprisionada e o chão bater em suas costas, ele olhava para o Potter com ódio não podia acreditar que perdera. “ Lorde Voldemort você foi condenado pelos seus crimes contra o povo bruxo...”
“Meu rei.” Falou alguém interrompendo Harry aparecendo ao seu lado, o rei olhou naquela direção impaciente ele iria dar um fim a ameaça de Voldemort, mas seu interesse e curiosidade afloraram quando viu que quem estava ali, era Henrique de Kastran. “Meu avo me enganou meu senhor, o ataque nuclear será em escala mundial...”
“Morra maldito Potter.” Urrou Voldemort em agonia, quando Harry olhou para cima vendo algo vir de um lugar bem acima no céu, não demorou muito e ele viu um imenso míssil descer com velocidade em direção do centro que não estava muito longe, ele viu a trajetória do míssil que sumiu por entre alguns prédios maiores que estavam inteiros ainda, por fim o clarão e a terra tremeu com violência.
Harry rapidamente respirou fundo e acionou o feitiço de tempo e espaço, bem a tempo de notar que a explosão, no inicio não haviam muitos fios de tempo perdidos, ele precisava dar um jeito naquilo, sabia que haveriam conseqüências, mas não era só ali era em todo o mundo, centenas e centenas de mísseis nucleares, com um amplo movimento das mãos agarrou todos os fios, que mal deixavam suas mãos se fecharem, e respirou fundo começou a puxá-los, mas eram mais pesados do que ele jamais soubera em sua vida, pesados demais, esse peso vinha com as vidas que alguns, que a explosão já tinha tirado, reverteu o tempo dos mísseis era trazer de volta quem morreu, mesmo que indiretamente, mesmo assim ele não desistiria, não morreria ali, não deixaria seus soldados e amigos caírem. O esforço era tremendo, ele sentiu como se os braços fossem ser arrancados, mas continuava a puxar milímetro pro milímetro, ele viu o míssil de Newcastle se reconstruir e subir aos poucos no céu e centenas de novas linhas aparecendo de novo, linhas que não deveriam existir mais, o suor brotava de seu corpo e toda sua magia parecia ser sugada por um buraco negro, não era o suficiente, sentiu o gosto de sangue na boca e tossiu cuspindo uma grande quantidade do mesmo, sentiu o liquido escorrer pelo nariz e pelos olhos, quem visse a cena diria que ele chorava e suava sangue, mas ele não desistia, ele tinha de reverter e dar um jeito daquelas armas não tocarem o chão, chegou um ponto que ele não pode mais puxar as linhas, suas mãos sangravam pela força, então com o ultimo esforço ele juntou as linhas do passado com a do futuro onde ocorria a explosão, e soltou todas as linhas. O tempo voltou a correr normalmente e ele caiu de joelhos no chão, ainda tossindo sangue, enquanto uma enorme explosão no céu muito acima do que ele poderia observar ocorria.
“Meu rei, você esta bem?” Perguntou Henrique ao Potter que ainda estava de joelhos tossindo muito sangue, o alquimista ficou chocado quando viu o líder do reino mágico daquele jeito, as mãos, olhos e nariz sangravam, não imaginara o que ele fizera, nem sonhava mas com certeza era algo inimaginável.
“Não o toque.” Falou alguém atrás de Henrique, ele se virou e viu dois homens em pé, um era Grindelwald, o outro ele era Dumbledore em sua forma jovem, alto e magro de olhos azuis intensos e cabelos acobreados. Dumbledore avançou ate o rei e o ajudou a se levantar. “Você esta bem?”
“Eu consegui?” Perguntou Harry sabendo que Dumbledore entenderia o que ele dissera. “Eu consegui professor?” Perguntou novamente.
“Sim! Você nos salvou!” Exclamou Dumbledore, apoiando o rei que ainda parecia debilitado, já não cuspia sangue, porem ainda saia em filetes finos de seus olhos como se ele chorasse.
“O que faremos com ele?” Diz apontando para o corpo de Voldemort caído no chão, que olhava para o Potter como se nunca o tivesse visto na vida, seu ferimento sangrava mais, ele ainda estava consciente a espada ainda cravada não deixava ele ter uma hemorragia.
“Grindelwald leve Voldemort para o meu palácio, mas antes cure o braço dele e coloque-o nas masmorras.” Ordenou Harry podendo já ficar em pé, estava pálido, muito pálido.
“Sim, meu rei.” Falou Gerard tocando Voldemort e os dois desapareceram.
“Relatório do combate.” Perguntou o jovem monarca.
“As forças inimigas estão sendo subjugadas, há pouca resistência os comensais que sentiram a derrota de Voldemort debandaram, estamos perseguindo-os, os soldados trouxas se entregam em todos os cantos, por causa de um fenômeno chamado Ondas Eletromagnéticas, os tanques e aeronaves trouxas pararam de funcionar, assim como as usinas e tudo elétrico dos trouxas, é como se eles voltassem para a era da pedra, alguns aviões caíram na cidade, mandei um pelotão para tentar resgatar os passageiros”. Relatava o jovem Dumbledore para o rei que ainda parecia fraco, mas as noticias do que acontecia no mundo o deixava ainda mais em alerta. “Aparentemente a batalha foi mostrada para todo mundo pelos meios de comunicação trouxa, o governo trouxa interviu por isso.”
“O mundo vai mudar, não? Creio que é uma nova era” falou Harry em um tom triste.
“Creio que sim” Falou Dumbledore. “Nossa existência não mais é segredo devesmo, esperar reações negativas de todo o mundo, nem todos vão nos aceitar e provavelmente muito caos ira ocorrer antes que a paz finalmente se faça entre nós, os bruxos viveram muito tempo a sombra dos trouxas, essa é a maior oportunidade para mudar o jogo, eles não tem sua tecnologia, e nós temos nossa magia, Majestade, uma carnificina se aproxima”
“Sim os tempos estão mudando. Mas não permitirei injustiças!” Falou Harry olhando para o teto, ele sentia um poder incrível naquilo que dizia, era inacreditável a verdade daquela frase curta, o mundo estava mudando de forma radical! “Me leve de Volta Dumbledore, leve-me para meu lar, nós ganhamos essa guerra, mas com grandes sacrifícios! Ordene que as equipes de resgate e medica venha ate aqui recolher nossos amigos caídos, cerque a cidade com uma barreira mágica, o governo trouxa não entrara aqui ate que o ultimo bruxo seja retirado.” Harry parou um pouco. “Leve-me primeiro ate pintadinho e Rony.”
“Sim meu rei.” Falou Dumbledore tocando o ombro de Harry, os dois aparataram ao lado do grande Nundun e do Weasley. Harry tocou nos dois em quanto Dumbledore ainda tocava o seu ombro o ex diretor percebeu o que o rei queria e ele aparatasse levando todos para longe do campo de batalha, para o palácio.
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Harry aparantava para a capital trouxa do Reino Unido, ele estava em pé no topo do prédio mais alto da cidade, essa era a terceira grande cidade trouxa que ele estava visitando desde o fim da batalha final, e tudo que ele via era caos total, pelo menos uma dezena de aviões acidentados ardendo em chamas, tumulto, assaltos, toda a maldade trouxa intensificada, Harry sabia do que os trouxas eram capazes.
“E o mundo volta a mudar” Merlin dizia aparecendo bem atrás de Harry “A magia voltara a mandar no mundo! E tudo saiu como planejado!”
“Isso tudo era um plano seu!” Não era uma pergunta, Harry afirma e suspirava em seguida, ele sabia que Merlin era capaz de planejar algo assim.
“Entenda-me, eu tinha que tentar algo!” Merlin dizia sorrindo “No momento que intervir com você, eu dividi o tempo espaço em dois, um é esse, que você aceitou voltar no tempo e mudar tudo, o outro eu nem apareci, você voltou para a batalha em Hogwarts, venceu Voldemort, se casou com a Gina, teve vários filhos e tudo continuou igual, bruxos na clandestinidade e trouxas no top do poder” o poderoso mago deu uma pausa, nessa pausa Harry se imaginou com Gina e segurou uma gargalhada, nunca imaginou que aquilo poderia ser possível, ele casado com Gina e longe da Hermione. “Por isso não podia interferir de novo, pois iria ficar dividindo o tempo espaço, criando varias realidades diferentes, e isso séria um saco”
“Então essa é uma realidade? Existe outra?” Harry perguntava.
“Sim...sim, tá ficando burro? Acabei de explicar isso” Merlin dizia em seu tom azedo. “Em falar em realidade eu irei brincar um pouquinho com isso, tem alguma dica de alguém que merece uma segunda chance?”
“Snape!” Harry falou de imediato “Ele pode ter uma segunda chance de ser feliz com minha mãe, mesmo isso causando o meu não nascimento na outra realidade!”
“Pode nascer como Harry Snape!” Merlin brincou “Antes de eu partir tenho alguns conselhos!” ele colocou a mão no ombro de Harry “Esse mundo é novo, tudo vai mudar, e em vários cantos sugira magos poderosos que irão se tornar populares e depois reis, muitos irão querer infligir dor aos trouxas, dar o troco, outros irão tentar ser você, alguns com inveja de você tentarão te destruir” Merlin deu uma pausa “Digamos que esse mundo retornou ao zero, você estar na primeira pagina de um livro em branco, siga seu destino e escreva uma linda historia, como o rei que você é, faça desse mundo um sonho, pois quando eu me cansar de brincar de deus, eu possa vim pra cá, descansar minha aposentadoria, afinal o Deus Criador mesmo não deve estar muito satisfeito com minhas brincadeiras” Merlin soltou uma gargalhada “Adeus Harry Potter, lembre-se, esse livro ainda estar em branco, seja um bom escritor!”
Em seguida Merlin desapareceu fazendo Harry realmente se sentir triste por isso, mesmo Merlin sendo meio insano, ele era o mestre de Harry, alguém que o jovem monarca realmente admirava. Harry ficou mais um tempo observando a ignorância humana, e depois aparantou para seu palácio.
Harry desaparantou na sela de Tom Riddle, o lorde das trevas estava sentado no chão dentro de uma bolha de magia, tal bolha tirava todos os poderes de Tom, ali ele era apenas um humano sem mágica, um humano incrivelmente feio com olhos vermelhos e narinas em fendas.
“Veio me matar, ou irar brincar comigo, me humilhar em praça publica?” o lorde das trevas dizia em um tom desafiador.
“Um sábio me disse que o mundo voltou à zero, estamos na primeira pagina de um livro em branco, iremos escrever a historia desse mundo” Harry dizia em um tom sério “Sou um rei agora, tenho que ser um exemplo, e você não imagina Tom Riddle, como eu desejo sua morte, como eu quero matá-lo, quero vingar todos que você matou, quero vingar meus pais.” Harry deu uma pausa sentindo um amargo na boca, ele estava tremendo de raiva, se segurando para não matar aquele ser ali, sem nenhuma testemunha “Mas isso significaria alguma mudança? Que exemplo daria a meus súditos, muitos iriam procurar vingança, sobre todos que os infligiram, trouxas, bruxos, parentes, estaríamos mergulhados em um banho de sangue”
“O que ira fazer? Beijar-me?” Riddle dizia tentando provocar o jovem monarca.
“Quem sabe!” Harry dizia em um tom de brincadeira
Depois colocava a mão na bolha e aparantava dali, aparecendo em sua varanda, a onde Hermione já o esperava, só não esperava que o marido viesse junto com Tom Riddle em sua prisão mágica, na realidade nem os milhares de bruxo que se espremiam lá em baixo a espera do discurso do seu rei esperava que ele trouxesse Voldemort junto com ele, muitos vibraram esperando a morte do lorde das trevas, todos entenderam que Harry iria executar seu maior inimigo ali.
“Meu amor...” Hermione dizia segurando o braço do amado “Tem certeza que quer fazer isso, ele é mau, mas merece morrer assim?”
“Não irei matá-lo” Harry dizia com firmeza.
Em seguida o jovem rei se adiantou, e o silencio reinou em meio aos seus milhares de súditos.
“As pessoas mais sabias que eu conheço me alertaram que o mundo ira mudar, que é uma nova era que se inicia agora, não somos mais nenhum segredo para os trouxas, mas eles mesmo não são mais o que costumavam ser, seu poder destrutivo destruíram tudo que eles fizeram até hoje, suas cidades não tem energia, seus transportes não funcionam mais, suas comunicações e maquinas, eles retrocederam” Harry deu uma pausa “Nós continuamos o mesmos, isso quer dizer que estamos em vantagem, quer dizer que a magia retorna ao mundo, e que muitas coisas iram mudar, um sábio me falou que estamos com um livro em branco na mão, nós iremos escrever a nova historia desse mundo, e é isso que começarei a fazer hoje” Harry se virou para Voldemort “Eu lhe perdoou, do fundo do meu coração eu te perdoou Tom Riddle, e esse é o exemplo que darei a meu povo, nesse novo mundo temos que apreender a perdoar”
Então Harry o Mago da verdadeira Ordem de Merlin expandiu sua magia já realizando o Visio Vacuum sem pronunciar, ele era um Senhor do Tempo, tinha total controle sobre essa magia fantástica, ele usou o Memoriae Acies, também sem pronuncia, então da linha dourada do tempo uma linha azul florescente apareceu, aquela era a memória de Tom Riddle, o jovem monarca enroscou sua magia na linha do tempo e na linha da memória Tom Riddle, em seguida realizou o Imperium Tempus Summum sem pronunciar e puxou as duas, retrocedendo não só o corpo de Tom Riddle mais também suas memórias, observou a horrível criatura voltar no tempo, se tornar apenas um amontoado de carne deformada, depois voltar a ter a aparência de antes de sua primeira queda, e por vim e voltando a juventude, seus olhos se tornavam Verdes escuros quase Castanhos, seus cabelos pretos como a noite, mas Harry não parou, continuou voltando o corpo de Voldemort no tempo, até ele se tornar apenas um bebê de colo, um beber recém-nascido, um belo e inocente bebezinho.
Ninguém podia acreditar naquilo que estava acontecendo, Harry desfez o feitiço de bolha e pegou o bebê que estava chorando no chão gelado de mármore, beijou a testa do belo e pequeno bebê.
“Falei que iria lhe beijar!” Dizia baixinho, em seguida se adiantou mais pra perto do parapeito da sacada “Se plantarmos amor colheremos amor, se plantarmos ódio colheremos ódio, ninguém nasce mal, ele se torna mal devido a péssimas experiências em sua vida, esse bebê será criado com muito amor, e terá uma segunda chance para se redimir de todos seus crimes, essa é minha decisão final” em seguida o jovem rei se virou ficando de frente a sua rainha, ele lhe entregou o bebê “Rainha Hermione Potter, minha esposa, minha amada, esse é seu filho, Brian Hope Potter, uma verdadeira montanha de esperança para todos nós, meu filho essa é sua mãe, a melhor pessoa desse mundo, tenho certeza que ela ira lhe dar todo amor e carinho do mundo”
Hermione segurou o bebê com bastante cuidado em seus braços, ela meio que não sabia o que estava fazendo, mas deixou o medo de derrubá-lo de lado e olhou nos olhos do bebezinho e seus próprios olhos ficaram marejados. “Bem vindo à família” Hermione dizia em um tom carinhoso.
Então uma onda de aplausos e vivas foi escutada por todos da cidade, que vibravam e comemoravam a decisão de seu rei, que demonstrou uma misericórdia acima do normal, mostrou que um dos maiores poderes do mundo é o poder de perdoar.
***
Três horas depois
Harry se encontrava em sua sala particular, Hermione estava sendo ensinada pela a mãe a forma trouxa de trocar fraudas de um bebê, enquanto a Sra. Weasley tentava ensina o jeito bruxo; e Gina soltava altas gargalhas vendo a cena, todas mimando ao extremo o pequeno Príncipe Brian Hope Potter, e isso fez Harry se sentir feliz, por nenhuma sequer lembrar da pessoa que aquele bebê era, elas simplesmente apenas se importavam com o que ele era agora.
“Sua fé nas pessoas é tamanha” Gerard dizia se aproximando de Harry “Não sei se conseguiria perdoar ele se ele tivesse feito o mesmo comigo o que fez com você!” ele soltou uma leve gargalhada “Eu não teria confiado em mim mesmo como você confiou!”
“Você foi o melhor companheiro que eu poderia esperar, muito obrigado meu amigo!” Harry dizia com sinceridade.
“Eu que agradeço, esse velho aqui aprendeu demais com você!” Gerard dizia colocando a mão no ombro de Harry “Mas é o momento de eu continuar sendo útil para você, é o momento de eu ensinar para os outros o que aprendi com você!” o mago deu uma pausa “Meu amigo com o mundo trouxa em caos, eles iram nos culpar, uma nova inquisição pode surgir, eu lutarei contra isso, depois irei para a Ásia e lá criarei um governo com sua imagem se semelhança, a onde bruxos poderão viver em paz, a onde trouxas não serão executados ou escravizados, eu aprendi isso com você, como o símbolo da ARM, somos raízes de uma mesma arvore, todos somos iguais, esse é lema dos discípulos de Harry Potter!”
Harry estava emocionado com as palavras do amigo, em seguida notou o aberto sorriso que apareceu nos lábios de Gerard e acabou soltando uma gargalhada. “Com certeza não será igual aqui!” Harry exclamava sorrindo.
“Com certeza” Gerard dizia também sorrindo “Afinal que governo bruxo terá a cara de seu líder, mesmo seguindo os ideais de uma mesma pessoa!”
“Boa sorte meu amigo!” Harry dizia.
“Cuide da Gina, não quero colocá-la em risco enquanto protejo nossos irmãos” Gerard sussurrava, para Gina não escutar, mas isso foi envão.
“Sonho seu senhor Gerard!” Gina gritava “Vou pra onde você for!”
“Viu cara, eu tentei, mas sou tão irresistível” Gerard brincava.
Ele escapou por um triz de uma frauda cheia que voava em sua direção, enquanto isso Harry soltava deliciosas gargalhadas, junto com todos que estavam naquela sala.
Harry sabia que teria ainda muitos momentos felizes assim, mas também sabia que teria momentos tristes, o mundo estava mudando e cabia a ela modificar destinos, criar um novo mundo, ele iria seguir os conselhos de seus mestres, logo iria expandir seu reino para toda a Europa, para ali evitar qualquer tipo de injustiça, mas pra isso ele tinha que se tornar ainda mais forte. Tudo apenas estava começando, aquele mundo era tão jovem quanto Brian Hope Potter, na realidade o mundo era um Brian, foi mau, fez muitas coisas erradas, mas estava tendo uma chance, voltando do zero para ser criado por novas pessoas. Aquela era a missão de Harry Potter, e ele haviam aceitado.
Nesse momento ele notou que Hermione estava o observando, Harry abriu seu sorriso mais belo para a amada que retribuiu de imediato com a face meio corada, nesse instante o jovem rei percebeu, que tendo sua rainha eu seu lado ele iria conseguir tudo. Afinal ela era a razão de sua existência, o seu grande amor.
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Epílogo
35 anos depois
Os dois estranhos vestidos com roupas esfarrapadas andavam pela a rua deserta de Nova York, o mais alto que parecia ser o líder dos dois evitava olhar para a rua, que ainda estava cheia de carros enferrujados e o mato já exigia seu espaço, mas não era isso que ele queria evitar, os esqueletos era o que seu olhar não queria se fixar. Ali, naquela cidade aconteceu a maior chacina da historia, cinco anos após as bombas, Nova York estava começando a se tornar segura novamente, a onde de crimes estavam começando a diminuir e a policia, mesmo montada a cavalos conseguiam conter o caos, o homem lembrava como se fosse hoje, quando centenas daqueles monstros montados em vassouras invadiram a cidade, eles matavam sem perguntar, apenas matavam, destruíram prédios e mataram mais de 90 % da população, poucos escaparam da ira daqueles monstros, e foi naquele dia que os Estados Unidos da America caíram.
“Ande Robert...ande!” o homem mais baixo dizia em um tom em pânico. “Quem garante que não tem bruxos aqui?”
“Eles amaldiçoaram essa cidade, eu ouvi do próprio demônio presidente” Robert falou em um tom irritado “Cale-se Jack, não ouviu falar, se chamá-los eles, eles apareceram”
Os dois homens nada mais disseram, continuaram caminhando pela as ruas da cidade morta, o terror deles iram imensos, já viram bruxos fazerem coisas horríveis, era como demônios para eles.
Jack e Robert caminharam até o centro da cidade, pode ver um tanque de guerra no meio da rua, era normal ver essas coisas em Nova York, afinal o USS George Washington (CVN-73), maior porta avião dos Estados Unidos, está encalhado no rio Hudson. Os dois homens caminharam até a entrada do shopping York, eles ouviram dizer que ali era a sede da resistência humana, correram até lá, no momento que passaram da porta de vidro, se viram com centenas de rifles e revolver apontados em suas cabeças.
“Parados!” falou um homem em um uniforme militar maltrapilho.
“Somos humanos” Jack falou assustado, não queria morrer ali, não depois de fugir de seus ‘donos’ bruxos e cruzar o país a pé para chegar ali.
“Sou Robert Willians, senado da republica” Robert falou em um tom firme “Creio que sou o único vivo do governo dos Estados Unidos da America, então eu sou o atual presidente”
“Presidente de que?” uma criança de doze anos perguntava, ele estava segurando uma pistola “Nosso país morreu, somos fugitivos, apenas isso”
“Calado criança!” o homem com farda militar dizia, ele parecia ser o lider “Senhor Presidente, seja bem vindo na 13ª Resistência de Nova York” o militar dizia batendo continência.
Em seguida Robert e Jack entraram no shopping, notaram que devia ter centenas de pessoas ali, homens, mulheres e crianças, todos muito magros, com expressão triste. O militar os levou até uma antiga sala de cinema, eles esperaram cerca de dez minutos, até a sala ficar completamente lotada.
“Bom dia” Robert começava, ele estava empolgado, a tempo não falava em publico “Sou Robert Willians, eu era um Senador, mas como todo o nosso governo foi executado por aqueles monstros, eu sou o Presidente dos Estados Unidos da America.” Ele deu uma pausa ignorando algumas risadas que sugiram. “Eu fugi, e vim até vocês para ajudar no plano de retomada!”
“Retomada?” uma mulher se levantou “Nós vamos fugir Presidente” ele dizia presidente em um tom de chacota “Iremos para o México, lá um Mago bom chamado Dumbledore estar acolhendo os trouxas, os protegendo de todas as maldades” ela dizia com uma voz cheia de esperanças, muitos a apoiava,
“Eu era escravo do Presidente da Nação Autoritária Bruxa do Norte” Jack tomava a palavra “Ele dizia que logo a União de Sangues Puros do Norte irá atacar o México”
“Então iremos para o Canadá” um homem se levantava “A Republica Alquimista de Amestris estar em guerra com o branquelo nojento, eles nos dará proteção”
“Quantos meses você acha que os alquimistas vão resistir?” Robert dizia em um tom irritado “Temos que lutar, lutar pela a humanidade”
“Isso não é um filme” o militar dizia em um tom mais irritado ainda “Não imagina quantas mortes eu vi, não somos páreos para eles, no momento que descobrimos a existência deles nosso governo devia tentar dialogo, invés disso os caçamos, uma inquisição moderna, estamos colhendo o que plantamos”
“O que acha que devemos fazer então General?” Robert perguntou deixando intensificando o titulo de general.
“Estamos recuperando veleiros, quando tivemos o bastante para todos iremos partir para a Europa” o General começou a falar “Iremos para o paraíso desse novo mundo de trevas, iremos para o Reino da Arvore Prateada (Kingdom of Silver Tree), a onde teremos a proteção do Rei Harry Potter, o Magnífico, a bondade de sua rainha, Rainha Hermione Potter, a Bondosa, e a força de seu filho mais velho, o Príncipe Brian Hope Potter, o Forte” os olhos do General brilhavam, a algum tempo se espalhavam boatos sobre um reino bruxo que aceita humanos sem magia como pessoas comuns, que todas as raças desse planeta pode viver em harmonia, desde que ouviu isso, esse se tornou seu propósito levar aquelas pessoas ao reino dos Potters.
“Por que ele não nós ajuda?” Jack perguntou.
“Ele trava suas próprias batalhas na Europa, tenho certeza que quando ele vencer, iria nos libertar do Draco Malfoy” o mesmo garoto da pistola dizia.
“Então apenas correndo atrás de um sonho” Robert dizia em um tom derrotado.
“Resta você decidir se ira sonhar com a gente!” General falava colocando a mão no ombro do homem.
“Um Reino a onde homens e seres mágicos convivem em harmonia, a onde um rei forte mantém a paz, a onde sua rainha trata todos com bondade, a onde o filho mais velho deles destrói qualquer ameaça” Robert dizia em um tom descrente “Sim é isso que vocês estão fazendo, apenas sonhando, pois esse reino não existir, é apenas uma fantasia criada por pessoas fracas que não conseguem ver a realidade, eu irei partir, irei até a 9ª Ohio, ouvi dizer que existe centenas de militares prontos para atacar a Capital Lucius Malfoy, quem quiser parar de sonhar e se juntar a mim na luta real, serão bem vindos”
Ninguém falou nada ou se levantou, Robert se sentiu desanimado, aqueles eram outros sonhadores que acreditavam na lenda do Rei Mago Harry Potter, o herói de todo o mundo. Ele não acreditava, iria lutar por seu país, invés de morrer no oceano.
O que o pobre Robert não sabia, era que Harry não era uma lenda, e ele estava planejando um ataque União de Sangues Puros do Norte. O que se sabe é que Robert foi morto, junto com os três mil homens, que tentaram invadir a capital da Nação Autoritária Bruxa do Norte. A apenas dois dias do inicio da guerra entre União de Sangues Puros do Norte e A Aliança dos Restauradores Mágicos.
Notas finais
heheh acabou!
deixei um cenário inteiro para futuras fanfics, você que se interessou por esse cenário em que a magia volta a ranger o mundo, e quer fazer uma fanfic nele, basta me avisar, (pois quero ler) kkkk
adorei vocês, adorei os reviews, e irei responder todos pedentes! até a próxima fic pessoal.
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