Harry Potter.
63 Capítulo 6
– Agora é nossa primeira aula com a Umbridge, certo?
Estávamos sentados em uma escada após sair de uma aula extremamente exaustiva do Prof. Binns.
– Sim. — choramingou Rony — Dois tempos seguidos.
– Aliiiiceeee. — suspirou Harry — A gente precisa ir mesmo?
– Precisa. — suspirei
– Por que?
– Harreh! Você teve uma audiência disciplinar e quase foi expulso, daí você volta pra escola e quer matar aula? E não é uma aula qualquer, é a aula da mulher que estava no tribunal. E o pior é que você quer me arrastar pra isso. — disse rindo, mas fingindo que era uma bronca.
– Ta bom. — suspirou ele
– Vamos. — disse Mione.
Entramos na sala e sentamos no lugar de sempre. Umbridge ainda não estava lá.
– O que você está esperando dessa aula? — perguntei
– Eu to meio chateado. — suspirou ele
– Por que? — eu disse beijando seu nariz.
– O Simas não acredita em mim. — disse ele — A mãe dele nem queria que ele voltasse pra Hogwarts.
– Não é sua culpa Harry! — exclamei — Se ele e a estúpida da mãe dele não acreditam, eles que estão correndo o risco!
– Mas mesmo assim… — suspirou ele
– Awn Harry. — eu disse dando mordidinhas nele — Por favor, não fica assim.
– Hem, hem. — escutei uma voz dizer.
Me separei de Harry e olhei para a frente. A sapa rosa estava lá.
– Boa tarde classe. — disse ela com aquela voz de falsa.
A turma continuou quieta, encarando ela.
– Quando eu disser "Boa tarde classe", vocês me respondam "Boa tarde professora Umbridge". Combinado? De novo! Boa tarde classe.
– Boa tarde professora Umbridge. — dissemos.
– Que lindo. Bom, guardem as varinhas. Vamos ler o primeiro capítulo do livro. Sim, senhorita…?
Mione estava com a mão levantada.
– Granger. Eu já li. — disse Mione
– Então você pode ler o próximo. — disse Umbridge.
– Eu já li o livro todo na verdade. — disse ela. — Quando começaremos a parte prática?
– Na verdade srta Granger, não usaremos as varinhas na minha aula.
– E como vamos aprender a fazer os feitiços? — perguntei
– Não vamos usar magia? — exclamou Rony, em voz alta.
– Levantem a mão para fazerem perguntas. Srta. Felton, lendo com atenção você vai aprender a fazer o feitiço perfeitamente.
– Mas Defesa Contra as Artes das Trevas é sobre nos defendermos! — exclamou Mione
– Você é uma profissional do Ministério, srta. Granger?
– Não mas… — começou Mione.
– Essa matéria foi bastante fragilizada. Vocês tiveram professores que podem ter amedrontado vocês…
– Você está dizendo que Lupin… — começou Dino
– Mão! Sr? — perguntou Umbridge
– Thomas. — disse Dino — Lupin foi um ótimo professor!
– E como vamos, de fato, aprender a nos defender? — perguntou Harry
– Alunos devem levantar a mão para falar na minha aula. — disse ela — Mas quem, na sua opinião, quer atacar alunos de sua idade, Sr. Potter?
– Hm, eu não sei. Talvez Lord Voldemort. — disse ele com sarcasmo.
– Vocês foram informados que um certo bruxo voltou do além. Isso é mentira.
– Claro que não! — exclamei — Você sabe que não é!
– 10 pontos a menos para a Grifinória. Srta. Felton, não fale assim comigo em minha aula.
Esse mulher me irritou.
– Ah então Cedrico caiu morto por que quis? — provocou Harry, extremamente irritado.
– A morte do Sr. Diggory foi um trágico acidente. E Sr. Potter, sua-casa-já-perdeu-dez-pontos-não-piore-as-coisas.
– Voldemort retornou e a senhora sabe disso! — gritou Harry
– Potter, venha aqui. — disse ela.
Harry levantou bufando. Ela escreveu um bilhete e entregou a Harry. Ele saiu da sala.
– Bom, o Sr. Potter tem tido uns problemas cerebrais ultimamente, eu não posso fazer nada.
Fechei meus pulsos de raiva.
– Lizzie — Mione sussurrou — Não faz isso.
– Os únicos com problemas mentais aqui são a senhora, o Fudge e todos os retardados do ministério. — exclamei
Os dentes dela se trincaram.
– Acho que temos mais um bilhete para ser escrito.
Fui até a mesa dela e ela me entregou um papel.
– Sala da McGonagall. — disse ela sorrindo.
Arranquei o papel da mão dela e saí. Assim que desci as escadas, trombei com alguém.
– Que brava. — riu Draco.
– Desculpa. — ri — Eu tenho que ir na sala da McGonagall agora, até mais.
– Até. — disse ele
Cheguei na frente da sala da Profa. McGonagall e bati na porta.
– Entre. — escutei ela dizer.
Entrei na sala e sorri.
– O que foi querida? — sorriu ela — A Profa. Umbridge quer o Harry de volta?
– Na verdade, eu trouxe mais um papelzinho rosa meigo pra você. — eu disse
Ela pegou o papelzinho da minha mão, leu e fez uma cara irritada para mim.
– Sente-se, srta. Felton. — disse ela
Eu peguei uma cadeira e me sentei. Harry mal conseguia segurar o sorriso.
– Pegue um biscoito Felton. — disse ela — Pegue mais um Potter.
– Não obrigada eu… — comecei
– Pegue um biscoito Felton. — disse ela pausadamente
– Claro. — eu disse
Harry e eu pegamos o maldito biscoito.
– Vocês dois não podem se descontrolar assim.
– O que ela escreveu no papel? — perguntei
– "A srta. Felton ofendeu a professora e gritou na sala de aula." — leu McGonagall — É verdade?
– Pode se dizer que sim. — eu disse
– O que você disse?
– Que ela, Fudge e o resto do ministério têm problemas mentais. — eu disse tampando meus olhos.
– Por que você disse isso Alice? — perguntou McGonagall zangada
– Ela disse que o Sr. Potter tem problemas cerebrais. — exclamei.
– E você se importou? Alice, ele foram humilhados por Dumbledore no tribunal. Ela quer ofender e prejudicar vocês dois!
Escutei o sinal tocando.
– Alice, você tem duas noites de detenção na sala dela. Potter, você tem cinco. Controlem-se ok?
– Claro. — suspirei
– Alvo é muito sábio. Imagina se eu tivesse convencido ele a colocar vocês dois de monitores.
Sorrimos e saimos da sala.
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