– Agora é nossa primeira aula com a Umbridge, certo?

Estávamos sentados em uma escada após sair de uma aula extremamente exaustiva do Prof. Binns.

– Sim. — choramingou Rony — Dois tempos seguidos.

– Aliiiiceeee. — suspirou Harry — A gente precisa ir mesmo?

– Precisa. — suspirei

– Por que?

– Harreh! Você teve uma audiência disciplinar e quase foi expulso, daí você volta pra escola e quer matar aula? E não é uma aula qualquer, é a aula da mulher que estava no tribunal. E o pior é que você quer me arrastar pra isso. — disse rindo, mas fingindo que era uma bronca.

– Ta bom. — suspirou ele

– Vamos. — disse Mione.

Entramos na sala e sentamos no lugar de sempre. Umbridge ainda não estava lá.

– O que você está esperando dessa aula? — perguntei

– Eu to meio chateado. — suspirou ele

– Por que? — eu disse beijando seu nariz.

– O Simas não acredita em mim. — disse ele — A mãe dele nem queria que ele voltasse pra Hogwarts.

– Não é sua culpa Harry! — exclamei — Se ele e a estúpida da mãe dele não acreditam, eles que estão correndo o risco!

– Mas mesmo assim… — suspirou ele

– Awn Harry. — eu disse dando mordidinhas nele — Por favor, não fica assim.

– Hem, hem. — escutei uma voz dizer.

Me separei de Harry e olhei para a frente. A sapa rosa estava lá.

– Boa tarde classe. — disse ela com aquela voz de falsa.

A turma continuou quieta, encarando ela.

– Quando eu disser "Boa tarde classe", vocês me respondam "Boa tarde professora Umbridge". Combinado? De novo! Boa tarde classe.

– Boa tarde professora Umbridge. — dissemos.

– Que lindo. Bom, guardem as varinhas. Vamos ler o primeiro capítulo do livro. Sim, senhorita…?

Mione estava com a mão levantada.

– Granger. Eu já li. — disse Mione

– Então você pode ler o próximo. — disse Umbridge.

– Eu já li o livro todo na verdade. — disse ela. — Quando começaremos a parte prática?

– Na verdade srta Granger, não usaremos as varinhas na minha aula.

– E como vamos aprender a fazer os feitiços? — perguntei

– Não vamos usar magia? — exclamou Rony, em voz alta.

– Levantem a mão para fazerem perguntas. Srta. Felton, lendo com atenção você vai aprender a fazer o feitiço perfeitamente.

– Mas Defesa Contra as Artes das Trevas é sobre nos defendermos! — exclamou Mione

– Você é uma profissional do Ministério, srta. Granger?

– Não mas… — começou Mione.

– Essa matéria foi bastante fragilizada. Vocês tiveram professores que podem ter amedrontado vocês…

– Você está dizendo que Lupin… — começou Dino

– Mão! Sr? — perguntou Umbridge

– Thomas. — disse Dino — Lupin foi um ótimo professor!

– E como vamos, de fato, aprender a nos defender? — perguntou Harry

– Alunos devem levantar a mão para falar na minha aula. — disse ela — Mas quem, na sua opinião, quer atacar alunos de sua idade, Sr. Potter?

– Hm, eu não sei. Talvez Lord Voldemort. — disse ele com sarcasmo.

– Vocês foram informados que um certo bruxo voltou do além. Isso é mentira.

– Claro que não! — exclamei — Você sabe que não é!

– 10 pontos a menos para a Grifinória. Srta. Felton, não fale assim comigo em minha aula.

Esse mulher me irritou.

– Ah então Cedrico caiu morto por que quis? — provocou Harry, extremamente irritado.

– A morte do Sr. Diggory foi um trágico acidente. E Sr. Potter, sua-casa-já-perdeu-dez-pontos-não-piore-as-coisas.

– Voldemort retornou e a senhora sabe disso! — gritou Harry

– Potter, venha aqui. — disse ela.

Harry levantou bufando. Ela escreveu um bilhete e entregou a Harry. Ele saiu da sala.

– Bom, o Sr. Potter tem tido uns problemas cerebrais ultimamente, eu não posso fazer nada.

Fechei meus pulsos de raiva.

– Lizzie — Mione sussurrou — Não faz isso.

– Os únicos com problemas mentais aqui são a senhora, o Fudge e todos os retardados do ministério. — exclamei

Os dentes dela se trincaram.

– Acho que temos mais um bilhete para ser escrito.

Fui até a mesa dela e ela me entregou um papel.

– Sala da McGonagall. — disse ela sorrindo.

Arranquei o papel da mão dela e saí. Assim que desci as escadas, trombei com alguém.

– Que brava. — riu Draco.

– Desculpa. — ri — Eu tenho que ir na sala da McGonagall agora, até mais.

– Até. — disse ele

Cheguei na frente da sala da Profa. McGonagall e bati na porta.

– Entre. — escutei ela dizer.

Entrei na sala e sorri.

– O que foi querida? — sorriu ela — A Profa. Umbridge quer o Harry de volta?

– Na verdade, eu trouxe mais um papelzinho rosa meigo pra você. — eu disse

Ela pegou o papelzinho da minha mão, leu e fez uma cara irritada para mim.

– Sente-se, srta. Felton. — disse ela

Eu peguei uma cadeira e me sentei. Harry mal conseguia segurar o sorriso.

– Pegue um biscoito Felton. — disse ela — Pegue mais um Potter.

– Não obrigada eu… — comecei

– Pegue um biscoito Felton. — disse ela pausadamente

– Claro. — eu disse

Harry e eu pegamos o maldito biscoito.

– Vocês dois não podem se descontrolar assim.

– O que ela escreveu no papel? — perguntei

– "A srta. Felton ofendeu a professora e gritou na sala de aula." — leu McGonagall — É verdade?

– Pode se dizer que sim. — eu disse

– O que você disse?

– Que ela, Fudge e o resto do ministério têm problemas mentais. — eu disse tampando meus olhos.

– Por que você disse isso Alice? — perguntou McGonagall zangada

– Ela disse que o Sr. Potter tem problemas cerebrais. — exclamei.

– E você se importou? Alice, ele foram humilhados por Dumbledore no tribunal. Ela quer ofender e prejudicar vocês dois!

Escutei o sinal tocando.

– Alice, você tem duas noites de detenção na sala dela. Potter, você tem cinco. Controlem-se ok?

– Claro. — suspirei

– Alvo é muito sábio. Imagina se eu tivesse convencido ele a colocar vocês dois de monitores.

Sorrimos e saimos da sala.

Notas finais
Ois, reviews? Que tal? Tenho achado vocês meio desanimados. A fic está ruim? Beijão