Harder, Stronger, Better - Interativa

2 Capítulo 2 – That One When The Hundred Hit The Ground


Notas iniciais
UM MILHÃO DE DESCULPAS PELA DEMORA ABSURDA! Essa semana eu fiquei atolada em estes, trabalhos, uma maquete e uma quantidade incrível de matéria atrasada, e só faltava o finalzinho do capítulo! Enfim, vejo vocês nas notas finais, espero que gostem!

Liv podia jurar que não existia nenhum contrato onde incluía uma viagem para uma flutuação grupal. Se existisse, ela não havia assinado.

Era a única pessoa acordada na nave, onde haviam, pelo menos, cinquenta pessoas. Na tela, uma imagem congelada do chanceler esperava o resto das pessoas acordarem para dar alguma mensagem. Ela conseguia ver sua mãe alguns metros atrás do Sr. Allen, então ela percebeu que a imagem não era congelada, mas ao vivo.

A garota loira ao seu lado acordou, claramente perdida. A loira decidiu dar alguns minutos para que ela organizasse seus pensamentos, antes de iniciar uma conversa. O que, no final de tudo não demorou muito tempo.

_ Oi, eu sou a Rebekah. – ela disse sorrindo calmamente.

_ Liv, de Olivia. – respondeu, apertando a mão que ela lhe estendia.

_ Você sabe o que vão fazer conosco? – ela perguntou, olhando a nossa volta.

_ Acho que o Chanceler está esperando mais gente acordar. – respondeu, indicando a tela.

_O que está acontecendo? – perguntou a menina ruiva.

_Somos os pioneiros de uma morte diferente, princesa. – respondeu o garoto loiro.

_ Não fale assim! – repreendeu Rebekah – Aliás, qual o nome de vocês?

_ Meu nome é Mary. – respondeu a ruiva.

_ Headey, Joffrey Headey. – respondeu o loiro.

_ Blood. – um voz rouca falou a esquerda, que pertencia a garoto ruivo. – Brian Blood.

_ Eu sou o Thomas. – respondeu o moreno, alto que usava óculos.

_ O reizinho acordou! – Brian indicou o outro moreno. – Como foi o cochilo real?

_ Eu tenho nome, Blood! – respondeu o “reizinho” – Eu sou o Mark.

_ Como se eu ligasse, reizinho. – o ruivo resmungou. – Não ligo se você brigou com o papai e ele quis te botar de castigo.

_ Ei, parem! – gritou a garota morena após Mark começar a se soltar para ir em cima de Brian.

_ Qual o seu nome? – perguntou o garoto de olhos azuis. – Eu sou o Damon.

_ Hayley.

_ Por que a imagem está congelada? – perguntou a menina de cabelos loiro escuro.

_ Acho que é ao vivo. – Liv respondeu.

_ Ah, sim – a garota respondeu. – Aliás, meu nome é Alexandra

_Agora que todos, ou a maioria, já acordou, vamos as boas novas! – disse o Chanceler, através do monitor. – Vocês estão sendo enviados para a Terra, para sabermos se ela é habitável. Os braceletes nos seus pulsos direitos enviam sinais à Arca, por favor não tirem. – a voz do Chanceler tornou-se incompreensível a parti daquele momento. – E- -ã- ar- M-n-e -e-t-e- , l- — s-g-r-!

A nave colapsou e todas as luzes apagaram. E ela acelerou. Muito. Gritos e “eu vou morrer” era o que mais se ouvia. BOOM! O impacto somado a nave capotando estourou os cintos de alguns, causando ferimentos leves.

Brian e Joffrey dirigiram-se imediatamente para as portas, e começaram a força-las. Quando estas já estavam quase cedendo, Rebekah interviu.

_ Vocês estão loucos? E se o ar for tóxico? – ela parecia desafiá-los.

_Eles nos mandaram para morrer, Rebekah, pelo menos veremos a Terra antes disso. – Liv respondeu e acenou que os garotos continuassem.

As portam finalmente cederam e Mary foi a primeira a sair. Ela estava de costas para o resto dos cem, inspirou profundamente e virou-se frente, dizendo calmamente:

_Nós voltamos.

Notas finais
De novo; uma milhão de desculpas pela demora! Eu vou começar o próximo capítulo quarta de manhã ( já que minhas provas são no estilo faz e tchau), já que no fim de semana eu vou viajar; então ele deve sair, no mais tardar, quarta que vem (sem ser essa a próxima), um milhão de desculpas de novo! Me digam se gostaram amores de mi vida! XO