Notas iniciais
Pronto, podem delirar o que quiser, me xingar e o diaba quatro, mas eu juro: FOI O PRIMEIRO, SÉRIO.
Bem, booa leitura. *-*'

Após alguns segundos naquele beijo ardente, separaram-se por falta de ar com ambas as faces coradas, o loiro deu um sorriso pervertido assim batendo as palmas, onde as cortinas se fecharam automaticamente, havendo vários protestos dos espectadores indignados com tal ato.

– Privacidade é o que teremos agora. — comentou Len ainda com seu sorriso pervertido enquanto beijava o pescoço da esposa, que começava a gemer um pouco quando o marido rodeava seu pescoço de beijos, chupões e mordidas, tentando não deixar as marcas das mesmas.

– L-L-Len. — gemeu a loira fechando os olhos com força, somente este gemido tinha feito o sorriso do rapaz aumentar de orelha a orelha. Primeiro tirou aquela blusa xadrez de sua irmã gêmea para depois ajudá-la a tirar a blusa cinza, deixando assim sua irmã apenas com um sutiã branco e calça jeans.

– Não invente de gemer alto minha doce flor, infelizmente existem pessoas ao nosso redor e grande maioria são crianças, mas seus gemidos – misturados com meu nome – são tão lindos minha querida. — disse o Kagamine com um sorriso que apenas fez a mesma corar mais ainda, ele selou seus lábios um no outro enquanto com a mão esquerda massageava um seio aleatório da moça, que apenas a fazia gemer mais entre o beijo, que naquele momento estava virando um beijo ardente, urgente.

Ele quebrou o beijou e retirou a última peça que faltava para poder revelar os seios da irmã, deu um sorriso malicioso e foi em direção deles, mordiscando o mamilo, lambendo e chupando o mesmo enquanto acariciava o outro com a mão, ouvindo a de olhos azuis gemer seu nome no meio do prazer que sentia. Subiu dos seios até o queixo, mordendo-o e beijando-o, deixando uma trilha de fogo no caminho, afastou um pouco seu rosto do dela para mantar um contato visual e assim tomar seus lábios com prazer, pedindo passagem para sua língua explorar dentro daquela boca já tão conhecida pelo mesmo.

Rin retribuiu o beijo e levantava a blusa verde do irmão, deixando suas leves mãos percorrerem pelo peitoral e pelas costas do mesmo, arranhava as costas do rapaz com as poucas unhas que tinham e apertava o bico do peito em uma tentativa de arrancar algum gemido do irmão, o qual foi obtido com sucesso. Separaram-se então por falta de ar e o loiro retirou a blusa para facilitar a vida da gêmea, que apenas deu um sorriso em aprovação e roçava seus seios ao peito de Len, agora em uma tentativa de provocá-lo.

– Tire as calças, por favor. — pediu o gêmeo vendo que a moça acenar positivamente, desabotoando o botão e abrindo o zíper, assim começando a tirar a calça, que já era puxada pelo rapaz com delicadeza. Ela olhou para o gêmeo como se manda-se fazer o mesmo, o mesmo tirou a calça com mais rapidez.

Assim que finalmente – pensamento do Kagamine – estavam restando somente uma peça de cada um, um sorriso trapaceiro surgiu nos lábios do rapaz e este logo voltou a beijar a irmã com gosto, urgência, um pouco de drama também seria uma opção, como se fossem uma última noite de cúmplices e não existiram mais nenhuma. Era certo que não existiram mais transas em carruagens, coisas tão exóticas e extremamente divertidas para o loiro, pois tinha que se contentar com o espaço pequeno e calar sua irmã levemente na hora dos gemidos para ninguém arrombar a porta perguntando se alguém tinha morrido ali dentro.

– L-Len, — começou Rin com as bochechas em chamas assim que o beijo fora terminado, estava um tanto rosada e marcada para a felicidade do companheiro – V-Vamos começar?

– Minha irmãzinha é uma pervertida, que orgulho. — comentou o mesmo com um sorriso de deboche nos lábios enquanto beijava ambas as bochechas da garota.

– N-Não é isso! — quase que um grito saia da boca da loira se não tivesse diminuído seu tom de voz a tempo – É que está-á um tanto que... Devagar.

A última palavra teria saído um tanto incerta para ela, o que fazia o sorriso do Kagamine somente aumentar, era divertido ver sua irmã gêmea se embolar em palavras apenas porque queria mais. Riu por dentro ao imaginar sua esposa pedindo mais.

Como um bom cavalheiro que era, obedeceria os desejos de sua tão amada dama, desceu até onde encontrava a calcinha da moça, arrancando-lhe quase as pressas e assim finalmente podendo ter uma "visão deslumbrante" sobre a entrada da esposa. Olhava encantado para o local e aproximou-se, começando a lamber o clítoris da amada, que se contorcia em cima do estofado aonde tinha sido deitada, agarrando a cabeleira loira do irmão que apenas sorria enquanto continuava seu trabalho, colocou dois dedos em sua região sensível e começou com leves movimentos de vai e vem, lambendo e beijando o clítoris, acrescentando mais um, e logo alguns segundos depois um quarto dedo.

Retirou sua mão dali e começou a introduzir sua língua dentro da região aonde tinha acabado de retirar seus dedos, o que fez sua esposa pirar e começar a gemer mais alto, deixando escapar seu nome no meio dos mesmos enquanto apertava os cabelos com mais força, arqueando-se mais sobre o estofado.

Len então, de modo doloroso para si, permitiu-se sair de perto daquele "mar de maravilhas" para ver o estado que sua esposa se encontrava, a mesma suava já e tinha uma respiração quase pesada, mas deu um sorriso um tanto safado quando ele finalmente terminou, dizendo pausadamente "Minha vez" entre as longas respirações que puxavam-lhe grandes porções de ar.

Então começou a fazer o mesmo trajeto feito pelo marido, primeiro atacando o pescoço e descendo em direção ao ponto fraco de qualquer homem dando beijos em todas as partes pela qual passava, retirando-lhe a última peça que tinha no corpo do irmão para deixá-lo completamente nu, sorrindo de forma vitoriosa após isso. De imediato, ela tocou no membro ereto do loiro, mexendo as mãos para cima e para baixo, em um movimento inexperiente pela parte dela. Subitamente, o loiro tomou seus lábios para si enquanto soltava alguns gemidos abafados por culpa da outra, o que a fazia sorrir durante os beijos.

A loira partiu os beijos para a infelicidade do rapaz e parou o movimento, dirigiu sua cabeça para o membro inferior do loiro e começou a lamber a cabeça do mesmo, que fazia ele tentar conter os gemidos que tentavam inutilmente sair dos lábios dele, Rin havia começado a introduzir dentro da boca, chupando e fazendo movimentos circulares com a língua. Len jogava sua cabeça para trás arfando, pedindo por mais e mais daquele maravilhoso gosto que era sentir sua esposa dando-o o tão chamado prazer.

– Ri-in. — chamou-a enquanto tentava de modo inútil voltar ao normal.

Tarde demais. Pensou a gêmea ao sentir um líquido branco e espesso de aparência cremosa, engoliu tudo para não ser chamada de chata depois pelo irmão.

– Eca, amargo que dói. — comentou enquanto limpava sua boca e lambia a mão, vendo se tinha tirado exatamente todo o esperma que o gêmeo tinha soltado dentro de sua boca.

– Calada Rin, seu gosto é uma delícia. — disse Len vendo que a mesma corava com o comentário, segurou o rosto da moça com cuidado e aproximou os seus rostos assim podendo beijá-la, na busca de tentar sentir o seu próprio gosto, amargo, como disse a mesma.

Ele retirou suas mãos do rosto de Rin e foi deslizando-as pelo corpo já descoberto pelo marido, chegando nas coxas da mesma e apertando-as, fazendo o mesmo com as nádegas da loira. Segurou-a pelas coxas e sentou-se no estofado, botando-a sentada em suas pernas enquanto ainda trocavam carícias com suas línguas. Realmente ela estava certa a respeito de seu gosto, era realmente amargo.

– Rin... Pelo amor de Deus, vai logo. — pediu enquanto posicionava seu membro com uma mão e com a outra segurava a cintura da mulher, tentando ajudá-la a se posicionar para poder penetrá-la.

Então devagar, ela – com ajuda do marido – estava começando a ser penetrada, já haviam conseguido botar a cabeça do membro masculino dentro e ela descia lentamente para se acostumar com o mesmo dentro dela. Quando finalmente a penetração foi completa e ele já a preenchia totalmente, começou com lentos movimentos de vai e vem, intensificados pelo rapaz que botou ambas as mãos na cintura da moça e a auxiliava a ir mais rapidamente. Selou seus lábios nos dela quando estava completamente dentro da mulher com a intenção de silenciar os gemidos em sua boca.

Len tentava fazer com que os movimentos fossem mais rápidos com o passar do tempo, enquanto continuava a furtar beijos da esposa para impedir que gemidos altos saíssem de lá, mas este já se via impaciente com o pouco resultado que tinha a respeito de ir com mais pressa.

– Rin. — disse enquanto parava de fazer os movimentos ainda dentro da mesma, esperando a loira encará-lo para poder prosseguir – Isto não... Está dando muito certo.

Era verdade que sua voz estava meio pausada, mas nada o impedia de ser mais safado do que já era, a de olhos azuis concordou com um aceno positivo, concordando com a fama do rapaz. Este deu um sorriso travesso e safado enquanto aproximava seu rosto do ouvido da loira, que estava de frente para ele.

– Amor, eu não aguento mais esta posição. Vire-se, ou eu mesmo serei forçado a virar-te. — comentou Len vendo a moça ganhar uma face um tanto avermelhada ao tentar imaginar-se sendo virada a força, suspirou cansada e derrotada, saindo de cima do irmão e virando-se como havia sido pedido – Não no meu colo, fica no sofá por favor.

A moça se jogou ao lado, tendo sua pele suada em contado com o gélido estofado do sofá de couro, o mais novo ajeitou-a na "posição perfeita", fazendo os joelhos da mesma ficar em contado com o sofá como as mãos, deixando o corpo flutuando ao ar. Como diria, aquela era sua chance de poder ir com mais rapidez, sorriso malicioso era presente em sua face ao imaginar-se com as futuras cenas.

– Ora Len, se queria que ficasse de quatro, era somente ter pedido antes. — comentou Rin agradecendo pelo mesmo não poder ver seu rosto agora, que pegava fogo naquele momento.

– Não, acho mais emocionante quando você descobre depois. — comemorou o loiro com ar feliz enquanto começava a beijar as costas da moça, que arrepiava-se toda.

Continuou a beijar as costas até os ombros, passou novamente as mãos pelos seios da moça em tentativa de voltar a ativa, seu sexo ainda não estava dentro da irmã, o que lhe facilitava um pouco sobre o estado que estava. Rin estava quase trêmula por estar embargando prazer e felicidade no mesmo momento, gemia um pouco alto enquanto era obrigada a aguentar a tortura que seu gêmeo fazia sobre si, beijando-lhe o pescoço ou mordendo o glóbulo de sua orelha, acariciando os seios ou sua parte íntima, tudo estava deixando-a doida, louca.

– Le-en, p-por favor... Não seja-a tão crue-el assim comigo. — gaguejou a loira em uma tentativa falha de pedir para sua tortura terminar, apesar de ser uma tortura boa.

– Com você assim é quase impossível não ser cruel. — recrutou dando um sorriso safado enquanto virava um pouco a face da irmã para começar um contato visual – Queria ouvir tanto você pedir.

– E-Eu... — Ela não sabia ao certo como dizer já que a vergonha lhe tomava conta – Eu quero Len, por favor. Eu quero você, somente você.

Com estas palavras e um sorriso sacana, o gêmeo beijou-a e posicionou-se na entrada da moça, entrando por completo logo na primeira. Seus lábios se separaram por um breve tempo quando a mesma foi protestar da dor da primeira estocada que havia levado após a troca de posição. Logo o número de penetrações iam se intensificando, gemidos eram interrompidos por longos beijos, no meio daquele prazer já podiam se ver dois corpos quase chegando ao seu extremo.

Poucos segundos depois os dois chegaram ao ápice, Len acabou por gozar dentro do corpo da esposa com um sorriso aos lábios, feliz por ter tido sua conclusão confirmada, era realmente mais rápido ir naquela posição.

– Cansei. — comentou a loira caindo em cima do sofá dando longos suspiros sendo seu irmão retirar-se de dentro de si.

– Imagine eu então. — falou dando uma risada logo em seguida, ainda era engraçado vê-la nua em sua frente tornando-se sua, somente sua.

– Seu trabalho é mais fácil, aparentemente. — soltou a moça enquanto endireitava-se sobre o estofado, apoiando a cabeça no ombro do rapaz.

– Fácil é? Seja homem na próxima encarnação. — comentou, percebendo logo em seguida um sorriso sacana da irmã.

– Então meu gêmeo será a fêmea da relação, interessante. — um comentário alegre da loira que fez o rapaz sentir suas bochechas queimarem, riu da cena e deu um beijo na bochecha do mesmo – Acho melhor colocarmos nossas roupas, não?

Ele concordou com a cabeça e, assim como ela, foi vestindo suas roupas. Já tinha sua calça e o tênis para cobrir o corpo e sua gêmea a blusa cinza, o casaco xadrez e a calcinha quando a porta fora aberta bruscamente.

– GENTE... — gritou a dona da voz, que foi logo reconhecida pelos gêmeos atordoados – SOBRINHOS! HOHO, GANHAREI SOBRINHOS! MAIS SOBRINHOS!

– Onee-chan, o que é isto no seu pé? — perguntou Rin apontando para uma criatura verde que começava a subir a perna esquerda da loira mais velha.

– SAI, SAI, SAI DE MIM! — gritou Lily correndo carruagem afora, pulando nos braços de Ted – Salve-me Ted!

– Não sou seu príncipe encantando. — respondeu curto e grosso o padre largando a loira, que caiu de bunda no chão, o monstro verde se aproximava – DEUS, SAI DE PERTO DE MIM.

Em um curto período de tempo, já se via Lily nos braços de um rapaz random ruivo parecido com Kaito que olhava-a de forma interrogativa, como se esperasse uma explicação para isto.

– Tem um BICHO VERDE ME SEGUINDO. — falou enterrando a cabeça na curva do pescoço do mesmo quando o pequeno monstro aproximava-se.

– Olhe madame, este "bicho verde" é somente um holograma de um Pokémon. — admitiu o ruivo dando um longo suspiro.

– Pokémon? — novamente viam a irmã mais velha ser a doida em ação.

– Peço perdão por ela. — pediu Teto ao se aproximar do rapaz random.

– Que nada. — agradeceu assim observando um pouco a trajetória da moça – Ela aparenta ser engraçada.

– AKAITO. — uma voz chamou o ruivo fazendo virar – A quanto tempo.

– Não, você aqui na Disney não. — pediu em um sussurro o tal Akaito vendo quem se aproximava.

– Não sente saudades do seu irmão? — perguntou Kaito parando para fazer uma careta engraçada por parte de Teto.

– Não, sinto saudades da minha futura cunhada, isto sim. — respondeu com um sorriso sarcástico, vendo o azulado entrar em depressão.

– Ele sente falta de todos, menos de mim. — dizia o rapaz de cachecol azul isolado em um canto perto da carruagem.

Os gêmeos já estavam completamente vestidos quando Lily abriu novamente a porta da carruagem.

– QUE POKÉMON ERA AQUELE DONA RIN? — gritou assustando a irmã, fazendo-a esconder-se atrás do marido.

– Um Caterpie, ele é o pokémon mais fofo e o que você mais tem medo, hoho. — comentou com um sorriso sarcástico nos lábios, fazendo a loira mais velha arrepiasse – Irmã, o que é isto no seu pé?

– NÃÃÃOOOO! — Lily saiu correndo novamente da carruagem, era verdade que tinha medo de insetos desde que acordou com seus irmãos mais novos vestidos de um em cima dela.

– Malvadinha você hein Rin. — disse Len virando-se para a mesma com um sorriso safado no rosto.

– Malvadinha uma ova. — recrutou a loira – Apenas fiz meu trabalho de não corar com comentários da minha onee-chan.

– Quer dizer então que você iria corar, é isso que entendi? — perguntou vendo a mesma confirmar com a cabeça com um pequeno sorriso no rosto.

Ele abraçou-a por trás e deu leves beijos ao redor do pescoço da mesma, fazendo-a estremecer aos poucos até lembrar-se do que já tinham feito a poucos minutos atrás e assim finalmente saíram da carruagem com as mãos dadas.

Notas finais
Culpa de quem? Isso, podem culpar a francesa por tudo, ou agradecê-la, sabe-se lá. x_x'
Bem, aqui está, como eu disse, a porcaria da cena que eu falei que ia fazer (em cima, claro). Não acredito como a minha mente não poluiu e como eu ainda sou inocente apesar de tudo que eu já escrevi, li e vi. x_x'
Críticas? ç_ç'