Happy Birthday, Giotto!
1 One-Shot
Notas iniciais
Espero que gostem.
É um yaoi bem fraquinho =P
Presente de aniversário adiantado pro Gio! =D
Tudo ocorria normalmente na mansão Vongola. O líder, Giotto Toru – italiano, 24 anos, loiro de olhos azuis – estava sentado em seu escritório. Vez ou outra algum de seus subordinados entrava carregando alguma papelada. Poucos se lembravam que dia era e diziam um animado “Buon compleanno, boss.”
Dia 1º de janeiro. Um dia como qualquer outro... Se não fosse o aniversário do boss da Vongola. Bem, mas o trabalho continua o mesmo.
- Giotto. – chamou alguém entrando no escritório
- Sim? – o loiro ergueu levemente a cabeça para encarar o “visitante” – O que houve?
- Nada. Vim trazer isso. – ele jogou um envelope sobre a mesa do loiro – Até, Giotto.
Logo o homem já saía do escritório. Era Daemon Spade – português, 27 anos, cabelos e olhos azuis escuros. Como sempre, não fazia o mínimo sentido.
- O que será que ele queria dessa vez? – murmurou Giotto pegando o envelope e o abrindo... – Que...?! – ele exclamou espantado – Aquele... Idiota!
O loiro se ergueu rapidamente, um tanto irritado. Ele saiu do escritório pegando um casaco que estava jogado em uma poltrona perto da porta. Ele usava uma calça negra e uma camisa branca, o casaco era negro também.
Ele passou a mão nos cabelos de forma nervosa e apressou os passos. Seu guardião da névoa era mestre em sumir rapidamente, precisava impedir isso – dessa vez ele não poderia deixar passar em branco.
- Daemon! – ele chamou ao sair da mansão e encontrar o português perto do portão de saída do quintal da mansão – Espere aí!
Ele correu até parar em frente ao outro. Giotto estava um pouco ofegante e o cabelo caía levemente sobre os olhos. Daemon portava um sorriso irônico, porém os olhos aparentavam uma tristeza profunda (mas bem escondida).
- Sim? – perguntou Daemon mantendo a expressão
- S-Sobre... Isso... – o italiano ergueu uma carta enquanto corava – Você deveria... Ficar para ouvir a r-resposta!
- Hm. E qual seria? – Daemon desviou o olhar enquanto repuxava um dos cantos dos lábios
- E-Eu... Eu... Ah... B-Bem... – Giotto começou a tentar falar, extremamente envergonhado – Eu... – ele levou uma mão ao cabelo e começou a bagunçá-lo – Eu... Queria dizer, primeiro... Obrigado por se lembrar de meu aniversário... – o loiro desviou o olhar para o chão – E... E sobre... A... A outra parte... B-Bem...
Daemon o encarou, curioso. Ele sabia perfeitamente de qual parte o loiro estava falando. Só uma parte seria capaz de deixá-lo tão nervoso.
- Eu... F-Fico feliz... Pelos seus s-sentimentos... E... – ele tentou continuar, mas logo foi interrompido pelo português
- “E quero me desculpar por não ser capaz de retribuí-los.”, não é? – pergunta Daemon ironicamente, com um sorriso melancólico
- N-Não! E-Espere eu t-terminar! – Giotto parou e respirou fundo – E eu os retribuo! – ele falou tão rápido que Daemon o encarou durante alguns minutos antes de esboçar uma reação
- Giotto...? Você... Está sério sobre isso? Você sabe que eu não lhe deixarei em paz, não sabe? – o sorriso de Daemon se transformou em um de alegria maliciosa – Eu não te deixarei descansar nunca mais. Você será sempre meu, sabe disso não é? – seus olhos cintilaram
- Estou sério. – murmurou Giotto em resposta – Eu não... Mentiria para você... Sobre isso... – ele desviou o olhar para a pessoa em sua frente, mas logo voltou a olhar o chão
- Giotto... – Daemon abriu mais o sorriso e levou uma mão ao queixo do loiro – Olhe para mim. – ele ordenou, e logo o italiano o obedecia – Saiba que eu também não menti na carta. Eu te amo. Agora e até quando eu continuar ao seu lado, ou mesmo depois. Não importa o que eu faça, lembre-se que eu te amo e não desejo lhe machucar.
Giotto corou fortemente e Daemon capturou seus lábios em um beijo necessitado. Logo as línguas disputavam por espaço e os dois se abraçavam. Um dos braços de Daemon estava na cintura de Giotto e o outro em sua nuca. Já os dois braços de Giotto estavam sobre os ombros de Daemon, puxando levemente alguns fios do cabelo do outro.
Os dois se separaram por falta de ar. Giotto portava um sorriso tímido e Daemon um malicioso. Logo Daemon o puxou para outro beijo e o apertou mais contra si.
- Eu te amo, Daemon. – sussurrou Giotto no ouvido do português após se distanciarem mais um pouco – Já tem um bom tempo que queria lhe dizer isso. Eu te amo. E nada de se distanciar.
E os dois se beijaram mais uma vez, demonstrando todo seu amor e carinho no breve encontro de lábios. Porque, mesmo tendo as palavras ali, os gestos afirmavam a verdade.
“Giotto,
Antes de mais nada, buon compleanno.
Eu não comprei um presente para você, já que só fui lembrar hoje mais cedo – tenho de agradecer ao G por isso.
Mas, bem, desejo felicidades para você. Talvez você queira que eu passe mais algum tempo longe da mansão depois disso, mas...
Eu devo dizer a verdade. Já a guardei por tempo de mais.
Giotto, eu te amo.
Eu sei que não sou a pessoa mais confiável, porém é essa a verdade.
Eu te amo.
Felicidades,
D. Spade.”
Notas finais
Deixem reviews, por favor.
Ciao, ciao! o/
Bacio! ;*
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